fêmea amada lasciva
gostoso o seu corpo
pontiagudo que sugo
pulsa desejada
seus gemidos me faz
pulsar
sentir o um zelar penetrando
seu aroma quando estás no cio
acompanha me debruço em mim
tesa no choque de meus segredos
nas entranhas películas febris
guardarei em mim nossas sensações
fruta lavada doce mel que
seca minha boca queima minhas coxas
dispõe e vem logo se
deitar comigo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 22 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
QUE NADA
Que nada depois esquecemos
Toque-me na surpresa no quebrar
Do sol
Tremores nos acertam
Sorrimos navegamos
Na hora próxima do anoitecer
Você se perfuma se lava
Me encanta
Sobre minhas águas
Não precisamos dormir
Amanhecemos sobre nossos
Sonhos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Toque-me na surpresa no quebrar
Do sol
Tremores nos acertam
Sorrimos navegamos
Na hora próxima do anoitecer
Você se perfuma se lava
Me encanta
Sobre minhas águas
Não precisamos dormir
Amanhecemos sobre nossos
Sonhos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 20 de julho de 2013
ENTRA E SAI
Entra e sai fortemente
Investiga-me profundamente
Domina-me
Senti o meu silêncio
A minha respiração
Encontra em meu corpo
A sua ausência
Eterna num faro de mato
Selvagem
Latente seiva que eu sugo
Fruta do meu pecado
Arde como pimenta entre os meus dentes
Que crava
Seja sempre o meu calor amado
Aonde eu possa sentir a sua doçura
Cremosa
Das suas partes íntimas
Infinitamente
Inclinadas aos meus instintos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Investiga-me profundamente
Domina-me
Senti o meu silêncio
A minha respiração
Encontra em meu corpo
A sua ausência
Eterna num faro de mato
Selvagem
Latente seiva que eu sugo
Fruta do meu pecado
Arde como pimenta entre os meus dentes
Que crava
Seja sempre o meu calor amado
Aonde eu possa sentir a sua doçura
Cremosa
Das suas partes íntimas
Infinitamente
Inclinadas aos meus instintos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 19 de julho de 2013
QUANDO CHEGAR
Quando chegar entra sem bater, estarei no bar, no
fundo da casa, sentada espiando o estreito do seu andar, de dama, elegante,
sobre um salto alto, sobre uma fina camiseta de cetim,, cor preta, lhe dou um
drink, para relaxar, você me penetra com um olhar, contendo uma fúria que só uma mulher, pode ter quando o tesão
lhe toma a fonte, desejável, e eu a olho, trêmula, ofegante, boca doce do
licor, acaricio suas costas, sinto seus impulsos instintos bravos tocar aos
meus, te coloco sobre minhas coxas, no fundo a luz reflete na parede, feito um
quadro, no navegar do balançar, a luz quase apagada, chora, entre nossas pernas
exala o ardor, sem dor, de uma primavera, porque o tempo pula a estação, tu és
tocada, rodeada pelas pontas. Enquanto tuas curvas mergulham sobre meu corpo
quente, a cada toque esse fogo que vibra, um suar sem queixas, abrindo no
quintal no soar de cada gemido, fortemente nutrida, uma flor, outra flor, mais
flores, até o cansaço do cheiro nos fazer dormir sobre posta uma na outra.....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
USUFRUI
Usufrui de minhas carícias
Não precisa de dor de mim
Abusa pode abusar sinta-se
Em casa venha se assanhar
Em todo o meu corpo encher
O seu inclinado de um tesão
Imenso fazendo em brasa
Nossas poesias eróticas
Caio de boca adormece mulher
Em mim me deixa enlouquecê-la
Dentro de uma ternura com cheiro
De mel contorcer no seu rebolado
Uma língua até ferina cheia de
Vontades com um fulgor acordando
A bela adormecida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Não precisa de dor de mim
Abusa pode abusar sinta-se
Em casa venha se assanhar
Em todo o meu corpo encher
O seu inclinado de um tesão
Imenso fazendo em brasa
Nossas poesias eróticas
