sexta-feira, 22 de março de 2013
TOCA MEU CONTORNO
Toca em meu contorno
Toca sininho acorda a cidade
A fresta do raio do sol queima nossos lábios
Toco o meu tambor acordo a mulher adormecida
Nas linhas dentes nódulos sobre meus lábios
Arromba a sentinela dá bom dia a linha do tempo
Ilustra alastra meu mastro ferino ascenda meu semblante
Arranca minhas vestes acerta o seu corpo que eu
Rasgo a sua vergonha
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 21 de março de 2013
ME FAÇA
Me faça insaciável
Me deixa com raiva
Monta nas minhas costas
Puxa meus cabelos
Acerta a linha do tempo
Passeia indisciplinadamente
pelo meu ombro
Arranha vira meu rosto
Que eu lhe ponho ao posto
Do meu jogo a frente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 20 de março de 2013
VENTURA SUA MAJESTADE
Deusa do meu Platão, universo intenso, lindo de corpo de mulher, limo na sexualidade, sensual poético, amada do meu tempo que lhe dedicado, amor da minha vida, eterna, mundial, musa sobre grandes deuses, beijada até a ponto que deixou, chegaria até os teus pés, passando as mãos meus sentidos latejam, suavemente, meus ouvidos, escutar o estalar, abraça-me, arranha, crava sua coxas, me tira do sério, ao som de um piano, ao longe, uma montanha nos reflete, sua fala é doce quando está a flor da pele, mulher que eu amo, expira-me, expia-me, coloco no meu colo, meu foco atiça, pulsa, morde meu pescoço, desce posto, debruço, suas encosta, escolhe-me, derrama e me mata de prazer, deixa o quarto na penumbra, faça de mim e em mim o que quiser, vou te obedecer, reflete toda a sua fúria, coloca dentre minhas pernas, toda a sua raiva, e deixa-me saciar-te....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 19 de março de 2013
PÕE-ME
põe-me no teu pecado sem
conceito sem rumo sobre uma
estrada longa cheia de curvas
vamos deslizar deliciar-nos
deita dentro do meu silêncio
galopa seja veloz e feroz
a uma alta velocidade pulsa
repulsa cruza as pernas sobre
suas vestes teus tesos acaricio
grita meu nome que eu habito
em seus desejos com jeito
aos seus sinais
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 18 de março de 2013
LOGO
logo que minhas mãos alcançar você
e meus dedos fecharem toda a sua abertura
sobre todo o seu corpo fazendo colar-me
dentro de suas fendas curvada você sentirá
as portas abrindo em silêncio o sol brilhar
queimando o assoalhado do seu quarto
sussurrando um canto de fêmeas que se
embolam entontecendo dentro de um labirinto
aonde ninguém vai nos achar
aonde poderemos nos esconder
e
na baixo a seda abro-te
com uma vara que vai lhe fundir
a carne sem crueldade
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 17 de março de 2013
O MEU CORPO
O meu corpo goza em leitos dos quais
Encaminhadas eu ti proponho vamos
Entregarmos num habitar fechado
de nós duas
As dormências das insanidades que nos
Enfeitiça o sangue posto nas entrelinhas
Dos meus dedos... A ponta do orgasmo
Que me prende no desprendimento
das fendas que roça a cana que banha
no encanto ao pé da sua nudez puramente.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 16 de março de 2013
EM MINHAS PERNAS
Em minhas pernas te provoco
Nesse amassar de um calor que
cede ao peso como uma rocha
acima do meu veneno
meu corpo engrossa rasga seu vestido
no convexo meus versos sobre teu leite
eu ti coloco na cama pelo avesso
ventre curva entontece-me
te avassalo a noite todinha
acaricio o que me pedes
rasga
no baixo da fenda fechada
fico louca peço desculpas
me adiantei
POESIA DE BEY CERQUEIRA
ESSA SUA PELE
Essa sua pele morena
A cor do meu pecado que
Deixa-me deslumbrada sem
Sentido na garganta gemido joelhos
Machos fendas mordidas...
Esse seu olhar castra-me me deixa dormente
Me faz morder seus seios feito lã a
Cicatrizes eretas minha boca mata
Sede teça abranda linho ereta
Esses seus lábios que encaixa aos meus
Gemidos perfeitos ao passar a lenha entre suas pernas
Despidas mesmo vestidas ainda... linda seda
Que facilita minha fome selvagem sobre ti
Toco-te e em mim esvaio o fuso horário são
Meio dia em ponto
POESIA DE BEY CERQUEIRA
EU QUERO
Eu quero dançar, mais quero dançar uma música suave, tocando levemente suas curvas, sabe aquele momento do rosto colado,, eu quero aproveitar para lhe dar um beijo, um selinho, soprar no seu ouvido, a canção que você mais gosta, deixar me encantar com o seu olhar brilhante, enquanto nos meus reflete o fundo dos seus olhos, eu quero dançar, abraçadinha com você, e te dizer o quanto é bom sentir seu cheiro, eu quero beber aquela champanhe sem álcool, e depois deitar na tua cama, e lhe provar o quanto eu te amo!
