terça-feira, 16 de julho de 2013
GARY MOORE (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
ATRAVÉS
Através dela me envergo
Sobre defensivos
movimentos
Dentro do seu corpo
Línguas secas
Sinto o amor
Fortificá-la
Sinta o entrelaçar
Das pernas
Pulsando os nervos
O impulso ponha o meu
Reagir tesas em risadas
Sobre toque suave
Do teu porto que espia
As minhas margens
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 15 de julho de 2013
EU TE AMO
Eu te amo. Permita te mostrar isso
Deita comigo entre o cós das calças
Joguei-te enrolada sobre meus braços
Poltrona nos ampara eu faminta de ti
Não vou te machucar
Curva-se de leve dentre a minha ternura
Tome-me com tua uma eterna
Enamorada como a lua que sede o lugar
De manhã ao sol, mesmo que ele esteja.
Escondido entre nuvens
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deita comigo entre o cós das calças
Joguei-te enrolada sobre meus braços
Poltrona nos ampara eu faminta de ti
Não vou te machucar
Curva-se de leve dentre a minha ternura
Tome-me com tua uma eterna
Enamorada como a lua que sede o lugar
De manhã ao sol, mesmo que ele esteja.
Escondido entre nuvens
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 14 de julho de 2013
OLHA
Olha presta muita atenção
Eu quero você como nunca
Quero lembrar-te do quanto
Eu fui e te fiz realizada
Fomos mergulhadas do pescoço
Aos pés sem puritanismo
Somos única aqui nessa vida
As chamas que nos rodeavam a cada
Toque
Olhar
Gozo
No cheiro da cebola
Do tirar da poeira
Nunca mais senti
Tenta tirar as minhas marcas de você
Porque eu vou aquecer as suas em mim
E quando me deitar por ai apenas para
Desafogar-me
Vou levá-la comigo
Para fingir que estou bem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Eu quero você como nunca
Quero lembrar-te do quanto
Eu fui e te fiz realizada
Fomos mergulhadas do pescoço
Aos pés sem puritanismo
Somos única aqui nessa vida
As chamas que nos rodeavam a cada
Toque
Olhar
Gozo
No cheiro da cebola
Do tirar da poeira
Nunca mais senti
Tenta tirar as minhas marcas de você
Porque eu vou aquecer as suas em mim
E quando me deitar por ai apenas para
Desafogar-me
Vou levá-la comigo
Para fingir que estou bem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 13 de julho de 2013
PRECISO
Preciso ser sua fonte límpida
E na fronte sentir você pedir
Meu fogo
Desejo
Ânsias
Preciso aquecer-me dentre suas mãos
Sua ternura no meu corpo suado pelas
Chamas que me desforra as entranhas
Num mergulho profundo sem medir
Esforços
Caindo sobre águas que jorra de suas
Verdades
Dos seus pontos fracos cruciais
Que eu toco beijo me lambuzo
Com dedos joelhos nariz boca
Língua
Aonde eu já perdi até meus anéis
Sinais de nossa união febre
Fortemente embriagada ao meu corpo
Apertando seu ombro
Machucando minha testa
Abaixo do meu umbigo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
E na fronte sentir você pedir
Meu fogo
Desejo
Ânsias
Preciso aquecer-me dentre suas mãos
Sua ternura no meu corpo suado pelas
Chamas que me desforra as entranhas
Num mergulho profundo sem medir
Esforços
Caindo sobre águas que jorra de suas
Verdades
Dos seus pontos fracos cruciais
Que eu toco beijo me lambuzo
Com dedos joelhos nariz boca
Língua
Aonde eu já perdi até meus anéis
Sinais de nossa união febre
Fortemente embriagada ao meu corpo
Apertando seu ombro
Machucando minha testa
Abaixo do meu umbigo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 12 de julho de 2013
POR FAVOR
por favor abres minhas coxas, vamos ficar aquecidas sobre horas, e horas, numa posição que seja completamente indecente, vamos ser águia sobrevoando nossas margens, jogando pedrinhas, sobre águas geladas, que nos dá sossego, deitar na areia posta a larvas, trovadas para abafar nossos gritos de dores, até o desespero tomar conta, e nos olharmos com ênfase, no êxtase, do alimento doce, que nos dá vida, nutri nossos ventres, balança nossas estruturas, e nos deixa assim; caladas, cansadas, desejando mais, que nutri nossas vidas, entre seguras pernas, num mergulho, fonte de calor, a tua flor se abre, minha boca molha, mata minha sede, bendita dentre as mulheres, porque és o meu amor, eternamente forte.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 11 de julho de 2013
