quarta-feira, 1 de outubro de 2014
EU QUERO
Eu quero dormir com você
Ficar essa noite
Inteira te burilando
Partilhar contigo o que até
Não sei preciso ser ousada
Vou entender os teus sinais
De fêmea com desejos
Sentirei você a cada mexida que
Der sobre meu corpo na cama....
É meu devaneio alisá-la
Abafar-me sobre ele
Abaixo do joelho na minha
Cicatriz marca-me com tua
Doçura de mulher
Coloca-te felina tira-me do sério
Perdeu-se já a inocência comigo
Rompido laços de nascença ao meu
Bem prazer de fera que tanto te
Desejava naquele momento: mulher
Ah! Depois cansada encostou-se
Em meu ombro
Acariciou meu rosto com delicadeza
Deixando-me morder seus mamilos
Passando gelinho
Saboreando nesse entrar apertando acima
Colocando minha cabeça dentro
Da sua abertura de fêmea com paixão
Lambi meus lábios todo molhado
De tanta excitação eu adoro morango
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Ficar essa noite
Inteira te burilando
Partilhar contigo o que até
Não sei preciso ser ousada
Vou entender os teus sinais
De fêmea com desejos
Sentirei você a cada mexida que
Der sobre meu corpo na cama....
É meu devaneio alisá-la
Abafar-me sobre ele
Abaixo do joelho na minha
Cicatriz marca-me com tua
Doçura de mulher
Coloca-te felina tira-me do sério
Perdeu-se já a inocência comigo
Rompido laços de nascença ao meu
Bem prazer de fera que tanto te
Desejava naquele momento: mulher
Ah! Depois cansada encostou-se
Em meu ombro
Acariciou meu rosto com delicadeza
Deixando-me morder seus mamilos
Passando gelinho
Saboreando nesse entrar apertando acima
Colocando minha cabeça dentro
Da sua abertura de fêmea com paixão
Lambi meus lábios todo molhado
De tanta excitação eu adoro morango
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 30 de setembro de 2014
GOSTO DA SUA CAMISA
Gosto da sua camisa para fora da calça
Gosto das mãos tocando minha testa
Gosto das pernas da bailarina se abrindo
Gosto de reverenciar suas estradas
Gosto de agitar nossas noites
Mesmo no frio com chuva batendo na janela
Gosto de combinar nossas vulvas
Com o clima
Agitado inquieto fica meus nervos
Pulsando
Esteja jogando em minha boca
O seu gosto inventa
Enlouquece-me
Loba no cio rouca canalha
Como mexe comigo
Sabe quanto eu gosto
Desse seu vulcão que queima
Dentre meu corpo
Que pulsa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Gosto das mãos tocando minha testa
Gosto das pernas da bailarina se abrindo
Gosto de reverenciar suas estradas
Gosto de agitar nossas noites
Mesmo no frio com chuva batendo na janela
Gosto de combinar nossas vulvas
Com o clima
Agitado inquieto fica meus nervos
Pulsando
Esteja jogando em minha boca
O seu gosto inventa
Enlouquece-me
Loba no cio rouca canalha
Como mexe comigo
Sabe quanto eu gosto
Desse seu vulcão que queima
Dentre meu corpo
Que pulsa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
ENVERGA
Enverga em mim com todo desejo
Permita que eu invada suas aberturas
Toco suas fendas com força
Alisando de cima para baixo
Colocando na sua abertura
E mexendo ao seu pedido
Deixa-me saudades marcadas
Entre as pernas que eu te
Reverenciei minha senhora
Deixar-me-ei contaminar por suas essenciais
Fique aqui comigo
Beija-me forte
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Permita que eu invada suas aberturas
Toco suas fendas com força
Alisando de cima para baixo
Colocando na sua abertura
E mexendo ao seu pedido
Deixa-me saudades marcadas
Entre as pernas que eu te
Reverenciei minha senhora
Deixar-me-ei contaminar por suas essenciais
Fique aqui comigo
Beija-me forte
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 28 de setembro de 2014
NÃO ME TOQUE
Não me toque
A sua beleza eu desconheço
Raras são as mentiras que eu digo
Você me causa náusea
Acredito que tudo passa
Porque minhas entranhas
Denunciam-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
A sua beleza eu desconheço
Raras são as mentiras que eu digo
Você me causa náusea
Acredito que tudo passa
Porque minhas entranhas
Denunciam-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 27 de setembro de 2014
OU VEM COM TUDO
Ou vem com tudo caso contrário
Deixa-me em paz
Eu quero deitar sobre você
Contar-te segredos
Fazer-me mulher no seu encanto
Quero muito mais eu preciso
Que você seja vulgar
Faça-me entre suas coxas
Deixa-me livre sobre você
Vamos ao imaginário completamente
Nuas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deixa-me em paz
Eu quero deitar sobre você
Contar-te segredos
Fazer-me mulher no seu encanto
Quero muito mais eu preciso
Que você seja vulgar
Faça-me entre suas coxas
Deixa-me livre sobre você
Vamos ao imaginário completamente
Nuas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
UMA MULHER
