quinta-feira, 17 de maio de 2012

ASSIM


atiça
ouriça
mergulha
oferece
nessa
entrega
esfrega
sórdida
eufórica
neura
rodeia
acaricie
fogo
queima
quente
figo
doce
maça
meio
cortada
mordo
disfarça
possuo
arde.
querer
contorce
vire
toque
retorce
aqui
estou

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA



quarta-feira, 16 de maio de 2012

A ARTE DE MOACIR


SULLA FAGUNDES PARA BEY CERQUEIRA




ETERNO LAÇO 


Meu presente sem laço 
Meu presente a cada momento
Meu instante supremo, sereno
Meu laço apertado eterno abraço
Laço afetivo, presente mágico


Meu amor
è este o nosso laço
Em tantas  vidas resgatando ...
Minha saudade
Você dá um laço nas minhas angus-
tias


Consegue  num  sorriso... 
Me resgatar das  trsitezas
Me  perdoa a loucura, me perdoa o
ciúme
Meu presente, passado  futuro




Coisa que não se mede, coisa  dos
apaixonados
Deus,não leva em concideraração os
desmandos
Os apaixonados, são   terroristas
de si mesmos


Só a poesia, compreende e perdoa
Te amo Bey,amo demais
Sou teu presente embrulhado em datas
e planos
Somos um, eterno, encontro marcado
Te amo tanto e a tanto meu laco....
eterno minha lapidação
Meu casulo minha rainha


Sulla Fagundes

SADICAMENTE



Sadicamente uma mulher, uma menina, até uma senhora, sem raça, sem nome, a não ser LIBERTINA, nunca assinaram sua certeira, corria sempre a sua liberdade, caia nas mais terríveis armadilhas, escrava da sua própria tortura, sem escolha, nasceu do ventre, da DAMA do dono de bota espora, lhe despojou-se aos bichos, fedidos, barbudos, sou simplesmente efêmera de uma mordomia, que pagava limpando o assoalho, com as mãos feridas, fêmea esquiva a um olhar de menina, sozinha, até  sem cicatrizes até então, com o tempo queimado o corpo pendurado ao tronco, amarrada, sem poder dizer uma palavras,  chicote lombo, amaciada pelo cassetete quando as pernas e seus seios eram acariciados, aos longos beijos, diversos gritos de ausência, de dores, ali na mata do coelho, a marca da sombra do seu senhor, na árvore que a ajudava em suas raízes, a recompor a dor dos arranhões em seu peito.

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

ENTREGAS


entregues...sexo pulsante
sexo galopante...sexo do erro da errante
sexo das empurradas encurraladas
das noites mal dormidas desperdiçadas
no criado mudo enroscando até o sangue
chegar a boca....sujar o lençol de uma cama de palha
acima do seu joelho abaixo mordo sem perdão
minha língua já faz parte da sua história sem eira sem beira
ponta ereta assim eu também marco meu território
curar suas feridas cicatrizes em meus desejos
abertos pelo tempo dos abraços perdidos nas suas esquinas
procurei lhe dar o calor do corpo a flama que queima
na cama lhe dei aquele abraço ao sal que cura
nessa abertura enorme lhe deixada pela vida
vou deixando minhas marcas devaneio
faminta e febril
ousar-se de mim apenas por prazer
usei você para gozar sobre um banquete
convida-me porque sente minha pele trêmula
sobre sua pele deixa-me bandida  
atrevida selvagem ....arrancaste de mim
para que eu não machuque as minhas entradas  

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 15 de maio de 2012

NÃO ME PROCURE MAIS


seus apelos de costa eu pasmo
fome da virgem que tremia
ao ser tocada
de madrugada
todas
as despedidas
na busca
buscava brutamente
a sua delicadeza
diante tantas facetas
eu ainda tentava
aconchegar-me
banhar com o mel
ao teu olhar de desprezo
acima dos meus próprios medos
eu sabia todo instante
mais você não me deixava
ir
e dentro da minha insensatez
marcamos
 nossos
prazeres
com covardia
e rimos da própria sorte
abafadas jogamos todos os
sonhos fora....salivas secas
suores talhos de remorsos
constante numa cama
abaixo ventre
me envergonho
de ter te amado tanto 
mudas sobre a quentura
do cigarro que queima
esfregamos nossas peles e
eu vou embora

POESIA BEY CERQUEIRA

UM DIA EU CHEGOU LÁ


INSENSATEZ TOM JOBOM (POESIA DE BEY CERQUEIRA)




NÃO ME PROCURE MAIS

seus apelos de costa eu pasmo
fome da virgem que tremia
ao ser tocada
de madrugada
todas
as despedidas
na busca
buscava brutamente
a sua delicadeza
diante tantas facetas
eu ainda tentava
aconchegar-me
banhar com o mel
ao teu olhar de desprezo
acima dos meus próprios medos
eu sabia todo instante
mais você não me deixava
ir
e dentro da minha insensatez
marcamos
 nossos
prazeres
com covardia
e rimos da própria sorte
abafadas jogamos todos os
sonhos fora....salivas secas
suores talhos de remorsos
constante numa cama
abaixo ventre
me envergonho
de ter te amado tanto 
mudas sobre a quentura
do cigarro que queima
esfregamos nossas peles e
eu vou embora