Caio de boca adormece mulher
Em mim me deixa enlouquecê-la
Dentro de uma ternura com cheiro
De mel contorcer no seu rebolado
Uma língua até ferina cheia de
Vontades com um fulgor acordando
A bela adormecida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 18 de julho de 2013
VEM A MIM
Vem a mim com toda a sua sensualidade
Não me deixa sem a ânsia de possuí-la
Na sua sexualidade e fortemente
Rodeia-la com meus vários pontos
No seu ponto os meus pequenos dedos
Mágicos lhe faz aquecer acender as minhas
Entranhas ardentes pelo fogo
Nesse corpo que é teu profundo
Nessa gruta que você me deixa te amar
Quando me vira do avesso me tira os sentidos
Cobrindo-me com seu corpo de mulher
Árida perfeita contra ao meu insaciável
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Não me deixa sem a ânsia de possuí-la
Na sua sexualidade e fortemente
Rodeia-la com meus vários pontos
No seu ponto os meus pequenos dedos
Mágicos lhe faz aquecer acender as minhas
Entranhas ardentes pelo fogo
Nesse corpo que é teu profundo
Nessa gruta que você me deixa te amar
Quando me vira do avesso me tira os sentidos
Cobrindo-me com seu corpo de mulher
Árida perfeita contra ao meu insaciável
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 17 de julho de 2013
AH! SE EU PUDESSE
Ah! Se eu pudesse me aquecer
Enlouquecer-te nas noites frias
Debaixo de nossas cobertas aderidas
Entre nossas pernas que não se separam
Cobrindo-te de beijos maliciosos
Agarrando colocando você no meu peito
Quente tocando delicadamente vendo o
Seu semblante adormecer em meus abraços
Safados
E pela manhã como o fogo não se apaga
Esse calor alastrado dentre minhas roupas
Ou diante minha nudez na fresta que sai
Por todo o meu corpo
No qual você sempre disse apaixonadamente
Que delicia!
Apalpando-a intensamente e novamente
Fazendo sua flor abrir se revelando a mim
O seu segredo molhando com seu cheiro
É por onde eu escorrego e lhe conto
Os meus....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Enlouquecer-te nas noites frias
Debaixo de nossas cobertas aderidas
Entre nossas pernas que não se separam
Cobrindo-te de beijos maliciosos
Agarrando colocando você no meu peito
Quente tocando delicadamente vendo o
Seu semblante adormecer em meus abraços
Safados
E pela manhã como o fogo não se apaga
Esse calor alastrado dentre minhas roupas
Ou diante minha nudez na fresta que sai
Por todo o meu corpo
No qual você sempre disse apaixonadamente
Que delicia!
Apalpando-a intensamente e novamente
Fazendo sua flor abrir se revelando a mim
O seu segredo molhando com seu cheiro
É por onde eu escorrego e lhe conto
Os meus....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 16 de julho de 2013
GARY MOORE (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
ATRAVÉS
Através dela me envergo
Sobre defensivos
movimentos
Dentro do seu corpo
Línguas secas
Sinto o amor
Fortificá-la
Sinta o entrelaçar
Das pernas
Pulsando os nervos
O impulso ponha o meu
Reagir tesas em risadas
Sobre toque suave
Do teu porto que espia
As minhas margens
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 15 de julho de 2013
EU TE AMO
Eu te amo. Permita te mostrar isso
Deita comigo entre o cós das calças
Joguei-te enrolada sobre meus braços
Poltrona nos ampara eu faminta de ti
Não vou te machucar
Curva-se de leve dentre a minha ternura
Tome-me com tua uma eterna
Enamorada como a lua que sede o lugar
De manhã ao sol, mesmo que ele esteja.
Escondido entre nuvens
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deita comigo entre o cós das calças
Joguei-te enrolada sobre meus braços
Poltrona nos ampara eu faminta de ti
Não vou te machucar
Curva-se de leve dentre a minha ternura
Tome-me com tua uma eterna
Enamorada como a lua que sede o lugar
De manhã ao sol, mesmo que ele esteja.
