Se eu tivesse força, se eu não tivesse que abafar meus gritos, abaixo o choro que doí, agarrar em Deus nesse momento, seria uma blasfêmia, porque Deus nada tem haver com isso, isento-me de mim, então prefiro deixar Deus só me observando, procuro caminhar numa estrada, sentindo essa dor que parece uma parte que eu tinha guardado, e parecia bem guardado, tendo que arrancar de mim novamente, buscar uma força sobre natural, matando minhas vontades, jogar fora os meus sentimentos, me distrai, não deveria ter permitido esse sexo, tanto amor, pensei que poderia, ser o suficiente forte o suficiente para segurar essa barra, o que me impede de gritar, é que eu ainda posso conseguir rasgar meu peito, sem sangrar, sem ferir, sem me desmontar, tenho que me mantem viva, é como se tudo voltasse, preciso matar isso novamente dentro de mim, matar não, sempre estará vivo em algum lugar, entre meus sonhos, pesadelos, insônias, dedos, porque foi verdadeiro intenso, mais preciso achar a chave desse baú, e o trancar, dentro de um lugar desconhecido de mim mesmo.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 14 de julho de 2014
NOSSAS INTIMIDADES
Nossas intimidades
Era totalmente
Descontrolada
Dava um tesão
Suávamos de prazer
Éramos uma só
Numa só frequência
Convicentemente
Intensa uma na outra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Era totalmente
Descontrolada
Dava um tesão
Suávamos de prazer
Éramos uma só
Numa só frequência
Convicentemente
Intensa uma na outra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
FUI PEGA DE SURPRESA
Fui pega de surpresa com uma
Outra moça na cama
Não era ninguém apenas uma pessoa
Para desafogar-me da tensão
Do teso, de tantas noites mal dormidas.
Perder aquela mulher foi meu fim
Aquele fogo que me ardia me fazia tremer
Sem selvageria mais com exatidão dentro
Meu intimo enfraquece
Minhas aberturas silenciam e eu
Fico a esmo
Naquela cama era apenas mais uma
Acabei por seduzir em outra mesa
Farta de alimentos posto no meu corpo
Não sei que estação era...o tempo voa
Ficou hoje um semblante do qual me curvo
Pela sua falta em mim você
Vai sempre morar por inteira dentro de mim
E por inteiro a solidão de você me faz
Cruzar as pernas em pleno meio dia.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Outra moça na cama
Não era ninguém apenas uma pessoa
Para desafogar-me da tensão
Do teso, de tantas noites mal dormidas.
Perder aquela mulher foi meu fim
Aquele fogo que me ardia me fazia tremer
Sem selvageria mais com exatidão dentro
Meu intimo enfraquece
Minhas aberturas silenciam e eu
Fico a esmo
Naquela cama era apenas mais uma
Acabei por seduzir em outra mesa
Farta de alimentos posto no meu corpo
Não sei que estação era...o tempo voa
Ficou hoje um semblante do qual me curvo
Pela sua falta em mim você
Vai sempre morar por inteira dentro de mim
E por inteiro a solidão de você me faz
Cruzar as pernas em pleno meio dia.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 13 de julho de 2014
NÃO SEI PORQUE
Não sei porque de repente me deu uma louca vontade de ser uma manchete, sair na primeira página, como uma dama de um bordel, como qualquer pessoa buscando atenção, ou por um ato de grandeza, não sei porque gostaria da fama, talvez para silenciar os preconceituosos, nunca por dinheiro, não, não sou disso, não quero ter apenas um nome passando por ruelas, sendo a qualquer momento, rasgado em um banheiro sujo, ou deixado no mato, de um lugar qualquer, por uso da própria sobrevivência de estar limpo, quero lutar para conseguir nessa estrada, toda minha, na primeira página, alcançar o topo sem rasgar entranhas, com a força de ser uma mulher, sentarei no colo próprio dos que me difamam, lucrarei um nome, e não verei jamais a página rasgada, num buraco qualquer, que eu possa ter me perdido.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TALVEZ
Talvez eu possa cobrir-te
Se você me permitir serei até
Mais audaciosa em suas
