quarta-feira, 1 de julho de 2015

FOSTE TU

Foste tu que se embrenha nesse matagal, toca a maça, arranha o talo, brincando comigo, meio violenta levantava-se completamente desorientada, desobedeceu-me, parece febril, faço um laço de fita, te seguro pelos seus seios, dou um nó, passo a língua, sugo o suco, leite desnatado, lhe puxo para dentro de mim, meu corpo muito quente agasalha-te, você adormece, és uma mulher de atitude, amanhece, o sol queima, como é bom tê-la aplumada sobre meu corpo nu, vem arrastando, salienta todos os meus pontos GS, endurece meus músculos, pulsa, meus lábios eu mordo, para não arrancar os seus, quase te machuco, foi por pouco, nunca mais me deixa desse jeito, uma hora eu posso perder totalmente a cabeça.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 30 de junho de 2015

FECHA OS SEUS OLHOS

Fecha os seus olhos
Apenas sente percebe como 
Nossas peles se excitam
Chegamos contrairmos os músculos
Agora fecha os teus olhos
Sinto a minha respiração ofegante
Mulher que me deixa desequilibrada
Que faz na exatidão
Que se contorce ao meu tesão 
Sempre num toque leve aonde seu
Corpo curva ao momento do meu
Colo-me ao seu lugar
Juntas, nos olhamos nesta busca.
Da eterna paixão 
Tentando sermos perfeitas nos seguramos
Firmes, sentimos o gosto uma da outra.
Um paladar doce debaixo transversal
Debaixo dos nossos lençóis.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 29 de junho de 2015

A ARTE DE ADOLFO


É NECESSÁRIO

É necessário essa louca vontade
Que os permite em estarmos 
Sempre nos ais perdidas ou
Encontradas, porém juntas.
Dentre amores
Enquanto minha boca toca o seu ponto
Deixando-me trêmula totalmente.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 28 de junho de 2015

ENLAÇO-TE

Enlaço-te com loucura
Dentro em minha boca
Enxugo-te na áspera língua
Que te lambe
Adoro amar-te desse jeito
Com loucura posta a mim
E por incrível que pareça
Deito-me em ti

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 27 de junho de 2015

DENTRO MINHA

Dentro minha boca
Suas fendas tremem
Começo a gemer
Vibrando num 
Encanto
Contraída em si
A mim mesma

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 26 de junho de 2015

ABRAÇÁVAMOS

Abraçávamos 
Numa nostalgia encantadora
Intensa paixão
Esse brilho que brilha
Até as nossas sombras 
Confundem-se
O que eu quero mais de ti
Nutrir-me adentro noite
A fora
Suplicar por nós duas
Nesse verão interno
Que nos queima

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 25 de junho de 2015

ESSA CHAMA

Essa chama arde nossas cicatrizes, ficamos ofegantes, chegamos nos contrairmos , do início, no meio já estamos emboladas, quando chega o fim, os ombros serve de descanso, porém o tejo é grande,  nossas entranhas se assanha, pulsam, nos deixam eretas, minha língua percorre, aquecendo-a, então nos arranhamos, nos jogamos pelo chão, rastejando uma sobre a outra, gelo posto, seus seios pontiagudos me excitam demais, ficamos cada vez mais safadas,  calientes nos abrimos, entre nossas coxas no puxar de pernas, sobre toques profundos nos calamos, recomeçamos tudo novamente, com mais delicadeza, calma, e paciência.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 24 de junho de 2015

AINDA TE QUERO

Ainda te quero com paixão
Ainda.........
Tudo pode mudar apesar da 
Nossa história não foi qualquer história
Nem um conto num livro qualquer empoeirado
Confesso que pensar em você dói até meu ventre
Entro em transe imaginando os nossos lados opostos
Você sussurrando pulsando vibrando e
Minhas mãos completamente desobedientes
Desce sobre seus ombros num corpo febril e
Nu 
Meus dedos molhados me faz vibrar
Pulsante contraindo-me num movimento
Do vai e vem amaciando suas entradas e
Nessa respiração totalmente ofegante
Nós duas
Ardemos de paixões.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 23 de junho de 2015

DEIXA NASCER

Deixa nascer uma poesia sendo você
A senhora responsável 
Não temas porque a doçura vai se espalhar
Vou abraçar-te com muita firmeza entre meus braços
Apertando-a em minhas coxas para exalar 
O cheiro de rosas vermelhas que no navegar
Abre-se dentro da minha boca
Permitindo que eu deslize sobre meu corpo
Meus dedos
Contra mim mesmo aperto você
Com a sensibilidade de te fazer mulher
Percorro seu corpo esfregando-o
Onde ereta fico posta dentro de você

