Fértil
Amante
Doce
Surpreendente
Sádica
Ternura
Vários nomes
Eu me deito
Penso
Flor do dia abrindo
Jorra em minha Boca
Sua delícia
Meu êxtase
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 21 de setembro de 2014
sábado, 20 de setembro de 2014
ADORO
Adoro quando você enrosca sua língua na minha, amo imensamente quando você ágil como uma leoa e me avança, me arranha, me deixa embriagada sem pontos, que não latejam, nas beiras, eiras, nos ais, com as mãos abafadas eu fico dentro de suas calças, tremo, num vai e vem, eu passo todo o seu instante, dou murro na cama, me aplumo em você, mexo em suas virilhas, numa ternura só nossa, seios arrepiados, deliciosamente, levemente com minha boca os toco, você é mulher dos meus delírios, arrebata-me.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
EU ME SINTO
Eu me sinto em um instante mudo
Quando me vem a lembrança do seu olhar
Do seu sorriso das suas mãos
No meu corpo coberto
Pelos seus abraços seu toque
Eu me sinto leve confusa versátil
Quando sinto seu cheiro ao vento
Seu cabelo em meu rosto
Sinto-me valente tiro a roupa fico nua
Um fogo no meu meio que me queima
Eu grito de dor abaixo ventre balbucia um encanto
Uma certeza absoluta que o tempo passou
Porque então eu tremo tanto?! Por que
Fisicamente seremos sempre uma da outra....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Quando me vem a lembrança do seu olhar
Do seu sorriso das suas mãos
No meu corpo coberto
Pelos seus abraços seu toque
Eu me sinto leve confusa versátil
Quando sinto seu cheiro ao vento
Seu cabelo em meu rosto
Sinto-me valente tiro a roupa fico nua
Um fogo no meu meio que me queima
Eu grito de dor abaixo ventre balbucia um encanto
Uma certeza absoluta que o tempo passou
Porque então eu tremo tanto?! Por que
Fisicamente seremos sempre uma da outra....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
AS VEZES EU COLOCO
As vezes eu coloco as coisas só para mim, não quero dividir, compartilhar, nada, quero sentir o frio das minhas entranhas, gritando por mim mesma, não quero lembrar do quanto um dia eu te amei, e me esqueci, não posso ultrapassar o limite da verdade, porque entro numa insanidade inútil, do qual só eu sei o quanto gozei sozinha, as vezes quero tanto, outras vezes, não, porque penso que nada vale o meu semblante teso sombrio amante em meu corpo, e por incrível que pareça é na madrugada quando acordo e não consigo mais dormir, que me desespero em lembrar que em algum lugar, você está.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
NUMA ENVERGADURA
Numa envergadura longa
No meu espasmo
Num delírio de amor mesmo
Que eu morra de dor
Preciso desse fogo ágil
A calça jeans roçando-me
Numa manobra ágil
Gozo quando chega na curva
POESIA DE BEY CERQUEIRA
No meu espasmo
Num delírio de amor mesmo
Que eu morra de dor
Preciso desse fogo ágil
A calça jeans roçando-me
Numa manobra ágil
Gozo quando chega na curva
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
EU SINTO UMA SAUDADE
Eu sinto uma saudade rasgando
Minha perna robusta contra a tua
Uma agulha cortando a carne
Rasgando o fêmur essa dor nos dá
Delírio no êxtase arranca seu vestido
No trevo ágil de uma jovem
Que diz apenas aiiii.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Minha perna robusta contra a tua
Uma agulha cortando a carne
Rasgando o fêmur essa dor nos dá
Delírio no êxtase arranca seu vestido
No trevo ágil de uma jovem
Que diz apenas aiiii.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 16 de setembro de 2014
FEBRIL
Febril e sem ar
Deixa-me obscena
Debruço na sua nudez
Nasce como flor abrindo
No meu mastro
Desarma-se vamos brincar
Abrindo feito uma bailarina
Suave fêmea me suja no seu cio
Robusta eu perco o controle rasgo
Suas calças das quais arrebento seus botões
Amasso sua camisa te jogo contra
A parede coloca sua abertura dentre minhas
Coxas e te mordo todinha
Pálida perdida murmura nesse
Fogo saindo de sua caverna
Ajoelhada sugo passo leve
No seu tráfego versátil
Voo em suas ancas supremas
De uma grande mulher
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deixa-me obscena
Debruço na sua nudez
Nasce como flor abrindo
No meu mastro
Desarma-se vamos brincar
Abrindo feito uma bailarina
Suave fêmea me suja no seu cio
Robusta eu perco o controle rasgo
Suas calças das quais arrebento seus botões
Amasso sua camisa te jogo contra
A parede coloca sua abertura dentre minhas
Coxas e te mordo todinha
Pálida perdida murmura nesse
