sábado, 5 de setembro de 2015

TIRA-ME

Tira-me o sono
Me pega pelo braço
Agarra minhas mãos
Coloca-as 
Toca meu rosto
Deixa-me
Agora 
Apaga a luz

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

MULHER ASSIM

Mulher assim eu me descompasso
Nessas suas fendas
Esse teu olhar
Novamente me fazem pecar
Faço coisas que até u mesmo
Duvido nas suas dobras
Já entreaberta eu cheiro 
Seu cio a cor
Vermelha intacta
Toco-me 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

QUE POSSAMOS

Que possamos ser, sermos, doce nas mudanças das estações, porque isso é a marca que deixamos para o outro ano, mesmo que desafinadas, num som acústico, num ambiente rustico , dançando aquela música, que tanto amamos, que mesmo nos desencontros, possamos ser doce, algumas mudanças, pelas veredas, nesse passo errado, nas mãos entrelaçadas, encostadas sobre nossas cicatrizes, mesmo assim as estações vão passar,  que possamos então sermos um encanto, uma prosa, enquanto decidirmos o nosso quereres, queremos tantas coisas, até sermos amantes, e com a delicadeza de duas mulheres que se querem tanto, chegaremos ao próximo ano, com mais encantamento do avesso, do ano que já passou, mais que não foi nos roubado, o aperto daquele abraço, daquela cama, daquele olhar que nos chama.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

NOSSOS CORPOS

Nossos corpos recompõe sobre essa maneira única de nós duas, no raso de sua fenda, nesse olhar que nos alucina numa ternura de menina, uma fissura que se salienta, dentro de minha boca, suas mãos suaves, contra as minhas endurecidas, molhadas, desprovidas, que descerra sua flora, que me embriaga em mil fantasias.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

PODER

Poder acostumá-la na rédea
Nessas formas indefinidas
Eu vou adorar
Vivo dentro deste pecado
Quando me encontro em teus abraços
Como tu mulher nos seus segredos
Necessita colar esse ébrio 
Naquela dobra de esquina então
Atreve-te que eu lhe arrasto
Sobre mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 1 de setembro de 2015

AMPARA

Ampara o meu pasto com calma
Com uma faca bem afiada
Usa seus pés em mim
Convide-me que farei um poema
Um programa em teu corpo
Toque minhas mãos
Quero sentir seus costumes
E os barganhar
Num ritual de plenitude prazer
Eretas pulsantes completamente
Impróprias 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

EU FICO DESESPERADA

AH!!!!! Eu fico desesperada
Quando não consigo tocá-la
Como eu necessito
Temos que ter cuidado com
Os estranhos
Nessas entranhas
Porque ele também tem boca
E suas cavernas são profundas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 30 de agosto de 2015

VAMOS NOS UNIR

Vamos nos unir nessa 
Minhas entranhas que vagueiam
Nesse meu prazer
Eu vou para outros braços
Inocentemente eu clamo por 
Você
Não me importa fêmea amada
Beija-me

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 29 de agosto de 2015

O AMOR

O amor mesmo não sendo
Perfeito nem único
Ele me reluz
Entre mãos que se tocam
Nesse prazer sem pudor
Num olhar único
Na metade dessa maçã
Que nós reluz

POESIA DE BEY CERQUEIRA

SE EM TUDO

....se em tudo nas reticências eu pudesse fazer a luz, eu me reduzia a vela, que além de me dar o que necessito, chora pelas suas rédeas, eu tenho certeza que apagaria todas as luzes da cidade, para que ninguém pudesse enxergar-me, chorando, para que ninguém pudesse, ver meu rosto marcado, não que eu tenha medo disso, apenas não quero, vou deixar ler minha alma, vou declamar, até confessar, mais jamais deixarei transparecer-me totalmente, disso eu tenho certeza....

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

POSSUA

Possua meu corpo
Seu reino me convence
Quando me tocas
Sinto-me um macho
Fêmea posta em mim
No cio
Perfeita harmonia de nós duas
Desconexo esse estado
Admito o avesso e 
Escorrego sobre sua boca
Molhada

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

EU AS VEZES FICO

Eu as vezes fico aqui pensando com os meus botões, desabotoados, com as roupas farrapadas, arranco o sutiã, me viro e peço aos meus desejos que me deixam em paz, porque ao tocar as paredes, elas são frias, abraço meus travesseiros, e ai de mim sem eles, e os beijo, sentindo profundamente a sua falta, porque meu corpo apesar já de cansada, necessita de suas mãos, daquele abraço apertado, das nossas carícias eternas, entre nós duas, por toda a madrugada.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA 

QUERO O SEU

Quero o seu atrevimento
A sua luxúria em minha boca
Venha atreve-se em mim
Fecha suas pernas
E a abre lentamente
Daquele jeito malvado
Arrasador que 
Mata-me de prazer
Que arranha dentro de
Minhas coxas
Mulher amada minha

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

EU PERMITO

Eu permito que você me 
Atravessa, porém 
Nua eu vou te pegar
Vou te fazer gritar
Gemer por que 
Quero ouvir você uivar 
Preciso deste avesso do meu
Tejo endurecido no seu
Íntimo nesta equina
Vou jogá-la na parede 
Apertando-a escorregando
Sobre teu ventre em tua boca
Abaixo no seu momento
Provoca-la com minha
Língua endurecida

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 25 de agosto de 2015

IMPLACAVELMENTE

Implacavelmente seu reino em minhas entranhas é perfeito, subitamente na exata medida quanto se tocas, sinto suas expressões mudarem, não me contenho, rabisco suas costas, deixo esse adubo atravessa-me, você reina em mim, quero apenas lhe informar nessa minha estrada, existe vários costumes, adaptáveis, com certeza.

FRASE DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

QUANDO TOCAS

Quando tocas sobre meu corpo
Sinto a fera que tu és
Felina 
Você tem um dom de me incendiar
Eu vou desde a lucides
Até a mais profunda loucura
Apanho-te ao extremo
Destemida e sem dor
Seu néctar me dá vida

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 22 de agosto de 2015

APAGA A LUZ

Apaga a luz nesse seu amor
Desenfreado
Arranha-me toda
Nessa sua fúria
Ao extremo em fim
Beija-me a boca
Abaixo o ventre
Chama-me

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

NO RABISCO

No rabisco de suas curvas, meus poderes, meus costumes, lhe provocam, seu bálsamo, concentrado, exala em mim, um cheiro de doçura, é o meu avesso, que reina sobre o seu poema, composto por mim, íntimas, por favor tocas meu ponto fraco, que eu te elevo ao extremo de mim.

FRASE DE BEY CERQUEIRA