Vem se encosta-se aos meus joelhos, faça a dança dos lobos, balanceando, um no outro, fecharei minhas pernas para te facilitar, para não ter espaço, porque quero, vou, estou louca, para lhe propor toda uma vontade, fantasias, cheia de loucuras, me arranha, me puxa para dentro de ti, roça seus seios em meu corpo, preciso acariciar suas costas, puxar seus cabelos, morder sua boca, tocar seus seios, descendo rapidamente abaixo do umbigo, inundar suas fendas, endurece-las, essa história de só de nós duas, que se dane a masturbação, desde que gozamos se masturba até no fruto, colhendo talos, para afiar meus dentes, rala, finca, na roda dos sentidos, posições, no gomo da polpa, lambe, maldita, donzela, ajoelha-se sobre meus dedos, pega o cinto, sob em meus pulsos, no côncavo, eu vou te algemar, urra feito leoa no cio, porque eu estou no espio, no seu templo, no seu corpo.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 15 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
AH!!!!!!!!!!!!! ESSE TEMPO
AH!!! Esse tempo que não me esquece
Esse roçar entrelaçar de pernas
Que me sufoca
Dolente fera
Enrosco-me nas almofadas
Na beira do sofá
Arranho as paredes
Desfruto de mim mesmo
E sinto o meu odor por todo
O meu quarto
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Esse roçar entrelaçar de pernas
Que me sufoca
Dolente fera
Enrosco-me nas almofadas
Na beira do sofá
Arranho as paredes
Desfruto de mim mesmo
E sinto o meu odor por todo
O meu quarto
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 13 de maio de 2014
e esse homem
.....e esse homem que perambulava, tentando encontrar algo, tentou escapar segurando-se nas paredes frias, nem de perto conseguiu alcançar seus objetivos, se esquivou, escondeu-se, arranhou-se nas muretas, machucou-se muito rolando pelas ruelas, foi apanhado, amado, embriagado, continuou por ai, madrugada longa, fria, chuvosa, ele se perdeu, tentou andar, não conseguiu, veio um apoio, segurou-o pelos ombros, era a sua metade, toda ferida, mais foi assim que ele conseguiu chegar em casa, pelo menos não dormiu sozinho.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
MORANGO
Morango fruta molhado
Sangue banhado no leite azedo
Que sai dos seus seios
Brandura volúpia galopante
Sobre meu pêlo mal cortado
Âmbar no andar de moça branda
Branca nessa estrada
Espessura ao gozo na pedra
Da coxa no jogo dolente
Sedenta
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sangue banhado no leite azedo
Que sai dos seus seios
Brandura volúpia galopante
Sobre meu pêlo mal cortado
Âmbar no andar de moça branda
Branca nessa estrada
Espessura ao gozo na pedra
Da coxa no jogo dolente
Sedenta
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 12 de maio de 2014
QUENTE
Quente seus lábios abaixo
Que me deixa louca
Minha abertura (teu) ponto
As tuas meu vinho vício
Devo beber-te bem devagar
Saboreando-a suavemente
Minha saliva adormece minha boca
Ao teu galope
Delicio todos os seus pontos G
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Que me deixa louca
Minha abertura (teu) ponto
As tuas meu vinho vício
Devo beber-te bem devagar
Saboreando-a suavemente
Minha saliva adormece minha boca
Ao teu galope
Delicio todos os seus pontos G
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 11 de maio de 2014
ENTÃO TÁ
Então tá bem colocado, seus atormento em mim, você tem medo de mim, eu sinto você, na minha vírgula, quente, linda em meu corpo caído, cheio dos meus deveres, mais impuros e sacanas, esse modo de aventuras, me renova, não sai do meu contorno, penetra meu vácuo, eu sou lenha, que queima, pelo meu fogo, por ti, mulher, que estás desfeita em mim, mais o seu encanto, que eu amo tanto, de diversas maneira, eu quero beber seu leite, tomar-te, em mim suas carícias, dormir de bruços, numa madrugada fria, a chuva bate na janela, bate em mim, por favor me leia, bem devagar.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 10 de maio de 2014