POESIA BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 14 de maio de 2012

QUEM SABE SABE



A ARTE DE QUEM SABE


SERÁ A ULTIMA VEZ


a falta do acreditar em si mesmo
expande a terceiros como um raio que corta
as pequenas peles que tocadas eretas
explodem entre nossos pequenos pontos 
sobre uma imensa demência da loucura 
passageira que dobra as curvas dos eiras
e mata ao vento que sopra os ais ....
pegadas travadas em brigas contínuas....
sete dias é o nosso tempo aonde eu escondo  
os seus ciúmes....tempo que sentimos que seria
eterno todo esse amor e sexo....inesquecíveis ....
mais basta entrar o frio para gelarmos e  
passar pela rua do vizinho .....qualquer palavra maldita 
ou colocada sobre uma língua que tira a ardência 
de suas necessidades....a qualquer expressão
do verdadeiro gozo na boca aberta...amarga 
a separação já não é mais surpresa será apenas a última
vem como um tombo e deixa em mim mais uma marca  
eu sou romântica....sensível....amo amar você....me enlouquece
respeito o seu corpo respeita minha loucura
a sua mente.....as suas estradas.......mais amo
a mim primeiro 
cheia de conjuntos que me tranco me calo
trancados a sete chaves...não sei aonde as coloquei
perdi até a vergonha na cara....mais quando entre minhas pernas
meu molhar me desce....prefiro de agora para frente
fazer sexo comigo.....


POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 12 de maio de 2012

EU NO MEU AVESSO


eu sou um avesso das quatro temperaturas do ano
eu só preciso saber que você existe
sobre meus momentos pacíficos ou não
o meu sangue é teu em todas as estações
TE AMO
no inverno eu fuço suas mantas e chego até as suas raízes
já na primavera me abro sem segredos
no verão eu viro o horizonte do mar até chegar as tuas estradas
e as quatros em uma só ...desenha
nossos suores e lutas....quando cravamos
diante a distância.... que não nos deixa só
apenas mansa ao arder de tuas entranhas
no leve vento de outono.

POESIA BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 11 de maio de 2012

SEM QUERER


sem querer vou me chegando perto de você
depois de um dia de trabalho
nossos corpos estão quentes...tomamos banho juntas
fazemos diversas brincadeiras até de gente grande
rimos
choramos
contamos contos
fazemos poesias
imaginamos coisas e nos completamos em nós
nosso segredo é a temperatura do que se pega fogo
e logo coxas mãos dedos línguas olhares se entrelaçam
ficamos numa sacanagem deliciosa tão gostosa
que vara a noite entra a madrugada toca o telefone
o celular e nem percebemos nada.....
não nos importamos com nada...a não ser em nos satisfazer
e ao meio dia com o sol rachando sobre nossa pele suada
levantamos queimando de desejos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE SHEILA



A ARTE DE BY MOACIR


SEU OLHAR DE FÊMEA


seu olhar de fêmea dilacerando minhas diretrizes
esse seu andar de serpente me fazendo meretriz
me dando rasteira em meu próprio ventre aberto
molhado ai eu cravo em sua boca o que de mim sai
grão da majestade que alenta atenta ao frio ao quente
levantas suas túnicas e que bela calcinha vermelha
em seus poentes você toa nessa longa estrada
meu carro em alta velocidade atravessa suas envergaduras
e se enverga a beira de um gozo eterno
e és tu então na pele que no suor do caminho
lambuzando o corpo ninho ao que nina em meus braços
em alta velocidade

POESIA DE BEY CERQUEIRA

GEMINA EM MIM


germina as suas escolhas por favor e 
a sua fruta do pecado deixa sempre dentro
encostadinha nas minhas....feito conchas
em cúpulas que abrem aos lábios ao ser mordido
absorvo tuas pélvicas ao acaso mordo  meus
seios e tu sorri....são tantos fetiches
entre nossos hábitos é só olhar nossos dedos
a palma de nossas mãos....
escondendo sobre um labirinto de água fresca
cremosa e límpida....minha língua suga as suas veias
entra invadindo até a sua alma e deixando a minha
pulsante na vulva das catedrais de minhas entranhas
sobre teu olhar atento....e apaixonante

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 10 de maio de 2012

MULHER QUE EU AMO


tua cor de jambo teu gosto de morango
seus absintos que me faz sangrar no embolar
me deixa ardida no silenciar da madrugada quando
nossas coxas em demasia se dobram se tocam
de bruço uma mulher ao meu encanto fazendo
navegar entre seus dedos as minhas poesias
fico posta e atordoada por essas chamas fervente
dentro de mim e me viro selvagem arredada
feito um cavalo puro sangue correndo no campo
louco desvairadamente atrás lhe pondo deitada
e lhe crava ao rego manso o sexo endurecido
as escolhas nesse seu palacete de fortunas e frutas
legumes e água fresca das quais até me embriago
a vinho tinto do teu lado em teu leito lhe tiro o manto
da vergonha e em cada gemido delicioso
fico mais sem vergonha mesmo e é isso que em deixa
sobre penas pesadas e que se dane a humanidade
com seus preconceitos....porque te quero mais do que quis ontem
e te quererei amanhã mais do que te quero hoje
você é o meu lapidar quando posta estou acima do seu lombo
e lhe beijando a nuca a boca e lhe dando um tapinha você pede
crava-me meus cascos eretos e logo em seguida
encurtando as rugas que a suade de ti me deixou.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE SHEILA