terça-feira, 28 de outubro de 2014

DEIXA-ME SENTIR

Deixa-me sentir os meus demônios
Gritas apanhar teus costumes 
Vou acostumá-la aos meus 
Sem pudor mais com muito poder
Até a última gota vou lhe sugar
Tocar você no seu mais profundo
Mulher dos meus suores
Mulher de odor maravilhoso
Que faz minhas manhãs
Tocando meu clitóris
Na minha urgência 
Nas ruelas das suas entranhas
Lhe abraço ficamos trêmulas
Arrepiadas 
Limpamos o açude deitamos no adube
Profundo adube
Até a última gota que meus dedos
Consegue amparar nesta madrugada

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

APAGA A LUZ

Apaga a luz, deixa eu me aprofundar em você, apenas sinta, e não diga nada, deixa fluir em seu corpo, toda uma sensação de prazer, descendo pelas suas coxas, sobre o meu lapidar, o nosso poder de fêmeas que se desejam meramente impróprias, mais deliciosamente férteis.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 26 de outubro de 2014

MAIS POR QUE

Mais porque não venha
Aninha-se entre minhas curvas
Aperta-me
Acendei-a o que ainda me falta
Chama-me do que quiser
Consuma-me 
Que eu vou te devorar toda

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 25 de outubro de 2014

NAS SUAS CAVERNAS

Nas suas cavernas, por favor,
Abre suas pernas
Deixa-me te cheirar sentir
Esse aroma de maresia
Da brisa mansa em várias poesias
Deixa a chuva cair e 
Fazer uma enchente nessa garganta
Brava ardente
Colocarei minha boca 
Nas suas entradas
Nada virtual coincidência 
Somos meramente presente 
Abro suas rosas elas são 
Vermelhas e mordo suas faces
Amo-te na barganha das suas
Facetas 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

SOBRE AS MINHAS URGÊNCIAS

Sobre as minhas urgências
Quero mesmo no escuro 
Tocar sentir suas linhas
Até as entrelinhas 
Quero-te muda seca
Porque irei te provocar e
Deixarei você no ponto
Bem suada 
Molhada
Da cabeça aos pés
Nas minhas urgências
Vou ensiná-la o me desejar
Porque quero que saiba 
A hora exata, pois. 
Eu saberei ler o teu olhar 
Sem que você precise
Dizer uma palavra

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

AS minhas mãos, boca, coxas, até as minhas aspas que eu coloco nas tuas tetas, sem lhe perguntar se posso ou não, T erás que ter muita coragem para não me acariciar, me acordando, me deixando cheia de vontades, R efaz-se do seu dia-dia, rapidamente, porque lhe quero agora, nesse momento, E ntão não me venha com histórias, venha logo, anda me agarra, pula em cima de mim, S alientemente, por favor,  que eu lhe encho com bravura, com  uma ternura que nem D eus pode saber, A panha o travesseiro, tampa nossos rostos, se acomoda, me deixa sem fôlego, manipula minhas vontades, e por favor encaixa-se em mim agora, sem me perguntar as horas, pois já é de Manhã.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

ESCORREGA

Escorrega em minha boca
Deixa-me bem cansada e
Sem descontrole
Provoca-me até que eu faça
Você sangrar 
Meu sangue vai ferver
E sem pudor algum passearei
Com minha língua colocando-a
Bem dentro de você sentindo
O seu cio com gosto de vinho
Até eu me desfalecer de tanto
Desejar-te bebendo-a 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


AS DUAS MULHERES

as duas mulheres
as donas do puro cio
nesse altar de delícia
ao toque dos dedos ardentes
pelo olhar apenas exala tesão
no avesso do avesso sem pudor
apenas a malícia que sugo
para sentir carnalmente as suas têmperas
te assanho no meu desejo
do prazer carnal aos piores doces impudores
sem medo da dor do perder a sua película
entre seios, coxas e ventres...
quando te toco e me fendo
te fodo dentre suas fendas amordaçadas
amontoadas de desejos febris
que me enlouquece e me deixa
totalmente sua por me deixar habitar
te consumir com esse seu jeito de menina...
mulher e amante.....

