sábado, 22 de junho de 2013

ESCREVO

Escrevo sobre o fogo de diversas paixões, são tantas, que me aniquila a razão, paixões carnais, amontoadas em minhas memórias, rasgando explodindo minhas entranhas, em por menores, desejos que confunde pulsam, lateja, dentro de um ventre vazio, a busca da ternura, encontra-se apenas, um estreito calor das esferas no pano molhado, ao suor, que sai de seus poros, como deixando nascer o sol sobre dois semblantes nus sem vida, apenas nos resta o roçar de nossas excitações, profanas ou não, mais validas sobre lábios que se enroscam, sobre beijos íntimos em busca de um vai e vem que satisfaça em plena luz ousará fantasias diversas, o cheiro na boca seca, o néctar nos dedos avassaladores, me visto me dispo e te olho, lhe digo talvez coisas lindas, só para você sorrir, me proporcionando seu prazer seu tormento sua luxúria....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA




sexta-feira, 21 de junho de 2013

VENHA

Venha coloca o lápis rabisque meu corpo
Crava-me com ternura as minhas envergaduras 
No fogo deixa borbulhar o sentido dentro de duas amantes
Deixa pulsar o sexo levemente ativamente ereto
Deixa ferver a alquimia da loucura sem limites
As alegorias encantam aplaudem quando você
Passa-me em sua boca
Mate a saudade, me deixa viajar sobre suas sombras.
Ah! Meus devaneios pertencem à ousadia de te ter
Novamente como minha amada
Minha mulher num encanto que me faz dormir
Serenamente nua sobre ti.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O LEITE QUE DERRAMAS

O leite que derramas ao meu sugar
Em carícias constante dia-dia 
Madrugadas inteiras meus toques lhe
Cravam penetram lhe deixa amável
Calma numa complexidade de deuses
Uma parte do teu corpo que é adorável
Grande em luxuria de uma meretriz da qual
Quero investigar com a delicadeza dos instintos
Suas histórias em um rabisco numa tela branca
Que repulsa purificando-me 
Abaixo do seu umbigo entre suas coxas
Deixa minha cara melada fluindo um encanto sobre 
Êxtase no comprimento dos nossos deveres
Sedutores 
Abundantemente carnais a mim trancados 
Em fantasias eróticas silenciosas
Que escapam a nossa sanidade
Fecha a porta quem por trás está a bater
Não vai entender o nosso olhar 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 19 de junho de 2013

NÃO QUERO ESCUTAR

Não quero escutar, faça minha carne. 
Ela por si já treme quando então é
Tocada principalmente pelas suas mãos
Fazem atos dos quais sangro derramo o leite
Faz-me escrava do seu mel ao meu acima do joelho
Esses toques me fazem ficar suada, com sede. 
De boca aberta, olhos cerrados, inevitável. 
Vem o gozo, inevitável soa os sinos das fantasias.
Quebrando gelos registrados logo 
Gemidos a dor no despertar que invade
A fúria que arrebata os atos que nos deixa 
Quebradas sobre nossos silêncios

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 18 de junho de 2013

SALIENTE

Saliente safada mais mágica
Deixa de propósito o vento
Levantar sua saia do outro lado da rua
Observava-te tormento febril
Estava com uma calcinha preta de renda
Fácil para tirar mais todo o teu pecado
Destemido junto aos meus 
Porque cabe direitinho em minhas mãos
Chego perto bem perto você bastante doada
Então vou lhe beijando acariciando seus frutos
Em plena luz 40 graus atrás de uma estação
São vermelhos bem maduros esses morangos
Suados 
Sua costa escorrega o trem passando
Gritos nos vagões pareciam uma festa
Mulheres expostas sem saídas
Mal casadas talvez ou homens covardes
Aquilo lhe excitava te empurrei então entrada
Num bosque cheirava afrodisíaco 
Mordo suas vestes toco seu baixo ventre
Na beira de sua renda da qual eu rasgo
Você se inclina coloca as mãos na cabeça
Toco ao som de uma orquestra aonde todos
Riem de nossa festa...arrastamos pelas paredes
Trilhos quentes isso nos enlouquecia
Senta devagar bem fundo enquanto aperto forte
Suas curvas
Te olho te alcanço e 
Me vejo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 17 de junho de 2013

AH!!!!!

