Depois que foi feito
Visto-me após te engolir
Nua mordo a tua boca
Acaricio seus seios
Toco na beira das suas contas
Te mordo a boca abaixo contida
Fecha as pernas e abre-as
Te faço satisfeita me deixo em pleno
Gozo larvas aquecendo o meu corpo
Deito te coloco de costas para mim
Aperto-a no auge traços nossos alimentos
O resto sobre doce magia
A frente apanho-te desprevenida
Arrocho suas feras películas
Ereta nas larvas das quais me aquece
Que desce sobre minhas coxas enquanto
Jorro dentro de ti fertilizando-a
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 11 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
TÃO VIRGEM
tão virgem quanto castrada
em tua boca me posto como muleta
penetre as gretas que te enxergam e
suga o meu suor sobre canastras
eu mordo bato o jogo ganho
o meu queimar minha língua feri
meu peito lambendo as suas lágrimas
quando rasga escuto o seu grunhir
arromba o meu gozo
enfeita a bomba em mim
adentre o seu veneno meu ventre
mata a minha sede com o seu gemido
POESIA DE BEY CERQUEIRA
em tua boca me posto como muleta
penetre as gretas que te enxergam e
suga o meu suor sobre canastras
eu mordo bato o jogo ganho
o meu queimar minha língua feri
meu peito lambendo as suas lágrimas
quando rasga escuto o seu grunhir
arromba o meu gozo
enfeita a bomba em mim
adentre o seu veneno meu ventre
mata a minha sede com o seu gemido
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 9 de julho de 2013
NOSSOS CORPOS
nossos corpos num só golpe
soltamos feitos feras feridas
rasga meu corpo focamos louca
sem limitarmos no voo deste tempo
que rasga o nosso agora desfolhando
queima minhas formas mais íntimas
e digo
essa raça que mexe remexe meu sangue
fervilhando de dentro para fora
arrancando do meu ponto G
desviando-o até chegar ao limite de exaustão
faremos um pacto com o tempo
bebe-me deixa
minha voz gritar
entre línguas que brigam e se entregam
entre toques que troca que se apertam
sobre nossas virilidades nesse exato momento
você me deixa totalmente entregue a você
senhora dos meus desejos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
soltamos feitos feras feridas
rasga meu corpo focamos louca
sem limitarmos no voo deste tempo
que rasga o nosso agora desfolhando
queima minhas formas mais íntimas
e digo
essa raça que mexe remexe meu sangue
fervilhando de dentro para fora
arrancando do meu ponto G
desviando-o até chegar ao limite de exaustão
faremos um pacto com o tempo
bebe-me deixa
minha voz gritar
entre línguas que brigam e se entregam
entre toques que troca que se apertam
sobre nossas virilidades nesse exato momento
você me deixa totalmente entregue a você
senhora dos meus desejos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 8 de julho de 2013
O QUE PENSAS
Pensas que pode me censurar por ser profana, em relação quando me deito na cama, e penso em nós duas????? pensas que pode me comparar a tudo que você viveu, sem pestanejar um momento, que a escolha foi sua???? Não, não pode não senhora dos anéis de prata, rasgue seu manto sobre minhas cicatrizes, dores, e medos, que verás, que sua sombrar, encontra-se por todas elas....
