quinta-feira, 28 de novembro de 2013

NESSA LUTA

Nessa luta entre o silêncio 
Até a entrega da tua fuga
Minha garganta inunda 
Meu corpo grita porque não tem ética
Atiça o bicho que acaricio até jorrar
Um sangue sensual ferindo ao trote
Na rédea curta eu sou uma cavala 
Correndo loucamente sobre golpes
Atrás do seu macho na pata suja de lama
Culpadas por refúgios que já
Estás habitado tu és a minha 
Cama quebrada porque não me deixas
Amar-te?

POESIAS DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A ARTE DE CLARITA


A ARTE DE CLARITA


ARDE

Arde incha você fica em fogo 
Usa o chuveirinho não adianta
Precisa que eu te toco 
Película pulsa bate como um 
Coração desvairado
Tudo que tenta para disfarçar
Seu tesão é em vão então mulher
Venha deita na cama me acorda
Esfrega sobre meu corpo
Atiça meu sexo faça sexo muito sexo
Comigo ferozmente até pelo avesso
Em dois minutos eu mato a sua fome
Acabo com a minha sede
E me despedaço dentro da sua
Garganta encharcada pelo minha
Força bruta nesse jogo 
Do que se pode possuir

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 26 de novembro de 2013

COM A PONTA DO GELINHO

Com a ponta do gelo
Vou molhando seu corpo todo
Até chegar à sua mais profunda
Caverna da qual com a minha língua
Minhas coxas meus eretos momentos
Quentes eu te penetro dando choques
Você agarra sobre o lençol da cama
Eu te passo um cinto te amarro lhe fazendo
Balancear em meus lábios 
Deslizando como a fúria de uma mulher
Cheia de desejos uma devassa como eu amo
Uma mulher devassa......ardente
Na minha cama

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

VÍDEO POEMA


EU AMO DEMAIS

Eu amo quando você me tocava, numa fúria gigante da mulher amante, amo demais, lembrar do quanto nos amamos, nos desejamos, quantas vezes gozamos até no olhar, eu amava muito quando de madrugada você me acordava, roçando-me com seus sonhos eróticos, ficava quietinha, enquanto você se debruçava sobre meu corpo quente, e eu deixava você viajar em você, amo lembrar do nosso sexo, tão manso as vezes, e tão feroz muitas outras, descobria a cada dia uma forma nova, minhas mãos lembram do seu momento, na ponta do seu ponto G, eu amo lembrar até das nossas brigas, do abandono, das escadas, do colchão rasgado, tudo quebrado, a minha dor era grande demais, eu fiquei sem chão, agora lhe peço volta, que se dane o tempo, vamos recomeçar, eu preciso me sentir novamente.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 24 de novembro de 2013

NOSSAS VONTADES

Nossas vontades não podem ser confessadas
Sobre todo esse desejo num corpo soado
Exala seu cheiro
Contorna-me em você
Deixa-me adivinhar
Seus tremores tocar-te bem fundo
Rendi-se 
Venha me acariciar
Enquanto eu te olho aprofundo
Visito seus instintos 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 23 de novembro de 2013

COM GRITOS

Com gritos ou gemidos
Delicada ou brava
Joga-se em cima de mim
Ma deixa marcada
Intensamente marcada
Abre com exatidão 
Minha perna coloca suas
Coxas e vamos galopar
Palpitando jorro meu líquido
Você desliza covardemente 
Por favor

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

REPULSA-ME

Repulsa-me mais me pede caricias
Ocupa o meu corpo despida 
Tão lisa que minhas mãos escorregam
Sobre todas as suas 
Possuída 
Excitada 
Devora-me
Transformamos juntas esse momento
Numa fúria louca de tesão e ódio
Agarro sobre o seu devotamento
Tento acalmar suas fúrias
Seguro pela sua cintura te coloco sobre
Mim peço que deslize
Com força mais rápido sentirás palpitar
Num sublime ponto que fica ereto
Moldando na ponta como uma fera

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

VOU DA CABEÇA AOS PÉS

Vou da cabeça aos pés 
Amando-te dando tesão
Sentindo tesão tocando 
Beijando seus seios rígidos 
Ficaremos na sala no banheiro
Na cozinha debruçaremos sobre
Os móveis na beirada eu coloco você
Delicada eu vou te amaciar  toda 
Até os teus pés vão me desejar
Nuas a essa altura a mínima lucidez 
Foge de mim seu cheiro de fêmea
Sobe pelos seus poros suados e
Deixa-me cada vez mais excitada
Esfrega no meu abrigo endurecido
Deixa eu te pertencer, por favor,

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

NESSE SEU CORPO

Nesse seu corpo que eu me transporto
Derramo sugo mordo o doce da maça
Partida ao meio parece um mel, pois estamos.
Umedecidas num dançar que se arrasta
Cruelmente fazendo inchar sobre uma febre necessária 
Surpreendidas ao beijar  tocando-te  levemente
Suas entradas mais temidas profundas
Vejo-te totalmente indefesa ao meu olhar