Uma mulher que ao dia me condiz, m e deixa cheia de vontades, dança num cabaré sombrio, que até não cheira bem, sobre uma mesa, em meus ombros, posta seu salto alto, crava, deixando em mim uma marca qualquer, que seja doentinho, mais deliciosamente um momento do qual eu grito, não de dor, mais de T, dançamos um tango, numa leveza, numa doçura, as mãos começam a suar, essa mulher, que eu faço questão de deixar minhas marcas também nela, nos cantos das beiras, uma meretriz, eu adoro, em todos os momentos, embriagada, não perdemos a noção da hora, a pego entre meus braços, subo uma escada com ela no colo, sorrindo, olhando nos meus olhos, encurralada, me faz, anunciar do entre (sai) um momento, no bater de portas, no abir de pernas, esquecer o meu amanhã.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
CHEGA AQUI
Chega aqui
Vem deitar comigo
Vamos até no que não
É-nos permitido, por favor,
Ótimo agora
Deixa-nos queimar
Com um suor de teso
Sente meu toque duro
Faz-me chorar sobre
Meus dedos que estão gritando
Revida
Viaja em mim
Deixa-me sentir teu gosto
Arranha meu rosto cola em
Minha boca sente minha língua
Escreve nas minhas entranhas
Marca-me
Morde-me
Grita o meu nome
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Vem deitar comigo
Vamos até no que não
É-nos permitido, por favor,
Ótimo agora
Deixa-nos queimar
Com um suor de teso
Sente meu toque duro
Faz-me chorar sobre
Meus dedos que estão gritando
Revida
Viaja em mim
Deixa-me sentir teu gosto
Arranha meu rosto cola em
Minha boca sente minha língua
Escreve nas minhas entranhas
Marca-me
Morde-me
Grita o meu nome
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
PRECISAMOS DESENROLAR
Precisamos desenrolar nossas faces, para encostar-nos uma na outra, em carícias profundas, precisamos desvendar nossas facetas, deixar o barco correr, descer a cachoeira, perder-se de vista, onde nós duas estamos juntas, sumir dentro dos nossos desejos, sermos uma só, enquanto o horizonte nos abençoa, precisamos urgentemente desatar esse nó, deixando fluir todas as nossas vontades, no desejar, tirarmos a máscara da cara, engolirmos uma a outra, entre coxas nos roçarmos nua, ou não, mais postas costa ventre livre, tocarmos, na precisão exata de quem sabe o que quer, sem dar satisfação, ou perguntar uma para outra, seja o que for, temos que nos ver estarmos juntas, abraçarmos, ir para cama, fazer sexo, de todas as formas, desejável, ou não, até banharmos uma na outra, emaranhar os lenções, desalinhar as trilhar, acharmos uma na outra, um complemento, que é o suficiente, já basta, a química apenas revelará a nossa união.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
PODE ME INVADIR
Pode me invadir com força total
Algema-me fica por cima
Não seja tão delicada porque vou adorar
Engolir-te apertar você sobre minha testa
No chão vou te fazer viajar beijá-la
Não me faça rir meu gozo fica melhor
Chama-me de qualquer nome porque eu
Mordo você toda passo minhas mãos
Com uma força a sua vontade
Sobre seu ponto G pode ficar sabendo
Que eu tenho um péssimo hábito
O de querer sempre seja a hora que for
Tudo novamente inclusive ao amanhecer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Algema-me fica por cima
Não seja tão delicada porque vou adorar
Engolir-te apertar você sobre minha testa
No chão vou te fazer viajar beijá-la
Não me faça rir meu gozo fica melhor
Chama-me de qualquer nome porque eu
Mordo você toda passo minhas mãos
Com uma força a sua vontade
Sobre seu ponto G pode ficar sabendo
Que eu tenho um péssimo hábito
O de querer sempre seja a hora que for
Tudo novamente inclusive ao amanhecer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
SOU UM HOMEM SÉRIO
Sou um homem sério
Sou bicho da terra
Conheço a floresta
Pudesse teria roubado seu ventre
Trago marca que interpreta sonhos
Penso na alma de uma mulher
Quero emoções fazer sexo
Esqueci o nome da estrada
Abaixo rio
Encosta-se Ao (a um) sinal
Abaixo naufraga
Em meu ombro depois
Adormece
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sou bicho da terra
Conheço a floresta
Pudesse teria roubado seu ventre
Trago marca que interpreta sonhos
Penso na alma de uma mulher
Quero emoções fazer sexo
Esqueci o nome da estrada
Abaixo rio
Encosta-se Ao (a um) sinal
Abaixo naufraga
Em meu ombro depois
Adormece
POESIA DE BEY CERQUEIRA
VEM SE ESCONDER
Vem se esconder sobre o gelo
Em minhas faíscas tentações
Nesse mar aberto aonde bate ondas
Altas se curva nelas deita-te
Água gelada num sol de 40 graus
Que entre suas coxas batem
Fortes suas pernas se abrem
Automaticamente meu olhar faminto
Olha-te observa
Minhas fendas inchadas chega doer
De tão eretas que encosto-me às pedras
Em gestos selvagens vulgares que se dane
Que chama atenção de quem passa
Tenho que ter atitude ao tempo
Uma resposta que bate no meu desatino
Nas fendas da minha poesia
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Em minhas faíscas tentações
Nesse mar aberto aonde bate ondas
Altas se curva nelas deita-te
Água gelada num sol de 40 graus
Que entre suas coxas batem
Fortes suas pernas se abrem
Automaticamente meu olhar faminto
Olha-te observa
Minhas fendas inchadas chega doer
De tão eretas que encosto-me às pedras
Em gestos selvagens vulgares que se dane
Que chama atenção de quem passa
Tenho que ter atitude ao tempo
Uma resposta que bate no meu desatino
Nas fendas da minha poesia
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 23 de setembro de 2014
A ARTE DE Juliana Tozzini.