Se deleitando em mim, eu te provoco, você me seduz, e se abre lentamente em vantagens, amadureceu no pé de jaquetibá, aonde enroscava enquanto eu povoava outros lugares, misturando-me a leveza de ser fiel, sobre uma natureza ímpar roçando-me pulando todos os muros, sobre uma flor de desejos aberta, que mais queres, batizando meu nome totalmente engolido exauridos por grandes paixões
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Se deleitando em mim, eu te provoco, você me seduz, e se abre lentamente em vantagens, amadureceu no pé de jaquetibá, aonde enroscava enquanto eu povoava outros lugares, misturando-me a leveza de ser fiel, sobre uma natureza ímpar roçando-me pulando todos os muros, sobre uma flor de desejos aberta, que mais queres, batizando meu nome totalmente engolido exauridos por grandes paixões
POESIA DE BEY CERQUEIRA
RASGA MEU ROSTO
rasga meu rosto, com o tu poder
tua virilidade feminina já me arranca o couro
aperto seus quadris coloco-te nas
minhas coxas meus nervos te alucina
e nesse tal de vai e vem é que minhas
mãos treme e o meu corpo fica suado
quando sugo seu leito sem lamentar
o que você nunca deixou me escapar
seu leite sem lamentar o que nunca
você me deu, agora quero cantar-te
quero a tua calma até a sua insanidade
beijá-la lambe-la nesse derreter sobre
o calor de nossos lençóis de veludo
seu líquido que suja meus ancestrais
contando nas pontas dos meus dedos
o tempo que não passa
em mim deixando sentir o fruto daquela
moça fulana de tal sem que eu perca
a força de nossas entranhas a resposta
viro um menino que some debaixo da sua saia
derrete-me maliciosamente numa avenida
qualquer dos quais suas sementes brotaram
POESIA DE BEY CERQUEIRA
tua virilidade feminina já me arranca o couro
aperto seus quadris coloco-te nas
minhas coxas meus nervos te alucina
e nesse tal de vai e vem é que minhas
mãos treme e o meu corpo fica suado
quando sugo seu leito sem lamentar
o que você nunca deixou me escapar
seu leite sem lamentar o que nunca
você me deu, agora quero cantar-te
quero a tua calma até a sua insanidade
beijá-la lambe-la nesse derreter sobre
o calor de nossos lençóis de veludo
seu líquido que suja meus ancestrais
contando nas pontas dos meus dedos
o tempo que não passa
em mim deixando sentir o fruto daquela
moça fulana de tal sem que eu perca
a força de nossas entranhas a resposta
viro um menino que some debaixo da sua saia
derrete-me maliciosamente numa avenida
qualquer dos quais suas sementes brotaram
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 7 de julho de 2013
VAMOS
vamos desfalecer por igual
desfalecendo adormecemos
sobre unir nossas ardências
eu nunca vou igualar-me ao seu
desvaneio o meu tesão
amor
paixão
é muito maior quando tudo se
mistura
vamos deixar gritar o homem
que ele seja tolo ou perfeito
sei lá mais que se intenso
nos seus anseios
vamos para de amar a toa
deitar e olhar-se e não se identificar
para que possamos livremente
abusar dessa saudade
POESIA DE BEY CERQUEIRA
desfalecendo adormecemos
sobre unir nossas ardências
eu nunca vou igualar-me ao seu
desvaneio o meu tesão
amor
paixão
é muito maior quando tudo se
mistura
vamos deixar gritar o homem
que ele seja tolo ou perfeito
sei lá mais que se intenso
nos seus anseios
vamos para de amar a toa
deitar e olhar-se e não se identificar
para que possamos livremente
abusar dessa saudade
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 6 de julho de 2013
ACARICIA
acaricia meu rosto
toca-me com delicadeza
não negue o que sentis
deixa eu beijá-la como antes
intensamente
que eu possa novamente penetrar-me
no seu íntimo
lembrar o quanto você me és
ímpar
deixa-me solta para tocar seus pontos