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 22 de junho de 2015

GOSTO DAS COISAS MAIS SIMPLES

Gosto das coisas mais simples, quando a força do nosso tesão, aquele bem escondido, explode dentro de nós duas, exala em minhas entranhas, na forma de poesia, como um encantamento, o cheiro fica, a razão se perde, os desejos se aperfeiçoam, é inevitável não sentir tanta ternura, ao amanhecer lhe dou bom dia, levo café para você, ainda estás nua, ao entardecer, o vento lhe sopra a minha saudade, o que de mais belo marcou, você me liga me chama, e eu apenas lhe digo: já estou chegando, para apanhar-te novamente no encanto, pelos cantos,  para aprofundar-me mais ainda ao seu desejo.

TEXTO DE BEY CERQUEIRA

domingo, 21 de junho de 2015

DEIXAR

Deixar tudo por você
Não
Prefiro cheirar as rosas
E sugar a sua seiva

POESIA DE BEY CERQUEIRA

TEM PESSOAS

tem pessoas que dizem "que o passado é passado, e que não devemos lembrar "não, não acho que é bem assim, eu já acho que: o presente é o passado morto, com certeza, que estamos vivendo, enquanto vem sempre um outro amanhecer.

FRASE DE BEY CERQUEIRA

sábado, 20 de junho de 2015

EU PRECISO

Eu preciso abrir-te fortemente
Estou disposta a deixa-la nua
Em minha língua faça-se uma
Dança me
Encanta
Afaga-se em meu corpo

Deixa-me beijar-te

POESIA DE BEY CERQUEIRA

DESCULPA-ME

Desculpa-me os puritanos, porque de pura não tenho nada, adoro abraçar a vida, encurvada ventre posto  nas esquinas, e podem saber, que logo após tudo isso, me deito com a consciência tranquila.

FRASE DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 19 de junho de 2015

QUERO NOSSOS CORPOS

Quero nossos corpos queimando
Sem pudor algum em brasa
Entre dedos nervosos
Numa troca de olhares pedinte
Decifrar nossos segredos
Seja obscena ao extremo
Preciso sentir a sua entrega
Vou com toda fúria 
Arrancar suas roupas te juro vou
Tocar-te em silêncio depois 
Eu deixo você encostar-se 
Em meu ombro para descansar 
Após tantos atos displicentes

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 18 de junho de 2015

AS VEZES

.....as vezes eu não entendo tantas perguntas, acho engraçado, quando entre duas pessoas, que fizeram até juras de amor, terem dúvida, e viver arrastando-se pela vida, entre pessoas que também com um copo cheio de bebidas, se dizem se amar,  entre quatro paredes, com a porta entre aberta, o silêncio paira, e até mesmo o cotidiano, é uma forma de manter-se, a anos posta a mesa, cobre-se o pingo, também cobre seus arranhões, porém as atitudes não condiz com uma cicatriz, que são feridas curadas, relevar aos pontos das ruelas, vários bares fechamos, a saideira não acaba nunca, até o rivotril entra no jogo, com o único motivo,  chegar em casa extremamente embriagados, deitarmos,  para não termos o dever do cumprimento, voltar para casa de cara limpa fica quase impossível, que não se demonstram, um para o outro, mais vivem pelas ruas a busca, com a cara fechada, em busca, na preocupação do que a sociedade precisa para acreditar que nada mudou, e no amanhã tomamos juntos, arrumamos a mesa, um café, para continuarmos buscando dentro da gente o que acabou, sem percebermos.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

TOCAR O SEU CORPO

Tocar o seu corpo sem maldade
É pedir clemência aos deuses
Tocá-la apenas com ternura
Nos dias de hoje apenas
Para deixar em mim seu cheiro 
Sobre minhas presas
É matar-me de fome 
Nesse mato selvagem 
Cheio de lobos mais 
Permito que você exalte 
Dentro de mim
Um sopro de poesia

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 17 de junho de 2015

SÓ SE COLOCA

Só se coloca em meus braços
Deixa-me sentir seus arrepios
Abaixo minha cabeça e me faço
Deslizar-me sobre seus mamilos 
Que a essa altura já estão
Totalmente endurecidos
Abro suas coxas, vou passeando.
Com meus dedos encharcados 
Nas suas indecências deliciosas
Seguro suas ancas fortemente
Coloco minhas mãos apertando seus
Cabelos negros lisos beijo sua boca
E sobre seu ventre suas fendas
Eu invado e as coloco dentro 
Da minha gruta faminta

POESIA DE BEY CERQUEIRA