Escondido entre nuvens
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 14 de julho de 2013
OLHA
Olha presta muita atenção
Eu quero você como nunca
Quero lembrar-te do quanto
Eu fui e te fiz realizada
Fomos mergulhadas do pescoço
Aos pés sem puritanismo
Somos única aqui nessa vida
As chamas que nos rodeavam a cada
Toque
Olhar
Gozo
No cheiro da cebola
Do tirar da poeira
Nunca mais senti
Tenta tirar as minhas marcas de você
Porque eu vou aquecer as suas em mim
E quando me deitar por ai apenas para
Desafogar-me
Vou levá-la comigo
Para fingir que estou bem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Eu quero você como nunca
Quero lembrar-te do quanto
Eu fui e te fiz realizada
Fomos mergulhadas do pescoço
Aos pés sem puritanismo
Somos única aqui nessa vida
As chamas que nos rodeavam a cada
Toque
Olhar
Gozo
No cheiro da cebola
Do tirar da poeira
Nunca mais senti
Tenta tirar as minhas marcas de você
Porque eu vou aquecer as suas em mim
E quando me deitar por ai apenas para
Desafogar-me
Vou levá-la comigo
Para fingir que estou bem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 13 de julho de 2013
PRECISO
Preciso ser sua fonte límpida
E na fronte sentir você pedir
Meu fogo
Desejo
Ânsias
Preciso aquecer-me dentre suas mãos
Sua ternura no meu corpo suado pelas
Chamas que me desforra as entranhas
Num mergulho profundo sem medir
Esforços
Caindo sobre águas que jorra de suas
Verdades
Dos seus pontos fracos cruciais
Que eu toco beijo me lambuzo
Com dedos joelhos nariz boca
Língua
Aonde eu já perdi até meus anéis
Sinais de nossa união febre
Fortemente embriagada ao meu corpo
Apertando seu ombro
Machucando minha testa
Abaixo do meu umbigo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
E na fronte sentir você pedir
Meu fogo
Desejo
Ânsias
Preciso aquecer-me dentre suas mãos
Sua ternura no meu corpo suado pelas
Chamas que me desforra as entranhas
Num mergulho profundo sem medir
Esforços
Caindo sobre águas que jorra de suas
Verdades
Dos seus pontos fracos cruciais
Que eu toco beijo me lambuzo
Com dedos joelhos nariz boca
Língua
Aonde eu já perdi até meus anéis
Sinais de nossa união febre
Fortemente embriagada ao meu corpo
Apertando seu ombro
Machucando minha testa
Abaixo do meu umbigo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 12 de julho de 2013
POR FAVOR
por favor abres minhas coxas, vamos ficar aquecidas sobre horas, e horas, numa posição que seja completamente indecente, vamos ser águia sobrevoando nossas margens, jogando pedrinhas, sobre águas geladas, que nos dá sossego, deitar na areia posta a larvas, trovadas para abafar nossos gritos de dores, até o desespero tomar conta, e nos olharmos com ênfase, no êxtase, do alimento doce, que nos dá vida, nutri nossos ventres, balança nossas estruturas, e nos deixa assim; caladas, cansadas, desejando mais, que nutri nossas vidas, entre seguras pernas, num mergulho, fonte de calor, a tua flor se abre, minha boca molha, mata minha sede, bendita dentre as mulheres, porque és o meu amor, eternamente forte.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 11 de julho de 2013
DEPOIS
Depois que foi feito
Visto-me após te engolir
Nua mordo a tua boca
Acaricio seus seios
Toco na beira das suas contas
Te mordo a boca abaixo contida
Fecha as pernas e abre-as
Te faço satisfeita me deixo em pleno
Gozo larvas aquecendo o meu corpo
Deito te coloco de costas para mim
Aperto-a no auge traços nossos alimentos
O resto sobre doce magia
A frente apanho-te desprevenida
Arrocho suas feras películas
Ereta nas larvas das quais me aquece
Que desce sobre minhas coxas enquanto
Jorro dentro de ti fertilizando-a
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Visto-me após te engolir
Nua mordo a tua boca
Acaricio seus seios
Toco na beira das suas contas
Te mordo a boca abaixo contida
Fecha as pernas e abre-as
Te faço satisfeita me deixo em pleno
Gozo larvas aquecendo o meu corpo
Deito te coloco de costas para mim
Aperto-a no auge traços nossos alimentos
O resto sobre doce magia
A frente apanho-te desprevenida
Arrocho suas feras películas
Ereta nas larvas das quais me aquece
Que desce sobre minhas coxas enquanto
Jorro dentro de ti fertilizando-a
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 10 de julho de 2013
TÃO VIRGEM
tão virgem quanto castrada
em tua boca me posto como muleta
penetre as gretas que te enxergam e
suga o meu suor sobre canastras
eu mordo bato o jogo ganho
o meu queimar minha língua feri
meu peito lambendo as suas lágrimas
quando rasga escuto o seu grunhir
arromba o meu gozo
enfeita a bomba em mim
adentre o seu veneno meu ventre
mata a minha sede com o seu gemido
POESIA DE BEY CERQUEIRA
em tua boca me posto como muleta
penetre as gretas que te enxergam e
suga o meu suor sobre canastras
eu mordo bato o jogo ganho
o meu queimar minha língua feri
meu peito lambendo as suas lágrimas
quando rasga escuto o seu grunhir
arromba o meu gozo
enfeita a bomba em mim
adentre o seu veneno meu ventre
mata a minha sede com o seu gemido
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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