Ah! Cresce esta noite por inteira
A gruta enche de água salina
Não pare nem por um momento
Para sim de dar ouvidos aos outros
E escuta o toque do seu coração
Que com certeza vai fervilhar-me
Arreganha suas fantasias chega de
Falso puritanismo seja inteligente
Me apanha agarra morde
Toco todo o seu corpo seu short
Tá apertado mais cabe minhas mãos
Tira sua blusa deixa-me encostar-te
Seja minha por inteira
Vamos deixar de ser estúpidas
Descobre os meus segredos por que
Eles estão dentro de ti a anos
Perto dos teus tornamos uma só
Pois o amor existe independe seja lá do que for
Vem que eu te amparo em meus braços
Sem te envergar.... Na altura exata
Não precisa ficar confusa porque o
Meu amor por ti é bem maior do que pensas
Eu te amo dentre os meus poros acredita
Não tenho espaço a não ser só para você
Toma-o já, por favor,
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
UMA MULHER AMADA
Uma mulher amada
Querendo ser meretriz
Goza de prazer na ponta
Da minha língua sussurra
Fica suprema erguida febril
Uma mulher amada mesmo
Sutil jorra fogo pelas entranhas
Em minha carne
Quando me ler
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Querendo ser meretriz
Goza de prazer na ponta
Da minha língua sussurra
Fica suprema erguida febril
Uma mulher amada mesmo
Sutil jorra fogo pelas entranhas
Em minha carne
Quando me ler
POESIA DE BEY CERQUEIRA
PRECISO
Preciso que aconteça
Em aconchegos que verga
Preciso sentir que me amas
Que me queres de verdade
Preciso ser único a sua cama
Necessito da sua indulgencia
Preciso dos dentes afiados
Da língua cortada da calmaria do mar
Entre os dedos eretos molhados
Preciso das labaredas tarde sentir
Nossas matas embolar
Nossos corpos arrepiar
Sem pensar no amanhecer não vai
Trabalhar hoje lhe pago o seu dia
Preciso de um longo abraço nos
Lábios o beijo perfeito na cabeça o tejo
E no lugar correto gozar mesmo
Que seja proibido arrancar sua blusa
Apertando suas ancas mudas certas
Desnorteadas
Preciso demais de você
Desatinada em mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Em aconchegos que verga
Preciso sentir que me amas
Que me queres de verdade
Preciso ser único a sua cama
Necessito da sua indulgencia
Preciso dos dentes afiados
Da língua cortada da calmaria do mar
Entre os dedos eretos molhados
Preciso das labaredas tarde sentir
Nossas matas embolar
Nossos corpos arrepiar
Sem pensar no amanhecer não vai
Trabalhar hoje lhe pago o seu dia
Preciso de um longo abraço nos
Lábios o beijo perfeito na cabeça o tejo
E no lugar correto gozar mesmo
Que seja proibido arrancar sua blusa
Apertando suas ancas mudas certas
Desnorteadas
Preciso demais de você
Desatinada em mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
SEM FALAR NAS LOUCURAS
Sem falar nas loucuras que os sentimentos nos faz conter, as diferenças nos faz calar, enquanto fornecemos nossas energias num pensamento que atravessa as verdades, um encantamento, tornando nas juntas, únicas até rebentar o cordão umbilical, abaixo ventre, uma rua gritante em línguas que não se entende, de longe sente o seu cheiro, que mata minhas vírgulas, me deixa conversando sozinha, está difícil, procuro seu corpo, porque preciso preencher o meu, necessito enchê-la de ternura, carícias, porque meu membro me abala, e eu quase morro, tremo...
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 29 de setembro de 2013
AONDE PODE HAVER
Aonde pode haver um ar
Diferente do que a anos sinto
Que faça minhas mãos tremerem
Minha boca arder as fendas abrirem
Meu sangue correr explodindo veias
Não existe
Não...outro ar entranhado no meu ser
O melhor é sentir deixar o vento
Entrar pela janela e nós duas
Dançando suavemente através do tempo
Do conhecer
Assim mantê-la em mim
Sem pressa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Diferente do que a anos sinto
Que faça minhas mãos tremerem
Minha boca arder as fendas abrirem
Meu sangue correr explodindo veias
Não existe
Não...outro ar entranhado no meu ser
O melhor é sentir deixar o vento
Entrar pela janela e nós duas
Dançando suavemente através do tempo
Do conhecer
Assim mantê-la em mim
Sem pressa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 28 de setembro de 2013
ADELE SET FIRE TO THE RAIN (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
EU TE AMO
eu nunca vou excluir
você da minha existência
porque você ....