dos quais os meus também você conhece
morde minha boca
arranha-me toda
te quero perdida em mim
você depois vai se achar
pode acreditar sobre meu corpo
faz minhas artérias sangrar
quero renovar-me nessa realidade
nua crua macia com a sua
volúpia sobre as minhas
quero a sua cama e nela
não resistir as paixões
ser apenas sua novamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
toca-me com delicadeza
não negue o que sentis
deixa eu beijá-la como antes
intensamente
que eu possa novamente penetrar-me
no seu íntimo
lembrar o quanto você me és
ímpar
deixa-me solta para tocar seus pontos
dos quais os meus também você conhece
morde minha boca
arranha-me toda
te quero perdida em mim
você depois vai se achar
pode acreditar sobre meu corpo
faz minhas artérias sangrar
quero renovar-me nessa realidade
nua crua macia com a sua
volúpia sobre as minhas
quero a sua cama e nela
não resistir as paixões
ser apenas sua novamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 5 de julho de 2013
SOU O QUE MAIS TE ATIÇA
Sou o que mais te atiça assume
Ver-te atiçando o meu pecar anima
Deixa-me sombria debaixo das cobertas
Minha mente viaja necessito percorrer
A beira de um sofá para ouriçar minha
Pequenez aonde minhas mãos escorrega
Apertando os pontos do eixo nesta beira
Sapecando coçando meus orifícios
De macho sedento de fêmea ardendo
Os dois trêmulos
Trêmula faminta engole-me a mim
Imposta boca em seus seios
Nua morrendo de tesão
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Ver-te atiçando o meu pecar anima
Deixa-me sombria debaixo das cobertas
Minha mente viaja necessito percorrer
A beira de um sofá para ouriçar minha
Pequenez aonde minhas mãos escorrega
Apertando os pontos do eixo nesta beira
Sapecando coçando meus orifícios
De macho sedento de fêmea ardendo
Os dois trêmulos
Trêmula faminta engole-me a mim
Imposta boca em seus seios
Nua morrendo de tesão
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 4 de julho de 2013
QUERO TUAS MEDIDAS
Quero tuas medidas nos desmedido
Impulsos teu pecado descoberto
Mágica desabrochada arrombada
Pelo teu ego que lhe atormenta
Alimentei-me com seus vermes
Que cheira peixe tuas vontades
Ofereci aos febris desencantos
Tive a delicadeza de colocá-los sobre
Uma bandeja de prata velha as minhas
Roupas sujas e a minha nudez que
Você tocou que queima minhas raízes
Envergonha minhas curvas que as
Marcas guardadas no seu eixo molhado
Não apagou...servir-me do seus disfarces
Umbreira da dança do fogo e
Sobre ele em um gole
De cerveja amarga passada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Impulsos teu pecado descoberto
Mágica desabrochada arrombada
Pelo teu ego que lhe atormenta
Alimentei-me com seus vermes
Que cheira peixe tuas vontades
Ofereci aos febris desencantos
Tive a delicadeza de colocá-los sobre
Uma bandeja de prata velha as minhas
Roupas sujas e a minha nudez que
Você tocou que queima minhas raízes
Envergonha minhas curvas que as
Marcas guardadas no seu eixo molhado
Não apagou...servir-me do seus disfarces
Umbreira da dança do fogo e
Sobre ele em um gole
De cerveja amarga passada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 3 de julho de 2013
CHOPIN (TEXTO DE BEY CERQUEIRA)
GUERREIRA
que ao canto de um sofrido momento, numa luta vencida pelo cansaço, um sopro, sumindo de leve, nos deixa o seu encanto, que nos engrandece, ao canto chorado, sempre temos o que de ti lembrar, o seu sorriso, a sua força, o seu imenso amor a todos, tudo ficava tão simples quando você tocava, aonde você amava, o piano virava um leme e sentíamos você navegar, na humildade, bravura, BRAVO, o seu dedilhar, atrás desses momentos inexplicáveis, mágicos, que nos fazia nina.
