Cada entardecer eu me culpo
Sem razão nenhuma eu me culpo
Culpo-me por não ter tido o seu cais
Nos ais das paixões
Em meu corpo febril
Em cada anoitecer eu me cubro
Cubro-me sobre os meus pensamentos
Cheios de sentidos tesões emoções
Deixando-me desatinada sem você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 23 de agosto de 2014
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
NÃO ME DESAFINA
Não me desafina desse jeito
Me aplumo logo sem pestanejar
Porque conheço suas entradas
Compreende que eu sou eu
Não tenho medo de amar
Minha senhora
Enches de tudo que eu mato
Com meus dentes
Arranha-se nas areias
Que me incesto
Deixa a língua desse mar lhe passar
Estou ao teu lado
Úmida
Desejando ser tocada por você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Me aplumo logo sem pestanejar
Porque conheço suas entradas
Compreende que eu sou eu
Não tenho medo de amar
Minha senhora
Enches de tudo que eu mato
Com meus dentes
Arranha-se nas areias
Que me incesto
Deixa a língua desse mar lhe passar
Estou ao teu lado
Úmida
Desejando ser tocada por você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
EU PROCURO ME SANTIFICAR
Eu procuro me santificar, é muito difícil, sabe, porque as minhas vontades não deixam, eu me silenciar, desejos tantos que não sei explicar, e esqueça porque não vou perder tempo com isso, toco em meus versos, que viram prosas, calo-me na madrugada, fria, nas minhas poesias, calma, olho ao meu redor, procuro repousar-me, em mim, sobre meu corpo que a essa altura está cansado, mais ativo, ainda muito vivo.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
TODA MOLHADA
Toda molhada
Às vezes me confundo
Quando me olhas
Perco-me um pouco
Também faz tanto tempo né
Mais logo me encontrei
Você nada mudou não na
Horizontal teu corpo macio
Seus seios sentido único
Amaciando suas costas
Beijando sua testa acariciada por ti
Começando uma dança que só
Nós duas sabemos nos entregamos
Não nos descolava uma da outra
Fugaz em nossas entranhas
Uma velha dor quando em ti perdi
Quando a tive cicatrizou-se
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Às vezes me confundo
Quando me olhas
Perco-me um pouco
Também faz tanto tempo né
Mais logo me encontrei
Você nada mudou não na
Horizontal teu corpo macio
Seus seios sentido único
Amaciando suas costas
Beijando sua testa acariciada por ti
Começando uma dança que só
Nós duas sabemos nos entregamos
Não nos descolava uma da outra
Fugaz em nossas entranhas
Uma velha dor quando em ti perdi
Quando a tive cicatrizou-se
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
JAMAIS PERDEREI A TERNURA
Jamais perderei a ternura, mesmo que a vida diz ao contrário, mesmo que suas mãos não esteja mais juntos a minha, mesmo que eu tenha que me virar sozinha, mesmo que minha cama esteja com a sua ausência, que eu tanto tento retirar o seu cheiro, mesmo que todos os dias eu sinto seus passos, caminhando para abraçar-me com cuidado, e lhe dá um cafuné, cheirando-a intensamente, mesmo que eu abra a porta do banheiro sem bater, porque sei que não estás lá, eu jamais vou perder a ternura, mesmo que quando a sós de madrugada eu tenho que me virar para não deixar-me queimar os lenções de tanta saudade, jamais perderei a ternura, em momento algum, mesmo que em outras bocas eu vou beijar, e sei que tu estás beijando, jamais perderei a ternura, mesmo sentindo que é você, que eu amo tanto, mais pode ter certeza, que mesmo com toda a ternura que eu ainda me resta, ela também mudou um pouco, atravessou a rua, me dá bom dia todos os dias, toma café da manhã comigo, faz até sexo, corre atrás de mim como se eu fosse a única alternativa dela, olho para trás, e percebo que é a ternura que não quer me deixar sozinha.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
INVENTAR COM VOCÊ
Inventar com você, nossa eu fico louca.