é o grande amor
da minha vida
o que eu faço
para você mulher amada
eu faço com a intensidade
das minhas entranhas
eu faço por amor
por amar
por desejar
por te querer
intensamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
ENTRE MINHAS MEMÓRIAS
Entre minhas memórias
Dentro do meu ponto G
Abaixo do meu ventre
Você nunca deixou de existir
Sinto-a todos os dias rolando
Em meus braços embolando
Desarrumando minha vida
Minha cama
A única razão para que eu esteja
Bem é saber que você é minha
Meus aconchegos meu tudo guardado
Entre coxas nervosas um olhar
Sempre para você que me atiça
Vira-me do avesso me faz ficar muda
Única universal dentro de minhas
Entranhas que só eu olhar-te
Agita-se
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Dentro do meu ponto G
Abaixo do meu ventre
Você nunca deixou de existir
Sinto-a todos os dias rolando
Em meus braços embolando
Desarrumando minha vida
Minha cama
A única razão para que eu esteja
Bem é saber que você é minha
Meus aconchegos meu tudo guardado
Entre coxas nervosas um olhar
Sempre para você que me atiça
Vira-me do avesso me faz ficar muda
Única universal dentro de minhas
Entranhas que só eu olhar-te
Agita-se
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
NÃO ME IMPORTO
Não me importo aonde coloca suas línguas, pois as minhas, ultrapassa até o seu limite de altura, profundidade, rasa, exuberante, o que me faz envergar-me, sem te quebrar, a não ser sobre meu corpo suado, danço ao deitar sobre mim, pensando em suas anuências, saliências que assombra minha mente a cada minutos, da hora, principalmente quando debruço me deito, num assoalho frio, agarro meu corpo, ardendo de febre, faço-me carícias, acaricio minhas lembranças, como todas fossem nascidas dentro de mim , abertamente ativa, difícil, na insônia abaixo a rua, quando o vinho tinto mistura ao seu leite que sugo, dos mamilos pontiagudos, no dito contato para contê-la nua até sobre as minhas calças amarrotadas, e seus vestidos rasgados.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
SOBRE NOSSAS CAVERNAS
Sobre nossas cavernas
As águas descem cristalizadas
Feito cachoeiras
Limpas cremosas meladas
Abre-se a flor de nossas entradas
Abrem-se para que possa aconchegar
Nossas carícias até adormecermos
Uma sobre a outra
Coladinhas na reluz do sol nascente
Começamos a gingar nossas coxas
Novamente vem o cheiro do café
Exalando para despertar nossas vontades
Doce nossos líquidos banhando-as
Nossas grutas
Caímos novamente debruçadas
Umas sobre a outra como concha
Exaustas num transe de guetas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
As águas descem cristalizadas
Feito cachoeiras
Limpas cremosas meladas
Abre-se a flor de nossas entradas
Abrem-se para que possa aconchegar
Nossas carícias até adormecermos
Uma sobre a outra
Coladinhas na reluz do sol nascente
Começamos a gingar nossas coxas
Novamente vem o cheiro do café
Exalando para despertar nossas vontades
Doce nossos líquidos banhando-as
Nossas grutas
Caímos novamente debruçadas
Umas sobre a outra como concha
Exaustas num transe de guetas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Que? Ah!!!!!!!!!!!!
que ah?!!!! se eu pudesse contar o quanto
a minha vida deu-se voltas fez história até história
por muito amor e de bocas em bocas pulando cercas
pude contemplar o que queimava dentro de mim
imensas paixões.....
quente e rápida sente o peso do que se revela
gozo matinal um corpo que pudesse me decifrar
ou pelo menos dissesse o meu nome no outro dia
nem eu mesmo sabia muitas vezes....
renegando diversas mãos das quais me tocava
enquanto as minhas sem pudor rasgava as roupas
dedos perversos....de quem se apaixonava....
sintonia devorando o cio coxas suja de ousadia
perpetuando o fruto proibido
que até eu podia consolar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
a minha vida deu-se voltas fez história até história
por muito amor e de bocas em bocas pulando cercas
pude contemplar o que queimava dentro de mim
imensas paixões.....
quente e rápida sente o peso do que se revela
gozo matinal um corpo que pudesse me decifrar
ou pelo menos dissesse o meu nome no outro dia
nem eu mesmo sabia muitas vezes....
renegando diversas mãos das quais me tocava
enquanto as minhas sem pudor rasgava as roupas
dedos perversos....de quem se apaixonava....
sintonia devorando o cio coxas suja de ousadia
perpetuando o fruto proibido
que até eu podia consolar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
NOS NOSSOS AIS
Nos nossos ais delícia de sentir
Existi entre nossa boca nervosa
Explosivas sobre línguas que se
Trocam brigam por um lugar sobre nós
Estamos ainda vestidas a lua cheia nos olha
O mar bravo batendo fortes as ondas altas
Entranha nossas coxas apertadas aumentando
No gelo nossas vontades de mulheres
Extremamente fáceis porque se querem
Encaixam-se no gancho
Arrancamos na tirania nossas roupas
Jogando-as a ventania que zoava em
Nossas entranhas....Deitamos nua só
Sentindo a ponta da língua da onda espumante
Em nós sobre areia nos quais arranhamos
Sem nos ferir posta contê-la em nós moldadas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Existi entre nossa boca nervosa
Explosivas sobre línguas que se
Trocam brigam por um lugar sobre nós
Estamos ainda vestidas a lua cheia nos olha
O mar bravo batendo fortes as ondas altas
Entranha nossas coxas apertadas aumentando
No gelo nossas vontades de mulheres
Extremamente fáceis porque se querem
Encaixam-se no gancho
Arrancamos na tirania nossas roupas
Jogando-as a ventania que zoava em
Nossas entranhas....Deitamos nua só
Sentindo a ponta da língua da onda espumante
Em nós sobre areia nos quais arranhamos
Sem nos ferir posta contê-la em nós moldadas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 24 de setembro de 2013
FAFÁ DE BELÉM (PAUPIXUNA) POESIA DE BEY CERQUEIRA
EU PRECISO
Eu preciso te dizer
Que o meu querer
Quer no seus quereres
Toda uma vontade
Do fogo ardente
Ardente que abre
Minhas entre linhas
Como
Uma fonte de água
Nascente que mata a
Sede de um animal
Livre
Selvagem
Nesse cio que cheira
Fendas molhadas
Êxtase
Galopadas encurraladas
Sobre o cheiro do mato
Paixões desenfreadas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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