A POESIA BEY CERQUEIRA & LUCAS MUNHOZ

ADMITO

Admito que o meu avesso
É totalmente seu quando
Tocas no meu rosto minha boca
Abrem-se meus dentes com calma 
Provocam uma saliência única entre
O êxtase até o ponto mais frágil
Do seu ventre que explode
Irresistível sobre nossas grutas que 
Chora em minhas mãos que ampara
O nosso encharcar sem consumir
Sem definição Indefinidamente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 21 de outubro de 2014

NA BEIRA DA MESA

Na beira da mesa, também em cima dela, puxo sua crista, lhe jogo feito uma louca você está no cio, urra, soca-me, murra a mesa, desliza sobre toda a beira, não lhe deixo machucar, poque te amparo com minha boca, para desvendar-te, me completa, não deixa faltar um suspiro em nossos corpos nus, macio, cheiroso, aperto seus cabelos, suas ancas, mordo sua nádegas, lhe faço entranhar num galope forte, até você gemer de dor, aperto suas costas, te coloco nas minhas fendas, abro suas pernas, lhe dou um beijo, sugo suas raízes, com ternura, com bravura, você me puxa, me arranha, a gente se roça, exala um cheiro de fêmea, seja na carne, seja na alma, não importa, a gente goza, como um animal selvagem.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA




NÃO QUERO A SUA LUCIDES

Não quero a sua lucides
Preciso urgentemente da sua 
Loucura ela tem que ser totalmente
Desenfreada sobre mim quero também
Essa paixão impura insensata e
Desmedida traduzindo o nosso amor
Com grande prazer em pleno estado
Perfeito único desta harmonia entre nós duas
Neste momento de causas e efeitos



POESIA DE BEY CERQUEIRA

NÃO QUERO A SUA LUCIDES

Não quero a sua lucides
Preciso urgentemente da sua 
Loucura ela tem que ser totalmente
Desenfreada sobre mim quero também
Essa paixão impura insensata e
Desmedida traduzindo o nosso amor
Com grande prazer em pleno estado
Perfeito único desta harmonia entre nós duas
Neste momento de causas e efeitos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

TU ME DESTES COISAS

Tu me destes coisas que eu não 
Vou esquecer nunca deu-me
Amor
Paixão
Tesão
Fez-me sentir coisas 
Que meu corpo descansa
Quando lembra 
Acima posto sobre meus
Nervosos dedos
O meu sangue ferve
Eu preciso jorrá-lo de alguma forma
Pelas noites adentro acoplar-me
Retorcendo-me procurando desesperadamente
Minhas regiões aquelas mais sensíveis
Sem me machucar 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 19 de outubro de 2014

EU QUERO APENAS

Eu quero apenas um minuto em seu corpo
Apenas um minuto já é o suficiente
Para eu me deliciar em você
Escutar palavras fora dos padrões
Aliciá-la com força e ternura ao mesmo tempo
Preciso desse um minuto
Mulher amada minha

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 18 de outubro de 2014

QUE PEGADA

Que pegada gostosa
Frequente acelerada
Aconchega as coxas
Atravessamos os sentidos
Explodimos de amor

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

VÁRIAS FORMAS

Várias formas de tesão intenso
Nossos corpos se mutilam
Multiplicam
Até ao amanhecer quando o sol
Entra pelas nossas
Entranha cheia de nossas vontades
Atravesso-a com ternura beijo-a
E ficamos juntas até à tardinha

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

EU SOU UMA CRIATURA

Eu sou uma criatura muito liberal, aberta a todos os pontos, tenho minhas idéias das quais compartilho apenas comigo, meus rompantes, falo palavrões, em alguns momentos sou até extremamente delicada, acho que sou bipolar, tantas outras vezes, fico a me perguntar, querendo até aplausos, bravos momentos dos quais eu subia na mesa, chutava os talheres, pegava uma dama, dançava, a dança da vida, que posso dizer dos barbudos que fedia, quando nos cabarés da vida me embrenhava, não pagava a dama, quando na linguagem dos vulgares, apenas eu entendia, quando alguém dizia algo que ninguém queria, mais eu falava, entender-me, nem tente, não vão conseguir, mudo de capa, de cara, se for preciso,  mais não me perco, no "pau de arara", o rio seca, as entranhas secam, os dedos deixam de funcionar, a madrugada me escuta, me encontro, nas ruelas, me identifico, com elas, todas, só não podem abrir a porta , atrás tem um espelho, nesse momento eu me enxergo, corro para baixo das suas aberturas, me sinto protegida, você me pega, faz sexo comigo, me repõem a mim sordidamente.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA.

EU NÃO TINHA PERCEBIDO

Eu não tinha percebido ainda
Que quando eu lhe olho nua
Desce em mim uma água pura
Parece uma cachoeira límpida
Que não me deixa secar 
Desce pelas pernas por 
Simples toque seus me depura
Minha boca resseca vê-me nua
Agacho-me para beber da sua fonte
Rejuvenesço abraço você tão forte
Perdemos até o ar quando 
Envolvida nos seus abraços
Meu corpo todo esquenta e
Perde a razão 
Explode dentro de mim um vulcão 
Há tempos adormecido
Rabisco teus lábios intensamente
Impulsionando-a sobre mim
Arranho todo o meu rosto

POESIA DE BEY CERQUEIRA