Ofereço-lhe um drinque
Vou observar você
Tocando suas entradas
Farei parar o relógio
Quero prolongar esse momento
Os desejos mais cruéis eu preciso
Estremecermos uma na outra
Convulsivamente numa delicadeza
Possível de nos deixar trêmulas
Sentindo pulsar as nossas veias
Nossos sentidos em demasia
Que o olhar nos conduz em
Revelação
Senta-se em mim
Seu grito estremece meus
Pontos gemem porque você
Induz-me a me revelar-te
Dentro de ti
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 14 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
ESSES BEIJOS
Ah!!!! Esses beijos tão perdidos, toque nos cabelos, nos seios que se arrepia, aonde se crava meus dentes, suas ancas acobertadas pelas minhas mãos entrelaçadas, numa fuga fugaz, que nos queima, sopra o vento nos pinheiros, as árvores assovia, entrelaçam-se, até que seus troncos se eleva, roçamos nos mastros, molhados, a chuva cai forte nesta mata, migrando os pássaros dos quais eram os únicos a nos observar, tremíamos de frio, trêmulas emergindo nas fendas que pegando fogo, por onde refugiávamos nessa caverna profunda, nesse velho caminho conhecido de nós duas.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 12 de maio de 2015
COLOQUE MINHAS MÃOS
Coloque minhas mãos dentro
Do meu short me faz chorar
Com essa tua liberdade louca
Quero dormir sobre seu corpo
Enquanto minha fuga nostálgica
De amor queima o teu
Nessa viagem que só nós duas
Sabemos fazer perfeitamente
Num encontro de almas
Balancear numa cadeira de balanço
Dentre nossas pernas nesse
Escondido desejo em silencio
Murmurar nossos nomes
Aonde o relógio faz tic tac
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Do meu short me faz chorar
Com essa tua liberdade louca
Quero dormir sobre seu corpo
Enquanto minha fuga nostálgica
De amor queima o teu
Nessa viagem que só nós duas
Sabemos fazer perfeitamente
Num encontro de almas
Balancear numa cadeira de balanço
Dentre nossas pernas nesse
Escondido desejo em silencio
Murmurar nossos nomes
Aonde o relógio faz tic tac
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 11 de maio de 2015
JURAS
Juras que irás me arranhar
Beija minhas entradas abaixo
Do umbigo
Acaricia meu rosto
Beijarei seu pescoço
Vou arrancar suas roupas
Com meus dentes
Não foge me provocas
Agora foge????
Venha aqui me der o seu amor
Que eu te darei o que em mim
Tenho de melhor não tenha medo.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Beija minhas entradas abaixo
Do umbigo
Acaricia meu rosto
Beijarei seu pescoço
Vou arrancar suas roupas
Com meus dentes
Não foge me provocas
Agora foge????
Venha aqui me der o seu amor
Que eu te darei o que em mim
Tenho de melhor não tenha medo.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 10 de maio de 2015
BEIJANDO VOCÊ
Beijando você mulher amada
Olhando dentro do teu olhar
Que me deixa viva
Essa sua ternura por mim
Juras faremos em trocas
Sempre
Entre suas pernas eu me coloco
Deito-me e me disponho
Sem precisar lhe
Pedir nada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Olhando dentro do teu olhar
Que me deixa viva
Essa sua ternura por mim
Juras faremos em trocas
Sempre
Entre suas pernas eu me coloco
Deito-me e me disponho
Sem precisar lhe
Pedir nada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 9 de maio de 2015
ENLOUQUECER
....enlouquecer em fato, por feito embarco, da ventania que me espia, me jogando numa beira, da eira, da esquina, na mesa de uma bar qualquer, do qual me embriago, me decifro, te confesso a todos, o quanto lhe amo, abaixo minha cabeça sobre meus braços, abraço-me enquanto lembro dos nossos momentos, durmo lentamente, porque você é a mulher da minha vida, acordando ao amanhecer, numa claridade que me deixa cega, num calor do qual me envergo, envergonho-me, mais confesso a todos novamente, que eu preciso da sua nudez lúcida em mim, saio em gargalhadas, porque .....lamento......depois lhe digo.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TUA PELE
Tua pele macia
Em cada toque
Rendia-me
Em confissões eu tremia
Sobre diversos tremores
Que nos vestiam.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Em cada toque
Rendia-me
Em confissões eu tremia
Sobre diversos tremores
Que nos vestiam.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 8 de maio de 2015