DEIXA-ME
Deixa-me te bebe por baixo
Alimentar-me de sua seiva
Tao doce parece mel de abelha
Vou fazer bem devagar
Teu peito adormece eu desfaço
Tiro-te da linha
Bem devagar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Alimentar-me de sua seiva
Tao doce parece mel de abelha
Vou fazer bem devagar
Teu peito adormece eu desfaço
Tiro-te da linha
Bem devagar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 9 de maio de 2014
VENHA NA LENHA
Venha na lenha
Penetra o meu ventre
Deixa o vento bater
Permita o vínculo do tempo
Em silêncio
Toma a vastidão dos vícios
Deixa fluir nossos arrochos
Em meus dedos
Ou brinquedinho
Nesse rigor de nossos corpos
Desejos intensos guardados
No balançar dos cabelos
Lenta lenha venha na escada
De madeira
Investiga minhas razões
Meus temores seu olhar me decifra
Meus tesões tua boca os calam
Nessa imensidão do tempo que
Deixa pingos na palma
De minhas mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Penetra o meu ventre
Deixa o vento bater
Permita o vínculo do tempo
Em silêncio
Toma a vastidão dos vícios
Deixa fluir nossos arrochos
Em meus dedos
Ou brinquedinho
Nesse rigor de nossos corpos
Desejos intensos guardados
No balançar dos cabelos
Lenta lenha venha na escada
De madeira
Investiga minhas razões
Meus temores seu olhar me decifra
Meus tesões tua boca os calam
Nessa imensidão do tempo que
Deixa pingos na palma
De minhas mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 8 de maio de 2014
ONDE A SEDE
Onde a sede desmancha
Boca mansa língua caminha
Lábios que se mordam
Reposta inclina
Levanta as ancas no
Vínculo encaixa vasculho
O ponto penetra no vácuo
Até o ventre arder
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Boca mansa língua caminha
Lábios que se mordam
Reposta inclina
Levanta as ancas no
Vínculo encaixa vasculho
O ponto penetra no vácuo
Até o ventre arder
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 7 de maio de 2014
QUERO-TE SUADA
Quero-te molhada pela água
Que ducha rebentada gelada
Cheia de paixão entesada
Quero-te menina na minha cama
Mulher as minhas delícias
Arranco suas calcinhas
Delícia atreva-se até no ponto
Da minha luxúria
Pelas escadas te jogo contra a parede
Tiro teu sapato me arranho nos muros
Deito-te arranco suas roupas com meus dentes
Faço arte em seus mamilos
Na parte real virtual penetro-te
Sou totalmente safada
Extremamente imprópria e é
Assim que eu gosto então me
Esfrega me mata de prazer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Que ducha rebentada gelada
Cheia de paixão entesada
Quero-te menina na minha cama
Mulher as minhas delícias
Arranco suas calcinhas
Delícia atreva-se até no ponto
Da minha luxúria
Pelas escadas te jogo contra a parede
Tiro teu sapato me arranho nos muros
Deito-te arranco suas roupas com meus dentes
Faço arte em seus mamilos
Na parte real virtual penetro-te
Sou totalmente safada
Extremamente imprópria e é
Assim que eu gosto então me
Esfrega me mata de prazer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 6 de maio de 2014
saca
saca que nem tudo me é permitido, mas faço, porque posso, observa que ao teu lado tem sempre alguém, gente de toda raça, cor, sexo, passa por perto de quem é feio, bonito, estás triste, deprimido, debate-se sobre a mesa, bate com o fone no ouvido de alguém, perde a linha, a compostura, educação, paciência, mais não está nervosa (o)....apenas não tem tempo, joga fora suas raízes, pendura a chuteira, vive só, mais dizem que é melhor, selecionam seus amigos (as), muito deles faz parte de interesses, mais dorme só todos os dias, foge de casa porque a casa é tão grande, que sufoca, não consegue dominar-se dentro dela, sozinha dentro dela, descarta sua essência, uma busca infinita pelo amor, encontra, foi traída (do), hoje não ama, com certeza vai trair, já traiu, vive abaixo de tantos trabalhos, conhece o mundo, procurando algo, despreza o que na veia soprou seu ventre, beijo seu rosto, lutou por ti, e hoje é merda...
