quinta-feira, 4 de setembro de 2014
QUANDO SUAS UNHAS
Quando suas unhas rasgaram meu braço
Eu tremi sem pudor algum
Quando nossos corpos se colaram
Mesmo por cima das nossas roupas
Você sentiu a minha quentura
Meu peito encostou-se aos seus mamilos
Eretos cheios de desejos
Marcamos ali nosso território o cio
Desceu o sangue ferveu nas veias que
Pulsa nessa fome de nós duas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Eu tremi sem pudor algum
Quando nossos corpos se colaram
Mesmo por cima das nossas roupas
Você sentiu a minha quentura
Meu peito encostou-se aos seus mamilos
Eretos cheios de desejos
Marcamos ali nosso território o cio
Desceu o sangue ferveu nas veias que
Pulsa nessa fome de nós duas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
TENS FOME
acabei de ter a honra de ganhar essa poesia..............
que é do jeito que eu adoro,e desde já agradeço
TENS FOME
Tens Fome
vem sem medo
me devora
quero teu ser
tens o que quero
e te darei sem rodeios
Gosto de sentir
prazer e êxtase!
E saiba, serei teu alimento
se teu corpo saciar o meu
Minha vontade…
ousadia e amor
vem sem medo
me permita que te encha
te preencha de desejo…
THATY THATYANE
que é do jeito que eu adoro,e desde já agradeço
TENS FOME
Tens Fome
vem sem medo
me devora
quero teu ser
tens o que quero
e te darei sem rodeios
Gosto de sentir
prazer e êxtase!
E saiba, serei teu alimento
se teu corpo saciar o meu
Minha vontade…
ousadia e amor
vem sem medo
me permita que te encha
te preencha de desejo…
THATY THATYANE
VACA
Vaca lambida rabuda
Amaciada puta minha puta
Carnívora safada que lambo essa
Anatomia que eu conheço muito bem
Potranca arranca posta nua
Uiva feito louca agarrada em mim
Teta falsa que adoro maciota sempre
Amante sempre amante será minha
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Amaciada puta minha puta
Carnívora safada que lambo essa
Anatomia que eu conheço muito bem
Potranca arranca posta nua
Uiva feito louca agarrada em mim
Teta falsa que adoro maciota sempre
Amante sempre amante será minha
POESIA DE BEY CERQUEIRA
SE EU PUDESSE
Se eu pudesse gritar o que o meu coração diz, o mundo não suportaria, eu abriria a minha própria cova, me esmagava, meu silêncio não vale de nada, meus desejos podres pelo tempo que marcou minha cara, meu corpo, minhas veias pulsam com ódio de mim mesma, não deveria ter amado tanto, não deveria ter brincado com meu tempo, não deveria ter deixado de viver tantos outros momentos, imposto pela minha própria podridão do cansaço, eu deveria ter machucado mais, deveria ter traído mais, deveria ser mais sabia, fechar minhas pernas, enquanto era tempo, deveria ter deixado todas as emoções as piores possíveis, gritar, falar mais alto, me fundido, não mais me permitirei ser assim, me custou caro, me expor ao teu lado, nossos tesões, meus tesões você os prendeu, eu cuspo na tua fonte, com vontade, me debruço sobre meus pensamentos, fico bem, para depois lamber minhas mãos, escutar em todos os meus poros, seu sentido, seu sussurro, o teu gozo gostoso que foi, que tu esconde, escorrendo na ponta dos meus dedos.