SEM PRESSA
Sem pressa mulher
Isso tem que nos dar tesão
Alimentar-nos da seiva
Sem juras porque sou do tempo
O tempo muda
Hoje meche comigo
Amanhã o vento inverte
As arvores cai as folhas
Tampa nossos nomes
Na raiz das minhas mãos
Vou me deitar então sem rumo
E tu irás a busca das juras
Sem pressa mulher vamos
Trepidar no jogo da vida
Em outra cama juras de amor
Faremos com certeza vamos
Lembrar-nos de nós
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Isso tem que nos dar tesão
Alimentar-nos da seiva
Sem juras porque sou do tempo
O tempo muda
Hoje meche comigo
Amanhã o vento inverte
As arvores cai as folhas
Tampa nossos nomes
Na raiz das minhas mãos
Vou me deitar então sem rumo
E tu irás a busca das juras
Sem pressa mulher vamos
Trepidar no jogo da vida
Em outra cama juras de amor
Faremos com certeza vamos
Lembrar-nos de nós
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 7 de maio de 2015
DA MINHA BOCA
Da minha boca não sairá
Um sopro do corpo estranho
Seus segredos
Neuras
Você sobrepõe em mim
Vento que faz a curva
Que sopra formando teia
Sem juras secretas
Você é uma mentira
E eu um erro
Apenas meu tempo perdido
Neste posto de mentiras
Que lhe encurva sobre mim
Seus fracassos interiores
Nas ruelas do palco aonde você
Nega que esteve
É um dos homens que se vende
Que é comprado pela testa de ferro
E eu dediquei meu tempo a besta
Ao bode da sua estrada
Eu juro que vou entre orquídeas
Na teta ao tempo refazer-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Um sopro do corpo estranho
Seus segredos
Neuras
Você sobrepõe em mim
Vento que faz a curva
Que sopra formando teia
Sem juras secretas
Você é uma mentira
E eu um erro
Apenas meu tempo perdido
Neste posto de mentiras
Que lhe encurva sobre mim
Seus fracassos interiores
Nas ruelas do palco aonde você
Nega que esteve
É um dos homens que se vende
Que é comprado pela testa de ferro
E eu dediquei meu tempo a besta
Ao bode da sua estrada
Eu juro que vou entre orquídeas
Na teta ao tempo refazer-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 6 de maio de 2015
NÃO SOU SANTA
Não sou santa, e tenho muito medo dos que se fazem de santos, quem se esconde atrás de dogmas, quem diz que o dinheiro compra tudo, jogam muito sujo, no exato momento que apaga a luz, muitas vezes covardemente caímos numa teia de aranha, tropeçamos, damos pontapé em montanhas, sem saída por já estarmos machucados, escorremos, com louvor eles ganham, são muitos, não aplaudo os que usam o poder, os que se melindram atoa, para se presentear, enquanto a sociedade calada por medo, o muro da vergonha não cai, ficamos excluso dentro de um tipo casulo, damos desse jeito a vitória, uma vitória cheia de mentiras, vergonhas, medos, porque abaixo da saia, se escondem, nessa guerra entre o fraco e o forte, o pobre e o rico, as mazelas de um passado que fede em ruelas, não se desvendam, a mentira sempre irá perdurar, até que um dia quem sabe um dia, uma lágrima, limpa toda essa sujeira..
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
COM A TUA AUSÊNCIA
Com a tua ausência meu corpo
Sem pressa mexe numa tensão
Na busca desta liberdade
Na fuga em ondas mata minha sede
Por isso me deixa viva em seus braços
Minha boca no tempo certo
Beija-lhe
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sem pressa mexe numa tensão
Na busca desta liberdade
Na fuga em ondas mata minha sede
Por isso me deixa viva em seus braços
Minha boca no tempo certo
Beija-lhe
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 5 de maio de 2015
AO CHEGAR À NOITE
Ao chegar à noite, tenho.
Acumulado na alma sem perceber
Minhas entranhas elas escutam seus gemidos
Que não me deixa dormir a
Madrugada inteira
Mulher da minha vida
Estremece-me ou deixa-me em paz
Dançarei o nosso tango
Embriagando-me ao seu vinho
Sobre seu sangue que lhe deixa fértil por que
Seu fruto expande-me, porém.
Eu me sinto muito sozinha
Assume nosso elo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Acumulado na alma sem perceber
Minhas entranhas elas escutam seus gemidos
Que não me deixa dormir a
Madrugada inteira
Mulher da minha vida
Estremece-me ou deixa-me em paz
Dançarei o nosso tango
Embriagando-me ao seu vinho
Sobre seu sangue que lhe deixa fértil por que
Seu fruto expande-me, porém.
