terça-feira, 2 de julho de 2013
MARIA BETHANIA "ESCANDALO" (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
ESPAÇO FECHADO
Fissura
Eu não sou santa
E nem quero ser
Mais sou louca
Por ti
Encaixada
Sobre um rapaz
Santo
Ébrio sem juízo
abafa essa identidade
amante
dos cais da cidade
esconde seu rosto
bebe líquido cheira sal leitoso
quando qualquer um no espasmo
imponho a você os meus desejos
farsante
repulsante
mais uma mulher
ativa
fosse ao gozo duplo
deita-se aos dedos patéticos
manipulada em sutis toques
despertas
se verga
seca
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 1 de julho de 2013
DEFINITIVAMENTE
Definitivamente tremi nas bases, quando a brasa profana, entoada a todo os dias, me fazia atrevida, atrás de uma mulher desqualificada, quando me olhava no espelho, quebrado, minha boca cansada de uma realidade ao tocar mantos, sujos, com cheiro de sangue, soberana. E tu profana, as vezes santa, ao disfarce do meu querer, deslumbrante, nessa esquina, que relata tantos segredos, dos quais eu preferia que morresse, porque ainda dói o gozo forçoso, porque ainda ficou a doença perdida, inchaço de tantas mordidas, me torna imunda da própria fraqueza, ao sugar de seios machados, e deixar-te contorcer, pedindo que me fizer alimentar-se, apertava meu pescoço porque não queria que eu deixasse de possuí-la, demasiadamente, ali mesmo, ao longe um riacho, ao som dos pássaros, que abafava seus gritos incontroláveis da minha carne sobre tu, bandidamente, te peguei nesse cabaré de vísceras que interrompe seu cálice dos mais profundos, quando adormece em meus sonhos.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 30 de junho de 2013
ESSE PRAZER
Esse prazer cheios de meninice
Um sorriso que clareia nossas mentes
Uma música tocando ao fundo
Nós duas ciganas na vida eu até desnudo
Quebro esse silêncio
Sobre nossas sensações sinto vibrar
Nesse tempo servil a nós
Aqueles momentos vividos intensos
Que sobrava todos os dias
Nos instintos dos mais sensuais
Tão lindos!!!!
Oferecidas no íntimo sentimos o teso
Sinto seu cheiro
Das veias que pulsam e faz queimar
Nossas entranhas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Um sorriso que clareia nossas mentes
Uma música tocando ao fundo
Nós duas ciganas na vida eu até desnudo
Quebro esse silêncio
Sobre nossas sensações sinto vibrar
Nesse tempo servil a nós
Aqueles momentos vividos intensos
Que sobrava todos os dias
Nos instintos dos mais sensuais
Tão lindos!!!!
Oferecidas no íntimo sentimos o teso
Sinto seu cheiro
Das veias que pulsam e faz queimar
Nossas entranhas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 29 de junho de 2013
BUSCO
Busco a flama que cala meu peito
Busco o abraço que me retorce
Quero fazer uma escultura
De todo o seu corpo
De suas mãos
Entre seus detalhes
Exposto
Quero colocar o quadro sobre meu jardim
Por que quero
Olhar todos os dias
E ao sentir-te
Fazer vibrar minhas
Ternuras
As mais impulsivas....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Busco o abraço que me retorce
Quero fazer uma escultura
De todo o seu corpo
De suas mãos
Entre seus detalhes
Exposto
Quero colocar o quadro sobre meu jardim
Por que quero
Olhar todos os dias
E ao sentir-te
Fazer vibrar minhas
Ternuras
As mais impulsivas....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 28 de junho de 2013
TEU CENTRO
teu centro me encaixa
numa íntima poesia
a gente conversa sobre
o momento que estimula
nossos ímpetos febris
entre em ti mulher que me
dá tanto prazer....
deixo andar-me sobre a sedução
e você faz de mim a sua escultura
estreitos corpos que se grudam
quero escutar bem baixinho
seus gemidos atrevidamente
me coloco como libertina
nossos corpos contorcem
sou seu homem bandido
enquanto você quer ser tocada
por uma fêmea que cobre
a minha carne
POESIA DE BEY CERQUEIRA
numa íntima poesia
a gente conversa sobre
o momento que estimula
nossos ímpetos febris
entre em ti mulher que me
dá tanto prazer....