TEXTO DE BEY CERQUEIRA
TEXTO DE BEY CERQUEIRA
UM BEIJO NA BOCA
Um beijo na boca
Abaixo ventre
Cheio de assanhamento
Coloco-te de bruços
Roços dentro de suas pernas
Exala um cheiro muito bom
Cheiro mordo seu pescoço
Na urgência nosso tempo
É curto
Desejos cheios de desígnios
Demarcada estás nossas vidas
Em minha vida escrita em partes
Seus caprichos
Suas entranhas
Paixões sem previsão
Já está na hora de irmos
Quero amanhã novamente dormir
Com você neste lugar fazendo
Sexo mesmo que seja
Atrás do muro talvez de sua casa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Abaixo ventre
Cheio de assanhamento
Coloco-te de bruços
Roços dentro de suas pernas
Exala um cheiro muito bom
Cheiro mordo seu pescoço
Na urgência nosso tempo
É curto
Desejos cheios de desígnios
Demarcada estás nossas vidas
Em minha vida escrita em partes
Seus caprichos
Suas entranhas
Paixões sem previsão
Já está na hora de irmos
Quero amanhã novamente dormir
Com você neste lugar fazendo
Sexo mesmo que seja
Atrás do muro talvez de sua casa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 2 de setembro de 2014
A MARCA
A marca de nossos gozos sobre nossos lençóis, que nada o tempo não apaga nada, não fomos fortes o bastante, numa época hipócrita, arrasou a minha vida por ter fugido, foi para longe, minhas entranhas ao te abraçar, chora, me pede mais, flor queimada em minha boca, seja como for, acima do joelho lhe fiz mulher, estreito era a cama, em devaneios, éramos louca uma pela outra, nada se esvai assim, nós duas somos chamas, são histórias, como você diz, “pensar, me dói profundamente,” o tempo acabou com a gente, a realidade é essa, por nossa culpa, desarmei-me deixei você me escapar, partilha hoje comigo um pouco da sua estrada, a saudade é grande demais, não aguento tantos disfarces, você também disfarça bem, é só olhar-me, observa o seu olhar, não foge tanto assim de mim, não se esconde tanto assim da gente.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
OUVE BEM
Ouve bem devolve a mim o que eu
Deixei em você do que eu tenho
De mais sagrado
Que foi o meu amor numa ternura das mais
Ímpar que duas almas podem ter
Podem receber aonde nas entranhas
Apaga toda mágoa
Embala-me nas emoções me deixa
O mel que me faz respirar
Grito ao queimar do sol a noite
Suas unhas passeando em minhas costas
Fico muda mais falo baixinho o
Seu nome
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deixei em você do que eu tenho
De mais sagrado
Que foi o meu amor numa ternura das mais
Ímpar que duas almas podem ter
Podem receber aonde nas entranhas
Apaga toda mágoa
Embala-me nas emoções me deixa
O mel que me faz respirar
Grito ao queimar do sol a noite
Suas unhas passeando em minhas costas
Fico muda mais falo baixinho o
Seu nome
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
ESCUTA
Escuta com muita atenção
As lágrimas que caem são minhas
Quando em teu rosto elas apareceram
Eu as lambi
E sobre uma forte emoção
Calei-me nesse amor profundo
Que no inverno foi roubado
Congelou no meu coração
Nem as gaivotas encontraram
POESIA DE BEY CERQUEIRA
As lágrimas que caem são minhas
Quando em teu rosto elas apareceram
Eu as lambi
E sobre uma forte emoção
Calei-me nesse amor profundo
Que no inverno foi roubado
Congelou no meu coração
Nem as gaivotas encontraram
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
ANTES DE TI
Antes de ti me povoar com suas mãos
Leve atrevida
Bem antes de você ocupar-me
Em meus eixos esfregando-a
Outras tantas me habitaram
Desalinhadas cheias de gírias
Respondendo todas as minhas perspectivas
Sem razão em meu cansaço elas se
Puseram em mim perdidas
As abracei acolhi em meus braços
Coxas
Dedos
Língua
Nem por isso deixei de gozar
Enfeitiçadas não me cobraram
O sol bateu no meu rosto
Quente
Levantei-me nunca mais as vi
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Leve atrevida
Bem antes de você ocupar-me
Em meus eixos esfregando-a
Outras tantas me habitaram
Desalinhadas cheias de gírias
Respondendo todas as minhas perspectivas
Sem razão em meu cansaço elas se
Puseram em mim perdidas