Intimidades dentro das minhas
Serei um flagrante
Sobre suas mãos fortes e
Em teu corpo que me faz
Tremer tanto
Eu vou tocar para embriagar-me e
Ficar novamente em paz.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Se você me permitir serei até
Mais audaciosa em suas
Intimidades dentro das minhas
Serei um flagrante
Sobre suas mãos fortes e
Em teu corpo que me faz
Tremer tanto
Eu vou tocar para embriagar-me e
Ficar novamente em paz.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 12 de julho de 2014
UM HOMEM QUALQUER
Um homem qualquer, um abraço de selvagem, cabeludo, barbudo, um alisar sobre suas costelas, atrás estava uma mulher, linda, porém sem rumo, sem vida, sem vida íntima, todos os dias escutavam-se seu chora pelos cantos, sempre sozinha, enlouquece por dentro, feias larvas a fios que lhe come, queimando seu ventre, desejando ter de leve apenas ternura, em um desses dias ela parou, nua e escutou o seu íntimo, treme toda as manhãs, seu corpo vibra, ela pega um roupão e sai pelas ruas frias, vira uma esquina, escuta uma suave melodia, seus cabelos ao vento que bate, encosta no rosto de alguém, se olham, se percebem, observam-se, e não percebe que a rua estava apenas com um viajante, deitam, se envolvem, feridas, sobre uma felina, branca, profundamente destemida, se entrega, fogem, sobre apenas o olhar de quem não lhe deu amor.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 11 de julho de 2014
TUA PELE
Tua pele me cobre
Sua língua passando
Pelo meu corpo que
Delícia
Nossas bocas abaixo o ventre
Roçam-se esfregam numa ternura
Sem igual perfeito
Nossos abraços a quentura
Dos nossos corpos nos envolve
Deita no meu ombro e
Entre trocas no passar de mãos
Os dedos fazem as carícias
Usando peças íntimas
Que sabia que ia mexer comigo
Foi tão natural que quando
Percebemos éramos uma só
Até de manhazinha
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sua língua passando
Pelo meu corpo que
Delícia
Nossas bocas abaixo o ventre
Roçam-se esfregam numa ternura
Sem igual perfeito
Nossos abraços a quentura
Dos nossos corpos nos envolve
Deita no meu ombro e
Entre trocas no passar de mãos
Os dedos fazem as carícias
Usando peças íntimas
Que sabia que ia mexer comigo
Foi tão natural que quando
Percebemos éramos uma só
Até de manhazinha
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 10 de julho de 2014
EXCITADA
Excitada à noite toda
Meu quarto exalava apenas o
Meu próprio cheiro sufocante
Tentava de todas as maneiras
Seduzir-me até o meu íntimo doer
As paredes gelada, noite fria.
Aos meus impulsos procura encantar-me
Pareço um mar batendo nas rochas
Jogando-me nas areias
Maldita mulher que eu amo tanto......
Bandida!!!!!!!!!! Como gosto que seja mais
Por favor, deixa meu fogo.
Meu coração pulsar novamente mesmo
Que eu mesma tire minha roupa
E sinto o gelo tocar-me na madrugada
Assim apago esse fogo que me queima.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Meu quarto exalava apenas o
Meu próprio cheiro sufocante
Tentava de todas as maneiras
Seduzir-me até o meu íntimo doer
As paredes gelada, noite fria.
Aos meus impulsos procura encantar-me
Pareço um mar batendo nas rochas
Jogando-me nas areias
Maldita mulher que eu amo tanto......
Bandida!!!!!!!!!! Como gosto que seja mais
Por favor, deixa meu fogo.
Meu coração pulsar novamente mesmo
Que eu mesma tire minha roupa
E sinto o gelo tocar-me na madrugada
Assim apago esse fogo que me queima.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 9 de julho de 2014
MINHA CABEÇA
,,,,,minha cabeça dá um nó, quando preciso pensar demais, perde-se tantas coisas, gostaria de sempre escutar o silêncio, silenciar-me, o eco não deixa, percorrer meu corpo, tocar meu rosto, sentir a marca do tempo, parece que corro de mim mesma, não sou santa, odeia santidade, quero liberdade para me expressar, sem demagogia, sou assim, mudei algumas coisas, sinto falta do que em mim era o meu alicerce..