DEPOIS
Depois que foi feito
Visto-me após te engolir
Nua mordo a tua boca
Acaricio seus seios
Toco na beira das suas contas
Te mordo a boca abaixo contida
Fecha as pernas e abre-as
Te faço satisfeita me deixo em pleno
Gozo larvas aquecendo o meu corpo
Deito te coloco de costas para mim
Aperto-a no auge traços nossos alimentos
O resto sobre doce magia
A frente apanho-te desprevenida
Arrocho suas feras películas
Ereta nas larvas das quais me aquece
Que desce sobre minhas coxas enquanto
Jorro dentro de ti fertilizando-a
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Visto-me após te engolir
Nua mordo a tua boca
Acaricio seus seios
Toco na beira das suas contas
Te mordo a boca abaixo contida
Fecha as pernas e abre-as
Te faço satisfeita me deixo em pleno
Gozo larvas aquecendo o meu corpo
Deito te coloco de costas para mim
Aperto-a no auge traços nossos alimentos
O resto sobre doce magia
A frente apanho-te desprevenida
Arrocho suas feras películas
Ereta nas larvas das quais me aquece
Que desce sobre minhas coxas enquanto
Jorro dentro de ti fertilizando-a
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 10 de julho de 2013
TÃO VIRGEM
tão virgem quanto castrada
em tua boca me posto como muleta
penetre as gretas que te enxergam e
suga o meu suor sobre canastras
eu mordo bato o jogo ganho
o meu queimar minha língua feri
meu peito lambendo as suas lágrimas
quando rasga escuto o seu grunhir
arromba o meu gozo
enfeita a bomba em mim
adentre o seu veneno meu ventre
mata a minha sede com o seu gemido
POESIA DE BEY CERQUEIRA
em tua boca me posto como muleta
penetre as gretas que te enxergam e
suga o meu suor sobre canastras
eu mordo bato o jogo ganho
o meu queimar minha língua feri
meu peito lambendo as suas lágrimas
quando rasga escuto o seu grunhir
arromba o meu gozo
enfeita a bomba em mim
adentre o seu veneno meu ventre
mata a minha sede com o seu gemido
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 9 de julho de 2013
NOSSOS CORPOS
nossos corpos num só golpe
soltamos feitos feras feridas
rasga meu corpo focamos louca
sem limitarmos no voo deste tempo
que rasga o nosso agora desfolhando
queima minhas formas mais íntimas
e digo
essa raça que mexe remexe meu sangue
fervilhando de dentro para fora
arrancando do meu ponto G
desviando-o até chegar ao limite de exaustão
faremos um pacto com o tempo
bebe-me deixa
minha voz gritar
entre línguas que brigam e se entregam
entre toques que troca que se apertam
sobre nossas virilidades nesse exato momento
você me deixa totalmente entregue a você
senhora dos meus desejos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
soltamos feitos feras feridas
rasga meu corpo focamos louca
sem limitarmos no voo deste tempo
que rasga o nosso agora desfolhando
queima minhas formas mais íntimas
e digo
essa raça que mexe remexe meu sangue
fervilhando de dentro para fora
arrancando do meu ponto G
desviando-o até chegar ao limite de exaustão
faremos um pacto com o tempo
bebe-me deixa
minha voz gritar
entre línguas que brigam e se entregam
entre toques que troca que se apertam
sobre nossas virilidades nesse exato momento
você me deixa totalmente entregue a você
senhora dos meus desejos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 8 de julho de 2013
O QUE PENSAS
Pensas que pode me censurar por ser profana, em relação quando me deito na cama, e penso em nós duas????? pensas que pode me comparar a tudo que você viveu, sem pestanejar um momento, que a escolha foi sua???? Não, não pode não senhora dos anéis de prata, rasgue seu manto sobre minhas cicatrizes, dores, e medos, que verás, que sua sombrar, encontra-se por todas elas....
