sábado, 19 de maio de 2012

GOZEI


gozei feito louca
fiquei inchada
tensa trêmula
e tendo alucinações
incalculável
sobre esse olhar....
maliciosamente
com esse olhar ...
muda invadi meus atalhos
me confessei lá dentro
ao meu toque
sobre meu olhar

POESIA DE BEY CERQUEIRA

UM DIA QUEM SABE EU CHEGO LÁ NÉ



SEX MAGIC (POESIA DE BEY CERQUEIRA)




SEX MAGIC

deitam-se uma sobre a outra
e depois se depuram
se deliciam a só num mágico
profano pedido serenamente
são duas mulheres
ferinas
que se ferem as unhas são cortantes
beijam-se aonde esconde
a língua queima
no oposto que flama
a troca dos lados
despertando desejos
alucinógenos extasiantes

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE QUEM SABE FAZER ARTE



sexta-feira, 18 de maio de 2012

INVADE

invade meu silêncio....de mansinho
fundem nossos corpos em mentes doentes
cheia de desejos de amantes sobre um
tesão que cai ao chão cheios de êxtase
as línguas...em fantasias loucas ao
toque do tejo teso da película que treme
a pele que cola sobre o meu eu
o breu de nossas fechadas ousadas
de pernas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE MARA


quinta-feira, 17 de maio de 2012

ASSIM


atiça
ouriça
mergulha
oferece
nessa
entrega
esfrega
sórdida
eufórica
neura
rodeia
acaricie
fogo
queima
quente
figo
doce
maça
meio
cortada
mordo
disfarça
possuo
arde.
querer
contorce
vire
toque
retorce
aqui
estou

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA



quarta-feira, 16 de maio de 2012

A ARTE DE MOACIR


ETERNO LAÇO

ETERNO LAÇO 

Meu presente sem laço 
Meu presente a cada momento
Meu instante supremo, sereno
Meu laço apertado eterno abraço
Laço afetivo, presente mágico

Meu amor
è este o nosso laço
Em tantas  vidas resgatando ...
Minha saudade
Você dá um laço nas minhas angus-
tias

Consegue  num  sorriso... 
Me resgatar das  trsitezas
Me  perdoa a loucura, me perdoa o
ciúme
Meu presente, passado  futuro


Coisa que não se mede, coisa  dos
apaixonados
Deus,não leva em concideraração os
desmandos
Os apaixonados, são   terroristas
de si mesmos

Só a poesia, compreende e perdoa
Te amo Bey,amo demais
Sou teu presente embrulhado em datas
e planos
Somos um, eterno, encontro marcado
Te amo tanto e a tanto meu laco....
eterno minha lapidação
Meu casulo minha rainha

Sulla Fagundes

SADICAMENTE



Sadicamente uma mulher, uma menina, até uma senhora, sem raça, sem nome, a não ser LIBERTINA, nunca assinaram sua certeira, corria sempre a sua liberdade, caia nas mais terríveis armadilhas, escrava da sua própria tortura, sem escolha, nasceu do ventre, da DAMA do dono de bota espora, lhe despojou-se aos bichos, fedidos, barbudos, sou simplesmente efêmera de uma mordomia, que pagava limpando o assoalho, com as mãos feridas, fêmea esquiva a um olhar de menina, sozinha, até  sem cicatrizes até então, com o tempo queimado o corpo pendurado ao tronco, amarrada, sem poder dizer uma palavras,  chicote lombo, amaciada pelo cassetete quando as pernas e seus seios eram acariciados, aos longos beijos, diversos gritos de ausência, de dores, ali na mata do coelho, a marca da sombra do seu senhor, na árvore que a ajudava em suas raízes, a recompor a dor dos arranhões em seu peito.

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

ENTREGAS


entregues...sexo pulsante
sexo galopante...sexo do erro da errante
sexo das empurradas encurraladas
das noites mal dormidas desperdiçadas
no criado mudo enroscando até o sangue
chegar a boca....sujar o lençol de uma cama de palha
acima do seu joelho abaixo mordo sem perdão
minha língua já faz parte da sua história sem eira sem beira
ponta ereta assim eu também marco meu território
curar suas feridas cicatrizes em meus desejos
abertos pelo tempo dos abraços perdidos nas suas esquinas
procurei lhe dar o calor do corpo a flama que queima
na cama lhe dei aquele abraço ao sal que cura
nessa abertura enorme lhe deixada pela vida
vou deixando minhas marcas devaneio
faminta e febril
ousar-se de mim apenas por prazer
usei você para gozar sobre um banquete
convida-me porque sente minha pele trêmula
sobre sua pele deixa-me bandida  
atrevida selvagem ....arrancaste de mim
para que eu não machuque as minhas entradas  