Ah! Se todas as pessoas pudessem entender, o que em meu peito alastra que minhas buscas misteriosas, andanças pela madrugada, eu pudesse também disfarçar-me do vexame, me elevando a um tom de doçura, amante, felina, maior, oferecida as ruelas, cheirando o meu deslumbramento, deixando um rastro, de aventuras sem limites, pudera todas as grandes pianistas tocassem para mim, ao ventre, depois sobre um berço, num bar qualquer, sentada a uma cadeira de madeira, com os pés no chão, talhados, olhando as roseiras, que mesmo com espinhos brilham aos meus olhos, ao longe deslumbrada vejo o rio caindo, fazendo curvas, continuando em sua margem, nua, exposta me enxergo no raso espelho do rio, quando te tirei sua pureza, posta ao fluído, de um vaso sujo,  de todos nossos sentidos, busquei a razão, mais ela estava infinitamente longe de mim, rasguei-me arranhei-me, mergulhei profundamente, nas tormentas que descia dentre minhas coxas, em brasa, tu és minha, acaricie meu rosto, toco seus seios, desejos que não aceitá-los, sentir meu corpo sobre a água, senti o prazer da carne, corroendo meus ossos, me senti na tua realidade,  impuros sentidos, adormece em mim uma criança febril, enquanto ao lado dorme uma mulher, a sombras de um passado, 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 16 de junho de 2013

SOU SEU

sou seu alimento crescente 
dentro criado de uma libertinagem 
saudável
sou a busca do seu prazer
adormecido
sou o que queres que eu seja
até seu homem velho 
cansado mais 
ereto 
faminto
perdido sobre lembranças
de um corpo feminino

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 14 de junho de 2013

COMO UM ANJO

Como um anjo que acalma a mulher
De vários momentos amontoados 
Por desejos queimando em mim
Sou uma mulher libertina dentro de uma
Liberdade única impar se eu quiser
Ir a um cabaré ou subir uma montanha
Ninguém tem nada com isso
Sou fêmea machucada sobre uma menina
Assustadas estimuladas adormecem todos os 
Instintos perante um espelho 
Do qual me desmascara 
Espia-me mostrando-me as rugas
Oferecida por tantos devaneios
Na madrugada pelos becos 
Sobre tantas buscas de um prazer
Apenas pela carne sem veste emudecida
Deixo-me levar pelos impulsos excitados
Dos quais fico alucinada cheia de tesões
Acumulados que queres uma devassa ou
Uma loba pudica
Amedrontada pelo passado

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 13 de junho de 2013

INTERROMPE

Interrompe fêmea amada mais não me castra
Deixa meu corpo colado ao teu 
Eles encheram de prazeres deliciosos
Contorce, retorce, reduz avança a velocidade
Seduz-me porque és capaz avança o sinal
Porque sei que és gulosa 
Atrevida quem quis minha língua quente 
Meus dedos nervosos fazendo esculturas no
Seu mais profundo íntimo a tua vontade
Gozos se confundem estreitos movimentos
Basta um gole, embriagados. Sim porque não
Não sabe se é deusa no estímulo dos deuses ou
Na inversa lhe coloco ajoelhada galopo como um cavalo 
Selvagem
Não somos três, sou eu mesma.
Cruamente
Sem disfarces sem hipocrisia 
Assuma
Queres-me tanto!!!!!! Que foge de mim
No meu lombo seja uma amante servil 
Quero te ver pecar amarrada
Em minha cama consagrar-te com toda força
Viril para que se senti uma mulher novamente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 12 de junho de 2013

INVADE

Invade com os teus braços
Todos os meus sentidos
Inclusive os selvagens
Cala a minha voz lhe a corrente
Para que eu sinto em casa tocada
Ai cair de cada gotícula do seu suor 
Um único odor que me deixa viril
Divino o nosso roçar 
Excitadas pela noite clara
Cubro-te com o manto da liberdade
Do direito de dizer e querer o que quiser
Terás inteira te seduzo na penumbra 
No chão com teia de aranha no teto
Estás penetrada beberei os seus traços
Alimento-a depois do ato e lhe digo 
Até mais tarde talvez no fim do mês
Quem sabe?