As abracei acolhi em meus braços
Coxas
Dedos
Língua
Nem por isso deixei de gozar
Enfeitiçadas não me cobraram
O sol bateu no meu rosto
Quente
Levantei-me nunca mais as vi
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 26 de agosto de 2014
NÃO PENSES QUE OCUPAS
Não pense que ocupas mais um lugar especial em mim, meu sentido, emoções, se desfaz a cada dia, ainda não consegui tirá-la das minhas entranhas, nem limpar o meu corpo, para não sentir teu cheiro, da minha mente, procuro outros lugares, mesmo fodidos, me limpa de você, com todo o habitat que um dia foi seu, hoje roubou minhas vergonhas, mais habituada vou andando pelas esquinas, apoiando-me nas virgens que passam, sem roupa, eu achei até quem podia ser melhor do que você, preciso nascer, renascer, morrer, calar minhas coxas, roçar meu ventre, gozar no frio do útero, massacrado, mesmo que esteja encostada num muro frio, sobre um olhar qualquer, disfarça, porque embala-me com carícias, o que de ti não quero mais.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
DEVOLVES
Devolves minha dor
Meus sonhos
Devolve minha alma que eu deixei
Ai no verão
Grito ao vento que arrancas de minhas
Entranhas as suas armadilhas
Ternura sobre teus fetiches
Quero minha solidão novamente
Meu cansaço precisa disso
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Meus sonhos
Devolve minha alma que eu deixei
Ai no verão
Grito ao vento que arrancas de minhas
Entranhas as suas armadilhas
Ternura sobre teus fetiches
Quero minha solidão novamente
Meu cansaço precisa disso
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 24 de agosto de 2014
VENHA ME PROVOCA
Venha me provoca aos extremos
Quantas vezes forem necessárias
Farei você tremer em mim
Eu prometo que deixarei saudades
Suas marcas ficaram dentro das
Minhas emoções
E deixarei você ficar com as minhas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 23 de agosto de 2014
CADA ENTARDECER
Cada entardecer eu me culpo
Sem razão nenhuma eu me culpo
Culpo-me por não ter tido o seu cais
Nos ais das paixões
Em meu corpo febril
Em cada anoitecer eu me cubro
Cubro-me sobre os meus pensamentos
Cheios de sentidos tesões emoções
Deixando-me desatinada sem você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sem razão nenhuma eu me culpo
Culpo-me por não ter tido o seu cais
Nos ais das paixões
Em meu corpo febril
Em cada anoitecer eu me cubro
Cubro-me sobre os meus pensamentos
Cheios de sentidos tesões emoções
Deixando-me desatinada sem você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
NÃO ME DESAFINA
Não me desafina desse jeito
Me aplumo logo sem pestanejar
Porque conheço suas entradas
Compreende que eu sou eu
Não tenho medo de amar
Minha senhora
Enches de tudo que eu mato
Com meus dentes
Arranha-se nas areias
Que me incesto
Deixa a língua desse mar lhe passar
Estou ao teu lado
Úmida
Desejando ser tocada por você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Me aplumo logo sem pestanejar
Porque conheço suas entradas
Compreende que eu sou eu
Não tenho medo de amar
Minha senhora
Enches de tudo que eu mato
Com meus dentes
Arranha-se nas areias
Que me incesto
Deixa a língua desse mar lhe passar
Estou ao teu lado
Úmida
Desejando ser tocada por você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
EU PROCURO ME SANTIFICAR
Eu procuro me santificar, é muito difícil, sabe, porque as minhas vontades não deixam, eu me silenciar, desejos tantos que não sei explicar, e esqueça porque não vou perder tempo com isso, toco em meus versos, que viram prosas, calo-me na madrugada, fria, nas minhas poesias, calma, olho ao meu redor, procuro repousar-me, em mim, sobre meu corpo que a essa altura está cansado, mais ativo, ainda muito vivo.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
TODA MOLHADA
Toda molhada
Às vezes me confundo
Quando me olhas
Perco-me um pouco
Também faz tanto tempo né
Mais logo me encontrei
Você nada mudou não na
Horizontal teu corpo macio
Seus seios sentido único
Amaciando suas costas
Beijando sua testa acariciada por ti
Começando uma dança que só
Nós duas sabemos nos entregamos
