Entre minhas memórias
Dentro do meu ponto G
Abaixo do meu ventre
Você nunca deixou de existir
Sinto-a todos os dias rolando
Em meus braços embolando
Desarrumando minha vida
Minha cama
A única razão para que eu esteja
Bem é saber que você é minha
Meus aconchegos meu tudo guardado
Entre coxas nervosas um olhar
Sempre para você que me atiça
Vira-me do avesso me faz ficar muda
Única universal dentro de minhas
Entranhas que só eu olhar-te
Agita-se
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 28 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
NÃO ME IMPORTO
Não me importo aonde coloca suas línguas, pois as minhas, ultrapassa até o seu limite de altura, profundidade, rasa, exuberante, o que me faz envergar-me, sem te quebrar, a não ser sobre meu corpo suado, danço ao deitar sobre mim, pensando em suas anuências, saliências que assombra minha mente a cada minutos, da hora, principalmente quando debruço me deito, num assoalho frio, agarro meu corpo, ardendo de febre, faço-me carícias, acaricio minhas lembranças, como todas fossem nascidas dentro de mim , abertamente ativa, difícil, na insônia abaixo a rua, quando o vinho tinto mistura ao seu leite que sugo, dos mamilos pontiagudos, no dito contato para contê-la nua até sobre as minhas calças amarrotadas, e seus vestidos rasgados.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
SOBRE NOSSAS CAVERNAS
Sobre nossas cavernas
As águas descem cristalizadas
Feito cachoeiras
Limpas cremosas meladas
Abre-se a flor de nossas entradas
Abrem-se para que possa aconchegar
Nossas carícias até adormecermos
Uma sobre a outra
Coladinhas na reluz do sol nascente
Começamos a gingar nossas coxas
Novamente vem o cheiro do café
Exalando para despertar nossas vontades
Doce nossos líquidos banhando-as
Nossas grutas
Caímos novamente debruçadas
Umas sobre a outra como concha
Exaustas num transe de guetas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
As águas descem cristalizadas
Feito cachoeiras
Limpas cremosas meladas
Abre-se a flor de nossas entradas
Abrem-se para que possa aconchegar
Nossas carícias até adormecermos
Uma sobre a outra
Coladinhas na reluz do sol nascente
Começamos a gingar nossas coxas
Novamente vem o cheiro do café
Exalando para despertar nossas vontades
Doce nossos líquidos banhando-as
Nossas grutas
Caímos novamente debruçadas
Umas sobre a outra como concha
Exaustas num transe de guetas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Que? Ah!!!!!!!!!!!!
que ah?!!!! se eu pudesse contar o quanto
a minha vida deu-se voltas fez história até história
por muito amor e de bocas em bocas pulando cercas
pude contemplar o que queimava dentro de mim
imensas paixões.....
quente e rápida sente o peso do que se revela
gozo matinal um corpo que pudesse me decifrar
ou pelo menos dissesse o meu nome no outro dia
nem eu mesmo sabia muitas vezes....
renegando diversas mãos das quais me tocava
enquanto as minhas sem pudor rasgava as roupas
dedos perversos....de quem se apaixonava....
sintonia devorando o cio coxas suja de ousadia
perpetuando o fruto proibido
que até eu podia consolar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
a minha vida deu-se voltas fez história até história
por muito amor e de bocas em bocas pulando cercas
pude contemplar o que queimava dentro de mim
imensas paixões.....
quente e rápida sente o peso do que se revela
gozo matinal um corpo que pudesse me decifrar
ou pelo menos dissesse o meu nome no outro dia
nem eu mesmo sabia muitas vezes....
renegando diversas mãos das quais me tocava
enquanto as minhas sem pudor rasgava as roupas
dedos perversos....de quem se apaixonava....
