sábado, 4 de outubro de 2014

DEITA AQUI

Deita aqui comigo
Deixa eu te cheirar
Sentir 
Despindo-a lentamente
Abre-te para mim
Deixa-me deslizar
Eu vou sair do sério

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A ARTE DE BHELL SILVA



QUANDO EU ORAR

.....quando eu orar com você, por favor me mantenha de pé, caso contrário, se eu me ajoelhar, tocarei seu corpo, você se curvará a minha insanidade, será o nosso desejo, afinal de contas, não se esqueça que eu sou pisciana, com a força de uma ferina, você cederá a mim, não tenha dúvida disso.

FRASE DE BEY CERQUEIRA  

MEU CORPO

Meu corpo pulsa minha selvagem
Desejada aos meus mistérios
Tu és tão amada que me envolve 
Em ardências que lentamente 
Me devassa numa fúria louca

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

NESSE EXATO MOMENTO

Nesse exato momento a qual eu procuro tanto, inclusive a mim, e que não encontro, nem uma ruela, nem quebra molas, nem o cheiro ruim do mijo de qualquer um, é nesse exato momento que me desconheço, nem me espio, me desconfiguro, nem o seu semblante brando, consigo alcançar. a alma branda vira fugueira, queima no exato momento que eu me envergo, deixo que o vento me balança, mais não quebro, é nesse exato momento, que meu íntimo, nem amim revela o meu segredo.

TEXTO DE BEY CERQUEIRA

SENTIR

Sentir esse seu gozo intenso
Junto ao meu
Tocar seu clitóris roçando-o ao meu
Pulsa dentro de minha boca 
Apertamo-nos entre nossas coxas 
Ah!!! Gostoso nossas mãos inversas 
No inverso poema numa erupção
Das nossas entranhas ....Mulher 
Como isso me fascina 
Explodimos juntas nesse galope
De paixão e sexo
Em plena luz do dia

POESIA DE BEY CERQUEIRA

COMEÇO

Começo de baixo para cima e vou entrando em você, o seu vestido colado, apertando suas ancas, refletidas ao espelho, espio seu corpo, depressa me põe em ti, vou beijando-a toda, ainda vestida, mais meus impulsos são as vezes violentos, você gosta, rasgo e começo a beijar-te toda, até aonde a minha língua alcançar, eu te dobro, sigo um trilho perigoso, seu ventre é leve, suas coxas dura, com as pontas dos meus dedos, ao redor da sua cintura, lhe aperto, você cola em mim, sente meu corpo é quente, fecho as cortinas, são nossos momentos, te jogo na cama, agacho-me, você agarra aperta meus cabelos, puxa-me mais para dentro, eu me caricio, porque sou fraca, você se encurva, a partir dai.....vivemos grandes momentos de loucura, prazer, aonde o roçar foi apenas um ponto entre nós duas.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


VÍDEO POEMA DE BEY CERQUEIRA


EU QUERO

Eu quero dormir com você
Ficar essa noite
Inteira te burilando 
Partilhar contigo o que até
Não sei preciso ser ousada
Vou entender os teus sinais
De fêmea com desejos
Sentirei você a cada mexida que
Der sobre meu corpo na cama....
É meu devaneio alisá-la 
Abafar-me sobre ele
Abaixo do joelho na minha
Cicatriz marca-me com tua
Doçura de mulher 
Coloca-te felina tira-me do sério
Perdeu-se já a inocência comigo
Rompido laços de nascença ao meu
Bem prazer de fera que tanto te
Desejava naquele momento: mulher 
Ah! Depois cansada encostou-se
Em meu ombro
Acariciou meu rosto com delicadeza 
Deixando-me morder seus mamilos
Passando gelinho 
Saboreando nesse entrar apertando acima
Colocando minha cabeça dentro 
Da sua abertura de fêmea com paixão
Lambi meus lábios todo molhado 
De tanta excitação eu adoro morango

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 30 de setembro de 2014

GOSTO DA SUA CAMISA

Gosto da sua camisa para fora da calça
Gosto das mãos tocando minha testa
Gosto das pernas da bailarina se abrindo
Gosto de reverenciar suas estradas
Gosto de agitar nossas noites
Mesmo no frio com chuva batendo na janela
Gosto de combinar nossas vulvas
Com o clima
Agitado inquieto fica meus nervos
Pulsando 
Esteja jogando em minha boca
O seu gosto inventa
Enlouquece-me
Loba no cio rouca canalha
Como mexe comigo
Sabe quanto eu gosto
Desse seu vulcão que queima
Dentre meu corpo 
Que pulsa

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ENVERGA

Enverga em mim com todo desejo
Permita que eu invada suas aberturas
Toco suas fendas com força
Alisando de cima para baixo
Colocando na sua abertura
E mexendo ao seu pedido
Deixa-me saudades marcadas
Entre as pernas que eu te 
Reverenciei minha senhora
Deixar-me-ei contaminar por suas essenciais 
Fique aqui comigo
Beija-me forte

