segunda-feira, 20 de agosto de 2012

ESSA MULHER


ESSA MULHER

essa mulher sem pudor algum
sem modos permite mostrar
suas partes íntimas sem a mínima vergonha
compostura elegância....sem urgências
apenas por mostrar e pronto
essa mulher que nas estradas
em minhas entranhas me possuiu
deitou-se na tantas esquina perdeu
ao se doar tanto a quem a ignora
ah!!! de seios grandes duros que se
despe em pleno frio da madrugada
anda descalço bêbada rumo a velocidade
buscando o dia amanhecer....na areia
viva essa mulher interpretada de gestos estranhos
que me faz me ver ao espelho faz brilhar meus pontos
conhece todos os mais fracos deixando eretos
até a minha emergência....
atormentadas são minhas noites de insônias
numa amanhã quando toda arranhada amanheço
cheia de tesão....é dessa mulher que me vira a cabeça
que me deixa sem rumo... me deixa a vontade
desarruma minhas cama me faz ser bruta
sem jeito.....bem puta....quando me abraço

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 19 de agosto de 2012

MULHER


MULHER

enquanto pedia eu socorria pílulas
sou um garanhão vou domar você...
maldita meretriz entre meus galopes
minhas raízes ferinas esfrega
vai me atira do palmo senta no meu
ereto arranco seu peito mulher vadia
adentro com toda força do desejo
vai no vem no vai soco arranho suas entranhas
medonha fêmea de minhas meninas
a madrugada minha cara cumplicidade
dentro de você na ponta da língua te faço
sorrir...menino naufrago em minhas emoções
em você pelas águas que sai em seus dedos
potranca eu o cavalo mestiço manso na busca do
salutar do pedinte amante do homem que te busca
amanhecido ao segredo do sol esculpimos nossas
aranhas....louca menina linda....
vem me acariciar...

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

sábado, 18 de agosto de 2012

TANTRIC ORGASMO (POESIA DE BEY CERQUEIRA)




TESÃO DE PELE

sugo suas pontas
engulo segredos
vindo do berço
adormeço sentindo o calor
das suas manhas mamas
enquanto nadava nua
gozo latente
tangível
na morada ainda
no seu
ventre
excitada
louca se
toca
se encontram
no escuro do poço
aberto pela língua posta
sede tuas sedes
sobre rédeas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

TESÃO DE PELE


TESÃO DE PELE

sugo suas pontas
engulo segredos
vindo do berço
adormeço sentindo o calor
das suas manhas mamas
enquanto nadava nua
gozo latente
tangível
na morada ainda
no seu
ventre
excitada
louca se
toca
se encontram
no escuro do poço
aberto pela língua posta
sede tuas sedes
sobre rédeas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

NÃO TENHO PACIÊNCIA


NÃO TENHO PACIÊNCIA

não tenho muita paciência
quando te amacio chega a desafinar
em suas sintonias vou até aos tons
bemol ....esculpindo o desejo que a tu
aguente por favor....porque
pouco me importa se gozaste
deste que não impeça a mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

DESENHADA


DESENHADA

desenhada nos mínimos traços
mente insana desalinhada animalesca
pula muros arrebenta cercas currais crava
suas ferraduras em meus canais eu lhe dobro
com a ponto do dedo apertando invado muralhas finas
grossas ....aberturas no ponto no encaixe endurecido um
rio corta correnteza forte nado nua perco a cabeça  
pedras cachoeira virgem....uma viperino passiva me segue
beira embola quieta bote esfrega entra pelas coxas
machucadas pedras cavalgadas no grená ao vento
que balança concubina égua erguia ria rinchava....
encaixe no cio sujo molhado nefasta sobre uma indicação....
mais você é uma mulher séria e continua.....

POEMAS DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

TEM UMA PARTE EM MIM


TEM UMA PARTE EM MIM

tem uma parte em mim perigosa (meta)
de mim vencendo as teias ajoelha-se
deixa minha loucura penetrar enterrada
nos escombros vazios ao punho apunhalado
do cuspe para amaciar a entrada a sua gruta
sativamente passo pela sua película endurecida
como um fogo mordendo fazendo explodir
o seu vulcão morto .....marcas pelo joelho
deslizo sobre suas ancas entreabertas seu umbigo
raso fenda da qual eu possuo abaixo ventre
luz funda-se sedenta uma mulher qualquer
que no avesso o ponto crucial descerro sua
fissura mesma com as suas pernas cruzadas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 14 de agosto de 2012

