eu fico impressionada como em mim muitas vezes as leituras são pelo avesso, eu acho até cômico, tentar me decifrar, porque as vezes eu sou doce, outras vezes, sou amarga, não porque sou uma pessoa ruim, mais porque deixo a impulsividade gritar, e nesse meu coração tão as vezes frágil, as vezes duro, nunca encontra com a verdadeira razão, é uma briga interna, que um dia eu espero saber lidar.
POEMA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 20 de maio de 2014
VAIS
Vais abaixando por meu corpo
Úmida ainda
Entretém minhas raízes
Que são sólidas
Se afunda se perde
Dentre minhas curvas
Em sua entreaberta rosa
Extremamente vermelha seiva
Escorrega em minha boca
Afoga-se em minha caverna
Ela é profunda
Prolonga-se nas minhas hastes
Roça
Faça um pedido
Jogar-te-ei pétalas.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Úmida ainda
Entretém minhas raízes
Que são sólidas
Se afunda se perde
Dentre minhas curvas
Em sua entreaberta rosa
Extremamente vermelha seiva
Escorrega em minha boca
Afoga-se em minha caverna
Ela é profunda
Prolonga-se nas minhas hastes
Roça
Faça um pedido
Jogar-te-ei pétalas.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 19 de maio de 2014
.... acho tão engraçado
.......acho tão engraçado essa gente por ai, que fala o que pensa, diz o que não sente, que não é a realidade, não encara a vida de frente, se escondem por trás de máscaras, vomita no prato que comeu, depois corre refugia debaixo das saias de sua mãe, debaixo das asas de seu pai, faz da mentira o seu próprio esconderijo, mentira essa que o tempo irá revelar, depois é muito mais fácil colocar a culpa, em quem só lutou por alcançar uma outra realidade, que se dane, são de gente assim, que o Brasil está cheio, que eu corro, me escondo, dos facetas aonde precisam se pintar, para esconder a sua cara, aonde prevalece a mentira é mais fácil para viver melhor, dentro da mentira, como uma forma inversa de uma verdade que todos sabem, não tenho medo, não sou covarde, o que tenho que dizer, digo na cara, não envio recado, mostro, mesmo que fico só, não me importo, mais pelo menos fico comigo mesmo, me encontro a cada dia com a minha verdade, que é a única forma de engrandecer um ser humano, graças a Deus.
TEXTO DE BEY CERQUEIRA
TEXTO DE BEY CERQUEIRA
QUERO ESSE FOGO
Quero você me queimando, quero nadar-me (te) enroscar nesta borda de piscina, nua, totalmente nua, eu preciso beijar-te debaixo desta água, sobre suas partes íntimas, ou não, descobrir seus segredos, profundamente chegar até o seu ventre, não vai doer, nunca doeu, não comigo, entrego-me a esse sentir, fetal, nesta água gelada, que me ajuda controlar meus instintos.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 18 de maio de 2014
ADORMEÇO
Adormeço sentindo seu cheiro
Amanheço queimando de febre
Sedenta da sua oferta
Até sonhar eu não posso mais....
Urra todo o meu corpo vibra
Minhas entranhas
Para o meu acalento matar-me
Acaricio-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Amanheço queimando de febre
Sedenta da sua oferta
Até sonhar eu não posso mais....