sintonia devorando o cio coxas suja de ousadia
perpetuando o fruto proibido
que até eu podia consolar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
NOS NOSSOS AIS
Nos nossos ais delícia de sentir
Existi entre nossa boca nervosa
Explosivas sobre línguas que se
Trocam brigam por um lugar sobre nós
Estamos ainda vestidas a lua cheia nos olha
O mar bravo batendo fortes as ondas altas
Entranha nossas coxas apertadas aumentando
No gelo nossas vontades de mulheres
Extremamente fáceis porque se querem
Encaixam-se no gancho
Arrancamos na tirania nossas roupas
Jogando-as a ventania que zoava em
Nossas entranhas....Deitamos nua só
Sentindo a ponta da língua da onda espumante
Em nós sobre areia nos quais arranhamos
Sem nos ferir posta contê-la em nós moldadas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Existi entre nossa boca nervosa
Explosivas sobre línguas que se
Trocam brigam por um lugar sobre nós
Estamos ainda vestidas a lua cheia nos olha
O mar bravo batendo fortes as ondas altas
Entranha nossas coxas apertadas aumentando
No gelo nossas vontades de mulheres
Extremamente fáceis porque se querem
Encaixam-se no gancho
Arrancamos na tirania nossas roupas
Jogando-as a ventania que zoava em
Nossas entranhas....Deitamos nua só
Sentindo a ponta da língua da onda espumante
Em nós sobre areia nos quais arranhamos
Sem nos ferir posta contê-la em nós moldadas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 24 de setembro de 2013
FAFÁ DE BELÉM (PAUPIXUNA) POESIA DE BEY CERQUEIRA
EU PRECISO
Eu preciso te dizer
Que o meu querer
Quer no seus quereres
Toda uma vontade
Do fogo ardente
Ardente que abre
Minhas entre linhas
Como
Uma fonte de água
Nascente que mata a
Sede de um animal
Livre
Selvagem
Nesse cio que cheira
Fendas molhadas
Êxtase
Galopadas encurraladas
Sobre o cheiro do mato
Paixões desenfreadas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
GRITA OS HOMENS
Grita os homens sem pura
Gentilezas sem delicadeza
Na embriaguez as mulheres
Da vida sem rumo os aguentam
Ao fundo de todas as entranhas
Mergulhadas numa natureza doentia
Febril hipócrita de olhos abertos
Cintilantes em cores negras gritam
Por mim meu corpo treme
Começo a ficar excitada meu sangue
Corre muito rápido sobre um coração já
Machucado do sexo na poesia
O orgasmo destas mulheres
Pelas quais em mim se dispa cessa
Elas procuram a liberdade sobre meu olhar
Mesmo que ele esteja triste atrás da porta
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Gentilezas sem delicadeza
Na embriaguez as mulheres
Da vida sem rumo os aguentam
Ao fundo de todas as entranhas
Mergulhadas numa natureza doentia
Febril hipócrita de olhos abertos
Cintilantes em cores negras gritam
Por mim meu corpo treme
Começo a ficar excitada meu sangue
Corre muito rápido sobre um coração já
Machucado do sexo na poesia
O orgasmo destas mulheres
Pelas quais em mim se dispa cessa
Elas procuram a liberdade sobre meu olhar
Mesmo que ele esteja triste atrás da porta
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 22 de setembro de 2013
SOBRE MEU CORPO
Sobre meu corpo você se deita, passeia, faz voos bem rasantes, embriaga-me me deixa sem medo, aproxima de minha boca e beija docemente, como uma mulher apaixonada, e eu no meu tempo bastante espaço lhe aconchego, e navego antes ao destino do ponto G, dominadas, soa os instintos ficamos ali no gango ar, como damas que própria voz nos diz, ao ereto do momento inesquecível, ao toque profundo nas rasas raízes de nós duas.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 21 de setembro de 2013
VOCÊ NÃO TEM IDÉIA
Você não tem ideia do quanto
Faz-me inteira
Meu destino é caminhar ao teu lado
De mãos dadas coladinhas
Dentro até possível num tempo feroz
Somos feita uma ao contrário da outra
Até ao teu tato cheiro que me embrenha
Que me faz distinguir-te
Tocando teu útero do qual
Faço-lhe vida lhe levanto ao meu
Ereto momento dentro
Meu corpo desavisado
Fica denso fervendo nas marcas
Das suas unhadas em minhas vontades
Ainda tenho essa marca elas são minha vida
Estão dentro de mim dormindo
Aconchegadas assim como você
Mulher amada minha
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Faz-me inteira
Meu destino é caminhar ao teu lado
De mãos dadas coladinhas
Dentro até possível num tempo feroz
Somos feita uma ao contrário da outra
Até ao teu tato cheiro que me embrenha
Que me faz distinguir-te
Tocando teu útero do qual
Faço-lhe vida lhe levanto ao meu
Ereto momento dentro
Meu corpo desavisado
Fica denso fervendo nas marcas
Das suas unhadas em minhas vontades
Ainda tenho essa marca elas são minha vida
Estão dentro de mim dormindo
Aconchegadas assim como você
Mulher amada minha
POESIA DE BEY CERQUEIRA
EU ESTOU SEM PALAVRAS
eu estou sem palavras.........
como em tudo que em luz você me diz,
preciso desse teu amor,
porque eu preciso dar o meu a ti.....
te amo
poesia de bey cerqueira
como em tudo que em luz você me diz,
preciso desse teu amor,
porque eu preciso dar o meu a ti.....
te amo
poesia de bey cerqueira
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
NÃO TEM JEITO
Não tem jeito por mais que tento
Espalhar-me por ai em vãos desconhecidos
Não consigo distinguir o que é
Tesão
Amor
Paixão
Para quer os três em mim existem e
Quando meu corpo grita
Silenciosamente no impulso me levanto
Vem seu nome seu semblante sua nudez
Não resisto pego o telefone te ligo apenas
Para escutar a sua voz ou quem sabe....
Antes então de dormir me ponho nua
Para sossegar-me então
Assedio-me covardemente tentando
Violentamente matar a falta que tu me faz
Até o amanhecer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Espalhar-me por ai em vãos desconhecidos
Não consigo distinguir o que é
Tesão
Amor
Paixão
Para quer os três em mim existem e
Quando meu corpo grita
Silenciosamente no impulso me levanto
Vem seu nome seu semblante sua nudez
Não resisto pego o telefone te ligo apenas
Para escutar a sua voz ou quem sabe....
Antes então de dormir me ponho nua
Para sossegar-me então
Assedio-me covardemente tentando
Violentamente matar a falta que tu me faz
Até o amanhecer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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