Se deleitando em mim, eu te provoco, você me seduz, e se abre lentamente em vantagens, amadureceu no pé de jaquetibá, aonde enroscava enquanto eu povoava outros lugares, misturando-me a leveza de ser fiel, sobre uma natureza ímpar roçando-me pulando todos os muros, sobre uma flor de desejos aberta, que mais queres, batizando meu nome totalmente engolido exauridos por grandes paixões
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Se deleitando em mim, eu te provoco, você me seduz, e se abre lentamente em vantagens, amadureceu no pé de jaquetibá, aonde enroscava enquanto eu povoava outros lugares, misturando-me a leveza de ser fiel, sobre uma natureza ímpar roçando-me pulando todos os muros, sobre uma flor de desejos aberta, que mais queres, batizando meu nome totalmente engolido exauridos por grandes paixões
POESIA DE BEY CERQUEIRA
RASGA MEU ROSTO
rasga meu rosto, com o tu poder
tua virilidade feminina já me arranca o couro
aperto seus quadris coloco-te nas
minhas coxas meus nervos te alucina
e nesse tal de vai e vem é que minhas
mãos treme e o meu corpo fica suado
quando sugo seu leito sem lamentar
o que você nunca deixou me escapar
seu leite sem lamentar o que nunca
você me deu, agora quero cantar-te
quero a tua calma até a sua insanidade
beijá-la lambe-la nesse derreter sobre
o calor de nossos lençóis de veludo
seu líquido que suja meus ancestrais
contando nas pontas dos meus dedos
o tempo que não passa
em mim deixando sentir o fruto daquela
moça fulana de tal sem que eu perca
a força de nossas entranhas a resposta
viro um menino que some debaixo da sua saia
derrete-me maliciosamente numa avenida
qualquer dos quais suas sementes brotaram
POESIA DE BEY CERQUEIRA
tua virilidade feminina já me arranca o couro
aperto seus quadris coloco-te nas
minhas coxas meus nervos te alucina
e nesse tal de vai e vem é que minhas
mãos treme e o meu corpo fica suado
quando sugo seu leito sem lamentar
o que você nunca deixou me escapar
seu leite sem lamentar o que nunca
você me deu, agora quero cantar-te
quero a tua calma até a sua insanidade
beijá-la lambe-la nesse derreter sobre
o calor de nossos lençóis de veludo
seu líquido que suja meus ancestrais
contando nas pontas dos meus dedos
o tempo que não passa
em mim deixando sentir o fruto daquela
moça fulana de tal sem que eu perca
a força de nossas entranhas a resposta
viro um menino que some debaixo da sua saia
derrete-me maliciosamente numa avenida
qualquer dos quais suas sementes brotaram
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 7 de julho de 2013
VAMOS
vamos desfalecer por igual
desfalecendo adormecemos
sobre unir nossas ardências
eu nunca vou igualar-me ao seu
desvaneio o meu tesão
amor
paixão
é muito maior quando tudo se
mistura
vamos deixar gritar o homem
que ele seja tolo ou perfeito
sei lá mais que se intenso
nos seus anseios
vamos para de amar a toa
deitar e olhar-se e não se identificar
para que possamos livremente
abusar dessa saudade
POESIA DE BEY CERQUEIRA
desfalecendo adormecemos
sobre unir nossas ardências
eu nunca vou igualar-me ao seu
desvaneio o meu tesão
amor
paixão
é muito maior quando tudo se
mistura
vamos deixar gritar o homem
que ele seja tolo ou perfeito
sei lá mais que se intenso
nos seus anseios
vamos para de amar a toa
deitar e olhar-se e não se identificar
para que possamos livremente
abusar dessa saudade
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 6 de julho de 2013
ACARICIA
acaricia meu rosto
toca-me com delicadeza
não negue o que sentis
deixa eu beijá-la como antes
intensamente
que eu possa novamente penetrar-me
no seu íntimo
lembrar o quanto você me és
ímpar
deixa-me solta para tocar seus pontos
dos quais os meus também você conhece
morde minha boca
arranha-me toda
te quero perdida em mim
você depois vai se achar
pode acreditar sobre meu corpo
faz minhas artérias sangrar
quero renovar-me nessa realidade
nua crua macia com a sua
volúpia sobre as minhas
quero a sua cama e nela
não resistir as paixões
ser apenas sua novamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
toca-me com delicadeza
não negue o que sentis
deixa eu beijá-la como antes