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 19 de novembro de 2013

EU NÃO SEI

Eu não sei definitivamente, lidar com você, tantos anos longes, você uma mulher da qual tanto amei, eu guardo esse amor, que amo, e com certeza amarei sempre, ordeno que me cale, preciso do meu silêncio, amadurecido, endurecido, e pedir para o meu coração não bater tão forte, minha película, no final são meus pecados que corta minhas raízes, deixo-me vagar pelo cais, meu ventre pulsa alimentando-me de mim mesma, porque nesta existência, chegar perto de ti é quase impossível, não me da um tempo, perdi o rumo, nesses pequenos pingos que desce quente dos meus olhos, vira uma cachoeira que lambe minhas entranhas,  tampa meus poros, grito por socorro, porque tá muito difícil, endurecer-me contra você, por isso ando pelas noites, fazendo poesias eróticas, arranhando parede apertada, com frio, toco-me para sentir o seu cheiro que nem por um instante foi interrompido, meu corpo ainda é emoldurado pelo teu,  , nessa pequena abertura que cabe-te perfeitamente,  procurarei ser ditosa, sublime, mais apenas consigo ficar pálida, trêmula, sem encaixar suave sem ser entendida minha amada, sinto tanta falta de nós duas, sinto gelo, deito-me sobre um mármore, para aquecer meu gozo, tocar o sublime contorno, dos seus seios morenos, em minha boca, eu quase morro de tanto tesão.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

TEXTO CARD BEY CERQUEIRA



Temos momentos que temos que passar nesse exatos momentos, distinguimos nossas escolhas, o tempo é apenas uma passagem,
temos que reagir,  ficar  estagnados deixa rugas marcas sem acertos.
Felicidade é apenas um estágio do que não é feliz, mais podemos
estar sempre em busca dela, quando acreditamos na esperança e ai aquele tempo
vai para um rio, descendo, descendo, ficando  apenas uma pequena gota do passado, que é exatamente do que nunca iremos esquecer.
SORRIA...VIVA....pense no futuro.

TEXTO DE BEY CERQUEIRA

QUEIXUME

Queixume essa dor que arde
A própria raiva .....me silencie
Eu quero sentir dor
Quero me queimar sobre línguas
E ter como visto o ciúme.... 
Defende-se de mim
Minhas coxas batem loucamente
Eu não paro de sonhar com você
Amo-te muito!!!!!!!!!!!!!!
Sacia-me sobre meu lado infantil
Que dorme sobre seus abraços
Tornando-me mulher simples
Abraça-me forte detenha-me
Ama-me suavemente
Mais seja intensa quando
Formos para cama

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 17 de novembro de 2013

ESSE SEU OLHAR

Esse seu olhar maldoso essas
Suas unhadas certeiras no ponto G
....sobre minhas mordidas encobre
Encosta sua devassaladora
Remexe sobre nossas histórias
Seja alucinante dentro de minhas
Entranhas suspeitas por ti

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 16 de novembro de 2013

REFLETE

Reflete em mim 
Desperta a raiva
Isso lhe deixa suspeitas
Sobre meus desejos
Que vaga em meus dedos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

EU PRECISO

Eu preciso deixar inchar minhas veias, pulsar o meu sangue, esquentar minhas coxas, quente, no melado ardente, sem compasso, e sem controle, eu quero beber seu leite, das tetas sugadas, curvando meu braço,com o meu cotovelo, tocar as suas pontas, fendas, numa fúria inferior, sabendo breve arbustos, em troncos, arranhando paredes,geladas, um quarto escuro pálido, sem agasalhos, olho para o  espelho, dou um acorde, nua, marcada, crua, realidade, gozo, nesse pelo animal ruiva, que faz eu parecer gente, encosta suas arestas, me abrange, deselegante, um segundo que queira em nós, banhadas no eixo , da camas totalmente desarrumada.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

NEM VOCÊ SABE

Nem você sabe 
Tanto assim de mim
Mudamos com o tempo
Esse tempo castiga
Ficaram-se os melhores momentos
Em mim já eu não sei
Em relação a você por que
Eu fiquei bem diferente
Minhas marcas no seu corpo
Eu tenho absoluta certeza que 
Eu deixei assim como as suas 
Estão entranhadas dentro do meu ser 
Nos atritos fendas da pele que no roçar
Na cama quente vazia
Adormeço 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O MEU ATREVIMENTO

O meu atrevimento chega até
O escaldante da mais agonia
Do avesso em riste indecente
De duas entranhas que se 
Arranham provocantes
Provocam os mais loucos 
Faz até o sangue virar vinho
No corpo o pecado gostoso
Nos dedos o melado fatal
De nossas presas

POESIA DE BEY CERQUEIRA