segunda-feira, 29 de julho de 2013

AFRONTA-ME

Afronta-me apronta sobre minhas aberturas
Pequenas, venha para cama, amedronta-me
Com seus dedos grossos 
Ame-me de fato, me deixa cheia de tesão
Põe-se se dispõe a minha Língua ferina, 
Quente venenosa vai te desacordar
Trafegando entre o dia e a noite
Espreguiça cheiro do peixe do mar
Até aonde não podemos alcançar 
Tome muito cuidado comigo  .....
Venha nua logo de uma vez
Deita aqui não me deixa sentir 
Tanta saudade de suas investidas
De fato  
Eu sou capaz de me envergonhar
Lembrando-te no encanto soberano
De uma vulgar meretriz arrombada sem
Pudor numa estrada qualquer da vida
Em alta velocidade....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 28 de julho de 2013

QUANDO

quando ler minhas mãos
você viu que existe sempre 
uma outra mulher
desde então não me sinto
sem sentir imensas carícias 
toques curvados profundos 
acima de um corpo que não tem 
sinal vermelho....avança sempre 
na calada da noite em um 
quarto fechado meia lua 
sobre seus dedos 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 27 de julho de 2013

LEVANTOU

levantou o traseiro robusta 
numa minúscula terapia em meu
instante 
arrancou a roupa fazendo eu lidar 
com a minha natureza abaixo 
lírios cintilantes rodopiava-me 
ágil mulher 
banhada pelo cio bem suspensa
por mim aniquilada 
ao meu êxtase robusto
essa jovem senhora 
devastou-me  e
serenamente por esses anos todos
tento descobrir o seu nome
sinto nas envergaduras 
ao me machucar curvada 
a vejo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

ENCANTO

encanto
eu vejo 
em suas unhas
vem me arranhar
em seu semblante 
sobre mim em mil mulheres
tu és única exclusivamente
amada 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


sexta-feira, 26 de julho de 2013

ENTRE BASTÕES

Entre bastões murmuram assanhadas mulheres, muitas bêbadas, deitadas de conchas, açoitadas, arruinadas para qualquer instante de alguém, são varões da madrugada, embriagados, cheirando fumaça, o que se deixa em casa, dormindo, por não dar a eles a sua selvageria, também são mocinhos procurando perder seus rumores, na cavalgada inocente ainda, cheios de carícias carentes, entre mãos, beijos doce, uma fala mansa, cheia de malandragem, até mesmo sem sentido, é o suficiente na manobra ágil de uma mulher, que apenas quer gozar, sem sentir dor.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 25 de julho de 2013

AJOELHOU-SE

ajoelhou-se
esse moço
segurando um taco
jogando sinuca 
abaixo da cintura
umedecido
em busca da bola da vez
surge uma língua
uma voz cantando
aguçada
tom grave mãos
doce
robusta
seios por amamentar
vermelhou
os lábios da moça 
virgem sobre um feitiço
num prato de salada mista

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 24 de julho de 2013

BEBO DENTRO DO SEU CÁLICE

bebo dentro do seu cálice
um vinho com gosto de sangue
vou aos poucos te mordendo 
você agarra os travesseiros
as estantes os espelhos
aperta arrastando-se sobre o
lençol na beira do sofá até a cama 
desarrumada desde ontem
range os dentes para não dar
sinais do êxtase que aflora 
nesse duelo de duas senhoras
meus instintos apurados te golpeia
arranca suas roupas 
te saqueia depuradora prendo suas pernas
bem devagar lhe encosto
obscena sempre numa estratégia 
dominadora do macho metade
os instantes nos ais são tantos que
inevitável haverá o acoito com minha língua
sem piedade te ajoelho no seu gesto positivo
com a cabeça.....num minúsculo ponto 
te acerto em cheio....

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

terça-feira, 23 de julho de 2013

VOCÊ NÃO TEM IDÉIA

Olha você não tem ideia, do quanto eu preciso gozar, o quando eu vou me sentir bem em te abraçar fortemente, tampa a minha boca porque eu vou urrar fazendo que o mundo todo, escuta o meu brando encanto da força que em meu peito, explode, nesse momento tão íntimo, belo, 
Natural, ficará em êxtase sobre esse homem alucinado, que se arrasta por você, há anos atormentado, faz estremecer seus músculos, pulsa suas virilhas cheia de pelo, que enrosca em sua serpente, mordida a maçã aberta, e sobre uma fome aparece um lindo arbusto bem grosso, um menino de olhos azuis, cabelos negros, que lhe coloca no topo do pau de sebo, para apreciar a beleza de suas aberturas, deitado ao chão vendo você sumir se arrastando, apertando as coxas, molhando sua intimidade, para não deslizar, coxas duras, devido a lida do dia-dia, pois é uma fêmea forte no seu semblante marcado, entretanto fraca quando se abre, vindo a minha semente, salada de frutas exóticas, e se enrosca, levemente sem erro, entre duas mulheres, que no meio bem abusada, salienta no homem, o desejo feminino.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 22 de julho de 2013

