sábado, 13 de junho de 2015

DEIXA-ME DEDILHAR

Deixa-me dedilhar em você
Suavemente
Não sei em que tom
Você vai me dizer
Ao seu urgir
Deliciosamente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

QUE A ALMA

Que a alma se acalma, aonde eu possa reviver no meu colo o seu avantajar, que eu possa dizer além dos meus sentidos, tocar em seus cabelos, beijar sua boca, tirar as suas roupas, sem pudor, pelas ruelas, na beira do asfalto, uma gole dentro deste botequim,  aonde nossos ventres apodrecem.

TEXTO DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 12 de junho de 2015

ESSE PRAZER

Esse prazer que tenho inteira por você, nutri nossas vontades, ficamos cada dia mais insaciáveis, morde meu pescoço, minha vampira, me de sua senha, aperta meu corpo junto ao teu, seja ríspida, rápida, e ao meu excitar, minhas coxas se aventura, nessa imensa ternura de troca, de aperto, não deixamos passar um vento, esse carinho que nos faz ficar extremamente ereta, profundo afago, que nos envolve, penetra nosso poder, e nos enfraquece, há muitos anos somos assim, uma fúria incansável.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 11 de junho de 2015

GOSTO

Gosto quando meus pensamentos
Ficam totalmente pervertidos
Em um segundo tiro minhas roupas
Rasgo as tuas
Aveludo-me sobre suas sedas
Mordendo seus seios isso
Enche-me de prazer
Viajo em você insaciavelmente
Firme 
ereta 
Com força
Exata 
Dentro de você

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 10 de junho de 2015

VOCÊ É TÃO SUTIL

Você é tão sutil quando tira minhas roupas
Eu finjo que não sinto e me deixo tocar
Meu corpo fica todo vibrando você
Secretamente vem me nutrir com sua seiva
Que me faz arder de tanto roçar
Expandindo-me por toda cama
Acordando-me deste sono pesado

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 9 de junho de 2015

NESSE OLHAR

Nessa olhar de cumplicidade
As palavras não tem um mínimo
De significância
Sons que se revela toda uma excitação
Até chegarmos ao gozo total
Desmaiarmos uma sobre a outra
Para descansarmos é claro
Eu farei questão de  rasga-la 
Mais preciso escutar você gritar
Seja o nome que for, inclusive o meu
Só não cuspe para cima dizendo que me ama
Deixa que eu faça uma escultura 
Na linha do faz de conta
Sobre seus caminhos que irão chegar
A uma tentativa de poesia da qual irá te revelar

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 8 de junho de 2015

A ARTE DE ADOLFO ÍTALO


MEXE

Mexe, assim não vai, eu faço loucuras
Meus pontos G viram partículas
Dentro do meu sexo
Avantajado
Tuas partes mergulhadas nas minhas
Desejar-te por inteira é o completar-me
Mesmo quando abala toda 
A minha estrutura

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 7 de junho de 2015

EU ME ESQUECI

Eu me esqueci de você
Mais seu cheiro está em mim
Nem por um momento
Eu vou navegar
Eu quero você
Assim
A sua imagem em mim
Revelada

POESIA DE BEY CERQUERIA

sábado, 6 de junho de 2015

AFAGO

Afago o teu corpo 
Dissimulado ao meu
Acaricio suas entranhas
A minha posta juntas
Não vou revelar teu segredo
Nem quero que conte os meus
Juntas a nós postos
Revelar-nos bastas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 5 de junho de 2015

DECIFRAR UM POEMA

Decifrar um poema escrevê-lo a um imaginar como montar uma estrutura, no abalar mergulhadas em sedes, disposta rasgada entre um rabiscar da ponta que circula, é mexer com nosso ego, tragar uma estrada entranhas infinita particular das quais circula nossas curvas, desejos, silêncio, fazer uma poesia é como tocar mansamente ao que desejas ao que estás vivendo, talvez a excitação do gosto esculpido em nossa língua, linhagem de fêmeas.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 4 de junho de 2015

AO TEU OLHAR

Ao teu olhar de cúmplice
Devagar ficamos nuas
A dança cantarolada
Afago teu corpo
E tu calas minha boca

