sábado, 5 de outubro de 2013

NÃO ESTRAGA

Não estraga esse T
Eu necessito dele
Vamos nos encontrar
Por esse mundo a
Aonde a magia se chama
Amor
Aonde a ardência revela
As nossas verdades
Entre coxas que se desliza
Lentamente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

ABRE-TE

Abre-te peço com ternura
Mais se quiseres fico brava e 
Ordeno-te
Não tens ideia mulher o quanto
Tu me encantas o quanto tanto 
Faz-me sentir deslizar lentamente
Na minha devassa entranha
Com delicadeza ou do jeito que quiseres
Sedenta de ti com sede por todo o meu corpo
Toco-me com uma das mãos com a outra lhe
Faço carícias nos seus seios intensamente
Sem medo de errar o ponto

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

GOSTO

Gosto de colocar minha cabeça 
Endurecida sobre a sua rebolada
Fechar de pernas cruzadas 
Rasgo sua roupa sem tirar do lugar
Você começa mexer o menino cresce
Sinto a voz emudecida
Esse seu fulgor me excita demais
No nossa libido língua áspera suave
Feitas felinas nesse olhar
De fêmea.
Não consigo disfarçar o desejo de
Um menino livre rasgando a minha carne
Toco-te me toco espasmo em sua película 
Que me suja toda a veste que ainda
Não tirei nessa arte do tesão maduro
Dá fruta cortada ao meio
Desse fruto que chupo 
Delicio-me 
Nessa fúria do sexo que 
Me faz  te amar  tanto

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

AH! CRESCE

Ah! Cresce esta noite por inteira
A gruta enche de água salina
Não pare nem por um momento
Para sim de dar ouvidos aos outros
E escuta o toque do seu coração
Que com certeza vai fervilhar-me
Arreganha suas fantasias chega de
Falso puritanismo seja inteligente 
Me apanha agarra morde 
Toco todo o seu corpo seu short
Tá apertado mais cabe minhas mãos
Tira sua blusa deixa-me encostar-te
Seja minha por inteira
Vamos deixar de ser estúpidas
Descobre os meus segredos por que
Eles estão dentro de ti a anos
Perto dos teus tornamos uma só
Pois o amor existe independe seja lá do que for
Vem que eu te amparo em meus braços 
Sem te envergar.... Na altura exata
Não precisa ficar confusa porque o
Meu amor por ti é bem maior do que pensas 
Eu te amo dentre os meus poros acredita
Não tenho espaço a não ser só para você
Toma-o já, por favor,

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

A ARTE DE BEY CERQUEIRA



A ARTE DE BEY CERQUEIRA




A ARTE DE BEY CERQUEIRA



terça-feira, 1 de outubro de 2013

UMA MULHER AMADA

Uma mulher amada 
Querendo ser meretriz
Goza de prazer na ponta 
Da minha língua sussurra 
Fica suprema erguida febril
Uma mulher amada mesmo
Sutil jorra fogo pelas entranhas 
Em minha carne
Quando me ler

POESIA DE BEY CERQUEIRA

PRECISO

Preciso que aconteça
Em aconchegos que verga
Preciso sentir que me amas
Que me queres de verdade 
Preciso ser único a sua cama
Necessito da sua indulgencia
Preciso dos dentes afiados
Da língua cortada da calmaria do mar
Entre os dedos eretos molhados
Preciso das labaredas tarde sentir
Nossas matas embolar 
Nossos corpos arrepiar 
Sem pensar no amanhecer não vai 
Trabalhar hoje lhe pago o seu dia
Preciso de um longo abraço nos 
Lábios o beijo perfeito na cabeça o tejo 
E no lugar correto gozar mesmo 
Que seja proibido arrancar sua blusa
Apertando suas ancas mudas certas
Desnorteadas 
Preciso demais de você
Desatinada em mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

SEM FALAR NAS LOUCURAS

Sem falar nas loucuras que os sentimentos nos faz conter, as diferenças nos faz calar, enquanto fornecemos nossas energias num pensamento que atravessa as verdades, um encantamento, tornando nas juntas, únicas até rebentar o cordão umbilical, abaixo ventre, uma rua gritante em línguas que não se entende, de longe sente o seu cheiro, que mata minhas vírgulas, me deixa conversando sozinha, está difícil, procuro seu corpo, porque preciso preencher o meu, necessito enchê-la de ternura, carícias, porque meu membro me abala, e eu quase morro, tremo... 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 29 de setembro de 2013

