sábado, 18 de janeiro de 2014
POR ESSE AMOR
Por esse amor de carne
A alma agita
Renasce uma semente
Nossos olhares se cruzam
Louca mulher
Venha-me nua
Sentenciada preguiçosa
Mais venha com todo fruto
Do seu ventre nessa minha busca
Inútil
POESIA DE BEY CERQUEIRA
A alma agita
Renasce uma semente
Nossos olhares se cruzam
Louca mulher
Venha-me nua
Sentenciada preguiçosa
Mais venha com todo fruto
Do seu ventre nessa minha busca
Inútil
POESIA DE BEY CERQUEIRA
EU TENHO
Eu tenho a sensação que não fui feita para ninguém, sou assim livre, em busca de um pouso, o galho sempre quebra, continuo nessa estrada de chão, sem rumo sem beira, descalço, queimando na poeira, vou beirando no riacho para lamber meus pontos, que dói, e continuo só, numa cama vazia, quente, meu dedos tocam em um piano, só, solando uma melodia, mel de beira, que queima no asfalto, cana, a beira de uma voz, acordo, suada, de cara lavada, a frente as paredes, brancas, enquanto meus gemidos espantam os meus demônios
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
NÃO TENTE
Não tente me moldar aos seus modos
Porque sou muito pior do que pensas
Sou febril animal com meus dedos
Molhados no seu mel do qual mata
Minha fome da falta do desinteresse
Na intimidade sou muito fêmea posso
Até ser ao contrário no cio que te flama
Sua garganta me deve quero que me
Morda sem segredos santidade
Quero que me invada sem medo
Venha sobre mil faces que saberei
O seu nome
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Porque sou muito pior do que pensas
Sou febril animal com meus dedos
Molhados no seu mel do qual mata
Minha fome da falta do desinteresse
Na intimidade sou muito fêmea posso
Até ser ao contrário no cio que te flama
Sua garganta me deve quero que me
Morda sem segredos santidade
Quero que me invada sem medo
Venha sobre mil faces que saberei
O seu nome
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
EU PRECISO
Eu preciso ter paciência
Para tê-la
Senão irei machuca-la
Eu preciso ter calma
Em tocá-la porque com certeza
Irei provocar uma hemorragia
Sou vampira nunca se esqueça disso
Definitivamente preciso me concentrar
Para que não a force ao meu bem prazer
Preciso saber escutar o seu silêncio
Para que eu possa apagar o seu fogo
No consumo de minhas chamas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Para tê-la
Senão irei machuca-la
Eu preciso ter calma
Em tocá-la porque com certeza
Irei provocar uma hemorragia
Sou vampira nunca se esqueça disso
Definitivamente preciso me concentrar
Para que não a force ao meu bem prazer
Preciso saber escutar o seu silêncio
Para que eu possa apagar o seu fogo
No consumo de minhas chamas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
NÃO VENHA A MIM
Não venha a mim com suas falsas verdades, nem tente passar para mim que és puritana, conheço suas entranhas, estou marcada, sou marcada por elas, tira sua máscara deixa que o silêncio grita, fala o que sente, mais cuidado com as ameaças, com as falsas mentiras, com a bipolaridade da vida, sente o que o meu coração não quer dizer, o meu corpo já lhe diz o suficiente, exprimir para você não sentir, o sopro da rigidez, então deixa de ameaçar, faça o pouco que tentei te dar, porque o muito a muito esqueci.
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
PENETRA
Penetra suave instala
Com paciência
Paralisa-me
Nãos diz uma palavra
Apenas gangorra está galopando
E eu com força segurando o seu cabelo
Vai no vai e vem sem paciência
Sem pudor não seja santa
Superficial
Consuma-me
Deixa-me cansada
Passeio pelas tuas costas
Te trato como mulher vulgar
Você gosta
Descrevo-me deixando você
Chamar-me de qualquer nome
O meu se esconde você tem medo
Abro suas pernas te coloco na beira
De um sofá de couro duro
Suas fendas fissura fica ereta
O calor bate no abrir e fecha da boca
Rebola sobre o poema que descrevo
Subimos juntas pela parede
Em seus ouvidos sem forma definida
Eu te capo atrás da porta
Na foice da forma do limo
Que sai de suas entranhas
Da qual eu bebo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Com paciência
Paralisa-me
Nãos diz uma palavra
Apenas gangorra está galopando
E eu com força segurando o seu cabelo
Vai no vai e vem sem paciência
Sem pudor não seja santa
Superficial
Consuma-me
Deixa-me cansada
Passeio pelas tuas costas
Te trato como mulher vulgar
Você gosta
Descrevo-me deixando você
Chamar-me de qualquer nome
O meu se esconde você tem medo
Abro suas pernas te coloco na beira
De um sofá de couro duro
Suas fendas fissura fica ereta
O calor bate no abrir e fecha da boca
Rebola sobre o poema que descrevo
Subimos juntas pela parede
Em seus ouvidos sem forma definida
Eu te capo atrás da porta
Na foice da forma do limo
Que sai de suas entranhas
Da qual eu bebo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
NÃO RABISCO
Não rabisco minha estrada
Uso meus pés descalço para
Atravessá-la
Ela é nua algumas muitas vezes me pega
Não firo essa esquina por nada
Apenas me satisfaz sentir seu gemido
Surdamente meu reino não tem ouro
Só quero ouvir você gemer
Meu tesão é único
Admito meu avesso no seu encosto
Escorrego sobre minha boca molhada
Deixa-me sentir os seus consumes
E com o meu poder acostumá-lo ao meu
O aceita bem concentrada
Adube o cerco com calma provoca
Formas indefinidas eu não gosto
Reina em meu corpo e convide meu poema
Apaga a luz obedece a minha voz
Para que meus dedos mudos secos
Não te machuquem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Uso meus pés descalço para
Atravessá-la
Ela é nua algumas muitas vezes me pega
Não firo essa esquina por nada
Apenas me satisfaz sentir seu gemido
Surdamente meu reino não tem ouro
Só quero ouvir você gemer
Meu tesão é único
Admito meu avesso no seu encosto
Escorrego sobre minha boca molhada
Deixa-me sentir os seus consumes
E com o meu poder acostumá-lo ao meu
O aceita bem concentrada
Adube o cerco com calma provoca
Formas indefinidas eu não gosto
Reina em meu corpo e convide meu poema
Apaga a luz obedece a minha voz
Para que meus dedos mudos secos
Não te machuquem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
ARRANHA-ME
Arranha-me, me arranca a pele, me joga na parede, me diz coisas feias, me faz reticências, impertinentes debaixo dessa árvore, admito o meu tesão, seduzindo seu avesso, carne própria, clímax, bendito seja tu entre as aventuras da própria mulher, requinte pele marrom castigada, meus lábios toca acendo um cigarro, bebo Whisky, te jogo na mesa, te toco adentro, me pega, na boca pequena.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
ESTEJA PREPARADA
Esteja preparada porque eu sou
Muito exagerada quando adormece
Em mim o partilhar contigo quero você
Quero inventar você em mim
Tocar os desenganos para contigo
Um dia você foi tanto para mim
Hoje nossas estradas ficam entre
Minhas coxas amortecidas
Viciada no meu sexo e
Testemunhada pela minha nudez
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Muito exagerada quando adormece
Em mim o partilhar contigo quero você
Quero inventar você em mim
Tocar os desenganos para contigo
Um dia você foi tanto para mim
Hoje nossas estradas ficam entre
Minhas coxas amortecidas
Viciada no meu sexo e
Testemunhada pela minha nudez
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
VEM
Vem
e traz contigo as duas metades
a metade humana e a metade fera
arranca-me de vez do meu insulamento
rola comigo por desconhecidas ribanceiras
desperta a esquecida mulher, à tua maneira
explora sem pudor todas as fendas
que fores capaz de encontrar dentre as minhas esferas...
Poesia de Bey Cerqueira
e traz contigo as duas metades
a metade humana e a metade fera
arranca-me de vez do meu insulamento
rola comigo por desconhecidas ribanceiras
desperta a esquecida mulher, à tua maneira
explora sem pudor todas as fendas
que fores capaz de encontrar dentre as minhas esferas...
Poesia de Bey Cerqueira
ENTREABREM-SE
Entreabrem-se as suas fendas
Numa fissura de pernas cruzada
Descerra pelo teu corpo
A flor abrindo molhando
Meu ventre apagando o fogo
Com a saliva docemente gelada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Numa fissura de pernas cruzada
Descerra pelo teu corpo
A flor abrindo molhando
Meu ventre apagando o fogo
Com a saliva docemente gelada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 12 de janeiro de 2014
RECEBE DE MIM
Recebe de mim as suas cicatrizes
Abertura que me queima
Adormece em mim o seu rosto
Castiga
Beija
Arrasa o que eu não quis
Cala-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Abertura que me queima
Adormece em mim o seu rosto
Castiga
Beija
Arrasa o que eu não quis
Cala-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
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