Na poltrona que fica logo na frente do nosso quarto, eu estava deitada, espiando, pensando que ela não estava percebendo, sábia mulher, imprudente nas suas envergadura, que me faz de boba, curvava-se, arrastando pelo sofá, abrindo o shortinho postando suas saliências, de baixo para cima, enquanto por cima do meu jeans, esfregava-o, levantei num movimento brusco, mais leve porque não queria machucá-la, peguei ela no coito, rasgando aquela blusa de ceda, colada, com gosto de guardada, que eu comprei na esquina, não muito cara, para facilitar, esses momentos, loucos, varados de paixões, sobressalto sai da cama correndo até a fêmea já sobre o braço do sofá, joguei-me como fera, currando suas frontes, de leve no início, depois ela pedia mais, a algemei com bravura, embolamos por ali mesmo, ao olhar de um expectador que se tocava urrando por sentir dor, por não gozar, pedindo clemência, aos nossos risos, porque ela cheia da doçura feminina, enquanto eu sobre músculos crescidos, ombros endurecidos, dentre o esfregar de suas coxas....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
AFRONTA-ME
Afronta-me apronta sobre minhas aberturas
Pequenas, venha para cama, amedronta-me
Com seus dedos grossos
Ame-me de fato, me deixa cheia de tesão
Põe-se se dispõe a minha Língua ferina,
Quente venenosa vai te desacordar
Trafegando entre o dia e a noite
Espreguiça cheiro do peixe do mar
Até aonde não podemos alcançar
Tome muito cuidado comigo .....
Venha nua logo de uma vez
Deita aqui não me deixa sentir
Tanta saudade de suas investidas
De fato
Eu sou capaz de me envergonhar
Lembrando-te no encanto soberano
De uma vulgar meretriz arrombada sem
Pudor numa estrada qualquer da vida
Em alta velocidade....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Pequenas, venha para cama, amedronta-me
Com seus dedos grossos
Ame-me de fato, me deixa cheia de tesão
Põe-se se dispõe a minha Língua ferina,
Quente venenosa vai te desacordar
Trafegando entre o dia e a noite
Espreguiça cheiro do peixe do mar
Até aonde não podemos alcançar
Tome muito cuidado comigo .....
Venha nua logo de uma vez
Deita aqui não me deixa sentir
Tanta saudade de suas investidas
De fato
Eu sou capaz de me envergonhar
Lembrando-te no encanto soberano
De uma vulgar meretriz arrombada sem
Pudor numa estrada qualquer da vida
Em alta velocidade....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 28 de julho de 2013
QUANDO
quando ler minhas mãos
você viu que existe sempre
uma outra mulher
desde então não me sinto
sem sentir imensas carícias
toques curvados profundos
acima de um corpo que não tem
sinal vermelho....avança sempre
na calada da noite em um
quarto fechado meia lua
sobre seus dedos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
você viu que existe sempre
uma outra mulher
desde então não me sinto
sem sentir imensas carícias
toques curvados profundos
acima de um corpo que não tem
sinal vermelho....avança sempre
na calada da noite em um
quarto fechado meia lua
sobre seus dedos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 27 de julho de 2013
LEVANTOU
levantou o traseiro robusta
numa minúscula terapia em meu
instante
arrancou a roupa fazendo eu lidar
com a minha natureza abaixo
lírios cintilantes rodopiava-me
ágil mulher
banhada pelo cio bem suspensa
por mim aniquilada
ao meu êxtase robusto
essa jovem senhora
devastou-me e
serenamente por esses anos todos
tento descobrir o seu nome
sinto nas envergaduras
ao me machucar curvada
a vejo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
numa minúscula terapia em meu
instante
arrancou a roupa fazendo eu lidar
com a minha natureza abaixo
lírios cintilantes rodopiava-me
ágil mulher
banhada pelo cio bem suspensa
por mim aniquilada
ao meu êxtase robusto
essa jovem senhora
devastou-me e
serenamente por esses anos todos
tento descobrir o seu nome
sinto nas envergaduras
ao me machucar curvada
a vejo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
ENCANTO
encanto
eu vejo
em suas unhas
vem me arranhar