Urra todo o meu corpo vibra
Minhas entranhas
Para o meu acalento matar-me
Acaricio-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 16 de maio de 2014
NOS MEUS SENTIDOS
Nos meus sentidos
No urrar dos meus sussurros
Abaixo das minhas pernas
Toca meu peito
Encosta enrosca
Roda a baiana
Rasga-me
Adormece em mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
No urrar dos meus sussurros
Abaixo das minhas pernas
Toca meu peito
Encosta enrosca
Roda a baiana
Rasga-me
Adormece em mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 15 de maio de 2014
SE EU PUDESSE GRITAR
Se eu pudesse gritar ao mundo como a minha alma está revirada, de tanto amor por ti, se eu pudesse dizer o seu nome para que todos soubessem que nada foi em vão, eu juro por DEUS, que não pensaria duas vezes, se eu pudesse reviver toda essa ternura, em carícias puras, numa inocência infinita, e grita a essa mundo hipócrita, que pode sim viver um amor até o sugar do sangue, relembrar esse amor como se ele fosse vivido hoje, como se ninguém, nada, entre eu e você um dia alguém existiu, é como se pulássemos esses momentos, dos quais outros estamos vivendo, mais que nada apaga, eu te amo tanto, que meu corpo todo dói, uma dor do qual eu acordo abraçando a mim mesma.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
VEM
Vem se encosta-se aos meus joelhos, faça a dança dos lobos, balanceando, um no outro, fecharei minhas pernas para te facilitar, para não ter espaço, porque quero, vou, estou louca, para lhe propor toda uma vontade, fantasias, cheia de loucuras, me arranha, me puxa para dentro de ti, roça seus seios em meu corpo, preciso acariciar suas costas, puxar seus cabelos, morder sua boca, tocar seus seios, descendo rapidamente abaixo do umbigo, inundar suas fendas, endurece-las, essa história de só de nós duas, que se dane a masturbação, desde que gozamos se masturba até no fruto, colhendo talos, para afiar meus dentes, rala, finca, na roda dos sentidos, posições, no gomo da polpa, lambe, maldita, donzela, ajoelha-se sobre meus dedos, pega o cinto, sob em meus pulsos, no côncavo, eu vou te algemar, urra feito leoa no cio, porque eu estou no espio, no seu templo, no seu corpo.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 14 de maio de 2014
AH!!!!!!!!!!!!! ESSE TEMPO
AH!!! Esse tempo que não me esquece
Esse roçar entrelaçar de pernas
Que me sufoca
Dolente fera
Enrosco-me nas almofadas
Na beira do sofá
Arranho as paredes
Desfruto de mim mesmo
E sinto o meu odor por todo
O meu quarto
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Esse roçar entrelaçar de pernas
Que me sufoca
Dolente fera
Enrosco-me nas almofadas
Na beira do sofá
Arranho as paredes
Desfruto de mim mesmo
E sinto o meu odor por todo
O meu quarto
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 13 de maio de 2014
e esse homem
.....e esse homem que perambulava, tentando encontrar algo, tentou escapar segurando-se nas paredes frias, nem de perto conseguiu alcançar seus objetivos, se esquivou, escondeu-se, arranhou-se nas muretas, machucou-se muito rolando pelas ruelas, foi apanhado, amado, embriagado, continuou por ai, madrugada longa, fria, chuvosa, ele se perdeu, tentou andar, não conseguiu, veio um apoio, segurou-o pelos ombros, era a sua metade, toda ferida, mais foi assim que ele conseguiu chegar em casa, pelo menos não dormiu sozinho.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
MORANGO
Morango fruta molhado
Sangue banhado no leite azedo
Que sai dos seus seios
Brandura volúpia galopante
Sobre meu pêlo mal cortado
Âmbar no andar de moça branda
Branca nessa estrada
Espessura ao gozo na pedra
Da coxa no jogo dolente
Sedenta
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sangue banhado no leite azedo
Que sai dos seus seios
Brandura volúpia galopante
Sobre meu pêlo mal cortado
Âmbar no andar de moça branda
Branca nessa estrada
Espessura ao gozo na pedra
Da coxa no jogo dolente
Sedenta
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 12 de maio de 2014
QUENTE
Quente seus lábios abaixo
Que me deixa louca
Minha abertura (teu) ponto
As tuas meu vinho vício
Devo beber-te bem devagar
Saboreando-a suavemente
Minha saliva adormece minha boca
Ao teu galope
Delicio todos os seus pontos G
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Que me deixa louca
Minha abertura (teu) ponto
As tuas meu vinho vício
Devo beber-te bem devagar
Saboreando-a suavemente
Minha saliva adormece minha boca
Ao teu galope
Delicio todos os seus pontos G
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 11 de maio de 2014
ENTÃO TÁ