EM SUAS VONTADES


EM SUAS VONTADES

em suas vontades lhe deixo meu apego
tesão
pela falta da grana lamento por não pagar-te
o seu preço que lhe convêm para lhe ter
....por isso voa siga o seu caminho saia da gaiola
arrasta-se pelos ruelas grita por toques mais fortes
embebesse procure suas tropas....não venha a mim
nunca mais....eu lhe fiz gozar demais perdeu o encanto
mais quando não encontrar o que procuras tiver ao chão
lembre-se de mim....curarei suas feridas te darei desejos
lamberei suas entranhas sugarei seus seios cansados
lhe deixarei novamente em pé tipo uma mulher digna
para outros (as) te sustentarem....minhas marcas já estão
em você...meu cheiro jamais iras esquecer....
novamente a mim posta sobre seus belos fetiches
em minha testa avantajadas....esfrega até corta com a navalha
uma vala qualquer entre suas pernas para lhe fazer gozar.....
colocarei ao seu jeito as algemas te chicotearei
você merece......o que desejares depois
mansamente deitar-te-ei sobre meu corpo nu num quarto
escuro até amanhecer....seremos ao queimar do sol
a janela aberta um cigarro aceso borá fumar em seu rosto
vou beijá-la vou tocá-la.....levantar teu ego....te colocar em pé
pegar o que de mim você tomou ....que foi a forma de possuí-la
como quem adormenta o feto sobre o braço
no vai-vem dos nossos laços arrebentados,


POESIA DE BEY CERQUEIRA

FERE-SE QUE SE FODA


FERE-SE QUE SE FODA

fere com palavras ferinas
como se tivesse o direito de  invadir
as minhas feras escondidas de vergonha
as quais a guardo dentro das suas insanidades
egoísmo incerteza destreza de uma mulher
cheia te vontades delírios amante da noite
não te atinjo no côncavo e no convexo de acaricio
seus “eus”  nos meus desfalece...me espalha
deixa meu corpo marcado joga a toalha
limpa o sêmen esconde o sangue da porrada
entre suas pernas no ponto lhe mordo
marca das feridas em minhas costas...pela dor do seu teso
cravadas o sol queimou a própria vergonha...
um punhal mais uma vez me foi cravado
estava bêbada numa rua escura acalentada pelas paredes
sujas imundas de vômitos daquelas que sentiram muita dor
docemente tentei lhe tratar....por todos os sentidos
palavras atos febris você me atingiu mais uma vez
em minha carne curvei-me eu enterro de vez  os entraves
das coxas musculosas da sua boca carnuda
da pele cheirosa de uma mulher que eu confiei tanto
que tanto amei....!!!!!!!!!!!!!

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ASSIM DESFRUTA


ASSIM DESFRUTA

assim aberta desfruta
fruto odor fundo fechado
grinaldas a roda baiana
ajoelhada range seus dentes
abaixa a fonte veja o seu templo
olhe no espelho veja suas marcas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

NÃO SEI


NÃO SEI

não sei o que queremos, se pisamos em pedras, amassamos vidros, ou gozamos em óvulos, amortecidos, mortos, mordemos corpos estranhos, sugamos leite queimado, nadamos morrendo sufocadas pela areia da praia, endurecemos mamilos enrugados, seios de uma potranca , ou vaginamos desordenadamente, beco escuro, porrado pelo whisky na cara, com o cassete entre as coxas, lambendo as temperadas, quebradas, se embora ao tempo roçar, término temeu seu exílio, um termômetro quebrado, desfolhado aonde não se sente mais a temperatura de duas damas, deixou-se pelo jogo do corpo, ocupar joelhos desviados, cravando a cara entre eles, trocando seus toques afeminados, por almofadas, dedos atrofiados, entre uma longa história, perturbada, já passada, pelo mastro brocha mais afiado.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


domingo, 12 de agosto de 2012

A ARTE DE BEY CERQUEIRA





TOQUE-ME


TOQUE-ME

nas suas exterminadas
sem casa sem beira
sem ais sem cais
apenas
da madrugada minhas entradas
toque-me com suas gotas
emoções caminhos vontades
soletra a fome que sentes
engole-me boca pequena
me feitiça com o seu olhar
meu queixo lhe tocam
no bico apertando me alimenta
sou sua criança
inconfessável nesga lua sinto seu cheiro
narina pura seu gozo lambuza
pétalas
arromba suave
o seu animal grotesco
renitente
abro-te lhe
ponho em mim
na beira no cais em casa

POESIA DE BEY CERQUEIRA

TOQUE-ME

TOQUE-ME

nas suas exterminadas
sem casa sem beira
sem ais sem cais
apenas
da madrugada minhas entradas
toque-me com suas gotas
emoções caminhos vontades
soletra a fome que sentes
engole-me boca pequena
me feitiça com o seu olhar
meu queixo lhe tocam
no bico apertando me alimenta
sou sua criança
inconfessável nesga lua sinto seu cheiro
narina pura seu gozo lambuza
pétalas
arromba suave
o seu animal grotesco
renitente
abro-te lhe
ponho em mim
na beira no cais em casa

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 11 de agosto de 2012

QUE SABOR GOSTOSO


QUE SABOR GOSTOSO

que sabor de rosas leitosa
mulher saborosa me delicio
nessa dança dengosa aprecio
preço do ácido pêssego charmosa
nus os corpos anus em prós avesso
doce pedra escorrega devagar
que mordo trepida ao ar que
sufoca meus poros nessa garganta
profunda prosa gozo
sedentas memórias no jogo tempo
dolente ocupada
vistosa
entre as coxas duras uma longa história
dolente masturba entre meus entes
meus dentes me morde

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA