sexta-feira, 2 de novembro de 2012

QUANDO


QUANDO

quando sinto uma imensa paixão
invadindo meu peito abrindo
minhas vontades com exatidão
as entranhas dói de tesão
penso que é você pensando em mim
tremo sobre uma loucura e meus
seios pulsam me toco ereta me rolo
deslumbrantemente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

MULHER

MULHER

queria tanto que acreditaste
que o meu único amor foi você
amor que eu guardei sempre estará
vivo joguei a chave fora.....perdi-a
em meu coração
noite e dia enquanto eu viver sobre
a poesia....minha euforia é você
dança comigo...me dê um abraço
torna a minha vida impar
me faça ter sonhos até possíveis
me deixa tocá-la beijá-la lembrar-te
dentro de mim reviver um momento
apaixonar-me novamente....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A ARTE DE CLARITA


A ARTE DE ELISA E MOACIR



MULHER


MULHER

queria tanto que acreditaste
que o meu único amor foi você
amor que eu guardei sempre estará
vivo joguei a chave fora.....perdi-a
em meu coração
noite e dia enquanto eu viver sobre
a poesia....minha euforia é você
dança comigo...me dê um abraço
torna a minha vida impar
me faça ter sonhos até possíveis
me deixa tocá-la beijá-la lembrar-te
dentro de mim reviver um momento
apaixonar-me novamente....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

TÍMIDOS ORGASMOS


TÍMIDOS ORGASMOS

tímidos orgasmos roçando na parede do quarto sombrio, luz pequena, sobre nossos corpos nus, carícias cálidas em toques tatos que nos induz, a um pecado bastante profano, profundo reluz,  que até nos difama, damos risadas, vizinhanças vendo, testas franzidas, alertas sobre minhas pegas em suas ancas, pedinte mulher, alvejando, fontes que arrepia deságua em língua, passo pelo seu grelho, espinha dorsal dobra enverga, em minha boca sugo seu clitóris, feroz, na velocidade certa, atroz, lhe atinge e sua alma no fundo expurga, por todos os seus órgãos, a cometer pecado, um pecado que assusta os deuses, gostoso demais, senta em meu nariz, rebola em minha boca, dança na ponta do que gela, nessa água banhada de chantilly, te chupo até o suco ficar cremoso, um êxtase pele suada, crava seus dentes como uma cadela no cio, minhas mãos desliza suas tetas, você roçando em minha testa, carnuda, cabeluda, úmida....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

VENHA BRINCAR DE SER MULHER


VENHA BRINCAR DE SER MULHER

venha brincar comigo de ser mulher
venha ser fêmea e me tirar do sério
vamos incendiar nossas entranhas
deixar arder queimar garganta profunda
vamos consumir nossos corpos vamos ser
o próprio jogo de meretrizes bêbadas
pelos becos arranhados pintadas paredes
de vergonhas deliciosas fedendo a mijo
abaixa agora deixa que eu arranco sua calcinha
com meus dentes passando a ponta da língua
queima adentro desce feito cachoeira
mata fechada virgem colorida de rosas
vermelhas ao pingo da chuva mancha o chão
marca o meu corpo tu desfalece
seus anseios impuros cheio de fetiches  
deixa de me rodear venha logo aberta
profana insana venha agitar a pele fina
branda a luz brilha poesia que canta
harmonia desafina ao sono a madrugada é clara
meu joelho toca em tua flor encaixa meu cotovelo
encaixa dentro da sua gruta você morde e eu
em mergulhos profundos afronto você e te peço
volta logo para cama

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 30 de outubro de 2012

AGITA-SE


AGITA-SE

agita-se me olha com desejo
deixa seus mamilos eretos
esfrega em minha cara atiça-me
sente o meu olhar vou ferir-me que se dane
curvo e me toco sinto tesão
aperto até rasgar entrando fundo 
faço sexo aos seus sinais
espero você se virar enxuga-se na cama
vem com ternura mais pega no meu ponto
ai seja fera suga o tempo tortura e eu
me acalmo meus membros crescem
ambas coladas nos hábitos
desumana quando aflita eu fico louca
apertadas galopando grelho dorso faz grito solto
no vai e vem te capo para dentro
sem pedir licença até você desmaiar
e fico pensando nas mulheres
que estive durante o dia