FRASE DE BEY CERQUEIRA
FRASE DE BEY CERQUEIRA
NÃO SEI
Não sei se podemos ter a ousadia de querer um amor, amor, só vivemos uma vez só, sei que temos possibilidades, aliás várias possibilidade de termos diversas paixões, elas nascem de um súbito desejo, da solidão da que ficou para trás, damos diversas desculpas, chamamos ela atração, química bateu, fez meu sangue ferver, as entranhas abrirem, o olhar brilhar, aos mãos tremerem, parece tudo tão lindo, talvez seja agora, no inicio é mesmo assim, não tem hora para sexo, beijar na boca, falarmos até "eu te amo", num momento que preenchemos a cama, parece tudo tão apertado, paixão marca feito cão com raiva, arranha suas vísceras, tira o chão, a razão, o equilíbrio, depois basta passar um vento, leve, para ficarmos com uma sensação, que passou, a noite vamos ter absoluta certeza disso, pior hora para passarmos nesta certeza, rolamos para lá, para cá, e nada, tomamos por insônia uma forma de lembrança, viramos sombras dentro do próprio quarto, arrebatamos nossas linguagens em palavrões, uma forma de desabafo, nada adianta, até que no virar de uma ruela, no entrar num bar, para encher a cara mesmo, olhamos ao redor, pronto, outra paixão, aquela que deixamos, que tanto nos tirou do sério, foi apenas um fiasco.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TALVEZ
Talvez eu esteja fora mesmo
Do seu alcance de sua ousadia
Não entendendo porque essa
Falta está me consumindo tanto
Talvez falte em mim um pouco de brio
Necessito de mim mais forte para
Inventar-me construir-me novamente
Virar-me do avesso de bruços
Colocar-me no plumo molhar meus dedos
Para sobreviver essa sua falta
Um olhar talvez carícias com as pontas
Dos seus dedos em minhas costas
Andar de mãos dadas
Faz-se de mim algumas facetas
Inventa-me
Não me deixe desenganar-me
Vamos brincas no amar
Cresceremos juntas nesse patamar
Queiras ver-me sedenta por ti você
Sentirás um tesão que nunca teve
Podes acreditar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Do seu alcance de sua ousadia
Não entendendo porque essa
Falta está me consumindo tanto
Talvez falte em mim um pouco de brio
Necessito de mim mais forte para
Inventar-me construir-me novamente
Virar-me do avesso de bruços
Colocar-me no plumo molhar meus dedos
Para sobreviver essa sua falta
Um olhar talvez carícias com as pontas
Dos seus dedos em minhas costas
Andar de mãos dadas
Faz-se de mim algumas facetas
Inventa-me
Não me deixe desenganar-me
Vamos brincas no amar
Cresceremos juntas nesse patamar
Queiras ver-me sedenta por ti você
Sentirás um tesão que nunca teve
Podes acreditar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 8 de julho de 2014
ASPIRO
Aspiro no penetrar dentro de você
Um cheiro tão gostoso eu não resisto
Sobreponho você acima de mim
Sugo seu mel que é tão doce
Encaixo nas suas envergaduras
Aperto suas polpas
Fazemos uma guerra
Recebe-me
Nas suas moradas
Sem enganos possantemente
Até nos confundirmos a quem se toca
Roçamos numa velocidade certa inevitável
Cresce os nossos pontos Gs enlouquecemos
Nossas pernas apertam uma nas outras
Nesse cruzar suas mãos amaça lenções
Atiçamos até o desconhecido
Em minha boca
E ficamos muito sem vergonha
Deliciosamente sem vergonha
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Um cheiro tão gostoso eu não resisto
Sobreponho você acima de mim
Sugo seu mel que é tão doce
Encaixo nas suas envergaduras
Aperto suas polpas
Fazemos uma guerra
Recebe-me
Nas suas moradas
Sem enganos possantemente
Até nos confundirmos a quem se toca
Roçamos numa velocidade certa inevitável
Cresce os nossos pontos Gs enlouquecemos
Nossas pernas apertam uma nas outras
Nesse cruzar suas mãos amaça lenções
Atiçamos até o desconhecido
Em minha boca
E ficamos muito sem vergonha
Deliciosamente sem vergonha