Eu me sinto muito sozinha
Assume nosso elo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 4 de maio de 2015
FICAREMOS SENSÍVEIS
Ficamos sensíveis sobre nossos abraços
Matarei sua fome de mim
Faça-me chorar mulher amada
Vou proporcionar momentos lindos!!!!
Sem lhe fazer uma pergunta
Porque sei ler o seu olhar
Faça-me sua totalmente agora, por favor,
Tira a roupa e vem logo se deitar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Matarei sua fome de mim
Faça-me chorar mulher amada
Vou proporcionar momentos lindos!!!!
Sem lhe fazer uma pergunta
Porque sei ler o seu olhar
Faça-me sua totalmente agora, por favor,
Tira a roupa e vem logo se deitar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 3 de maio de 2015
MEU CORPO TREME
Meu corpo treme, sinto sua falta, uma saudade imensa das suas mãos, da sua boca, minhas coxas pulsam a vontade de tê-la dentro delas, acompanha-me nas suas envergaduras, porque estarei te acariciando.
FRASE DE BEY CERQUEIRA
FRASE DE BEY CERQUEIRA
sábado, 2 de maio de 2015
EM MIM
Em mim posta
Delicadamente
Suas mãos unhas
Dedico a você
O meu amor
Solenemente
Delicadamente
Arranhe-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Delicadamente
Suas mãos unhas
Dedico a você
O meu amor
Solenemente
Delicadamente
Arranhe-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 1 de maio de 2015
ENTRE OS DESEJOS
Entre os desejos como testemunha
As paredes soam nossos ecos
Sugarei você
Beberei sua seiva
Comerei na sua mesa farta
Deixarei escorrer sobre minha garganta
O calor do seu mel que me deixa
Bamba
Ficaremos expostas as ardências
Dos toques devido as
Diversas carícias
POESIA DE BEY CERQUEIRA
As paredes soam nossos ecos
Sugarei você
Beberei sua seiva
Comerei na sua mesa farta
Deixarei escorrer sobre minha garganta
O calor do seu mel que me deixa
Bamba
Ficaremos expostas as ardências
Dos toques devido as
Diversas carícias
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 30 de abril de 2015
DE NOSSAS
De nossas películas,
Pele arrepiada
Juntas na cama suadas
Sobre nossos vícios
Carnais ardentes
Vulvas volúpia de
Nós duas nessa morada
De um sexo pulsante
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Pele arrepiada
Juntas na cama suadas
Sobre nossos vícios
Carnais ardentes
Vulvas volúpia de
Nós duas nessa morada
De um sexo pulsante
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 29 de abril de 2015
MEU CORPO GRITA
Meu corpo grita, grita.
Aa ausência forte do
Do seu cheiro de mato
Cavalgando no pelo nu
De uma carícia selvagem
Ele grita também pela falta
Do seu líquido e quando
Meu corpo cala quando
Viro-me aperto meus anseios
Calientes, salientes sensíveis.
As minhas pequenas aberturas
Sobre todos os meus caminhos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Aa ausência forte do
Do seu cheiro de mato
Cavalgando no pelo nu
De uma carícia selvagem
Ele grita também pela falta
Do seu líquido e quando
Meu corpo cala quando
Viro-me aperto meus anseios
Calientes, salientes sensíveis.
As minhas pequenas aberturas
Sobre todos os meus caminhos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 28 de abril de 2015
SOMOS UM TODO
Somos um todo únicas, entre quatro paredes, essa paixão deixa morada em você, na minha realidade, em mim, deixa meu corpo marcado, porque nos vemos uma na outra, nesse tesão que nos deixa mole, numa carícia que queima, ficamos sensíveis demais, logo as mudanças ocorrem, tocadas, trocadas, somos cúmplices do nosso próprio sexo, beijamos loucamente, agarradas, içadas, caímos na gargalhada, nesse sexo que a cada entrada, amadure nossas poesias.
POEMA DE BEY CERQUEIRA
POEMA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 27 de abril de 2015
MEUS MOMENTOS
Meus momentos de satisfação
Nos mais íntimos procriam
Refletem em meu rosto
Marcam minhas entradas
Sobre uma lua cheia
A mim mingua em meus dedos
Que me enche de chamas
Sozinha
Faço-me morada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Nos mais íntimos procriam
Refletem em meu rosto
Marcam minhas entradas
Sobre uma lua cheia
A mim mingua em meus dedos
Que me enche de chamas
Sozinha
Faço-me morada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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