em seu semblante
sobre mim em mil mulheres
tu és única exclusivamente
amada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
eu vejo
em suas unhas
vem me arranhar
em seu semblante
sobre mim em mil mulheres
tu és única exclusivamente
amada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 26 de julho de 2013
ENTRE BASTÕES
Entre bastões murmuram assanhadas mulheres, muitas bêbadas, deitadas de conchas, açoitadas, arruinadas para qualquer instante de alguém, são varões da madrugada, embriagados, cheirando fumaça, o que se deixa em casa, dormindo, por não dar a eles a sua selvageria, também são mocinhos procurando perder seus rumores, na cavalgada inocente ainda, cheios de carícias carentes, entre mãos, beijos doce, uma fala mansa, cheia de malandragem, até mesmo sem sentido, é o suficiente na manobra ágil de uma mulher, que apenas quer gozar, sem sentir dor.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 25 de julho de 2013
AJOELHOU-SE
ajoelhou-se
esse moço
segurando um taco
jogando sinuca
abaixo da cintura
umedecido
em busca da bola da vez
surge uma língua
uma voz cantando
aguçada
tom grave mãos
doce
robusta
seios por amamentar
vermelhou
os lábios da moça
virgem sobre um feitiço
num prato de salada mista
POESIA DE BEY CERQUEIRA
esse moço
segurando um taco
jogando sinuca
abaixo da cintura
umedecido
em busca da bola da vez
surge uma língua
uma voz cantando
aguçada
tom grave mãos
doce
robusta
seios por amamentar
vermelhou
os lábios da moça
virgem sobre um feitiço
num prato de salada mista
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 24 de julho de 2013
BEBO DENTRO DO SEU CÁLICE
bebo dentro do seu cálice
um vinho com gosto de sangue
vou aos poucos te mordendo
você agarra os travesseiros
as estantes os espelhos
aperta arrastando-se sobre o
lençol na beira do sofá até a cama
desarrumada desde ontem
range os dentes para não dar
sinais do êxtase que aflora
nesse duelo de duas senhoras
meus instintos apurados te golpeia
arranca suas roupas
te saqueia depuradora prendo suas pernas
bem devagar lhe encosto
obscena sempre numa estratégia
dominadora do macho metade
os instantes nos ais são tantos que
inevitável haverá o acoito com minha língua
sem piedade te ajoelho no seu gesto positivo
com a cabeça.....num minúsculo ponto
te acerto em cheio....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
um vinho com gosto de sangue
vou aos poucos te mordendo
você agarra os travesseiros
as estantes os espelhos
aperta arrastando-se sobre o
lençol na beira do sofá até a cama
desarrumada desde ontem
range os dentes para não dar
sinais do êxtase que aflora
nesse duelo de duas senhoras
meus instintos apurados te golpeia
arranca suas roupas
te saqueia depuradora prendo suas pernas
bem devagar lhe encosto
obscena sempre numa estratégia
dominadora do macho metade
os instantes nos ais são tantos que
inevitável haverá o acoito com minha língua
sem piedade te ajoelho no seu gesto positivo
com a cabeça.....num minúsculo ponto
te acerto em cheio....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 23 de julho de 2013
VOCÊ NÃO TEM IDÉIA
Olha você não tem ideia, do quanto eu preciso gozar, o quando eu vou me sentir bem em te abraçar fortemente, tampa a minha boca porque eu vou urrar fazendo que o mundo todo, escuta o meu brando encanto da força que em meu peito, explode, nesse momento tão íntimo, belo,
Natural, ficará em êxtase sobre esse homem alucinado, que se arrasta por você, há anos atormentado, faz estremecer seus músculos, pulsa suas virilhas cheia de pelo, que enrosca em sua serpente, mordida a maçã aberta, e sobre uma fome aparece um lindo arbusto bem grosso, um menino de olhos azuis, cabelos negros, que lhe coloca no topo do pau de sebo, para apreciar a beleza de suas aberturas, deitado ao chão vendo você sumir se arrastando, apertando as coxas, molhando sua intimidade, para não deslizar, coxas duras, devido a lida do dia-dia, pois é uma fêmea forte no seu semblante marcado, entretanto fraca quando se abre, vindo a minha semente, salada de frutas exóticas, e se enrosca, levemente sem erro, entre duas mulheres, que no meio bem abusada, salienta no homem, o desejo feminino.