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 7 de julho de 2014
NÃO QUERO
Não quero pensar jamais ter alguém controlando as minhas emoções, sou independente até delas mesmo, não vou permitir que pessoas venha me impor atitudes das quais eu não quero fazer, ou criticar minhas ações quando as grandes emoções tomam conta de todo o meu corpo, não vivo de passados, senão já teria me dado um tiro na cabeça, mais no meu passado existe coisas que me deixa viva, me faz ver o quanto amei de verdade, e o quanto fui amada, não representa o meu dia de hoje, mais o meu dia de hoje com certeza, será o meu passado do amanhã, por isso quero viver intensamente, e se isso me realiza, quero me lembrar, sou uma pessoa que necessito das paixões, porque amar de verdade, foi tão pouco, e desse amor me fez raízes profundas, me faz hoje sobreviver o vazio que certas paixões, ou coisas parecidas, não me levaram a lugar algum, não quero viver só, nem controlada por ninguém, porque me basto, e sou sem duvida alguma, um ser que me toco,na essência, me viro para o lado, apago a luz, durmo com minhas vontades, na insônia sobre meus dedos, meu travesseiro, meus lenções amassados, aonde é que me encontro comigo mesmo, e sinceramente isso me basta por muitas vezes.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
MINHAS FANTASIAS
Minhas fantasias no querer dos quer (eres)
São questões minhas
O poder de sentir seja o que for
Interessa a mim se eu quiser gritar o seu nome
Gritarei
Não tenho a intenção de magoar ninguém
Minhas vontades
Saudades
Latejam em minhas películas
Vejam o meu semblante
Marcas profundas e
Dentro do meu ventre entra como farpa
Um passado que hoje ainda poderia
Estar vivo
Eu possa aprender a seduzir-me
Dentro dele sem cobrar de mi
E nem de ninguém
Mesma sentindo culpa por amar tanto
E não ter tido forças (pois estava sozinha)
De enfrenta-lo
Sobre mim anos afio nunca te esqueci
Isso me deixa viva nos meus caminhos
Por mil vezes declarei meu amor
Por muitos anos te perdi de vista
Mulher amada minha amor da minha vida
Perdi você, mais não perdi a esperança o
Mundo da volta sobre feras selvagens
É disputado com garras, machuca
Em tantas entranhas que eu me meti
Curvas abismo fendas
Que o tempo não tem o poder de apagar
Uma forma medíocre de te esquecer
Encostar-se ao passado é joga fogo no “diabo”
Não quero ser um martírio na vida
De ninguém apenas quero tocar-me
E dormir com a sensação que já vivemos
Cem anos, acordar com a sensação de ter.
Encostado na sua pele por mais uma noite.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
São questões minhas
O poder de sentir seja o que for
Interessa a mim se eu quiser gritar o seu nome
Gritarei
Não tenho a intenção de magoar ninguém
Minhas vontades
Saudades
Latejam em minhas películas
Vejam o meu semblante
Marcas profundas e
Dentro do meu ventre entra como farpa
Um passado que hoje ainda poderia
Estar vivo
Eu possa aprender a seduzir-me
Dentro dele sem cobrar de mi
E nem de ninguém
Mesma sentindo culpa por amar tanto
E não ter tido forças (pois estava sozinha)
De enfrenta-lo
Sobre mim anos afio nunca te esqueci
Isso me deixa viva nos meus caminhos
Por mil vezes declarei meu amor
Por muitos anos te perdi de vista
Mulher amada minha amor da minha vida
Perdi você, mais não perdi a esperança o
Mundo da volta sobre feras selvagens
É disputado com garras, machuca
Em tantas entranhas que eu me meti
Curvas abismo fendas
Que o tempo não tem o poder de apagar
Uma forma medíocre de te esquecer
Encostar-se ao passado é joga fogo no “diabo”
Não quero ser um martírio na vida
De ninguém apenas quero tocar-me
E dormir com a sensação que já vivemos
Cem anos, acordar com a sensação de ter.
Encostado na sua pele por mais uma noite.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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