FÊMEA

fêmea amada lasciva 
gostoso o seu corpo
pontiagudo que sugo
pulsa desejada
seus gemidos me faz 
pulsar
sentir o um zelar penetrando 
seu aroma quando estás no cio
acompanha me debruço em mim
tesa no choque de meus segredos
nas entranhas películas febris 
guardarei em mim nossas sensações 
fruta lavada doce mel que 
seca minha boca queima minhas coxas
dispõe e vem logo se 
deitar comigo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 21 de julho de 2013

QUE NADA

Que nada depois esquecemos
Toque-me na surpresa no quebrar
Do sol
Tremores nos acertam
Sorrimos navegamos
Na hora próxima do anoitecer
Você se perfuma se lava 
Me encanta  
Sobre minhas águas
Não precisamos dormir
Amanhecemos sobre nossos
Sonhos 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 20 de julho de 2013

ENTRA E SAI

Entra e sai fortemente
Investiga-me profundamente
Domina-me 
Senti o meu silêncio
A minha respiração
Encontra em meu corpo
A sua ausência
Eterna num faro de mato
Selvagem 
Latente seiva que eu sugo 
Fruta do meu pecado
Arde como pimenta entre os meus dentes
Que crava 
Seja sempre o meu calor amado
Aonde eu possa sentir a sua doçura
Cremosa 
Das suas partes íntimas 
Infinitamente
Inclinadas aos meus instintos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE QUEM SABE FAZER ARTE




sexta-feira, 19 de julho de 2013

QUANDO CHEGAR

Quando chegar entra sem bater, estarei no bar, no fundo da casa, sentada espiando o estreito do seu andar, de dama, elegante, sobre um salto alto, sobre uma fina camiseta de cetim,, cor preta, lhe dou um drink, para relaxar, você me penetra com um olhar, contendo uma fúria  que só uma mulher, pode ter quando o tesão lhe toma a fonte, desejável, e eu a olho, trêmula, ofegante, boca doce do licor, acaricio suas costas, sinto seus impulsos instintos bravos tocar aos meus, te coloco sobre minhas coxas, no fundo a luz reflete na parede, feito um quadro, no navegar do balançar, a luz quase apagada, chora, entre nossas pernas exala o ardor, sem dor, de uma primavera, porque o tempo pula a estação, tu és tocada, rodeada pelas pontas. Enquanto tuas curvas mergulham sobre meu corpo quente, a cada toque esse fogo que vibra, um suar sem queixas, abrindo no quintal no soar de cada gemido, fortemente nutrida, uma flor, outra flor, mais flores, até o cansaço do cheiro nos fazer dormir sobre posta uma na outra.....


POESIA DE BEY CERQUEIRA

VÍDEO POEMA BEY CERQUEIRA




USUFRUI

Usufrui de minhas carícias
Não precisa de dor de mim
Abusa pode abusar sinta-se
Em casa venha se assanhar 
Em todo o meu corpo encher 
O seu inclinado de um tesão
Imenso fazendo em brasa 
Nossas poesias eróticas 
Caio de boca adormece mulher
Em mim me deixa enlouquecê-la
Dentro de uma ternura com cheiro
De mel contorcer no seu rebolado
Uma língua até ferina cheia de 
Vontades com um fulgor acordando
A bela adormecida

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 18 de julho de 2013

VEM A MIM

Vem a mim com toda a sua sensualidade
Não me deixa sem a ânsia de possuí-la
Na sua sexualidade e fortemente
Rodeia-la com meus vários pontos
No seu ponto os meus pequenos dedos
Mágicos lhe faz aquecer acender as minhas
Entranhas ardentes pelo fogo
Nesse corpo que é teu profundo 
Nessa gruta que você me deixa te amar
Quando me vira do avesso me tira os sentidos
Cobrindo-me com seu corpo de mulher
Árida perfeita contra ao meu insaciável

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

AH! SE EU PUDESSE

Ah! Se eu pudesse me aquecer
Enlouquecer-te nas noites frias 
Debaixo de nossas cobertas aderidas
Entre nossas pernas que não se separam
Cobrindo-te de beijos maliciosos 
Agarrando colocando você no meu peito
Quente tocando delicadamente vendo o
Seu semblante adormecer em meus abraços
Safados
E pela manhã como o fogo não se apaga
Esse calor alastrado dentre minhas roupas
Ou diante minha nudez na fresta que sai 
Por todo o meu corpo
No qual você sempre disse apaixonadamente
Que delicia!
Apalpando-a intensamente e novamente 
Fazendo sua flor abrir se revelando a mim
O seu segredo molhando com seu cheiro
É por onde eu escorrego e lhe conto
Os meus....

POESIA DE BEY CERQUEIRA