quarta-feira, 6 de junho de 2012
NÃO ME DEIXA POR FAVOR
mulher que me faz exaurir espumar
queimar sobre um fogo que arde
e abre mais ainda a cicatriz dentre nossas fechadas
espasmos longos camas desalinhadas
rodeadas pelo cheiro de nossa euforia
soberbas alucinadas que leva-nos a um prazer
profundo
imenso nos abate
em demasia
no auge de tudo que podemos sentir entre nos duas
esse desejos em desejar que até nossos deuses
percebe....senti nossas chamas.....chamas uma pela outra
nunca perderemos a luz sentimos o suor descer
lambemos sugamos nossas ancoras e prendemos
nossos ventres sem dor mergulhadas num vale tudo
entre quatro paredes indiscutivelmente maravilhoso
satisfazemos nossas necessidades sem precisarmos
perguntar e sobre o meu abusar de ti....acabo te estuprando ....
você adora
exaurida possuída de diversas vontades....grita geme e eu
embebedar-me-ei do seu mel ....possuir-te-ei sem pena...
todinha satisfazendo-nos nessa escultura de fino laços
nuas
que me deixa
assada
saciada
todos os dias....
pela quentura do seu galopar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 5 de junho de 2012
COMO MULHER
Chove poesias hoje
Ontem, os versos calaram
Era feriado prolongado
O poeta saíra a passear, com a
musa de ocasião, aquela oportuna
A poesia, calada de ontem
saiu da madrugada, enciumada
Resoluta, amanheceu a beira mar
passeando ...
O poeta apaixonado, dela a poesia, tenta
insanamente, traze-la nessa madrugada,
para a cama dos versos
A musa que o fez arder, nem faz mais
sentido...
E, a poesia a castiga-lo, bronzeia-se
As ondas a aconselha, ela soberana, dona do
sentir desmerece tais palavras
A poesia, cheia de desejos, calçou as
meias presa as ligas e carmim nos lábios
Saiu para pecar, trancou a casa, bate
a porta, desesperado, o poeta de barba mal
feita cheirando a pecado
Ela, a poesia, perfumada peca a tortura-lo
Com tantos poetas que possa suportar o
peso sobre si
sulla fagundes
VOCÊ É TUDO
você é tudo que eu quero
deixarei sim usar brinquedinhos em mim
só em pensar já tudo mexe comigo
fica enorme...me desatino
aperto minhas pernas quero entre elas
vou ficar inchada irar até se confundir
ficara do tamanho exato
sentiremos choques de tesão
entre delicias mordidas
mulher de um vendaval único
plena intensa única
que me deixa louca
em suas verdades
eufórica que só a noite sabe
numa profunda madrugada que
rodeia em fogos dos quais me queima
nesse calor que incendiaste ....sobre uma e a outra
toca-me.....toca-se....agora....por favor
POESIA BEY CERQUEIRA
VAMOS ARREBENTAR....
vamos arrebentar todos os preconceitos, e deixar rasgar
nossas entranhas, olharmos uma para outra, e nesse dedilhar como tocássemos um piano de calda, num som agudo
de nossas juras. de amor e paixão, eterna, e tudo em volta se acalmava, desde
os bichos, até as unhas das panteras, escuto seu gemido, nossas coxas, caímos
num capim, naquele galão, cheio de teias, aonde os ferros trituravam, a nossa
invasão, nossas bocas abertas, me beija agora, com lábios molhados, borgonha, chupa a fruta afrodisíaca, chegamos ao êxtase,
galopamos, nuas, ao longe cavalos de ponta tina, que o vento lhe soprou, expostas, o tesão louco, enfeitiçadas todo
nosso corpo, rosada película, que se alucina com o cheiro, do manto preto, mal
lavado, sujo, caímos no açude, para
acalmar aquele nervinho que pulsava .....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 4 de junho de 2012
MEU AMOR
Eu te sonhava
Teus contornos e silhuetas
Meu amor
Eu te reprisava em caminhos,
atalhos te procurava
revirava meus sonhos repousados
ao travesseiro
Um rosto atrevido atrelado a
uma canção ...
