terça-feira, 11 de março de 2014

VÍDEO POEMA DE BEY CERQUEIRA



ATRAVESSÁ-LA

Atravessá-la
Nua
Ouvir você gemer
Pela sala
Única
Cheia de tesão
Misturado ao meu
Encosto no seu avesso
Jogo-te na parede
Admito o meu
Nessa curva do nada
Nesse corpo que eu beijo
Deixo-lhe toda
Bem molhada

POESIA DE BEY CERQUEIRA

TUA VOZ

Tua voz me deixa muito
Oferecida faz meus dedos
Cometendo vários pecados 
Desbravados currais sussurrando
Sobre seus (em) seus açoites
Invada com provocações te pego
Lateja em minha boca sobre sensações
Depravo-me nos atos a madrugada
Durante o dia também
Posso fazer-te calar sobre
Minha pele molhada
Teu corpo tatua o meu vamos
Perder totalmente a razão
O controle você é minha
Sinto explodir o meu avesso nessa
Fusão cheia de ternura bravura com
Fome dilacerando as entranhas
Dane-se te toco com minha alma 
Aguçando suas valas das quais
Eu me acalento me inflamo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 10 de março de 2014

ESTÁ PRÓXIMO



está próximo de me quebrar sobre você, como uma taça cheia de vinho, aonde nós duas iremos deixar fluir, sem medo, uma (ex) galopante êxtase, nessa pura maresia, a natureza nos reluz, não vou desafinar, porém, minha rainha, se eu cair, diz apenas um nome, que eu me aplumo sobre você, escutaremos falaremos das coisas, até das mais vulgares, pornográficas, enquanto dentre nós, surti nas profundeza de nossas cavernas, um chuá, de águas límpidas, estaremos só nós duas, para que no amanhã ninguém venha nos criticar, o tempo é curto, urge, soberbamente vamos enfrentá-lo, corajosas, porque a vontade em nos deparar, olho no olho, é muito maior do que um simples dizer não

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

MARIA BETHANIA VOCÊ (POESIA DE BEY CERQUEIRA)

http://www.youtube.com/watch?v=b-_P9WtvUIE
V
ATRAVESSÁ-LA

Atravessá-la
Nua
Ouvir você gemer
Pela sala
Única
Cheia de tesão
Misturado ao meu
Encosto no seu avesso
Jogo-te na parede
Admito o meu
Nessa curva do nada
Nesse corpo que eu beijo
Deixo-lhe toda
Bem molhada

POESIA DE BEY CERQUEIRA

CALMA

Calma por favor quero revirar o meu corpo com o seu, sentir seu cheiro, preciso latejar novamente, imensamente, te colocarei sobre minhas coxas, vou cometer os seus delírios, dos mais cruéis, cavalga, em minhas carências, meus pontos, instinto, ponta da navalha que corta, nas fendas abertas, subindo, descente, amante desnudada, ocupada em mim, reclama, minhas têmperas serão seus delitos.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 9 de março de 2014

A ARTE DE LUIZ


MEU BEM

Meu bem é uma moleca
Safada um pedaço da 
Fruta do centro do meu
Espaço fechado
Fonte de uma elegância 
Perigosa no eixo que nos
Encaixa aonde eu vasculho
Escondo nossos segredos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 8 de março de 2014

VOCÊ ESPERA

você espera de mim o que? fantasias? um momento ímpar? eu já quero tudo e mais um pouco, até o que você não diz, eu também quero, olha para mim, porque também vou ter ler, e depois apenas adormeça sobre meu corpo.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

NÃO PARA

Não para 
Vem
Remexe
Lambuza
Dança
Acende
Meu fogo
Encante-me
Vai
Continua
Fogueira
Boca
Língua
Tesão
Permanece
Assim
Por favor

POESIA DE BEY CERQUEIRA

PREFIRO

prefiro me fechar e ser uma ostra, me proteger na casca, da tartaruga, não acender vela, nem ficar na encruzilhada, não bebo cachaça, me embriago na cerveja, liso e vejo pastos, cavalgar como  cavalo em brasa, mais não quero dançar na garrafa, eu quero ser a única a latejar, bocejar. mais quero ser á égua rinchar, por cima a dama dança.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 7 de março de 2014