Nessa quentura de nossos corpos
Esfregando me veio a ideia de
Passarmos gelinho abaixo do umbigo
No inverso das costas
Nas virilhas carinhosamente se abre
Esfriando esse estado de fusão químico
Que eu não me desfaço apenas
Desfaleço nesse beijo doido
Delicioso num
Compartilhar contigo o roçar dos seios
Pontiagudo em meus lábios
Nesse exato momento me atinge o seu olhar
Fico desgovernada por que
Quero-te tanto mulher
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Nessa quentura de nossos corpos
Esfregando me veio a ideia de
Passarmos gelinho abaixo do umbigo
No inverso das costas
Nas virilhas carinhosamente se abre
Esfriando esse estado de fusão químico
Que eu não me desfaço apenas
Desfaleço nesse beijo doido
Delicioso num
Compartilhar contigo o roçar dos seios
Pontiagudo em meus lábios
Nesse exato momento me atinge o seu olhar
Fico desgovernada por que
Quero-te tanto mulher
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 19 de agosto de 2014
POEMAS
Poemas que se mistura ao barro
Na pele os dois nus atrás de um gueto
Cerrados gozos inevitáveis que cai no
Bueiro para os cães lamberem
Escapam por flagelos sem carinho
Vendidas
Ouço a carne tremer sobre um toque
Duro ereto nessa estrada que machuca
Os nervos que pulsam lhe fazem
Agarrar sobre uma cama suja
Fedendo ao dia anterior
Sem desejo algum apenas dor
Aonde sua abertura vira um depósito
Doida saia desse inferno
Bate na ponta do credo peça
Para acabar logo totalmente embriagada
Dói aonde à fera fere a vida mesmo
Hoje sendo oca.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Na pele os dois nus atrás de um gueto
Cerrados gozos inevitáveis que cai no
Bueiro para os cães lamberem
Escapam por flagelos sem carinho
Vendidas
Ouço a carne tremer sobre um toque
Duro ereto nessa estrada que machuca
Os nervos que pulsam lhe fazem
Agarrar sobre uma cama suja
Fedendo ao dia anterior
Sem desejo algum apenas dor
Aonde sua abertura vira um depósito
Doida saia desse inferno
Bate na ponta do credo peça
Para acabar logo totalmente embriagada
Dói aonde à fera fere a vida mesmo
Hoje sendo oca.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
NOS TEUS CABELOS
Nos teus cabelos eu me escondo cheiro seu pescoço, e bebo do seu suor, toco suas costas, nas suas pontas, apenas encosto-me, te coloco bem no meu segredo, meu corpo entra em erupção, queimando o teu, beijamos loucamente, nos sobrepomos sobre delícias carícias, as rosas, beiços rosados, queimam, abrem-se numa rapidez impressionante, quebrado nesse momento todo um silêncio quando o cheiro do nosso sexo, exalam por toda a sua casa.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 17 de agosto de 2014
VOCÊ É
Você é minha loucura
Quando deita em mim
Meu corpo geme
Fico incontida convidativa
Aos seus prazeres
Selvagens
Anunciada a tudo isso
Eu me embrenho entre suas pernas
Em teu suor no meu arder
E me faço em ti
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Quando deita em mim
Meu corpo geme
Fico incontida convidativa
Aos seus prazeres
Selvagens
Anunciada a tudo isso
Eu me embrenho entre suas pernas
Em teu suor no meu arder
E me faço em ti
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 16 de agosto de 2014
MÃOS QUE ME CALAM
Mãos que me calam
Quando me toca
Quando se toca
Quando restaura em mim
A minha pureza
Mãos que silenciam
Quando na maestria
Revela-se em minhas entranhas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Quando me toca
Quando se toca
Quando restaura em mim
A minha pureza
Mãos que silenciam
Quando na maestria
Revela-se em minhas entranhas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
INEBRIANTE
Inebriante
Selvagem
Incontida
Maldita fêmea
Convida-me
Eu sou louca
Pelo seu cio
Provoca-me