te achei
Meu amor
Um encanto sonhado sem limites
Uma mulher, uma poetisa
A minha estrada, minha moradia
Reconheci, minha busca finalizada
minhas noites vazias e manhãs davam
adeus
Estavam gritando festivas
Meu amor, minha poesia perfeita
Minha encarnação
A arte em pintura desenhando ...
a corajosa escrita
Era a sensibilidade entre desejos
Era meu sonho entre lampejos
Era a hora da entrega num reconhecimento
sagrado
Meu amor na manhã a qual acordei, finalmente,
nos teus braços
Eu te amo
sulla fagundes
MEU AMOR
Eu te sonhava
Teus contornos e silhuetas
Meu amor
Eu te reprisava em caminhos,
atalhos te procurava
revirava meus sonhos repousados
ao travesseiro
Um rosto atrevido atrelado a
uma canção ...
te achei
Meu amor
Um encanto sonhado sem limites
Uma mulher, uma poetisa
A minha estrada, minha moradia
Reconheci, minha busca finalizada
minhas noites vazias e manhãs davam
adeus
Estavam gritando festivas
Meu amor, minha poesia perfeita
Minha encarnação
A arte em pintura desenhando ...
a corajosa escrita
Era a sensibilidade entre desejos
Era meu sonho entre lampejos
Era a hora da entrega num reconhecimento
sagrado
Meu amor na manhã a qual acordei, finalmente,
nos teus braços
Eu te amo
sulla fagundes
MEU AMOR
Eu te sonhava
Teus contornos e silhuetas
Meu amor
Eu te reprisava em caminhos,
atalhos te procurava
revirava meus sonhos repousados
ao travesseiro
Um rosto atrevido atrelado a
uma canção ...
te achei
Meu amor
Um encanto sonhado sem limites
Uma mulher, uma poetisa
A minha estrada, minha moradia
Reconheci, minha busca finalizada
minhas noites vazias e manhãs davam
adeus
Estavam gritando festivas
Meu amor, minha poesia perfeita
Minha encarnação
A arte em pintura desenhando ...
a corajosa escrita
Era a sensibilidade entre desejos
Era meu sonho entre lampejos
Era a hora da entrega num reconhecimento
sagrado
Meu amor na manhã a qual acordei, finalmente,
nos teus braços
Eu te amo
sulla fagundes
ENTEADAS BOCAS
ENTEADAS BOCAS
enteadas bocas fazendo leitura sobre nossa anatomia
mágico três anos de intensa magia e amor
purificada
nossas mãos se trocam o olhar dizia tudo
infinitamente tudo não precisávamos dizer
o que queria apenas fazia em nós
clitóris tocado com um força equilibrada
dedos encharcados rosto molhado
útero socado enquanto tínhamos
levantava o feito o suor descia a voz trêmula
um tesão incalculável dentro e fora do nosso corpo
na íntima poesia sempre no PONTO G de nós duas
mulheres que se deitava que se embolava
que se sedia em todas as caricias
por todo um desejar de muito
sexo
películas balançava entre meus dedos
coxas se arranhavam
tesa avantajada
palavras ao pé do ouvido
pelos por fazer não tinha tempo
água caindo boxe pequeno
denunciam
gozo pecado e que se foda até o fundo
por erros de atos eu te quero
que deliciaaaaaaaaa...............
correndo alvo pela casa descalço
caímos insaciável exaustas
rasar a fenda
recuperei o rascunho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
VENHA COM SEUS HÁBITOS
venha com todos os seus hábitos para cima de mim
me deixa molinha quando toca em seus cantos
nessa abertura exata que nos encaixa....vamos
dançar um samba a colher caiu lhe coloco na frente
abaixa e tripudia em nossos fetiches dos mais perigosos
coloco na danças todos os sentidos vândalos dos quais
amamos fazer desejamos todos os dias realizando-os
o líquido é inevitável e suja nossas calcinhas
corremos para o quarto porque seria um escândalo fazermos
na cozinha....que vizinho safado.....