Então tá bem colocado, seus atormento em mim, você tem medo de mim, eu sinto você, na minha vírgula, quente, linda em meu corpo caído, cheio dos meus deveres, mais impuros e sacanas, esse modo de aventuras, me renova, não sai do meu contorno, penetra meu vácuo, eu sou lenha, que queima, pelo meu fogo, por ti, mulher, que estás desfeita em mim, mais o seu encanto, que eu amo tanto, de diversas maneira, eu quero beber seu leite, tomar-te, em mim suas carícias, dormir de bruços, numa madrugada fria, a chuva bate na janela, bate em mim, por favor me leia, bem devagar.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 10 de maio de 2014
DEIXA-ME
Deixa-me te bebe por baixo
Alimentar-me de sua seiva
Tao doce parece mel de abelha
Vou fazer bem devagar
Teu peito adormece eu desfaço
Tiro-te da linha
Bem devagar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Alimentar-me de sua seiva
Tao doce parece mel de abelha
Vou fazer bem devagar
Teu peito adormece eu desfaço
Tiro-te da linha
Bem devagar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 9 de maio de 2014
VENHA NA LENHA
Venha na lenha
Penetra o meu ventre
Deixa o vento bater
Permita o vínculo do tempo
Em silêncio
Toma a vastidão dos vícios
Deixa fluir nossos arrochos
Em meus dedos
Ou brinquedinho
Nesse rigor de nossos corpos
Desejos intensos guardados
No balançar dos cabelos
Lenta lenha venha na escada
De madeira
Investiga minhas razões
Meus temores seu olhar me decifra
Meus tesões tua boca os calam
Nessa imensidão do tempo que
Deixa pingos na palma
De minhas mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Penetra o meu ventre
Deixa o vento bater
Permita o vínculo do tempo
Em silêncio
Toma a vastidão dos vícios
Deixa fluir nossos arrochos
Em meus dedos
Ou brinquedinho
Nesse rigor de nossos corpos
Desejos intensos guardados
No balançar dos cabelos
Lenta lenha venha na escada
De madeira
Investiga minhas razões
Meus temores seu olhar me decifra
Meus tesões tua boca os calam
Nessa imensidão do tempo que
Deixa pingos na palma
De minhas mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 8 de maio de 2014
ONDE A SEDE
Onde a sede desmancha
Boca mansa língua caminha
Lábios que se mordam
Reposta inclina
Levanta as ancas no
Vínculo encaixa vasculho
O ponto penetra no vácuo
Até o ventre arder
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Boca mansa língua caminha
Lábios que se mordam
Reposta inclina
Levanta as ancas no
Vínculo encaixa vasculho
O ponto penetra no vácuo
Até o ventre arder
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 7 de maio de 2014
QUERO-TE SUADA
Quero-te molhada pela água
Que ducha rebentada gelada
Cheia de paixão entesada
Quero-te menina na minha cama
Mulher as minhas delícias
Arranco suas calcinhas
Delícia atreva-se até no ponto
Da minha luxúria
Pelas escadas te jogo contra a parede
Tiro teu sapato me arranho nos muros
Deito-te arranco suas roupas com meus dentes
Faço arte em seus mamilos
Na parte real virtual penetro-te
Sou totalmente safada
Extremamente imprópria e é
Assim que eu gosto então me
Esfrega me mata de prazer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Que ducha rebentada gelada
Cheia de paixão entesada
Quero-te menina na minha cama
Mulher as minhas delícias
Arranco suas calcinhas
Delícia atreva-se até no ponto
Da minha luxúria
Pelas escadas te jogo contra a parede
Tiro teu sapato me arranho nos muros
Deito-te arranco suas roupas com meus dentes
Faço arte em seus mamilos
Na parte real virtual penetro-te
Sou totalmente safada
Extremamente imprópria e é
Assim que eu gosto então me
Esfrega me mata de prazer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 6 de maio de 2014
saca
saca que nem tudo me é permitido, mas faço, porque posso, observa que ao teu lado tem sempre alguém, gente de toda raça, cor, sexo, passa por perto de quem é feio, bonito, estás triste, deprimido, debate-se sobre a mesa, bate com o fone no ouvido de alguém, perde a linha, a compostura, educação, paciência, mais não está nervosa (o)....apenas não tem tempo, joga fora suas raízes, pendura a chuteira, vive só, mais dizem que é melhor, selecionam seus amigos (as), muito deles faz parte de interesses, mais dorme só todos os dias, foge de casa porque a casa é tão grande, que sufoca, não consegue dominar-se dentro dela, sozinha dentro dela, descarta sua essência, uma busca infinita pelo amor, encontra, foi traída (do), hoje não ama, com certeza vai trair, já traiu, vive abaixo de tantos trabalhos, conhece o mundo, procurando algo, despreza o que na veia soprou seu ventre, beijo seu rosto, lutou por ti, e hoje é merda...
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
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