AONDE PODE HAVER

Aonde pode haver um ar 
Diferente do que a anos sinto
Que faça minhas mãos tremerem 
Minha boca arder as fendas abrirem 
Meu sangue correr explodindo veias
Não existe 
Não...outro ar entranhado no meu ser
O melhor é sentir deixar o vento 
Entrar pela janela e nós duas
Dançando suavemente através do tempo
Do conhecer 
Assim mantê-la em mim
Sem pressa  

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 28 de setembro de 2013

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


ADELE SET FIRE TO THE RAIN (POESIA DE BEY CERQUEIRA)



EU TE AMO

eu nunca vou excluir
você da minha existência
porque você ....
 é o grande amor
da minha vida
 o que eu faço
para  você mulher amada
eu faço com a intensidade
das minhas entranhas
eu faço por amor
por amar
por desejar
por te querer
intensamente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

ARTE DE SULLA FAGUNDES (SHEILA)



ENTRE MINHAS MEMÓRIAS

Entre minhas memórias
Dentro do meu ponto G
Abaixo do meu ventre
Você nunca deixou de existir
Sinto-a todos os dias rolando
Em meus braços embolando
Desarrumando minha vida
Minha cama 
A única razão para que eu esteja
Bem é saber que você é minha
Meus aconchegos meu tudo guardado
Entre coxas nervosas um olhar
Sempre para você que me atiça
Vira-me do avesso me faz ficar muda
Única universal dentro de minhas
Entranhas que só eu olhar-te 
Agita-se


POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

NÃO ME IMPORTO

Não me importo aonde coloca suas línguas, pois as minhas, ultrapassa até o seu limite de altura, profundidade, rasa, exuberante, o que me faz envergar-me, sem te quebrar, a não ser sobre meu corpo suado, danço ao deitar  sobre mim, pensando em suas  anuências, saliências que assombra minha mente a cada minutos, da hora,  principalmente quando debruço me deito, num assoalho frio, agarro meu corpo, ardendo de febre, faço-me carícias, acaricio minhas lembranças, como todas  fossem nascidas dentro de mim , abertamente ativa, difícil,  na insônia abaixo a rua, quando o vinho tinto mistura ao seu leite que sugo, dos mamilos pontiagudos, no dito contato para contê-la nua até sobre as minhas calças amarrotadas, e seus vestidos rasgados.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

SOBRE NOSSAS CAVERNAS

Sobre nossas cavernas
As águas descem cristalizadas
Feito cachoeiras
Limpas cremosas meladas
Abre-se a flor de nossas entradas
Abrem-se para que possa aconchegar
Nossas carícias até adormecermos
Uma sobre a outra 
Coladinhas na reluz do sol nascente
Começamos a gingar nossas coxas
Novamente vem o cheiro do café
Exalando para despertar nossas vontades
Doce nossos líquidos banhando-as
Nossas grutas
Caímos novamente debruçadas
Umas sobre a outra como concha
Exaustas num transe de guetas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Que? Ah!!!!!!!!!!!!

que ah?!!!! se eu pudesse contar o quanto 
a minha vida deu-se voltas fez história até história
por muito amor e de bocas em bocas pulando cercas
pude contemplar o que queimava dentro de mim
imensas paixões.....
quente e rápida sente o peso do que se revela
gozo matinal um corpo que pudesse me decifrar
ou pelo menos dissesse o meu nome no outro dia
nem eu mesmo sabia muitas vezes.... 
renegando diversas mãos das quais me tocava
enquanto as minhas sem pudor rasgava as roupas
dedos perversos....de quem se apaixonava....
sintonia devorando o cio coxas suja de ousadia 
perpetuando o fruto proibido
que até eu podia consolar

POESIA DE BEY CERQUEIRA

POESIA DE SULLA FAGUNDES (ARTE DE BEY CERQUEIRA)


NOS NOSSOS AIS

Nos nossos ais delícia de sentir
Existi entre nossa boca nervosa
Explosivas sobre línguas que se
Trocam brigam por um lugar sobre nós
Estamos ainda vestidas a lua cheia nos olha 
O mar bravo batendo fortes as ondas altas
Entranha nossas coxas apertadas aumentando
No gelo nossas vontades de mulheres
Extremamente fáceis porque se querem
Encaixam-se no gancho
Arrancamos na tirania nossas roupas 
Jogando-as a ventania que zoava em
Nossas entranhas....Deitamos nua só
Sentindo a ponta da língua da onda espumante 
Em nós sobre areia nos quais arranhamos
Sem nos ferir posta contê-la em nós moldadas

POESIA DE BEY CERQUEIRA