deixo andar-me sobre a sedução
e você faz de mim a sua escultura
estreitos corpos que se grudam
quero escutar bem baixinho
seus gemidos atrevidamente
me coloco como libertina
nossos corpos contorcem
sou seu homem bandido
enquanto você quer ser tocada
por uma fêmea que cobre
a minha carne
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 27 de junho de 2013
QUE SONHO
Que sonho é esse que explode
Faz-me estranhar que me molha
Que venha me despertar me sinto
Sua dona um dono danado
Um cão que te possua
Como sou uma dona inteira
Você não percebe o meu domínio
Finca os pés sobre lenhas queimando
O fogo dá sede....desta sede de pele
Se trocando para uma sede
Do caminho que já percorreu
Minha marca em suas entranhas
Sinto o próprio desejo sobre tantos
Outros orgasmos com força eu te viro
De costas mergulho profundamente
Numa ternura desconhecida de nós
Para que você não perceba
O meu engano
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Faz-me estranhar que me molha
Que venha me despertar me sinto
Sua dona um dono danado
Um cão que te possua
Como sou uma dona inteira
Você não percebe o meu domínio
Finca os pés sobre lenhas queimando
O fogo dá sede....desta sede de pele
Se trocando para uma sede
Do caminho que já percorreu
Minha marca em suas entranhas
Sinto o próprio desejo sobre tantos
Outros orgasmos com força eu te viro
De costas mergulho profundamente
Numa ternura desconhecida de nós
Para que você não perceba
O meu engano
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 26 de junho de 2013
NÃO PODEMOS
Não podemos esconder as nossas vontades
Não podemos detonar a ternura que nos cerca
Serás minha talvez um dia outra vez
Sinto tua pele serena cheia de ternura
E suas mãos tocando o meu rosto
Enquanto acaricio seu corpo fervendo
E antes que a noite caia deitada na cama
Somos uma só se olhando a perfeita
Sintonia esse aroma que refresta nas frestas
Vem dali de um lugar mágico a mim seduzir
Um vendaval sagrado nos prazeres de uma
Fonte que mata a sede infinita ofereceu-me
Como exato esse momento para seduzimos
Nós duas em gargalhadas tomamos pontos
Nesse horizonte habitamos nosso território
Cravamos nossas cicatrizes
Abençoadas seja tu mulher de ondas
Da leitura que me vira do avesso
Vivemos distante não separada
Amada minha
Vamos navegar nessa pequena onda
Vou deixar que investe em meu corpo
Enquanto invado o teu
Vamos ancorar nossas raízes para não explodirmos
Sobre teu olhar faminto eu entendi
Como afagar tê-la numa senda
Aonde exala o perfume
Que só nós duas entendemos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Não podemos detonar a ternura que nos cerca
Serás minha talvez um dia outra vez
Sinto tua pele serena cheia de ternura
E suas mãos tocando o meu rosto
Enquanto acaricio seu corpo fervendo
E antes que a noite caia deitada na cama
Somos uma só se olhando a perfeita
Sintonia esse aroma que refresta nas frestas
Vem dali de um lugar mágico a mim seduzir
Um vendaval sagrado nos prazeres de uma
Fonte que mata a sede infinita ofereceu-me
Como exato esse momento para seduzimos
Nós duas em gargalhadas tomamos pontos
Nesse horizonte habitamos nosso território
Cravamos nossas cicatrizes
Abençoadas seja tu mulher de ondas
Da leitura que me vira do avesso
Vivemos distante não separada
Amada minha
Vamos navegar nessa pequena onda
Vou deixar que investe em meu corpo
Enquanto invado o teu
Vamos ancorar nossas raízes para não explodirmos
Sobre teu olhar faminto eu entendi
Como afagar tê-la numa senda
Aonde exala o perfume
Que só nós duas entendemos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 25 de junho de 2013
FAFA DE BELEM VELHO PIANO (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
QUE O AMOR
Que o amor vasta um oceano
Abrindo fissura pelo gozo que alastra
Obscuros sobre as sombras
Que invade um cais
Cheirando misturas de raças
Embriagados que não se identificam
A cada gole de cachaça
Em cada saia levantada
Tocam ao fundo um piano desafinado
Que em face aos desenganos
Engana o próprio amor
Sobre uma mascara que disfarça
A dor
O tamanho da angustia e seus danos
Causado pelo êxtase mundano
Cheio de vontades
E quando procura sossego
O relógio atrasa nessa fenda aberta
Precisando de cuidados
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 24 de junho de 2013
EM TRAVESSURAS
em travessuras arde minhas coxas
que fecho para não perder esse queimar
das cinzas quando toco minhas lembranças
um colapso em ti sempre repasso
na minha mente a sua linda anatomia
e no reverso do meu corpo seu corpo
meu espasmo...esteio íntima em minhas
poesias eu quero morar-lhe o quanto é desejada
na hora que reverso nossos corpos colados
anestesiados sobre testas avantajadas aonde
você coloca sua película a apertando-a em mim