Que faço questão
Da coisas que eu
Farei sobre teu corpo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Selvagem
Incontida
Maldita fêmea
Convida-me
Eu sou louca
Pelo seu cio
Provoca-me
Que faço questão
Da coisas que eu
Farei sobre teu corpo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
LEIA-ME
Leia-me
Coloca bem devagar
Teu sexo
Juntinho aqui do meu
Vamos juntas transgredir
Todas as leis e
Nos conceitos vamos adormecer
Nas regras junte-se a mim
Quebraremos todas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Coloca bem devagar
Teu sexo
Juntinho aqui do meu
Vamos juntas transgredir
Todas as leis e
Nos conceitos vamos adormecer
Nas regras junte-se a mim
Quebraremos todas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
EU SEMPRE LEMBRO
Eu sempre lembro das minhas investidas, loucuras, aonde o meu lado prostituto falava muito alto, gostava demais desse lado, ainda existe, não quero deixar que meus ais ficassem no cais, saia curta, salto alto, colocava entre minhas coxas, minha boca ressecada pelo sal da maré, logo sentia doce do néctar, risadas, muitas risadas, membros eretos, cabeça erguida, só no toque, aquele colocar de pés, dentre nossas virilhas, uma massagem gostosa, frio demais, ao lado vodka, nos embebedavam, o moço tocava o leme numa ânsia depravada, lua cheia, sobre um olhar faminto, apenas nossa nudez, não desperdiçamos o tempo, não podia, que bravo rapaz, encostou-se ao leme, abaixou-se, passou a mão na água gelada, continuou olhando, com aquela barba bem feita, olhos verdes, abaixou a cabeça, banhou-se nas ondas, voltou, apenas para levarmos para casa.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
EU TE VIRO NO AVESSO
Eu te viro no avesso e
Você pede para eu dizer
Aonde eu quero lhe fazer
Estremecer
Deixo-te incontida
Livre ai você me crava
Essas suas unhas grandes
Arranha-me desde abaixo dos
Meus cabelos até meus pés
Com uma força de fêmea que
Deixa-me pulsante o tempo todo
Profundamente gozada me permito
Que as flores exalam se abrem
Com as pernas abertas nos roçamos
Numa velocidade nossa e
Um novo encanto desconhecido a
Nós duas nos faz
Gemer inacabadamente até
Adormecermos uma sobre a outra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Você pede para eu dizer
Aonde eu quero lhe fazer
Estremecer
Deixo-te incontida
Livre ai você me crava
Essas suas unhas grandes
Arranha-me desde abaixo dos
Meus cabelos até meus pés
Com uma força de fêmea que
Deixa-me pulsante o tempo todo
Profundamente gozada me permito
Que as flores exalam se abrem
Com as pernas abertas nos roçamos
Numa velocidade nossa e
Um novo encanto desconhecido a
Nós duas nos faz
Gemer inacabadamente até
Adormecermos uma sobre a outra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 12 de agosto de 2014
NÃO ME VENHA COM HISTÓRIAS
Não me venha com histórias, não provoque a minha paciência, não me venha perguntar coisas tolas, nem me dizer M, a melhor coisa a fazer, é sussurrando delicias, molhar meu corpo, procura olhar-se dentro de si, deixar descer as ardências, não perca a doçura. Delírios, não perca a ternura, sobre ventre abaixo, de uma boca que te procura árida, louca, deixa fluir suas marcas, o meu gozo irá cura-las, entre minhas pernas, uma excitação escaldante, com gosto de mel, me abraça, não perco tempo, o prazer é altamente dominante, você não ver, está fugindo, escondendo-se, na realidade o que você mais quer, é sair desse casulo, deixar meu falo, faro, fazer você gritar ao mundo, do que mais necessita.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
NÓS DUAS SABEMOS
Nós duas sabemos perfeitamente a hora certa
De nos encaixar-nos uma na outra
Seja de que forma for eu prefiro muita indecência
Sem pudor, é mais delicioso.