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
SOBRE SEUS SUSSURROS
Sobre seus sussurros
Sua cabeça em meu ombro
Meus dedos dedilhando
Mãos apertando
Suas costas atrás postas
Nesse enlaçar de pernas
Esfregando pouco a pouco
Mansa língua ao teu pescoço
Deita-se ao cumprido a mim
Seguro com força sua cintura e
Te arrasto sobre meu corpo você
Tampa a minha boca encharcando
Minha língua seca dentro deste
Quarto escuro
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sua cabeça em meu ombro
Meus dedos dedilhando
Mãos apertando
Suas costas atrás postas
Nesse enlaçar de pernas
Esfregando pouco a pouco
Mansa língua ao teu pescoço
Deita-se ao cumprido a mim
Seguro com força sua cintura e
Te arrasto sobre meu corpo você
Tampa a minha boca encharcando
Minha língua seca dentro deste
Quarto escuro
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 5 de maio de 2014
O AR QUE ME SUFOCA
O ar que me sufoca, numa ardência, que queima minhas vísceras, que sente falta do seu do seu sexo, da sua essência, da uva cortada, da seiva em minhas pernas, esse seu cheiro não sai das minhas entranhas, deito sobre mim, mais o cansaço me vence.....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 4 de maio de 2014
sábado, 3 de maio de 2014
FAÇA DO MEU CORPO
Faça do meu corpo a sua morada
Deixa-me dentro de suas fendas
Ancas fundas breve língua
A ti tocar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deixa-me dentro de suas fendas
Ancas fundas breve língua
A ti tocar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 2 de maio de 2014
FIQUE DE JOELHOS
Fique de joelhos
Beija-me
No cume flancos
Na luz baixa
Seja dona do meu corpo
Desdobra-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Beija-me
No cume flancos
Na luz baixa
Seja dona do meu corpo
Desdobra-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 1 de maio de 2014
TEMOS QUE SER SACANA
as vezes temos que ser sacana mesmo, muito sacana, adoro a sacanagem, ela faz parte de um show imenso, no qual debruçamos uma na outra, sobre todo o nosso universo, nu, eu amo ser sacana, eu adoro todas as posições aonde colocamo-nos muito sacana, e quando te pego, te embolo, você, nó, nos arranhamos, esfregamos, te sufoco, me deleito, ficamos loucas, sobre nossas mãos que ensina-nos navegar, uma sobre a outra, silenciosamente abaixo dos lençóis, enquanto gemidos ao lado nos atiça mais....
POEMA DE BEY CERQUEIRA
POEMA DE BEY CERQUEIRA
FUNDA-SE
Funda-se em minha pele
A madrugada toda e
Com tua boca percorre o meu corpo
Morde
Meus instintos selvagens reagem
Todos os meus pontos esticam
Sobre um fogo que em mim penetram
Eu invado suas raízes
Os seus segredos eu desvendo
Arranco-te de ti sem pudor algum
Mulher que me deixa inflamada
Sobre brandas carícias
Fenda que se roçam arde
Ferve
Abre minha beirada encosta-te
Prenda-me em suas coxas
Deixa florescer nossas rosas
Aguando-a em cada gozo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
A madrugada toda e
Com tua boca percorre o meu corpo
Morde
Meus instintos selvagens reagem
Todos os meus pontos esticam
Sobre um fogo que em mim penetram
Eu invado suas raízes
Os seus segredos eu desvendo
Arranco-te de ti sem pudor algum
Mulher que me deixa inflamada
Sobre brandas carícias
Fenda que se roçam arde
Ferve
Abre minha beirada encosta-te
Prenda-me em suas coxas
Deixa florescer nossas rosas
Aguando-a em cada gozo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 30 de abril de 2014
SOBRE A LEVEZA DE SUAS MÃOS
Nessa leveza de suas mãos, me
Curvo em espasmo cheio de
Paixão fogo queimando minhas seivas
Deixando-me sobre larva cheia de
Inquietudes por ti minha senhora
Amaste-me amassa-me nessa banheira
Engole meu fôlego
Deixa o inferno gritar dentro em mim
Sobre o teu ereto momento
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Curvo em espasmo cheio de
Paixão fogo queimando minhas seivas
Deixando-me sobre larva cheia de
Inquietudes por ti minha senhora
Amaste-me amassa-me nessa banheira
Engole meu fôlego
Deixa o inferno gritar dentro em mim
Sobre o teu ereto momento
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 29 de abril de 2014
ROUBADOS BEIJOS
Roubados beijos, suposta.
Avidamente ácido seu leite que
Queima meu rosto odores me deixa
Ereta
Aridez como uma fera ao teu pecado
Trepidado
Componha-me
Deixa tocar em mim seu seio, pois os meus.
Estão interrompidos pelo tempo
Abre suas pernas
Mexe seu quadril
Deixa fluir seus movimentos
Sussurra
Brandas madeixas trejeitos que me doma
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Avidamente ácido seu leite que
Queima meu rosto odores me deixa
Ereta
Aridez como uma fera ao teu pecado
Trepidado
Componha-me
Deixa tocar em mim seu seio, pois os meus.
Estão interrompidos pelo tempo
Abre suas pernas
Mexe seu quadril
Deixa fluir seus movimentos
Sussurra
Brandas madeixas trejeitos que me doma
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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