Invade com os teus braços
Todos os meus sentidos
Inclusive os selvagens
Cala a minha voz lhe a corrente
Para que eu sinto em casa tocada
Ai cair de cada gotícula do seu suor
Um único odor que me deixa viril
Divino o nosso roçar
Excitadas pela noite clara
Cubro-te com o manto da liberdade
Do direito de dizer e querer o que quiser
Terás inteira te seduzo na penumbra
No chão com teia de aranha no teto
Estás penetrada beberei os seus traços
Alimento-a depois do ato e lhe digo
Até mais tarde talvez no fim do mês
Quem sabe?
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 12 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
MEU SORRISO
Abafa uma louca no íntimo
Com juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente
Acanhada
Perco a minha identidade
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
Com juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente
Acanhada
Perco a minha identidade
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
COMO VAI VOCÊ EDUARDO LAGES
MEU SORRISO
Abafa uma louca no íntimo
Com juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente
Acanhada
Perco a minha identidade
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
segunda-feira, 10 de junho de 2013
COLOCAR
Colocar meus pés sem sapatos, no assoalho
Na terra mato, sentindo todas as vibrações
Mesmo sem ter nada no ventre
Despedir de um trem filosofar até escutar
O canto de um pássaro mudo
Calar-se diante tantas noites de luar
Esperando o sol na fresta te beijando
Abraçando seu corpo lhe deixando
Leve para dançarmos em cima de uma roupa
Fina molhada, acreditar que podemos ser
Únicas
Que ideia absurda ninguém é de ninguém
Liberdade sobre poesias mansas selvagens
Sobre chuvas fortes trovoadas que nos
Aproxima encaramos nossos tesões
Vamos viver, viver, viver sobre só um grito
Pode ser de ternura quando no final posta
Inebriada a mata queimando sente queimada
Se
Descuida sobre um disfarce e expõe a qualquer
Pano
O leitoso líquido que descem de nossos eixos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Na terra mato, sentindo todas as vibrações
Mesmo sem ter nada no ventre
Despedir de um trem filosofar até escutar
O canto de um pássaro mudo
Calar-se diante tantas noites de luar
Esperando o sol na fresta te beijando
Abraçando seu corpo lhe deixando
Leve para dançarmos em cima de uma roupa
Fina molhada, acreditar que podemos ser
Únicas
Que ideia absurda ninguém é de ninguém
Liberdade sobre poesias mansas selvagens
Sobre chuvas fortes trovoadas que nos
Aproxima encaramos nossos tesões
Vamos viver, viver, viver sobre só um grito
Pode ser de ternura quando no final posta
Inebriada a mata queimando sente queimada
Se
Descuida sobre um disfarce e expõe a qualquer
Pano
O leitoso líquido que descem de nossos eixos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 9 de junho de 2013
DESPERTAR
Despertar sobre nós duas algumas esperas
Esporas e feras que explodem no íntimo
Derramar essa paixão inflame na boca rosada
No roçar de lábios sobre diversos segredos
e
Confissões
Alimentar-se nesse balançar do balançar
Sobre nossos líquidos adocicados
Amanhecer sobre nossas garras
Encurraladas na grade de nossa cama
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Esporas e feras que explodem no íntimo
Derramar essa paixão inflame na boca rosada
No roçar de lábios sobre diversos segredos
e
Confissões
Alimentar-se nesse balançar do balançar
Sobre nossos líquidos adocicados
Amanhecer sobre nossas garras
Encurraladas na grade de nossa cama
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 8 de junho de 2013
MINHA MULHER AUDACIOSA
Minha mulher audaciosa, que me encanta em sonhos, porque nos sonhos eu posso tê-la de qualquer maneira, posso, sabe, até amá-la caso necessário, mais prefiro construir momentos íntimos, fazendo-me de você o meu cheiro de pomar, embriago-me no seu entardecer sobre uma leve brisa entre um olhar, um toque, e outro, e outros tantos beijos secretos, nossas vontades não se calam, ficamos a rodopiar por todo o nosso corpo, projetando anciãs sombras, me alimento, do leite derramado dos seus seios, proporcionando a mim convulsões diversas ao seu prazer, explodimos em confissões das quais sentimos o peso de nossas entregas.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
SENTE O TEMPO
Sente o tempo o peso
Do meu corpo em ti que ainda
Ficou
Sente arder teus Gs quando
Exala desta fêmea maldita
Sente o tempo passando não
Pelas nuvens nem pelo relógio
Sente tempo pelas arestas
Do beiço inchado da sua flor
Audaciosamente
Sente o tempo quando se toca a pele
Olha-se no espelho e
Não sente o cheiro nos dedos
Do teu perfume
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Do meu corpo em ti que ainda
Ficou
Sente arder teus Gs quando
Exala desta fêmea maldita
Sente o tempo passando não
Pelas nuvens nem pelo relógio
Sente tempo pelas arestas
Do beiço inchado da sua flor
Audaciosamente
Sente o tempo quando se toca a pele
Olha-se no espelho e
Não sente o cheiro nos dedos
Do teu perfume
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 6 de junho de 2013
ENVOLVIDO ENCANTAMENTO
Envolvida por um encantamento, rendida.