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 15 de março de 2013
A FLOR QUE SE ABRE
a flor que se abre desabrocha
em meus lábios sobe em cima de mim
eu tocarei com carinho suas costas
puxarei seus cabelos faremos um
sexo selvagem aonde queima as
raízes de duas mulheres que se
desejam tesão lambuza meus disfarces
cinge minhas teias tece sobre meus espasmos
sobre todo o teu corpo na melhor parte
me sede suas faces que em pontas
tenhas de mim o uso do gozo
adocicado despidas abrindo a
madrugada fato feito conchas
no torpor de nossas ancas
galopa como uma égua no cio
selvageria me deixa louca
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 14 de março de 2013
LINDOS OMBROS
Lindos ombros que são de uma donzela
Ela não tem nome....dorme sobre o meu olhar
Na beira da eira de um riacho que lambe
Na areia que arranha minha língua
Molha suas pernas e corta suas raízes
Sangra abrindo no por do sol
os raios queima seus sentidos
sobre meus flancos a faca que corta ao meio
a maça sem frescura sobre uma loucura
Doentia de um disfarce apenas por se
Vergonhar da melhor parte da leveza do
Gozar em uma taça profunda
POESIA DE BEY CERQUEIRA
MOVIMENTO
movimento que balança em torno
coma boca nos lábios vermelhos
que incham calando puxando os
cabelos arranhando as costas
inundada sugando como vampira
o sangue doce da marca que fica
em volta arranhando as coxas
roça os sentidos seios abrindo
no toque de leve sobre seu ponto G
sobre esse movimento em suas ancas
liberdade de uma pura raça de
animal selvagem sem piedade
quando flama na porta da entrada
formigando sem cessar um teso
sobre todo o nosso corpo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 13 de março de 2013
VAMOS NOS CESSAR
vamos nos cessar sobre o tempo
que voa....sem perguntar para aonde
o vente parte levando a poesia
vamos tentar voltar ao verniz passando
óleo de peroba nos móveis sujos empoeirados
da falta do mesmo tempo da safadeza que nos
deixava tão gostosa....tão juntas
de hoje nos resta a minha vergonha das
suas buscas em outros ares.....
medos valentia fundidas
conduzir as minhas ardência a tarde calada
minha boca sobre ardidas feridas grutas
trepadeira de dia até a madrugada
árvore grossa cresce feito o tempo a cada tempo
hoje uma mulher que balanceia em meus
dedos marcados por outras bocas
machucado mordido pela selvageria
quando bebia num boteco qualquer da rua Alice
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 12 de março de 2013
NO MEU CENTRO
NO MEU CENTRO
no meu centro cede peso
a vontade de ser acurralada
os lábios inchados rosados
machucados sorvendo
manipulados dedos....que bom tê-los
desmancha-me sobre a minha
loucura corre a volta do encanto
são os meus que me deixa cansada
inevitável insônia.....suada
parece uma maldição passeando
tenho medo fecho as pernas
para que eu escorregue mordo
perco a sensibilidade ao meu dedilhar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 11 de março de 2013
CHARLES AZVAVOUR...DANÇA .....(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
CHARLES AZVAVOUR...DANÇA .....(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
V
http://www.youtube.com/watch?v=3gitiiwueFQ
V
DANÇA....
... continuando uma dança
dedos escorregam devagar
membros amputados pela força
que cravo te pego fogo no
beco do nosso centro
gruta arranhada pelas unhas
vermelha cor do pecado escorregam
embriago veneno onde me escapo
incertas pela febre que consome
abrindo as aberturas fechadas
usa-me não me deixa esfregar-me
pelos cantos eixo bem abaixo do umbigo
me deixa tocar-te e pode me chamar
por qualquer nome...mais me chama
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
CHARLES AZVAVOUR...DANÇA .....(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
http://www.youtube.com/watch?v=3gitiiwueFQ
V
DANÇA....
... continuando uma dança
dedos escorregam devagar
membros amputados pela força
que cravo te pego fogo no
beco do nosso centro
gruta arranhada pelas unhas
vermelha cor do pecado escorregam
embriago veneno onde me escapo
incertas pela febre que consome
abrindo as aberturas fechadas
usa-me não me deixa esfregar-me
pelos cantos eixo bem abaixo do umbigo
me deixa tocar-te e pode me chamar
por qualquer nome...mais me chama
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
V
DANÇA....
... continuando uma dança
dedos escorregam devagar
membros amputados pela força
que cravo te pego fogo no
beco do nosso centro
gruta arranhada pelas unhas
vermelha cor do pecado escorregam
embriago veneno onde me escapo
incertas pela febre que consome
abrindo as aberturas fechadas
usa-me não me deixa esfregar-me
pelos cantos eixo bem abaixo do umbigo
me deixa tocar-te e pode me chamar
por qualquer nome...mais me chama
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
domingo, 10 de março de 2013
CARA
CARA
cara veja o quanto o seu corpo em mim clama, ao toque do violão, dançando num apartamento apertado, gostoso, bebendo nesse encanto toque, violão, melodia , sobre a brisa em meu ponto, rosto, coloca minhas mãos sobre suas siluetas, me diz atitude faça amante, você mexe a dança do ventre, querida, figurino elegante mulher, bravo homem que me sacode, eu lhe quero, na cama sem pudor, galopa,acima de minha boca, uma “elegância”...., me calo sobre o teu comportamento, mexe, ao cavalo preto sobre um olhar negro, resseca minha boca, guia-me aperta a minha nuca, seguro o meu cabelo,, crava seus anseios, me enfeitiça na sua menina...por um instante
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 9 de março de 2013
TEATRO
TEATRO
Teatro testa andanças as minhas covardias
Entre todos os silêncios dos quais as estações indicam
Brilhantes anéis instantes beber do mel
Arteira mulher do pano negro grudento lamber
Armário mudo lampião queima ao cair
Prazer bastarda aos poucos mulher
Ao telefone me chama de vadia
Trote envelhece meu semblante a um olhar
Passivo rompante trepanas no beijar do
Meu corpo....rastreia os meus sentimentos
Rompantes sem roupas rasgando meu peito
Medo nada de tudo nas minhas andanças
Ossos que quebro ao quebrar dos meus dentes
Fico muda ....perco a fala.....consciente
POESIA DE B EY CERQUEIRA
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