nossa cama é a nossa envergadura....e o chão ta tão perto
nesse momento todas as danças são as nossas freguesia
o tango lhe faz abrir as pernas sapateado tu me finca entre
minha pureza de puta e sobre o rock a coxas se machucam
sobre todos esses movimentos flui-se a flauta em minha boca
você se abaixa no meu sopro em seu ventre
pueris ....mais extremamente maravilhoso
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 3 de junho de 2012
QUE SEJA ASSIM
imagina eu sendo te tocando a base de uma anestésico
você não sentiria dor....ficaria molinha para mim
passaria o meu tejo quente em suas anuências
....meus dedos nas suas costas empurrando você mais para
adentro
com meu tesão louco e totalmente apaixonada
sentindo a dor de um parto ao berço do qual me faz crescer
abraçaria você colocava sentada sobre meus ....em seus
pensar
todos nos momentos eretos e cravados
numa dança de verão com cheiro de maresia
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 2 de junho de 2012
MULHER QUE EU AMO
MULHER QUE EU AMO
tua cor de jambo teu gosto de morango
seus absintos que me faz sangrar no embolar
me deixa ardida no silenciar da madrugada quando
nossas coxas em demasia se dobram se tocam
de bruço uma mulher ao meu encanto fazendo
navegar entre seus dedos as minhas poesias
fico posta e atordoada por essas chamas fervente
dentro de mim e me viro selvagem arredada
feito um cavalo puro sangue correndo no campo
louco desvairadamente atrás lhe pondo deitada
e lhe crava ao rego manso o sexo endurecido
as escolhas nesse seu palacete de fortunas e frutas
legumes e água fresca das quais até me embriago
a vinho tinto do teu lado em teu leito lhe tiro o manto
da vergonha e em cada gemido delicioso
fico mais sem vergonha mesmo e é isso que em deixa
sobre penas pesadas e que se dane a humanidade
com seus preconceitos....porque te quero mais do que quis ontem
e te quererei amanhã mais do que te quero hoje
você é o meu lapidar quando posta estou acima do seu lombo
e lhe beijando a nuca a boca e lhe dando um tapinha você pede
crava-me meus cascos eretos e logo em seguida
encurtando as rugas que a saudade de ti me deixou.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
tua cor de jambo teu gosto de morango
seus absintos que me faz sangrar no embolar
me deixa ardida no silenciar da madrugada quando
nossas coxas em demasia se dobram se tocam
de bruço uma mulher ao meu encanto fazendo
navegar entre seus dedos as minhas poesias
fico posta e atordoada por essas chamas fervente
dentro de mim e me viro selvagem arredada
feito um cavalo puro sangue correndo no campo
louco desvairadamente atrás lhe pondo deitada
e lhe crava ao rego manso o sexo endurecido
as escolhas nesse seu palacete de fortunas e frutas
legumes e água fresca das quais até me embriago
a vinho tinto do teu lado em teu leito lhe tiro o manto
da vergonha e em cada gemido delicioso
fico mais sem vergonha mesmo e é isso que em deixa
sobre penas pesadas e que se dane a humanidade
com seus preconceitos....porque te quero mais do que quis ontem
e te quererei amanhã mais do que te quero hoje
você é o meu lapidar quando posta estou acima do seu lombo
e lhe beijando a nuca a boca e lhe dando um tapinha você pede
crava-me meus cascos eretos e logo em seguida
encurtando as rugas que a saudade de ti me deixou.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
VEJA
veja aonde eu lhe encaixo
meus poros grita a sua ausência na minha cama
no quanto te quero nua sobre mim nesse seu encanto
que me fortalece sobre a madrugada
crua de toda pureza
nesse seu corpo do qual...
como eu te amo!!!
amar você é mostrar a cara
é mergulhar numa história
que dá muito tesão e loucura
é perceber a sensibilidade do toque
sentir a abertura sentada numa mesa farta
ser a dona de um cabaré único a nós duas
acariciar-te no pensamento....saiba
eu nunca amei tanto assim!!!
amar você é sentir emoções imagináveis
dizer amém até aos próprios demônios
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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