nos amontoamos entre mãos aqui ou lá ocular
bocas que se mordem línguas que se acariciam
é tão gostoso te ter
não quero ter juízo nesse momento muito pelo
contrário eu quero perde-lo totalmente
não quero me castigar nesse maldito tesão
quero me entregar a mim intimamente
assim poder sentir você no meu ventre
aconchegante arranhando minhas entranhas
ao nu das costas que eu seguro as paredes
e você abusa de mim...como gosto disso
enlouqueço a minha sede infinita jorrada nas suas
explosões feminina aguçada em meus retornos
nos pontos que nos façam gemer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
que fecho para não perder esse queimar
das cinzas quando toco minhas lembranças
um colapso em ti sempre repasso
na minha mente a sua linda anatomia
e no reverso do meu corpo seu corpo
meu espasmo...esteio íntima em minhas
poesias eu quero morar-lhe o quanto é desejada
na hora que reverso nossos corpos colados
anestesiados sobre testas avantajadas aonde
você coloca sua película a apertando-a em mim
nos amontoamos entre mãos aqui ou lá ocular
bocas que se mordem línguas que se acariciam
é tão gostoso te ter
não quero ter juízo nesse momento muito pelo
contrário eu quero perde-lo totalmente
não quero me castigar nesse maldito tesão
quero me entregar a mim intimamente
assim poder sentir você no meu ventre
aconchegante arranhando minhas entranhas
ao nu das costas que eu seguro as paredes
e você abusa de mim...como gosto disso
enlouqueço a minha sede infinita jorrada nas suas
explosões feminina aguçada em meus retornos
nos pontos que nos façam gemer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 23 de junho de 2013
O MEU CARINHO
O meu carinho é tão grande por ti
Minha senhora de tantas vidas
No fogo da tua ausência me deixa
Insana cheia de pulsantes desejos
Meus pontos pulsam sobre uma anatomia
De chamas e calor profana não me importo
Canto a procura de seu corpo
E sinto seu devaneio sobre a madrugada
Te ligo
Te chamo
Durmo com você
Anestesiada sobre minhas mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Minha senhora de tantas vidas
No fogo da tua ausência me deixa
Insana cheia de pulsantes desejos
Meus pontos pulsam sobre uma anatomia
De chamas e calor profana não me importo
Canto a procura de seu corpo
E sinto seu devaneio sobre a madrugada
Te ligo
Te chamo
Durmo com você
Anestesiada sobre minhas mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sulla Fagundes ___ Dinda ___
___Dinda___
Amada, minha saudade latente
um colo colorido em afetos ...
Qualidades que guardo comigo
São afetos por ti deixados em
palavras, gestos, afagos
No teu abraço, cabiam todos os
meus dissabores e erros
Cada carinho, guardo na alma ...
Dinda
Teus olhos, lembrados a cada dia
São luzes em meu caminho árduo
Minhas saudades, que dedicas nas
ausências ...
São, apenas, esperanças sopradas
Sei um dia um grande abraço nos
daremos, por Deus permitido
Com Deus estais, agora ...
Eu, por ser humana, por vezes me
sinto perdida
Mas o acalento das palavras tuas,
por mim , jamais esquecidas
São alicerces, deixados, em cuidados
E, o que sou hoje,em acertos a ti devo
E nos teus conselhos, me acho acolhida
De ti Dinda, guardo tantas coisas
Tantas lembranças, ensinamentos ...
Conselhos, preciosos, os quais me
erguem nas horas dificeis
saiba do meu coração, que jamais a
esquece e nem poderia
Neste momento lhe digo:
A amo tanto, ou mais que antes
Pois tua falta, neste plano, machuca
E, a esperança, certa, de encontra-la
adormecem minhas angústias
Tua música, ao piano ,embala meu sono
por vezes, aflito
Tua voz calma e doce guardo, saiba ...
Digo do teu perfume a toda a gente
E, como mantra, repito também, tua real
importância
Te amo madrinha. minha Dinda...
Anna Maria
Sulla Fagundes
sábado, 22 de junho de 2013
ESCREVO
Escrevo sobre o fogo de diversas paixões, são tantas, que me aniquila a razão, paixões carnais, amontoadas em minhas memórias, rasgando explodindo minhas entranhas, em por menores, desejos que confunde pulsam, lateja, dentro de um ventre vazio, a busca da ternura, encontra-se apenas, um estreito calor das esferas no pano molhado, ao suor, que sai de seus poros, como deixando nascer o sol sobre dois semblantes nus sem vida, apenas nos resta o roçar de nossas excitações, profanas ou não, mais validas sobre lábios que se enroscam, sobre beijos íntimos em busca de um vai e vem que satisfaça em plena luz ousará fantasias diversas, o cheiro na boca seca, o néctar nos dedos avassaladores, me visto me dispo e te olho, lhe digo talvez coisas lindas, só para você sorrir, me proporcionando seu prazer seu tormento sua luxúria....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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