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 28 de setembro de 2014

NÃO ME TOQUE

Não me toque
A sua beleza eu desconheço
Raras são as mentiras que eu digo
Você me causa náusea
Acredito que tudo passa
Porque minhas entranhas
Denunciam-me

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 27 de setembro de 2014

OU VEM COM TUDO

Ou vem com tudo caso contrário
Deixa-me em paz
Eu quero deitar sobre você
Contar-te segredos
Fazer-me mulher no seu encanto
Quero muito mais eu preciso
Que você seja vulgar
Faça-me entre suas coxas
Deixa-me livre sobre você
Vamos ao imaginário completamente
Nuas 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

UMA MULHER

Uma mulher que ao dia me condiz, m e deixa cheia de vontades, dança num cabaré sombrio, que até não cheira bem, sobre uma mesa, em meus ombros, posta seu salto alto, crava,  deixando em mim uma marca qualquer, que seja doentinho, mais deliciosamente um momento do qual eu grito, não de dor, mais de T, dançamos um tango, numa leveza, numa doçura, as mãos começam a suar, essa mulher, que eu faço questão de deixar minhas marcas também nela, nos cantos das beiras, uma meretriz, eu adoro, em todos os momentos, embriagada, não perdemos a noção da hora, a pego entre meus braços, subo uma escada com ela no colo, sorrindo, olhando nos meus olhos, encurralada, me faz, anunciar do entre (sai) um momento, no bater de portas, no abir de pernas, esquecer o meu amanhã.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

CHEGA AQUI

Chega aqui
Vem deitar comigo
Vamos até no que não 
É-nos permitido, por favor,
Ótimo agora
Deixa-nos queimar
Com um suor de teso
Sente meu toque duro
Faz-me chorar sobre
Meus dedos que estão gritando
Revida
Viaja em mim
Deixa-me sentir teu gosto
Arranha meu rosto cola em 
Minha boca sente minha língua
Escreve nas minhas entranhas
Marca-me
Morde-me
Grita o meu nome 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

PRECISAMOS DESENROLAR

Precisamos desenrolar nossas faces, para encostar-nos uma na outra, em carícias profundas, precisamos desvendar nossas facetas, deixar o barco correr, descer a cachoeira, perder-se de vista, onde nós duas estamos juntas, sumir dentro dos nossos desejos, sermos uma só, enquanto o horizonte nos abençoa, precisamos urgentemente desatar esse nó, deixando fluir todas as nossas vontades, no desejar, tirarmos a máscara da cara, engolirmos uma a outra, entre coxas nos roçarmos nua, ou não, mais postas costa ventre livre, tocarmos, na precisão exata de quem sabe o que quer, sem dar satisfação, ou perguntar uma para outra, seja o que for, temos que nos ver estarmos juntas, abraçarmos, ir para cama, fazer sexo, de todas as formas, desejável, ou não, até banharmos uma na outra, emaranhar os lenções, desalinhar as trilhar, acharmos uma na outra, um complemento, que é o suficiente, já basta, a química apenas revelará a nossa união.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA 

PODE ME INVADIR

Pode me invadir com força total
Algema-me fica por cima
Não seja tão delicada porque vou adorar
Engolir-te apertar você sobre minha testa
No chão vou te fazer viajar beijá-la
Não me faça rir meu gozo fica melhor
Chama-me de qualquer nome porque eu
Mordo você toda passo minhas mãos
Com uma força a sua vontade 
Sobre seu ponto G pode ficar sabendo
Que eu tenho um péssimo hábito
O de querer sempre seja a hora que for
Tudo novamente inclusive ao amanhecer

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

SOU UM HOMEM SÉRIO

Sou um homem sério
Sou bicho da terra
Conheço a floresta
Pudesse teria roubado seu ventre
Trago marca que interpreta sonhos
Penso na alma de uma mulher
Quero emoções fazer sexo 
Esqueci o nome da estrada
Abaixo rio
Encosta-se Ao (a um) sinal 
Abaixo naufraga 
Em meu ombro depois
Adormece

POESIA DE BEY CERQUEIRA

VEM SE ESCONDER

Vem se esconder sobre o gelo
Em minhas faíscas tentações
Nesse mar aberto aonde bate ondas
Altas se curva nelas deita-te
Água gelada num sol de 40 graus
Que entre suas coxas batem 
Fortes suas pernas se abrem
Automaticamente meu olhar faminto
Olha-te observa 
Minhas fendas inchadas chega doer
De tão eretas que encosto-me às pedras
Em gestos selvagens vulgares que se dane
Que chama atenção de quem passa
Tenho que ter atitude ao tempo
Uma resposta que bate no meu desatino
Nas fendas da minha poesia

POESIA DE BEY CERQUEIRA