QUANDO NOSSO CORPO
Quando nosso corpo se banha
Deixa ficar uma marca aonde
Mergulha-se limpando as outras
Intensas mulheres que possuímos
Quando a água cai sobre nossas cabeças
Seguramos nas paredes ensaboadas
Deslizamos uma sobre a outra
Entre nossas envergaduras não escutamos
O mundo lá fora gritar se cala dentro dos nossos
Gemidos bravos socados travados
Você me olha lambo sua cara
Bebo no cálice que tu envermelha
Nesse cio contê-la no fogo quente
É o meu dever pois por dentro me
Queimo
Pernas coxas leite derramado
Cheiro de paixão pote desenhado
Pelas mãos do destino traço marcada
Imprevisível subversão acima dos
Deuses você minha ave rapina
Minha grande obsessão.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
QUANDO NOSSO CORPO
Quando nosso corpo se banha
Deixa ficar uma marca aonde
Mergulha-se limpando as outras
Intensas mulheres que possuímos
Quando a água cai sobre nossas cabeças
Seguramos nas paredes ensaboadas
Deslizamos uma sobre a outra
Entre nossas envergaduras não escutamos
O mundo lá fora gritar se cala dentro dos nossos
Gemidos bravos socados travados
Você me olha lambo sua cara
Bebo no cálice que tu envermelha
Nesse cio contê-la no fogo quente
É o meu dever pois por dentro me
Queimo
Pernas coxas leite derramado
Cheiro de paixão pote desenhado
Pelas mãos do destino traço marcada
Imprevisível subversão acima dos
Deuses você minha ave rapina
Minha grande obsessão.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deixa ficar uma marca aonde
Mergulha-se limpando as outras
Intensas mulheres que possuímos
Quando a água cai sobre nossas cabeças
Seguramos nas paredes ensaboadas
Deslizamos uma sobre a outra
Entre nossas envergaduras não escutamos
O mundo lá fora gritar se cala dentro dos nossos
Gemidos bravos socados travados
Você me olha lambo sua cara
Bebo no cálice que tu envermelha
Nesse cio contê-la no fogo quente
É o meu dever pois por dentro me
Queimo
Pernas coxas leite derramado
Cheiro de paixão pote desenhado
Pelas mãos do destino traço marcada
Imprevisível subversão acima dos
Deuses você minha ave rapina
Minha grande obsessão.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
O PRAZER DE UMA MULHER
O prazer de uma mulher
Em meu rosto quando me arranha
Seus cabelos mal cortados
Dentes fiados mordendo minha nuca
Aperto suas costas para que a sua
Selvageria não escapa
Feito uma selvagem eu me coloco também
Vão queimando tudo nossas entradas
Cavernas dando enchente
Na dela minhas mãos amparam
Minha boca seca mata em mim
Uma sede de deserto
Torna-se minha moldura mental
Coloco do jeito que quero
Bem encaixada por toda as partes
De meu corpo vestido ou não
Do qual ele grita seu nome
Essa mulher está no mundo
Com meu cheiro de macho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Em meu rosto quando me arranha
Seus cabelos mal cortados
Dentes fiados mordendo minha nuca
Aperto suas costas para que a sua
Selvageria não escapa
Feito uma selvagem eu me coloco também
Vão queimando tudo nossas entradas
Cavernas dando enchente
Na dela minhas mãos amparam
Minha boca seca mata em mim
Uma sede de deserto
Torna-se minha moldura mental
Coloco do jeito que quero
Bem encaixada por toda as partes
De meu corpo vestido ou não
Do qual ele grita seu nome
Essa mulher está no mundo
Com meu cheiro de macho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 21 de setembro de 2014
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