terça-feira, 23 de dezembro de 2014

NÃO GOSTO DO NATAL

Acho a vida uma demagogia sem fim, existe momentos que eu não consigo conciliar a verdade, apenas sinto emoções, emoções nas tantas raças que envolve o nosso mundo, o nosso planeta terra, não quero o melhor, eu quero fazer de mim o melhor para tentar reaver o que representa cada etapa de nossas histórias, seja de vida, seja de "religião", seja de perdas, aconchegar-me a mim, e poder através do "amor" ser a paz pelo menos para mim mesma, não acredito nessa união toda, nessa emoção de confraternização mundial, aonde ainda existe guerras, ódio, desunião, pais, filhos, se matando, avós, dentro da própria família, certo tipo de comportamento que a única palavra se chama desamor. Não quero chorar por um dia apenas, nem ficar alegre apenas por um dia, quero tentar fazer da minha lágrima, 365 dias de uma festa entre os que se dizem, ser do bem. Demagogo demais dizer que somos felizes, mentira, somos todos mentirosos, mais podemos tentar, não é impossível, se conseguirmos nos respeitar. Então o Natal, outro terá novamente, então um feliz ano novo, ano novo teremos outra vez, e daí.......se não nos edificarmos, mudarmos e ver no outro a nossa imagem, o que nada me assusta, porque, semelhança realmente não existe, hipócrita somos se dissermos que tá tudo bem, somos "irmãos", não gosto do Natal, nada me identifica a ele.

TEXTO DE BEY CERQUEIRA

QUANDO TOCA EM MEU CORPO

Quando toca em meu corpo
E eu lhe pego pela cintura
Meus dedos mudos começam
A gesticular e você reina sobre mim
Admito que quando encosto-me ao seu avesso 
Provoca uma sensação íntima 
Alucinante .....
E eu vou sentindo os seus costumes
Acostumando-o aos meus profundamente
Destemidas de paixões somos
Duas mulheres desmedidas
Únicas 

POESIA DE BEY CERQUEIRA