Não nos descolava uma da outra
Fugaz em nossas entranhas
Uma velha dor quando em ti perdi
Quando a tive cicatrizou-se
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Às vezes me confundo
Quando me olhas
Perco-me um pouco
Também faz tanto tempo né
Mais logo me encontrei
Você nada mudou não na
Horizontal teu corpo macio
Seus seios sentido único
Amaciando suas costas
Beijando sua testa acariciada por ti
Começando uma dança que só
Nós duas sabemos nos entregamos
Não nos descolava uma da outra
Fugaz em nossas entranhas
Uma velha dor quando em ti perdi
Quando a tive cicatrizou-se
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
JAMAIS PERDEREI A TERNURA
Jamais perderei a ternura, mesmo que a vida diz ao contrário, mesmo que suas mãos não esteja mais juntos a minha, mesmo que eu tenha que me virar sozinha, mesmo que minha cama esteja com a sua ausência, que eu tanto tento retirar o seu cheiro, mesmo que todos os dias eu sinto seus passos, caminhando para abraçar-me com cuidado, e lhe dá um cafuné, cheirando-a intensamente, mesmo que eu abra a porta do banheiro sem bater, porque sei que não estás lá, eu jamais vou perder a ternura, mesmo que quando a sós de madrugada eu tenho que me virar para não deixar-me queimar os lenções de tanta saudade, jamais perderei a ternura, em momento algum, mesmo que em outras bocas eu vou beijar, e sei que tu estás beijando, jamais perderei a ternura, mesmo sentindo que é você, que eu amo tanto, mais pode ter certeza, que mesmo com toda a ternura que eu ainda me resta, ela também mudou um pouco, atravessou a rua, me dá bom dia todos os dias, toma café da manhã comigo, faz até sexo, corre atrás de mim como se eu fosse a única alternativa dela, olho para trás, e percebo que é a ternura que não quer me deixar sozinha.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
INVENTAR COM VOCÊ
Inventar com você, nossa eu fico louca.
Nessa quentura de nossos corpos
Esfregando me veio a ideia de
Passarmos gelinho abaixo do umbigo
No inverso das costas
Nas virilhas carinhosamente se abre
Esfriando esse estado de fusão químico
Que eu não me desfaço apenas
Desfaleço nesse beijo doido
Delicioso num
Compartilhar contigo o roçar dos seios
Pontiagudo em meus lábios
Nesse exato momento me atinge o seu olhar
Fico desgovernada por que
Quero-te tanto mulher
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Nessa quentura de nossos corpos
Esfregando me veio a ideia de
Passarmos gelinho abaixo do umbigo
No inverso das costas
Nas virilhas carinhosamente se abre
Esfriando esse estado de fusão químico
Que eu não me desfaço apenas
Desfaleço nesse beijo doido
Delicioso num
Compartilhar contigo o roçar dos seios
Pontiagudo em meus lábios
Nesse exato momento me atinge o seu olhar
Fico desgovernada por que
Quero-te tanto mulher
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 19 de agosto de 2014
POEMAS
Poemas que se mistura ao barro
Na pele os dois nus atrás de um gueto
Cerrados gozos inevitáveis que cai no
Bueiro para os cães lamberem
Escapam por flagelos sem carinho
Vendidas
Ouço a carne tremer sobre um toque
Duro ereto nessa estrada que machuca
Os nervos que pulsam lhe fazem
Agarrar sobre uma cama suja
Fedendo ao dia anterior
Sem desejo algum apenas dor
Aonde sua abertura vira um depósito
Doida saia desse inferno
Bate na ponta do credo peça
Para acabar logo totalmente embriagada
Dói aonde à fera fere a vida mesmo
Hoje sendo oca.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Na pele os dois nus atrás de um gueto
Cerrados gozos inevitáveis que cai no
Bueiro para os cães lamberem
Escapam por flagelos sem carinho
Vendidas
Ouço a carne tremer sobre um toque
Duro ereto nessa estrada que machuca
Os nervos que pulsam lhe fazem
Agarrar sobre uma cama suja
Fedendo ao dia anterior
Sem desejo algum apenas dor
Aonde sua abertura vira um depósito
Doida saia desse inferno
Bate na ponta do credo peça
Para acabar logo totalmente embriagada
Dói aonde à fera fere a vida mesmo
Hoje sendo oca.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Assinar:
Postagens (Atom)