TEXTO DE BEY CERQUEIRA
PECADOS
pecados desmentidos
mentirosa
deploráveis
aonde tu deprimida
adormecia
louca cheias de
vontades
perdida de boca a boca
inflame dilacerada
eixo nas coxas que eu
atiçava
oferecida
debochada ao bicho papão
que adormecia enquanto
eu te ninava
doente
faminta febril
desmiolada
acaricie o teu rosto
sentirás meu afago
acaricie-se suas entranhas
que sentirás o meu gozo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
mentirosa
deploráveis
aonde tu deprimida
adormecia
louca cheias de
vontades
perdida de boca a boca
inflame dilacerada
eixo nas coxas que eu
atiçava
oferecida
debochada ao bicho papão
que adormecia enquanto
eu te ninava
doente
faminta febril
desmiolada
acaricie o teu rosto
sentirás meu afago
acaricie-se suas entranhas
que sentirás o meu gozo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 2 de julho de 2013
MARIA BETHANIA "ESCANDALO" (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
ESPAÇO FECHADO
Fissura
Eu não sou santa
E nem quero ser
Mais sou louca
Por ti
Encaixada
Sobre um rapaz
Santo
Ébrio sem juízo
abafa essa identidade
amante
dos cais da cidade
esconde seu rosto
bebe líquido cheira sal leitoso
quando qualquer um no espasmo
imponho a você os meus desejos
farsante
repulsante
mais uma mulher
ativa
fosse ao gozo duplo
deita-se aos dedos patéticos
manipulada em sutis toques
despertas
se verga
seca
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 1 de julho de 2013
DEFINITIVAMENTE
Definitivamente tremi nas bases, quando a brasa profana, entoada a todo os dias, me fazia atrevida, atrás de uma mulher desqualificada, quando me olhava no espelho, quebrado, minha boca cansada de uma realidade ao tocar mantos, sujos, com cheiro de sangue, soberana. E tu profana, as vezes santa, ao disfarce do meu querer, deslumbrante, nessa esquina, que relata tantos segredos, dos quais eu preferia que morresse, porque ainda dói o gozo forçoso, porque ainda ficou a doença perdida, inchaço de tantas mordidas, me torna imunda da própria fraqueza, ao sugar de seios machados, e deixar-te contorcer, pedindo que me fizer alimentar-se, apertava meu pescoço porque não queria que eu deixasse de possuí-la, demasiadamente, ali mesmo, ao longe um riacho, ao som dos pássaros, que abafava seus gritos incontroláveis da minha carne sobre tu, bandidamente, te peguei nesse cabaré de vísceras que interrompe seu cálice dos mais profundos, quando adormece em meus sonhos.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 30 de junho de 2013
ESSE PRAZER
Esse prazer cheios de meninice
Um sorriso que clareia nossas mentes
Uma música tocando ao fundo
Nós duas ciganas na vida eu até desnudo
Quebro esse silêncio
Sobre nossas sensações sinto vibrar
Nesse tempo servil a nós
Aqueles momentos vividos intensos
Que sobrava todos os dias
Nos instintos dos mais sensuais
Tão lindos!!!!
Oferecidas no íntimo sentimos o teso
Sinto seu cheiro
Das veias que pulsam e faz queimar
Nossas entranhas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Um sorriso que clareia nossas mentes
Uma música tocando ao fundo
Nós duas ciganas na vida eu até desnudo
Quebro esse silêncio
Sobre nossas sensações sinto vibrar
Nesse tempo servil a nós
Aqueles momentos vividos intensos
Que sobrava todos os dias
Nos instintos dos mais sensuais
Tão lindos!!!!
Oferecidas no íntimo sentimos o teso
Sinto seu cheiro
Das veias que pulsam e faz queimar
Nossas entranhas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 29 de junho de 2013
BUSCO
Busco a flama que cala meu peito
Busco o abraço que me retorce
Quero fazer uma escultura
De todo o seu corpo
De suas mãos
Entre seus detalhes
Exposto
Quero colocar o quadro sobre meu jardim
Por que quero
Olhar todos os dias
E ao sentir-te
Fazer vibrar minhas
Ternuras
As mais impulsivas....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Busco o abraço que me retorce
Quero fazer uma escultura
De todo o seu corpo
De suas mãos
Entre seus detalhes
Exposto
Quero colocar o quadro sobre meu jardim
Por que quero
Olhar todos os dias
E ao sentir-te
Fazer vibrar minhas
Ternuras
As mais impulsivas....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 28 de junho de 2013
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