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA



AGITA-SE

AGITA-SE

agita-se me olha com desejo
deixa seus mamilos eretos
esfrega em minha cara atiça-me
sente o meu olhar vou ferir-me que se dane
curvo e me toco sinto tesão
aperto até rasgar entrando fundo 
faço sexo aos seus sinais
espero você se virar enxuga-se na cama
vem com ternura mais pega no meu ponto
ai seja fera suga o tempo tortura e eu
me acalmo meus membros crescem
ambas coladas nos hábitos
desumana quando aflita eu fico louca
apertadas galopando grelho dorso faz grito solto
no vai e vem te capo para dentro
sem pedir licença até você desmaiar
e fico pensando nas mulheres
que estive durante o dia

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A ARTE DE QUEM SABE FAZER ARTE


ACIMA DO JOELHO


ACIMA DO JOELHO

acima do joelho
entre suas coxas
quero ser teu fogo
queimar tua película
com minha boca língua nariz
deixando ereta pulsante trêmula
sobre meus ombros
quero rodar-me arrancar minhas roupas e
navegar em suas fontes límpidas áridas
sentir as quatro estações numa euforia 
estranhas nas entranhas imenso tesão
intenso único escravizar-me a mim
até produzir-te ao meu ticar da lenha
que queima o meu ventre

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 28 de outubro de 2012

REJEITA


REJEITA

rejeita a matriz nos
caminhos que eu beijo
sobre mordidas atentas
nas tetas deitas fora
porteiras de amantes
um corpo salva minha moça
virgem
cobre espia-me
flora o jardim cheiro de
moça ao
corte da maça
que mordo .....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

TOCO EM VOCÊ

TOCO EM VOCÊ

minhas mãos encharcadas
do seu prazer é gostoso
demais
entendo sinto no seu olhar
no qual eu entendo
me debruço lhe chamo
de mulher da vida
debruça sobre meu ventre
atiça meu paladar sobre você

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY


A ARTE DE CLARITA


sábado, 27 de outubro de 2012

EU QUERO


EU QUERO

eu quero que caminhas e
ponhas em mim
suas guardas sem fins
em plenos vendavais
venha-me aqui em casa
deita na minha cana e
me chama

POESIA DE BEY CERQUEIRA



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

MEUS OMBROS


MEUS OMBROS

meus ombros suas ancas
enlaço pernas cruzadas
apertadas galopando
solta espasmo o êxtase
ambas
desprende a boca colada
grelho dorso faz grito solto
ambas
coladas
num só orgasmo são
hábitos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

VAGA


VAGA

vaga sobre o som da minha voz
inventa qualquer coisa seja
a flor aberta um jasmim até
uma floresta ao vento que sopra
debruça sobre um invento
esquece as horas porque há vagas
um quarto na troca do turno é o
suficiente do roçar sobre todo
meu ponto ereto enxuga-se
nos meus dedos em meus mamilos
suga o tempo já vencido a uma
mansa tortura dos nossos desejos
meus pontos se agitam você os
conhecem como ninguém....são meus
sinais eles são tão visíveis
que clareia o quarto escuro
eu te amo na velocidade da luz
faz-me gozar faz-se sexo aos seus
sinais no profundo nado dentro ao
oposto do seu corpo ao inverso
do meu

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

MINHA BOCA


MINHA BOCA

minha boca em diversos pontos G de nós duas, eretas no choquinho acende em chamas, vou bebendo seu suco cremoso com gosto de fruto do mato, com cheiro do cio da gata, lhe jogo numa árvore robusta, banhada pelo suor da procura, rasgo sua roupa, pano velho, senzala, me banha, chuva cai desce sobre meus cristais, que atiça sua pele alimento-me do sangue que desce sobre suas entre linhas, nas entradas, sem medo de suas unhas, pois tu és uma loba selvagem, faminta, quer me arrancar a carne, 
feito meretriz sem cessar, sobe a ponta da mesa, lhe curvo descendo abaixo lambe minhas cicatriz, alivia a dor do tesão que sinto, deita-me sobre o teu corpo, acaricio sua abertura,  alisando, apertando, batendo no seu sininho, ele geme, passa gel, nesta inundação toda eu tenho a certeza que vens tapar meus lábios.  pela tontura da forte bebida que lhe dei, para que desfalece-se, e eu pudesse manter-te sobre o meu domínio, aperto seus cabelos lhe faço dançar..... bebo até a tua vertigem, bebo o gozo que vem do reto,  que deságua em meu peito....caindo dentro da minha boca 

POESIA DE BEY CERQUEIRA