ATRAVESSÁ-LA

Atravessá-la
Nua
Ouvir você gemer
Pela sala
Única 
Cheia de tesão
Misturado ao meu
Encosto no seu avesso
Jogo-te na parede
Admito o meu
Nessa curva do nada
Nesse corpo que eu beijo
Deixo-lhe toda 
Bem molhada

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


ATRAVESSÁ-LA

Atravessá-la
Nua
Ouvir você gemer
Pela sala
Única 
Cheia de tesão
Misturado ao meu
Encosto no seu avesso
Jogo-te na parede
Admito o meu
Nessa curva do nada
Nesse corpo que eu beijo
Deixo-lhe toda 
Bem molhada

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA




quinta-feira, 6 de março de 2014

COLOCAMOS UMA MÁSCARA

colocamos uma máscara por trás de nós mesmo, as perguntas ficam vazias, ninguém consegue entender, a conveniência de um simples dizer, o sorriso amarelo, a vergonha de ser o que é, pintar o cabelo, rasgar as roupas, trocar o sapato porque nunca aquela pedrinha vai sair, vive dentro de uma concha com meno de ser visto, e morre com apenas algumas pessoas em sua volta, não, não eu não quero ser assim, eu quero ter uma ar respirando no meu rosto, para sorrir na hora da minha dor.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

AS VEZES

as vezes eu fico me perguntando, o que vale ter tanta prepotência, se quando formos para um outro lugar, estaremos todos a 7 palmos de pés, e daqui a 3 dias todos comidos por vermes, acho tão interessante quando alguém se coloca superior ao outro, porque na realidade a sua realidade está precisando ser reciclada, acho mais interessante, quando alguém esquece o valor de uma amizade, pois esse precisa dizer para si mesmo, e olhar para o espelho e falar: não quero viver só, mais chega a hora da verdade, nem tudo é perfeito, quem se preocupa com a estética, e esquece de cuidar do seu interior, esse tá ferrado, pois é o que eu sempre digo; a beleza passa.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

O CORPO

O corpo dança, lateja, chora, tudo que vem ele apronta, é decidido dentro dela, um pouco frágil às vezes, totalmente fera outras tantas, tem uma pele de seda, que me dá sede, minha amada ao te encontrar, me deixa apenas tocar em teu rosto,  não pense faça, seja tudo que desejar, enrosca em mim, feito uva, saboreio seus encaixes, são vastos tem cheiro de morango, te devoro, deixa-me sentir, reclama, vamos caminhar, pelo seu espaço, as três horas da manhã, você sangra, meus lábios passeia para não sujar o tapete, iras me pegar pelo ombro, seus dentes, enfrentar meus seios, lamento por te desejar tanto, minhas mãos vão te invadir feito adolescente, porque sou metade, sou inteira, despedaço, sou faceira, você....ah!!!!!!! Você minha fogueira.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 5 de março de 2014

A FRUTA QUE EU ADORO

A fruta que eu adoro está
Madura cheia de insensatez
Porém pronta
Comemora o prazer cravando-me
Mordo meus sentidos 
Não se joga fora esse tem pois
É uma delícia
Aperto sobre um bem de magia
Ela pode ser bem resolvida livre
Mas grita chora
Faz-me perguntas e em um dengo
Danado de bom
Não me deixa perder tempo 
Viajo sobre ela como uma pianista

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

SUAS CAVIDADES

Suas cavidades secas quando 
Severamente possuo-a ela fica
Vadia úmida ensandecida você
Uivando muito
Seu sabor de licor de cereja
Tara-me toma todos os meus
Sentidos dos mais ordinários
Explode o gozo
Nessa fusão louca 
Na ponta da cabeça desse homem
Todos molhado entre suas
Pernas bastante resolvidas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

TEM CHEIRO DE FLOR

Tem cheiro de flor fresca quando
Abre tuas pernas
Tem cheiro de cio na erupção 
Sintonia os hormônios sobre ebulição
Tesa contorce minha língua
Ávida adentra percorrendo todas
As suas beiradas, seus lábios rosa.
Bocas que se roçam 
Que se deliciam língua áspera feito
Gato eu lhe aperto o gozo está próximo
Meu vulcão ferve explode
Derramo meu leite sobre teu rosto dentro
De suas cavidades latejantes
Torno-me intensa ao sei leito
Abraça-me agarra-me
Somos nós duas uma sintonia 
Nas suas têmperas vadiando
Sem noção atada calada
Aflora abrindo-a literalmente

POESIA DE BEY CERQUEIRA