Agrada-me muito mais ao ponto que fico
Mais atrevido sobre suas posturas
Entradas suas provocações
Bem fechadas sobre meus dedos
Que lhe dominam sem medo
De lhe machucar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
De nos encaixar-nos uma na outra
Seja de que forma for eu prefiro muita indecência
Sem pudor, é mais delicioso.
Agrada-me muito mais ao ponto que fico
Mais atrevido sobre suas posturas
Entradas suas provocações
Bem fechadas sobre meus dedos
Que lhe dominam sem medo
De lhe machucar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
EU ATÉ PREFIRO
Eu até prefiro que todas as culpas, todas as desculpas, recaiam sobre mim, minhas costas ainda continuam largas, tenho muita força para enfrentar a verdade, e amo a verdade, serei sempre uma mulher apaixonada, o dia que eu deixar de ser, é que chegou a hora de eu ir, e irei, apaixonada.
FRASE DE BEY CERQUEIRA
FRASE DE BEY CERQUEIRA
EU PRECISO TOCAR
Eu preciso tocar suas curvas
Namorar suas estradas porque conheço
Sua anatomia como ninguém
Dormir com você novamente
Sentir o teu corpo apoiado ao meu
Sua respiração no meu pescoço
Abraça-la
Sentir seu cheiro
Eu sei que posso por que
Você mora dentro de mim
Executar tudo isso é mole tenho
Suas raízes embrenhadas vivas ou
Adormecidas só depende de mim
Porque quero acaricia-la bem devagar
Nas minhas dobras nos meus pontos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Namorar suas estradas porque conheço
Sua anatomia como ninguém
Dormir com você novamente
Sentir o teu corpo apoiado ao meu
Sua respiração no meu pescoço
Abraça-la
Sentir seu cheiro
Eu sei que posso por que
Você mora dentro de mim
Executar tudo isso é mole tenho
Suas raízes embrenhadas vivas ou
Adormecidas só depende de mim
Porque quero acaricia-la bem devagar
Nas minhas dobras nos meus pontos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
EU ACHO A VIDA
Eu acho a vida tão engraçada, as ruelas das quais eu vivi, são mais sérias, quando me deparo com certas atitudes, de pessoas que são consideradas, “normais”, por uma sociedade medíocre, daquelas pessoas que usa o ataque, como alta defesa, são “normais”, vemos isso todos os dias, uma pessoa culpar a outra, porque não consegue não poder encarar a realidade dela mesmo, inclusive prefere ser o nada, quando um dia foi tudo, esquecer, melhor opção, assim não precisa se justificar, e ainda tem a audácia de nos dar um prazo de validade, “quem sabe quando em você passar o que sente, então voltamos a nos falar”, a vontade de rir é grande, porque as mudanças ocorrem sim, e tem que ocorrer, ficou dominante, autoritária, assustada, por não saber enfrentar tudo isso, porque não tem tempo para pensar, transborda pulsante na voz, um egoísmo, um egocentrismo, nervosismo, sem motivos, estarei sempre calma, porque não está em mim mesmo o problema, entorpecida fico, quando acordo e me vem você, ainda estás dormindo, moça linda!!!! Por fora, deliciosamente irei sempre ficar encantada com você, ofegante, atarefada, atrevida, ah!!!! Porém basta ficarmos um minuto olho no olho, que com certeza nunca vamos nos estranhar, mais sou só eu que confundo tudo.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 10 de agosto de 2014
SEDENTA DE TI
Sedenta de ti
Meu corpo cansado
Nós duas mais velhas
Marcas registradas
Ávida, nosso testemunho.
São os gemidos do quanto
Nos amamos.
POESIA DE BEI CERQUEIRA
Meu corpo cansado
Nós duas mais velhas
Marcas registradas
Ávida, nosso testemunho.
São os gemidos do quanto
Nos amamos.
POESIA DE BEI CERQUEIRA
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