Fogo saindo de sua caverna
Ajoelhada sugo passo leve
No seu tráfego versátil
Voo em suas ancas supremas
De uma grande mulher
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
VÍDEO POEMA DE BEY CERQUEIRA
SINTO UM FOGO
Sinto um fogo brando
Transporto ao meu bem querer
Grandes astros me acompanham
A lua sempre cheia
Minhas entranhas rodeadas de
Desejos dos momentos que vivemos
Viver suavemente me faz ficar sempre
Umedecida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
VÍDEO POEMA DE BEY CERQUEIRA
SINTO UM FOGO
Sinto um fogo brando
Transporto ao meu bem querer
Grandes astros me acompanham
A lua sempre cheia
Minhas entranhas rodeadas de
Desejos dos momentos que vivemos
Viver suavemente me faz ficar sempre
Umedecida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 14 de setembro de 2014
COLHE
Colhe minhas raízes
Beija meus lábios
Cala-me
Vistosa senhora
Dos grandes gozos
Prazeres
Encantos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Beija meus lábios
Cala-me
Vistosa senhora
Dos grandes gozos
Prazeres
Encantos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 13 de setembro de 2014
EU PRECISO
Eu preciso ficar comigo mesmo, suspirar sem sentir o seu cheiro, galopar sobre meus travesseiros, lamber-me sem medo, minha carne treme, seu nome soa em mim, doce eterna, amor da minha vida.
FRASE DE BEY CERQUEIRA
FRASE DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
UMA ESTRADA
Uma estrada dominada
Da ponta do cabelo
Até o dedinho do pé
Conheço todas as curvas
Tão amada desejada
Confusa me olha
Surpreende-se
Pulsa loucamente
Sobre mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Da ponta do cabelo
Até o dedinho do pé
Conheço todas as curvas
Tão amada desejada
Confusa me olha
Surpreende-se
Pulsa loucamente
Sobre mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
NÃO QUERO A NUDEZ
Não quero a nudez nua e crua, será muito fácil para mim, tê-la, coloque uma blusa transparente, deixa a água da chuva cair, vai endurecer seus mamilos, vou bolinar você numa intensidade, desenfreada, sabe porque preciso sentir algo mais, um olhar, um puxão de cabelo, arranha minhas costas, não preciso de me desfazer a mim posto que já estou em chamas, num animal galopando, sem rédea, pelo que vai me aliciando, me sinto plenamente satisfeita, ão quero me desfazer dos meus sentidos loucos, porque quando tu estás, não tenho saída, sempre encontro sua porta aberta, com a boca cheirando Whisky.
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
MULHER DE ESTRADAS
Mulher de estradas
Esquinas
Muros quebrados
Cheiro de peixe
Prendo entre minhas pernas
Serpente que lambe colhões
Em duelo
Ditosa
O prazer que eu quero
Estás dentro de você
Teu suco minha alma suga
Em tua pele minha língua enxagua
Na ponta das suas fendas
Confusa depurada nos vários
Instintos de golpes certeiros
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Esquinas
Muros quebrados
Cheiro de peixe
Prendo entre minhas pernas
Serpente que lambe colhões
Em duelo
Ditosa
O prazer que eu quero
Estás dentro de você
Teu suco minha alma suga
Em tua pele minha língua enxagua
Na ponta das suas fendas
Confusa depurada nos vários
Instintos de golpes certeiros
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 9 de setembro de 2014
GOSTO DE SENTIR
Gosto de sentir sem rodeios
Os seus gingados na minha boca
Que são meus alimentos
Sua seiva mata minha sede
Gosto quando senta em cima
Dos meus seios entranhas preenche
De água purificada
Deixa-me ereta pulsante nesse
Sexo selvagem que adoramos
Seja que posição for
Amarro-te na beira da cama
Esfrego-a sobre o colchão no vai e vem
Viro-te do avesso abaixo do umbigo
Minha testa lhe crava uso minhas mãos
Preencho lhe suas entradas beijando sua nuca
Na ponta do dedo todo molhado
Toco sua vulva
Feito bicho do mato
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Os seus gingados na minha boca
Que são meus alimentos
Sua seiva mata minha sede
Gosto quando senta em cima
Dos meus seios entranhas preenche
De água purificada
Deixa-me ereta pulsante nesse
Sexo selvagem que adoramos
Seja que posição for
Amarro-te na beira da cama
Esfrego-a sobre o colchão no vai e vem
Viro-te do avesso abaixo do umbigo
Minha testa lhe crava uso minhas mãos
Preencho lhe suas entradas beijando sua nuca
Na ponta do dedo todo molhado
Toco sua vulva
Feito bicho do mato
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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