intensamente
que eu possa novamente penetrar-me
no seu íntimo
lembrar o quanto você me és
ímpar
deixa-me solta para tocar seus pontos
dos quais os meus também você conhece
morde minha boca
arranha-me toda
te quero perdida em mim
você depois vai se achar
pode acreditar sobre meu corpo
faz minhas artérias sangrar
quero renovar-me nessa realidade
nua crua macia com a sua
volúpia sobre as minhas
quero a sua cama e nela
não resistir as paixões
ser apenas sua novamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 5 de julho de 2013
SOU O QUE MAIS TE ATIÇA
Sou o que mais te atiça assume
Ver-te atiçando o meu pecar anima
Deixa-me sombria debaixo das cobertas
Minha mente viaja necessito percorrer
A beira de um sofá para ouriçar minha
Pequenez aonde minhas mãos escorrega
Apertando os pontos do eixo nesta beira
Sapecando coçando meus orifícios
De macho sedento de fêmea ardendo
Os dois trêmulos
Trêmula faminta engole-me a mim
Imposta boca em seus seios
Nua morrendo de tesão
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Ver-te atiçando o meu pecar anima
Deixa-me sombria debaixo das cobertas
Minha mente viaja necessito percorrer
A beira de um sofá para ouriçar minha
Pequenez aonde minhas mãos escorrega
Apertando os pontos do eixo nesta beira
Sapecando coçando meus orifícios
De macho sedento de fêmea ardendo
Os dois trêmulos
Trêmula faminta engole-me a mim
Imposta boca em seus seios
Nua morrendo de tesão
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 4 de julho de 2013
QUERO TUAS MEDIDAS
Quero tuas medidas nos desmedido
Impulsos teu pecado descoberto
Mágica desabrochada arrombada
Pelo teu ego que lhe atormenta
Alimentei-me com seus vermes
Que cheira peixe tuas vontades
Ofereci aos febris desencantos
Tive a delicadeza de colocá-los sobre
Uma bandeja de prata velha as minhas
Roupas sujas e a minha nudez que
Você tocou que queima minhas raízes
Envergonha minhas curvas que as
Marcas guardadas no seu eixo molhado
Não apagou...servir-me do seus disfarces
Umbreira da dança do fogo e
Sobre ele em um gole
De cerveja amarga passada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Impulsos teu pecado descoberto
Mágica desabrochada arrombada
Pelo teu ego que lhe atormenta
Alimentei-me com seus vermes
Que cheira peixe tuas vontades
Ofereci aos febris desencantos
Tive a delicadeza de colocá-los sobre
Uma bandeja de prata velha as minhas
Roupas sujas e a minha nudez que
Você tocou que queima minhas raízes
Envergonha minhas curvas que as
Marcas guardadas no seu eixo molhado
Não apagou...servir-me do seus disfarces
Umbreira da dança do fogo e
Sobre ele em um gole
De cerveja amarga passada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 3 de julho de 2013
CHOPIN (TEXTO DE BEY CERQUEIRA)
GUERREIRA
que ao canto de um sofrido momento, numa luta vencida pelo cansaço, um sopro, sumindo de leve, nos deixa o seu encanto, que nos engrandece, ao canto chorado, sempre temos o que de ti lembrar, o seu sorriso, a sua força, o seu imenso amor a todos, tudo ficava tão simples quando você tocava, aonde você amava, o piano virava um leme e sentíamos você navegar, na humildade, bravura, BRAVO, o seu dedilhar, atrás desses momentos inexplicáveis, mágicos, que nos fazia nina.
TEXTO DE BEY CERQUEIRA
PECADOS
pecados desmentidos
mentirosa
deploráveis
aonde tu deprimida
adormecia
louca cheias de
vontades
perdida de boca a boca
inflame dilacerada
eixo nas coxas que eu
atiçava
oferecida
debochada ao bicho papão
que adormecia enquanto
eu te ninava
doente
faminta febril
desmiolada
acaricie o teu rosto
sentirás meu afago
acaricie-se suas entranhas
que sentirás o meu gozo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
mentirosa
deploráveis
aonde tu deprimida
adormecia
louca cheias de
vontades
perdida de boca a boca
inflame dilacerada
eixo nas coxas que eu
atiçava
oferecida
debochada ao bicho papão
que adormecia enquanto
eu te ninava
doente
faminta febril
desmiolada
acaricie o teu rosto
sentirás meu afago
acaricie-se suas entranhas
que sentirás o meu gozo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 2 de julho de 2013
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