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

terça-feira, 11 de junho de 2013

MEU SORRISO

Abafa uma louca no íntimo
Com  juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo           
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente 
Acanhada
Perco a minha identidade

(POESIA DE BEY CERQUEIRA)

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


A ARTE DE BEY CERQUEIRA




COMO VAI VOCÊ EDUARDO LAGES



MEU SORRISO

Abafa uma louca no íntimo
Com  juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo        
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente
Acanhada
Perco a minha identidade

(POESIA DE BEY CERQUEIRA)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

COLOCAR

Colocar meus pés sem sapatos, no assoalho
Na terra mato, sentindo todas as vibrações
Mesmo sem ter nada no ventre
Despedir de um trem filosofar até escutar
O canto de um pássaro mudo 
Calar-se diante tantas noites de luar
Esperando o sol na fresta te beijando
Abraçando seu corpo lhe deixando
Leve para dançarmos em cima de uma roupa
Fina molhada, acreditar que podemos ser
Únicas 
Que ideia absurda ninguém é de ninguém
Liberdade sobre poesias mansas selvagens
Sobre chuvas fortes trovoadas que nos 
Aproxima encaramos nossos tesões 
Vamos viver, viver, viver sobre só um grito
Pode ser de ternura quando no final posta
Inebriada a mata queimando sente queimada
Se 
Descuida sobre um disfarce e expõe a qualquer
Pano
O leitoso líquido que descem de nossos eixos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 9 de junho de 2013

DESPERTAR

Despertar sobre nós duas algumas esperas
Esporas e feras que explodem no íntimo
Derramar essa paixão inflame na boca rosada
No roçar de lábios sobre diversos segredos 

Confissões
Alimentar-se nesse balançar do balançar
Sobre nossos líquidos adocicados 
Amanhecer sobre nossas garras
Encurraladas na grade de nossa cama

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 8 de junho de 2013

MINHA MULHER AUDACIOSA

Minha mulher audaciosa, que me encanta em sonhos, porque nos sonhos eu posso tê-la de qualquer maneira, posso, sabe, até amá-la caso necessário, mais prefiro construir momentos íntimos, fazendo-me de você o meu cheiro de pomar, embriago-me no seu entardecer sobre uma leve brisa entre um olhar, um toque, e outro, e outros tantos beijos secretos, nossas vontades não se calam, ficamos a rodopiar por todo o nosso corpo, projetando anciãs sombras, me alimento, do leite derramado dos seus seios, proporcionando a mim convulsões diversas ao seu prazer, explodimos em confissões das quais sentimos o peso de nossas entregas.

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

SENTE O TEMPO

Sente o tempo o peso 
Do meu corpo em ti que ainda
Ficou 
Sente arder teus Gs quando
Exala desta fêmea maldita
Sente o tempo passando não
Pelas nuvens nem pelo relógio
Sente tempo pelas arestas 
Do beiço inchado da sua flor
Audaciosamente
Sente o tempo quando se toca a pele
Olha-se no espelho e
Não sente o cheiro nos dedos 
Do teu perfume 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 6 de junho de 2013

ENVOLVIDO ENCANTAMENTO

Envolvida por um encantamento, rendida.
A sexualidade imposta ao mês seu menstrual
Porque sou vampira conhecendo bem as suas
Potências não rejeito deixo-me entregar a esse
Perigo potencialmente conquistado por mim
Um olhar apaixonado que eu não esqueço
Mãos grandes, unhas por fazer o que importa?
Embriago-me no seu mais doce mistério
Sem ao que menos importa para mim
São suas regras nem me interessa suas 
Toda uma confissão, porque é disso que me alimento. 
Audaciosas coxas quando tu as fechas 
Entre seus dedos sensuais demais....

POESIA DE BEY CERQUEIRA