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 15 de maio de 2012

NÃO ME PROCURE MAIS


seus apelos de costa eu pasmo
fome da virgem que tremia
ao ser tocada
de madrugada
todas
as despedidas
na busca
buscava brutamente
a sua delicadeza
diante tantas facetas
eu ainda tentava
aconchegar-me
banhar com o mel
ao teu olhar de desprezo
acima dos meus próprios medos
eu sabia todo instante
mais você não me deixava
ir
e dentro da minha insensatez
marcamos
 nossos
prazeres
com covardia
e rimos da própria sorte
abafadas jogamos todos os
sonhos fora....salivas secas
suores talhos de remorsos
constante numa cama
abaixo ventre
me envergonho
de ter te amado tanto 
mudas sobre a quentura
do cigarro que queima
esfregamos nossas peles e
eu vou embora

POESIA BEY CERQUEIRA

UM DIA EU CHEGOU LÁ


INSENSATEZ TOM JOBOM (POESIA DE BEY CERQUEIRA)




NÃO ME PROCURE MAIS

seus apelos de costa eu pasmo
fome da virgem que tremia
ao ser tocada
de madrugada
todas
as despedidas
na busca
buscava brutamente
a sua delicadeza
diante tantas facetas
eu ainda tentava
aconchegar-me
banhar com o mel
ao teu olhar de desprezo
acima dos meus próprios medos
eu sabia todo instante
mais você não me deixava
ir
e dentro da minha insensatez
marcamos
 nossos
prazeres
com covardia
e rimos da própria sorte
abafadas jogamos todos os
sonhos fora....salivas secas
suores talhos de remorsos
constante numa cama
abaixo ventre
me envergonho
de ter te amado tanto 
mudas sobre a quentura
do cigarro que queima
esfregamos nossas peles e
eu vou embora

POESIA BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 14 de maio de 2012

QUEM SABE SABE



A ARTE DE QUEM SABE


SERÁ A ULTIMA VEZ


a falta do acreditar em si mesmo
expande a terceiros como um raio que corta
as pequenas peles que tocadas eretas
explodem entre nossos pequenos pontos 
sobre uma imensa demência da loucura 
passageira que dobra as curvas dos eiras
e mata ao vento que sopra os ais ....
pegadas travadas em brigas contínuas....
sete dias é o nosso tempo aonde eu escondo  
os seus ciúmes....tempo que sentimos que seria
eterno todo esse amor e sexo....inesquecíveis ....
mais basta entrar o frio para gelarmos e  
passar pela rua do vizinho .....qualquer palavra maldita 
ou colocada sobre uma língua que tira a ardência 
de suas necessidades....a qualquer expressão
do verdadeiro gozo na boca aberta...amarga 
a separação já não é mais surpresa será apenas a última
vem como um tombo e deixa em mim mais uma marca  
eu sou romântica....sensível....amo amar você....me enlouquece
respeito o seu corpo respeita minha loucura
a sua mente.....as suas estradas.......mais amo
a mim primeiro 
cheia de conjuntos que me tranco me calo
trancados a sete chaves...não sei aonde as coloquei
perdi até a vergonha na cara....mais quando entre minhas pernas
meu molhar me desce....prefiro de agora para frente
fazer sexo comigo.....


POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 12 de maio de 2012

EU NO MEU AVESSO


eu sou um avesso das quatro temperaturas do ano
eu só preciso saber que você existe
sobre meus momentos pacíficos ou não
o meu sangue é teu em todas as estações
TE AMO
no inverno eu fuço suas mantas e chego até as suas raízes
já na primavera me abro sem segredos
no verão eu viro o horizonte do mar até chegar as tuas estradas
e as quatros em uma só ...desenha
nossos suores e lutas....quando cravamos
diante a distância.... que não nos deixa só
apenas mansa ao arder de tuas entranhas
no leve vento de outono.

POESIA BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 11 de maio de 2012

SEM QUERER


sem querer vou me chegando perto de você
depois de um dia de trabalho
nossos corpos estão quentes...tomamos banho juntas
fazemos diversas brincadeiras até de gente grande
rimos
choramos
contamos contos
fazemos poesias
imaginamos coisas e nos completamos em nós
nosso segredo é a temperatura do que se pega fogo
e logo coxas mãos dedos línguas olhares se entrelaçam
ficamos numa sacanagem deliciosa tão gostosa
que vara a noite entra a madrugada toca o telefone
o celular e nem percebemos nada.....
não nos importamos com nada...a não ser em nos satisfazer
e ao meio dia com o sol rachando sobre nossa pele suada
levantamos queimando de desejos

POESIA DE BEY CERQUEIRA