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Natural, ficará em êxtase sobre esse homem alucinado, que se arrasta por você, há anos atormentado, faz estremecer seus músculos, pulsa suas virilhas cheia de pelo, que enrosca em sua serpente, mordida a maçã aberta, e sobre uma fome aparece um lindo arbusto bem grosso, um menino de olhos azuis, cabelos negros, que lhe coloca no topo do pau de sebo, para apreciar a beleza de suas aberturas, deitado ao chão vendo você sumir se arrastando, apertando as coxas, molhando sua intimidade, para não deslizar, coxas duras, devido a lida do dia-dia, pois é uma fêmea forte no seu semblante marcado, entretanto fraca quando se abre, vindo a minha semente, salada de frutas exóticas, e se enrosca, levemente sem erro, entre duas mulheres, que no meio bem abusada, salienta no homem, o desejo feminino.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 22 de julho de 2013
FÊMEA
fêmea amada lasciva
gostoso o seu corpo
pontiagudo que sugo
pulsa desejada
seus gemidos me faz
pulsar
sentir o um zelar penetrando
seu aroma quando estás no cio
acompanha me debruço em mim
tesa no choque de meus segredos
nas entranhas películas febris
guardarei em mim nossas sensações
fruta lavada doce mel que
seca minha boca queima minhas coxas
dispõe e vem logo se
deitar comigo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
gostoso o seu corpo
pontiagudo que sugo
pulsa desejada
seus gemidos me faz
pulsar
sentir o um zelar penetrando
seu aroma quando estás no cio
acompanha me debruço em mim
tesa no choque de meus segredos
nas entranhas películas febris
guardarei em mim nossas sensações
fruta lavada doce mel que
seca minha boca queima minhas coxas
dispõe e vem logo se
deitar comigo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 21 de julho de 2013
QUE NADA
Que nada depois esquecemos
Toque-me na surpresa no quebrar
Do sol
Tremores nos acertam
Sorrimos navegamos
Na hora próxima do anoitecer
Você se perfuma se lava
Me encanta
Sobre minhas águas
Não precisamos dormir
Amanhecemos sobre nossos
Sonhos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Toque-me na surpresa no quebrar
Do sol
Tremores nos acertam
Sorrimos navegamos
Na hora próxima do anoitecer
Você se perfuma se lava
Me encanta
Sobre minhas águas
Não precisamos dormir
Amanhecemos sobre nossos
Sonhos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 20 de julho de 2013
ENTRA E SAI
Entra e sai fortemente
Investiga-me profundamente
Domina-me
Senti o meu silêncio
A minha respiração
Encontra em meu corpo
A sua ausência
Eterna num faro de mato
Selvagem
Latente seiva que eu sugo
Fruta do meu pecado
Arde como pimenta entre os meus dentes
Que crava
Seja sempre o meu calor amado
Aonde eu possa sentir a sua doçura
Cremosa
Das suas partes íntimas
Infinitamente
Inclinadas aos meus instintos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Investiga-me profundamente
Domina-me
Senti o meu silêncio
A minha respiração
Encontra em meu corpo
A sua ausência
Eterna num faro de mato
Selvagem
Latente seiva que eu sugo
Fruta do meu pecado
Arde como pimenta entre os meus dentes
Que crava
Seja sempre o meu calor amado
Aonde eu possa sentir a sua doçura
Cremosa
Das suas partes íntimas
Infinitamente
Inclinadas aos meus instintos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 19 de julho de 2013
QUANDO CHEGAR
Quando chegar entra sem bater, estarei no bar, no
fundo da casa, sentada espiando o estreito do seu andar, de dama, elegante,
sobre um salto alto, sobre uma fina camiseta de cetim,, cor preta, lhe dou um
drink, para relaxar, você me penetra com um olhar, contendo uma fúria que só uma mulher, pode ter quando o tesão
lhe toma a fonte, desejável, e eu a olho, trêmula, ofegante, boca doce do
licor, acaricio suas costas, sinto seus impulsos instintos bravos tocar aos