POESIA DE BEY CERQUEIRA

EU QUERO CONTAR

Eu quero contar as conchinhas, deixando a todo vapor, com força, a língua das ondas molhar meus pés, derrubando-me na areia envergada ao vento, sentir o frio da espuma entranhando meu íntimo, entrando para apagar o meu fogo, que me expunha, que me deixava sem folego, quando por ali mesmo, não passava ninguém, a santa pedra me acobertava, mais sentia um olhar, ao alto, aonde escorregava quando descia, em posto punho, apunhalava, arranhando o próprio tronco em apenas na luz do dia, ereto, fingia que não via, me ver nua, cantando para lua, abraçando-me sem medo.

TEXTO DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 3 de junho de 2015

TIRA A MINHA ROUPA

Tira a minha roupa joga pelos cantos
Por favor, urrar o meu nome mesmo errado. 
Eu fico louca, eu viro um encanto.
Deixo-me exposta a ti então
Aperta-me
Morde-me
Arranca minha película em sua boca
Em todas as suas tendências
Eu viajo numa gula
Fúria 
Entre o roçar de coxas
Eu sou feroz
Travo-lhe na ponta da sua fenda
Na entrada do seu ponto G
Mais me promete que vai arregaçar
Suas unhas em minhas costas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 2 de junho de 2015

Com toda força do meu carinho
Numa elegância de comportamento
Com tudo isso meu corpo treme
Diante você porque sinto dor no ventre
Entre volúpia que chega ao êxtase total
Ele é quente eu gosto dessa excitação toda
Ao teu lado, irresponsavelmente. 
Sentir aquela cachoeira
Em minhas coxas e seus cabelos
Sempre mal cortados
Arranhando-me toda

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 1 de junho de 2015

FÊMEA

Fêmea atiçada
Implorando pela minha boca
Sua levada
Vou te mostrar o que é ficar molinha
Invadir sua liberdade
Você vai gritar para eu parar
Vou nos enlouquecer 
Molhando suas roupas 
Grudadas no seu corpo
Com força arrancar sua película
Abalar-te em meu sexo até
Você dormir

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 31 de maio de 2015

DEIXA EU LHE TOCAR

Deixa eu lhe tocar
Com primazia um assalto
Deixa-me relutar
Deixa eu te encontrar
Eu te querer
Avassalamente sem
Precisar lhe dizer o quanto
Eu lhe quero brande em mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 30 de maio de 2015

E DENTRO

E dento a minha boca
Atiça-me assalta meu  bem querer
No cio serpente matuta gulosa
Dá o bote
Suga minha imunidade
Umidade
Me deixa querendo trocar
O suco 
Faça-me implorar
Em bebê-la 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 29 de maio de 2015

EMBAIXO DOS LENÇÕIS

Embaixo dos lençóis, lhe toco com uma tendência, quem sabe, preferência porque adoro uma sacanagem, que me faz gozar, quero o ponto exato de nós duas, o ponto que nos eleva, nos deixa caladas, olhando o olhar que nos fala, aquele momento do perceber em silêncio,  beijo a sua boca, encaixo-me em seus sinais, você me aperta, me coloca entre os travesseiros, e nesses quereres eu digo amém, sobreposta em você, eu prefiro a loucura de seus beijos em meus seios, quero fumar um cigarro, quero beber o que de ti desce, quero ficar um pouco mordendo a beira de suas frutas, quebrando silêncio deste quarto mudo, desse gelo quando tu chegaste a mim, me envergo, até aos teus pés, te embriago, para poder ter a sua confissão, retornando confesso com meus lábios o que quero, de você, até seu ponto máximo, até desalinhar minhas vísceras, as cobertas vou usar para amarrar nós duas, não vamos perder esse galope, imposta ao meu bem querer, querendo o seu querer, alinham-no, quero todo tempo da sua nudez, deixando marcas no meu corpo, quero seu cheiro, ar o seu tempo, deixar-nos,socadas, aliciando, nos beirando, acariciando, essa dor do tejo que nos amedronta, criando um eco quando no entrar e sair desse momento que nos avassala.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA