segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
ENTREABREM-SE
Entreabrem-se as suas fendas
Numa fissura de pernas cruzada
Descerra pelo teu corpo
A flor abrindo molhando
Meu ventre apagando o fogo
Com a saliva docemente gelada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Numa fissura de pernas cruzada
Descerra pelo teu corpo
A flor abrindo molhando
Meu ventre apagando o fogo
Com a saliva docemente gelada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 12 de janeiro de 2014
RECEBE DE MIM
Recebe de mim as suas cicatrizes
Abertura que me queima
Adormece em mim o seu rosto
Castiga
Beija
Arrasa o que eu não quis
Cala-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Abertura que me queima
Adormece em mim o seu rosto
Castiga
Beija
Arrasa o que eu não quis
Cala-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
EU SOU BICHO SELVAGEM
quando eu digo que amo, é porque eu amo de verdade, mais
tudo na vida tem limite, a distancia é a mesma, o celular não mudou, o fixo
continua o mesmo, então se eu não liguei, poderia ter me ligado, o AMOR também
tem seus desencontros, mais sempre amarei, mesmo que seja um encanto, mesmo que
nesta vida, não tem porque, não vou me rastejar, estou sempre aqui, suas
escolhas, como as minhas, se até hoje a gente não se entendeu, o tempo ou
talvez, numa outra hora, os ponteiros se juntam, não guardo raiva, nem rancor,
sou sempre a mesma, não a disposição, graças a DEUS não sou uma pessoa
melindrada, sei o meu lugar, quando digo que amo, é para valer, mais não me
doma, eu sou bicho selvagem.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
ENCOSTA EM MIM
Encosta em mim pelas costas
Vamos dançar bem devagar
Deixa o meu ponto adormecer
Aonde vai dar essa estrada
Sobre o mato subindo as arvores
Vamos nos queimar sobre esse sol
Bronzeada tocarei em você com cuidado
Desarmarei sua flor abrindo-a com meus
O beijo te colocará em brasa ereta vulva
Arrasarei o que quiser no teu quintal
Ultrapassarei os ruídos do som nesta sua
Mata virgem molhada em minhas coxas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Vamos dançar bem devagar
Deixa o meu ponto adormecer
Aonde vai dar essa estrada
Sobre o mato subindo as arvores
Vamos nos queimar sobre esse sol
Bronzeada tocarei em você com cuidado
Desarmarei sua flor abrindo-a com meus
O beijo te colocará em brasa ereta vulva
Arrasarei o que quiser no teu quintal
Ultrapassarei os ruídos do som nesta sua
Mata virgem molhada em minhas coxas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
DOCE É O MEU
Doce é o meu que derrama entre suas coxas
Num descompasso do qual minha boca
Dança sem sentir desafinar
Temo encostar-se a você nessa parede fria
Num bom gosto e nós duas cheia de tesão
Tiro você do sério me deixo enlouquecer
Mexe que eu enrosto devagar nas suas costas
Levanta o meu ponto fraco sem exagerar
Apertarei seus seios apertando sua vulva
Darei mordida nos seus mamilos
Sentirei os sinais arrebentando sua
Calça jeans minha flor queima
Entendo o sua olhar felina junto ao meu
De fera quero-te bem mais nem pensa
Que todos os dias serão assim.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Num descompasso do qual minha boca
Dança sem sentir desafinar
Temo encostar-se a você nessa parede fria
Num bom gosto e nós duas cheia de tesão
Tiro você do sério me deixo enlouquecer
Mexe que eu enrosto devagar nas suas costas
Levanta o meu ponto fraco sem exagerar
Apertarei seus seios apertando sua vulva
Darei mordida nos seus mamilos
Sentirei os sinais arrebentando sua
Calça jeans minha flor queima
Entendo o sua olhar felina junto ao meu
De fera quero-te bem mais nem pensa
Que todos os dias serão assim.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
UMA ARMADILHA
Uma armadilha lhe pegou, foi roubada, rasgada, pisou em praza, pediu carona, comprada, a beira do asfalto, ninguém parava, e ela gritava, desenganada foi para mato, numa selva aonde os bodes ser armava, num quinta ao longo pasto, cheia de sangue, ela me viu, sorriu, o nome dela era estrada, lhe fiz senhora, sem medo, virou-se de costa, juntas nessa selva, aonde ruge os cabos as cobras entre coxas os dedos, a boca molhada, nua no lagoa, um grande tesão, cuidado, ela ainda não sabe gemer.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 5 de janeiro de 2014
ACENDO UM CIGARRO
Acendo um cigarro
Amaciando o seu corpo
Sobre um a lua cheia
Mingua suas coxas
Atrás da porta é mais gostoso
No posto bravo avante
Pobre mulher desvalida
Seiva arvorada de belas tetas
Vem a mim beija-me lavada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Amaciando o seu corpo
Sobre um a lua cheia
Mingua suas coxas
Atrás da porta é mais gostoso
No posto bravo avante
Pobre mulher desvalida
Seiva arvorada de belas tetas
Vem a mim beija-me lavada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 22 de dezembro de 2013
MEUS PENSAMENTOS
Meus pensamentos são tão pervertidos
Quando ao dançar lhe encosto
Meu corpo vibra e eu fico muito bem
Quando sinto seus mamilos
Anunciando o que em nós está por vir
Minha mulher amada venha nutrir
Dos meus diversos sentimentos
Numa fúria ereta de ardências
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Quando ao dançar lhe encosto
Meu corpo vibra e eu fico muito bem
Quando sinto seus mamilos
Anunciando o que em nós está por vir
Minha mulher amada venha nutrir
Dos meus diversos sentimentos
Numa fúria ereta de ardências
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 21 de dezembro de 2013
SEGURA
Segura firme senta com força
Arranha meu pescoço
Deixa meus dedos deslizar
Abro-me fortemente
Seguro suas ancas
Acaricio suas costas
Beijo-te toda
Com imensa ternura
Mais totalmente indecente
Galope nas minhas rédeas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Arranha meu pescoço
Deixa meus dedos deslizar
Abro-me fortemente
Seguro suas ancas
Acaricio suas costas
Beijo-te toda
Com imensa ternura
Mais totalmente indecente
Galope nas minhas rédeas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
SUAS AGRESSÕES
Suas agressões são promessas não cumpridas
As florestas crescem sobre orquídeas mortas
Abre minha coxa aventura-se mesmo que
Seja mentira que a posição seja indecente
Encosta-te sobre mim
Penetras fortemente rasgando todo o meu
Ventre deixando o seu aberto a mim
Nosso gozo explode sobre fendas
Em grutas famintas
POESIA DE CERQUEIRA RABELO
As florestas crescem sobre orquídeas mortas
Abre minha coxa aventura-se mesmo que
Seja mentira que a posição seja indecente
Encosta-te sobre mim
Penetras fortemente rasgando todo o meu
Ventre deixando o seu aberto a mim
Nosso gozo explode sobre fendas
Em grutas famintas
POESIA DE CERQUEIRA RABELO
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
SABE O QUE EU MAIS QUERO
Sabe o que eu mais quero
Encher-te com a doçura da primavera
Das quais o cheiro das rosas abrindo
Exala a minha poesia dentro de você
Sabe o que eu mais quero
Acariciar seu corpo sem maldade
Apenas tocá-la com ternura
Para que você sempre lembre que
Um dia eu lhe dei o que de mim
Eu tinha de melhor
Sabe o que eu mais quero de mim
Esquecer o inverno que nós duas
Abraçava-se para nos aquecer
Era nossos momentos mãos que te
Deixava excitada no seu puxar de pernas
Sabe o que eu mais quero de mim
O verão para queimar o que nutriu
Caliente de mim quando a noite chegava
As estrelas intensas suplicavam por nós
Num brilho que ficou na nostalgia
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Encher-te com a doçura da primavera
Das quais o cheiro das rosas abrindo
Exala a minha poesia dentro de você
Sabe o que eu mais quero
Acariciar seu corpo sem maldade
Apenas tocá-la com ternura
Para que você sempre lembre que
Um dia eu lhe dei o que de mim
Eu tinha de melhor
Sabe o que eu mais quero de mim
Esquecer o inverno que nós duas
Abraçava-se para nos aquecer
Era nossos momentos mãos que te
Deixava excitada no seu puxar de pernas
Sabe o que eu mais quero de mim
O verão para queimar o que nutriu
Caliente de mim quando a noite chegava
As estrelas intensas suplicavam por nós
Num brilho que ficou na nostalgia
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
COMO MALÍCIA
com malícia indiana
tu foi covarde orgulhosa
egoísta como louca fica tensa
teza desejável
não me perturbas mais
afaste-se de mim foste tu que quis assim
cansei de ti o seu adeus
é apenas um louvor de benção
luzes cintilantes na minha vida
nas reticências itinerante
tiro seu sexo de mim
jogo seu cheiro aos bichos
seu corpo contorço
até que o meu te expurga
POESIA DE BEY CERQUEIRA
tu foi covarde orgulhosa
egoísta como louca fica tensa
teza desejável
não me perturbas mais
afaste-se de mim foste tu que quis assim
cansei de ti o seu adeus
é apenas um louvor de benção
luzes cintilantes na minha vida
nas reticências itinerante
tiro seu sexo de mim
jogo seu cheiro aos bichos
seu corpo contorço
até que o meu te expurga
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
EU TE AMO
sábado, 31 de dezembro de 2011
eu nunca vou excluir
você da minha existência
porque você Sheila
é o grande amor
da minha vida
o que eu faço
para você mulher
amada
eu faço com a intensidade
das minhas entranhas
eu faço por amor
por amar
por desejar
por te querer
intensamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
DEIXA EU TE USAR
Deixa eu te usar abaixo ao teu ventre
No teu fogo me
Deslizar sobre seu umbigo passando
A ponta da minha língua quente e como peixe
Nadar sobre suas águas
Mornas forte sou as pedras de uma
Cachoeira que ampara desvia suas quedas
Permanece assim macia
Rende-se sobre as minhas confissões
Mais cala nas tuas porque conheço todas
Sobre um lençol esfarrapado pelo tempo
Em algum lugar está esculpido o nosso corpo
Tire os anéis eles podem te machucar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
No teu fogo me
Deslizar sobre seu umbigo passando
A ponta da minha língua quente e como peixe
Nadar sobre suas águas
Mornas forte sou as pedras de uma
Cachoeira que ampara desvia suas quedas
Permanece assim macia
Rende-se sobre as minhas confissões
Mais cala nas tuas porque conheço todas
Sobre um lençol esfarrapado pelo tempo
Em algum lugar está esculpido o nosso corpo
Tire os anéis eles podem te machucar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
SEGUINDO VOCÊ
Seguindo você pelo quarto
Escuro aperto sua polpa
No rebolar amaciando-a
Rebolando nas suas
Costas passando o punhal
São meus dedos nervosos
Seguidos molhados
No bagaço da sua fruta
Deliciosa que eu como tudo
Que planto na grama para depois
Cortar na raiz
Ama sua carne enterrada
Adormecida
Fatal dentro de mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Escuro aperto sua polpa
No rebolar amaciando-a
Rebolando nas suas
Costas passando o punhal
São meus dedos nervosos
Seguidos molhados
No bagaço da sua fruta
Deliciosa que eu como tudo
Que planto na grama para depois
Cortar na raiz
Ama sua carne enterrada
Adormecida
Fatal dentro de mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 15 de dezembro de 2013
DAS TUAS VONTADES
Das tuas vontades inconfessáveis
Eu sinto a fome de desejar-te
Numa cumplicidade que me flama
Sobre minhas deliciais
Ao toque das minhas ternuras
Na madrugada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Eu sinto a fome de desejar-te
Numa cumplicidade que me flama
Sobre minhas deliciais
Ao toque das minhas ternuras
Na madrugada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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