segunda-feira, 23 de abril de 2012

AO FOGO QUE QUEIMA


dentre nossos corpos eles se engrossam
ficam eretos ao toque da pele ao toque dos dedos nervosos
molhados nesse calor e sobre um frio nos formam em rochas
profundas ao prazer que me devora
você minha fêmea amada em pleno cio
arrastando-se em meus canais
carnais cheio de seus desejos
ardentes úmidos sobre teu leito eu ardo
e grito seu nome
ao fogo que queima
nossa fome e que
sacio a ti a minha sede
apertando-a contra a minha boca

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 22 de abril de 2012

BOCA PEQUENA


boca pequena
garganta ao torpor
do extremo ....ajoelhadas
gemidos ao encantamento
venha a mim mesmo
que esteja confusa
lenta e despida
fendas abertas
desvia o meu aguar
toca meu corpo
preceito de um gozo
rocha submissa latejante
trêmulas pernas queimadas
pela luz do abajur

POESIA DE BEY CERQUEIRA

TOQUE-ME



descobre teus recônditos...
és uma mulher de canto chorado
por isso te amo tanto
viajo no teu prazer
efervescente
dentro a mim
toque-me
dispõe em mim
eu te amo assim
arranha-me
é a minha base
TE QUERO MUITO
consumida e alucinada...
TE AMO

POESIA BEY CERQUEIRA




TOQUE-ME

TOQUE-ME

descobre teus recônditos...
és uma mulher de canto chorado
por isso te amo tanto
viajo no teu prazer
efervescente
dentro a mim
toque-me
dispõe em mim
eu te amo assim
arranha-me
é a minha base
TE QUERO MUITO
consumida e alucinada...
TE AMO

POESIA BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 20 de abril de 2012

AI CAIR DA NEBLINA


nesse olhar de tesão 
cicatrizes nos ais                                
ao toque em seus
seios
amaciada amante  
arranco suas vestes
e lhe imponho 
o meu tesão...
encosto o meu avesso
invade-me 
pois estou disposta a tudo
sem limite da decência
se ponha sobre mim
cometeremos pecados
deliciosos
vamos nos amar pela paixão
e fazer loucuras
na nudez presente
invento anéis
dentre apertadas
coxas


POESIA DE BEY CERQUEIRA

CELINE DION (POESIA DE BEY CERQUEIRA)




AI CAIR DA NEBLINA

nesse olhar de tesão
cicatrizes nos ais                              
ao toque em seus
seios
amaciada amante
arranco suas vestes
e lhe imponho
o meu tesão...
encosto o meu avesso
invade-me
pois estou disposta a tudo
sem limite da decência
se ponha sobre mim
cometeremos pecados
deliciosos
vamos nos amar pela paixão
e fazer loucuras
na nudez presente
invento anéis
dentre apertadas
coxas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

DUAS FÊMEAS

já sobre movimentos galopes
duas fêmeas deitadas
uma sedenta enquanto a outra
rabisca a procura de ouro dentro
uma garganta profunda....profana  e aberta
....profana até contra o tempo envelhecida
eu mordo ao vento que sopra
batendo na pelinha película pulsa
impulsivamente
espalha-se na areia...a natureza é tangível   
quando olha nossos segredos
poros se delatam olhos se fecham
boca se abrem e se roçam banhadas
a espuma da onda que bate entre as pernas
chega arranhara até os ancestrais
brando tato sobre essa poesia errante
que chora....a dor....
da encosta a pele fina sobre músculos
que a deixa queimando

POESIA DE BEY CERQUEIRA

ENCAIXA

encaixa as ancas aperto e sugo suas trufas
enquanto se dobra galopa sente tesão
sobre o meu peso.....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 19 de abril de 2012

JÁ ESTÁ NA HORA

já está na hora de tocar o tango, um pianista por favor, na sua sensualidade, no seu encanto, a todos encanta, ela sobe em cima da mesa, daquele bar de esquina, sujo, fedorento, cheio de lama, com o cheiro de terra, ela vai dançando, com a força do piano, quebra todos os copos, garrafas, balança sua longa saia de cigana, com sua unhas imensas, vermelhas, rasga o rosto dos sem chapéus, descalços,  barbudos, suados, fedorentos, ela sorrir, sem um mínimo de escrúpulo, me fixou, estou atrás do balcão, e ao me ver no escombro, bebendo um litrão, ela se joga e eu lhe seguro aliciando-a até o seu joelho, beijando sua boca, tocando ao seu sabor, redondo, com coxas duras, levanto sua saia, as pernas ao ponto, abaixo de minha cintura sobre minha calça de linho, e olhares furiosos, de homens famintos selvagens, com exporá, me deixa sem rumo e me joga contra a parede, suja, eu lhe ponho como se ela já fizesse parte de minha vida, não me importando, com a madrugada, quando subo, sumo ao seu sonho inventado, porque eu sou uma mulher livre, e ela escrava de uma legião sem dono.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 18 de abril de 2012

MINHA ARDÊNCIA

minha ardência é funda até que eu
fique molhadinha...sou tipo planta
trepadeira que se fundi em suas fendas
em beiras ao canto abertas de
um gemido tipo sereia,,,,
alimentamos pelo seu suco com gosto
de leite em pingo desta proeza
que se chama poesia do sexo
clamo por ti até a lua cheia escuta o meu
guinar .....toda noite desejando você
rosadas âncoras que lentamente me possui
são meus desdobramento em rigor
dentro dos meus dentes...lambendo a língua
ereta te amar faz parte deste show
quente mulher de pequena menina
toma conta de dos meus dias...meu corpo
sente a força de suas trêmulas melodias
adoça-me por favor tesa fruta do meu tejo
coloca-me com febre suando de tesão
escorrendo entre meus dedos
o seu líquido cedendo em meus lábios
ao cheiro do batom ....abre-te....
pouco a pouco porque és tímida
com os meus dedos eu te aperto e
na palma de minha mão eu te amparo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 17 de abril de 2012

AME-ME

ame-me
toque-me
use-me
arranha-me
sem medo
intensa completa
encaixa-se em minhas vontades
partilhamos ser 
vulgar 
impura 
mulheres e amigas que 
se completam e se entregam 
me alimento do seu corpo                  
que mordo lentamente
te fazendo mexer
sensualmente
com fúria
entro em êxtase
e te deixo selvagem


POESIA DE BEY CERQUEIRA

AME-ME

AME-ME

ame-me toque-me
use-me arranha-me
sem medo intensa completa
encaixa-se em minhas vontades
partilhamos ser vulgar
impura mulheres e amigas que
se completam e se entregam
me alimento do seu corpo
que mordo lentamente
te fazendo mexer
sensualmente com fúria
entro em êxtase
e te deixo selvagem

POESIA DE BEY CERQUEIRA