É você mesmo
que me encanta
nua de bruços
de costa
a nado no meu molhado
sensual
vais baixando
me tocas
deixa o meu fogo
queimar seus lençóis
a noite
de dia
no banheiro água fria
me deixa posta
meu corpo ao seu ensaboado
esfregando pelas
suas costas grito e te aperto
seu ventre ancas te cravo
em minhas fendas e
gozo feito louca sobre ti
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 16 de abril de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
....e
..e acaricia com sua língua o que vibra
Deliciosas pontas rosadas
Vento que entra entre as fendas
Da porta velha e cansada
Duras entrelaçadas pernas
Dentro desta excitada esbelta mulher
Que desliza ao alto molhando
Enchendo-me de desejo amaste
O inferno porque o fogo me queima
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deliciosas pontas rosadas
Vento que entra entre as fendas
Da porta velha e cansada
Duras entrelaçadas pernas
Dentro desta excitada esbelta mulher
Que desliza ao alto molhando
Enchendo-me de desejo amaste
O inferno porque o fogo me queima
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 14 de abril de 2014
FAZ-SE COM AS MÃOS
Faz-se com as mãos, diversas coisas, deliciosas, por exemplo, acariciar todo o seu corpo nu, tocar em suas aberturas, num entrar e sair, sentir sua quentura, cheia de paixão, faz-se com as mãos, que tem dedos, carícias nas suas fendas, deslizando, com as pontas dos dedos, faz-se na entrada da sua caverna, um mexe, mexe deixando toda molhada faz tantas coisas com todo o nosso corpo, excitando o ventre, numa curvatura abaixo do umbigo....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 13 de abril de 2014
SOBRE O SEU OLHAR
Sobre o seu olhar me sinto cúmplice
Nossos encontros irão sempre ocorrer
Sinto meu corpo tremendo lembrando
Sua voz seu jeito ardência entre minhas
Coxas passeando sobre meus pontos
Saudade de sua boca
Acariciando minha língua
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Nossos encontros irão sempre ocorrer
Sinto meu corpo tremendo lembrando
Sua voz seu jeito ardência entre minhas
Coxas passeando sobre meus pontos
Saudade de sua boca
Acariciando minha língua
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 12 de abril de 2014
TEUS MAMILOS
Teus mamilos durinhos
Encaixado na minha boca
Bordidinhas
Gelinho
Minha mão suando
Minha língua aguada
Minha paixão por ti
Acendendo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Encaixado na minha boca
Bordidinhas
Gelinho
Minha mão suando
Minha língua aguada
Minha paixão por ti
Acendendo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 11 de abril de 2014
PULSA
Pulsa esse meu coração calado
Sobre minhas entranhas
Num encontro longe banhado
De vinho e cerveja
Renitentes eu me provoca
Sedo-me aos meus instintos
E hoje de bruços
Sobre meus dedos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sobre minhas entranhas
Num encontro longe banhado
De vinho e cerveja
Renitentes eu me provoca
Sedo-me aos meus instintos
E hoje de bruços
Sobre meus dedos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 10 de abril de 2014
TUAS VONTADES
Tuas vontades em meus delírios
Provoca seu lado fêmeo selvagem
Um cio risca meio escaldante quente em
Minha boca num olhar de
Cumplicidade nesse meu corpo que
Pulsa ofegantemente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Provoca seu lado fêmeo selvagem
Um cio risca meio escaldante quente em
Minha boca num olhar de
Cumplicidade nesse meu corpo que
Pulsa ofegantemente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 9 de abril de 2014
QUANDO ERA MENINA
Quando era menina foi minha, intensa, nas entrelinhas das minhas coxas, endurecido sempre que a tocava, com força, mostrei-lhe com leveza tantos caminhos, sentia seu cheiro, até seu suor me fazia tremer, na minha cama, ainda moça foi cúmplice desse meu desabar, dessa minha entrega, em fazê-la sobre meu corpo de homem, uma mulher, sem fantasias, nesse mundo de emoções, naveguei dentro dela, arrebentei meus poemas, numa tranquilidade, de um piano afinado, soletro teu nome até hoje, digo a você, que conheço-a como ninguém, até o avesso do avesso, de fora para dentro, essa mulher hoje como sempre linda, cheia de dedos, segredos, me deixa mexido, mexe com meu libido, desarruma meus hábitos, arrepia meus poros, me deixa fraco, eu a quero tanto, como homem que sou, a desejo tanto, desejo fazer amor com seus amores, aqueles amores que apenas um homem senti, as reticências estão abaixo do meu umbigo, em minhas mãos, ao tocá-la, beijá-la, faço propostas a beira rio, preciso matar minha sede desse tesão tão antigo...., e como homem finjo (insisto) sorrindo, em acreditar nas suas promessas.
(TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA)
(TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA)
terça-feira, 8 de abril de 2014
EU QUERO GRITAR
eu quero gritar ao mundo, que eu não tenho casa, nem rumo, nem raça, nem me apego a estrada, corro ao mar, galopando feito uma adolescente desenfreada, solto as vendas, abaixo ventre, deixo chorar minhas fendas, molhar o arreio, descendo entre minhas coxas, me deixo cantar pelos cantos, deixando a língua das ondas, feito gelo, passando por mim só, também falo sozinha, até com o meu espelho, afinal ele me entende, dentro do meu quarto, me exponho, me disponho, me deixo levar, me arrasto pelos cantos, ah! Essas paredes, que me esfria, mordo minhas unhas, mais não machuco meus dedos.....
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
SE AFUNDA
Se afunda
Perde o rumo
Cruza as pernas
Fica brincando
Te pego na curva
Seja imprópria
Adolescente
Secreta
Adulta
Tenha-me no seu vão
Na fenda boca barganha
Aberta
Pétalas
Venha indecente
Entreaberta sobre a
Minha língua que sangra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Perde o rumo
Cruza as pernas
Fica brincando
Te pego na curva
Seja imprópria
Adolescente
Secreta
Adulta
Tenha-me no seu vão
Na fenda boca barganha
Aberta
Pétalas
Venha indecente
Entreaberta sobre a
Minha língua que sangra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 7 de abril de 2014
QUANDO ME TOCO
Quando me toco nas minhas sedes
Sobre um calor infernal que me molha toda
Inunda os lençóis com as poesias
Escaldante de suas lembranças
A marca do meu corpo nu na cama
Seguro-me, nas beiradas da grade
De minha cama que me mexe
Aplumo minhas coxas enquanto sinto
Suas mãos deslizando nelas
Mostrando-me todos os seus caminhos
Enquanto você dorme
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sobre um calor infernal que me molha toda
Inunda os lençóis com as poesias
Escaldante de suas lembranças
A marca do meu corpo nu na cama
Seguro-me, nas beiradas da grade
De minha cama que me mexe
Aplumo minhas coxas enquanto sinto
Suas mãos deslizando nelas
Mostrando-me todos os seus caminhos
Enquanto você dorme
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 6 de abril de 2014
VÍDEO POEMA
IMPULSO
Enquanto meus impulsos gritarem
Não posso prometer nada
Eles são fortes demais
Inconfessáveis até
E por ironia minhas emoções
Está na película da minha pele
Cruzamos nossos caminhos
Apesar dos olhares mirarem horizontes
Diferentes eu nem queria
Mais não esqueci tá difícil
Ainda bem que existe outro dia...
POESIA DE BEY CERQUEIRA
NEGA
Nega sempre o que sentis
Nega que deixou de me amar
Pode negar porque eu me sustento
Tuas vontades eu sinto aqui
São tolas as palavras
Minhas declarações em teu corpo
Você já tem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Nega que deixou de me amar
Pode negar porque eu me sustento
Tuas vontades eu sinto aqui
São tolas as palavras
Minhas declarações em teu corpo
Você já tem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 5 de abril de 2014
VÍDEO POEMA DE BEY CERQUEIRA
IMPULSO
Enquanto meus impulsos gritarem
Não posso prometer nada
Eles são fortes demais
Inconfessáveis até
E por ironia minhas emoções
Está na película da minha pele
Cruzamos nossos caminhos
Apesar dos olhares mirarem horizontes
Diferentes eu nem queria
Mais não esqueci tá difícil
Ainda bem que existe outro dia...
POESIA DE BEY CERQUEIRA
IMPULSO
Enquanto meus impulsos gritarem
Não posso prometer nada
Eles são fortes demais
Inconfessáveis até
E por ironia minhas emoções
Está na película da minha pele
Cruzamos nossos caminhos
Apesar dos olhares mirarem horizontes
Diferentes eu nem queria
Mais não esqueci tá difícil
Ainda bem que existe o amanhã.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Não posso prometer nada
Eles são fortes demais
Inconfessáveis até
E por ironia minhas emoções
Está na película da minha pele
Cruzamos nossos caminhos
Apesar dos olhares mirarem horizontes
Diferentes eu nem queria
Mais não esqueci tá difícil
Ainda bem que existe o amanhã.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 4 de abril de 2014
E O PRINCIPE
E o príncipe encantado emanando com seu dedilhado, encantam a todas no seu ritmo as veias, pulsam, atravessam os anéis que enfeitam os seus desapegos, segredos, e ele vai de mansinho, afogado, aproveitando o bailar dessa dama encantada que se apoia em sua coxa, entreponha suas gentalhas, passa fino sobre seus pequenos afincos, arranhando desafinando, num corpo oco, que lhe toca, mais não perde o compasso, do abraço, dessa mulher que ele ama.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
MEUS SENTIDOS
Meus sentidos se movem com força
Quando sinto a sua presença em mim
As madrugas são piores
Meus tremores aumentam sem medo
No inconfessável confessionário de
Mim mesma sobre as pontas dos
Meus dedos meus cabelos arrepia ao
Sentir seu cheiro ao meu toque
Das suas vontades
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Quando sinto a sua presença em mim
As madrugas são piores
Meus tremores aumentam sem medo
No inconfessável confessionário de
Mim mesma sobre as pontas dos
Meus dedos meus cabelos arrepia ao
Sentir seu cheiro ao meu toque
Das suas vontades
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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