meus, te coloco sobre minhas coxas, no fundo a luz reflete na parede, feito um
quadro, no navegar do balançar, a luz quase apagada, chora, entre nossas pernas
exala o ardor, sem dor, de uma primavera, porque o tempo pula a estação, tu és
tocada, rodeada pelas pontas. Enquanto tuas curvas mergulham sobre meu corpo
quente, a cada toque esse fogo que vibra, um suar sem queixas, abrindo no
quintal no soar de cada gemido, fortemente nutrida, uma flor, outra flor, mais
flores, até o cansaço do cheiro nos fazer dormir sobre posta uma na outra.....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
USUFRUI
Usufrui de minhas carícias
Não precisa de dor de mim
Abusa pode abusar sinta-se
Em casa venha se assanhar
Em todo o meu corpo encher
O seu inclinado de um tesão
Imenso fazendo em brasa
Nossas poesias eróticas
Caio de boca adormece mulher
Em mim me deixa enlouquecê-la
Dentro de uma ternura com cheiro
De mel contorcer no seu rebolado
Uma língua até ferina cheia de
Vontades com um fulgor acordando
A bela adormecida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Não precisa de dor de mim
Abusa pode abusar sinta-se
Em casa venha se assanhar
Em todo o meu corpo encher
O seu inclinado de um tesão
Imenso fazendo em brasa
Nossas poesias eróticas
Caio de boca adormece mulher
Em mim me deixa enlouquecê-la
Dentro de uma ternura com cheiro
De mel contorcer no seu rebolado
Uma língua até ferina cheia de
Vontades com um fulgor acordando
A bela adormecida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 18 de julho de 2013
VEM A MIM
Vem a mim com toda a sua sensualidade
Não me deixa sem a ânsia de possuí-la
Na sua sexualidade e fortemente
Rodeia-la com meus vários pontos
No seu ponto os meus pequenos dedos
Mágicos lhe faz aquecer acender as minhas
Entranhas ardentes pelo fogo
Nesse corpo que é teu profundo
Nessa gruta que você me deixa te amar
Quando me vira do avesso me tira os sentidos
Cobrindo-me com seu corpo de mulher
Árida perfeita contra ao meu insaciável
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Não me deixa sem a ânsia de possuí-la
Na sua sexualidade e fortemente
Rodeia-la com meus vários pontos
No seu ponto os meus pequenos dedos
Mágicos lhe faz aquecer acender as minhas
Entranhas ardentes pelo fogo
Nesse corpo que é teu profundo
Nessa gruta que você me deixa te amar
Quando me vira do avesso me tira os sentidos
Cobrindo-me com seu corpo de mulher
Árida perfeita contra ao meu insaciável
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 17 de julho de 2013
AH! SE EU PUDESSE
Ah! Se eu pudesse me aquecer
Enlouquecer-te nas noites frias
Debaixo de nossas cobertas aderidas
Entre nossas pernas que não se separam
Cobrindo-te de beijos maliciosos
Agarrando colocando você no meu peito
Quente tocando delicadamente vendo o
Seu semblante adormecer em meus abraços
Safados
E pela manhã como o fogo não se apaga
Esse calor alastrado dentre minhas roupas
Ou diante minha nudez na fresta que sai
Por todo o meu corpo
No qual você sempre disse apaixonadamente
Que delicia!
Apalpando-a intensamente e novamente
Fazendo sua flor abrir se revelando a mim
O seu segredo molhando com seu cheiro
É por onde eu escorrego e lhe conto
Os meus....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Enlouquecer-te nas noites frias
Debaixo de nossas cobertas aderidas
Entre nossas pernas que não se separam
Cobrindo-te de beijos maliciosos
Agarrando colocando você no meu peito
Quente tocando delicadamente vendo o
Seu semblante adormecer em meus abraços
Safados
E pela manhã como o fogo não se apaga
Esse calor alastrado dentre minhas roupas
Ou diante minha nudez na fresta que sai
Por todo o meu corpo
No qual você sempre disse apaixonadamente
Que delicia!
Apalpando-a intensamente e novamente
Fazendo sua flor abrir se revelando a mim
O seu segredo molhando com seu cheiro
É por onde eu escorrego e lhe conto
Os meus....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 16 de julho de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)