A sexualidade imposta ao mês seu menstrual
Porque sou vampira conhecendo bem as suas
Potências não rejeito deixo-me entregar a esse
Perigo potencialmente conquistado por mim
Um olhar apaixonado que eu não esqueço
Mãos grandes, unhas por fazer o que importa?
Embriago-me no seu mais doce mistério
Sem ao que menos importa para mim
São suas regras nem me interessa suas
Toda uma confissão, porque é disso que me alimento.
Audaciosas coxas quando tu as fechas
Entre seus dedos sensuais demais....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
A sexualidade imposta ao mês seu menstrual
Porque sou vampira conhecendo bem as suas
Potências não rejeito deixo-me entregar a esse
Perigo potencialmente conquistado por mim
Um olhar apaixonado que eu não esqueço
Mãos grandes, unhas por fazer o que importa?
Embriago-me no seu mais doce mistério
Sem ao que menos importa para mim
São suas regras nem me interessa suas
Toda uma confissão, porque é disso que me alimento.
Audaciosas coxas quando tu as fechas
Entre seus dedos sensuais demais....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 5 de junho de 2013
MINHA SENSUALIDADE É FEROZ
Minha sensualidade é feroz
Atesto sobre o meu cavalgar
Acima de você que rebola
Insinua abaixo o ventre se toca
Todo um aperto bastante lubrificado
Facilitando a abertura parece um feitiço
Sobre seus ossos entre coxas das quais
Eu digo amém dentre todas expostas em líquidos
Teima em queimar-nos mais fica guardado
Meus membros teína sonolentos
Dentro seu corpo marcado nas cicatrizes
Do seu avassalamento tremores que choca nossas
Delicadeza entrega-se as argolas estão em
Minhas carícias são até sutis nesse quarto fechado
POESIA DE CERQUEIRA RABELO
Atesto sobre o meu cavalgar
Acima de você que rebola
Insinua abaixo o ventre se toca
Todo um aperto bastante lubrificado
Facilitando a abertura parece um feitiço
Sobre seus ossos entre coxas das quais
Eu digo amém dentre todas expostas em líquidos
Teima em queimar-nos mais fica guardado
Meus membros teína sonolentos
Dentro seu corpo marcado nas cicatrizes
Do seu avassalamento tremores que choca nossas
Delicadeza entrega-se as argolas estão em
Minhas carícias são até sutis nesse quarto fechado
POESIA DE CERQUEIRA RABELO
terça-feira, 4 de junho de 2013
SÓ EM PENSAR
Só em pensar no que eu poderia fazer
Numa noite de luar em sua menina sugar
Insinua para mim o seu canto de amor
Entre dentro de minha beleza espontânea
Mexe com minhas impurezas
Aperta o caminho por onde eu vou entrar
Fechando suas pernas
Toma-me utópica a ti mulher de uma beleza
Da qual vira uma obsessão lentamente
Sobre meus poros fluentes as indagações
Dos teus pedidos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Numa noite de luar em sua menina sugar
Insinua para mim o seu canto de amor
Entre dentro de minha beleza espontânea
Mexe com minhas impurezas
Aperta o caminho por onde eu vou entrar
Fechando suas pernas
Toma-me utópica a ti mulher de uma beleza
Da qual vira uma obsessão lentamente
Sobre meus poros fluentes as indagações
Dos teus pedidos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 3 de junho de 2013
QUE EU TOCO
Que eu toco em minha nudez sórdida
Que eu me desdobro-me curvo sobre o meu tesão
Que eu possa arrebentar os cadeados
Que prendem minhas continuidades
Aonde cardeal a gestos escondidos me atrai
Um sinal brilha são faísca cheio de tentações
Calaria se pudesse mais eu posso interpretar suas
Respostas seus estímulos meus anéis
Não negam as suas indicações
Pensar me dá até aflição um frescor
Em minha nudez mórbida
Em minhas entradas cheias de teorias
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Que eu me desdobro-me curvo sobre o meu tesão
Que eu possa arrebentar os cadeados
Que prendem minhas continuidades
Aonde cardeal a gestos escondidos me atrai
Um sinal brilha são faísca cheio de tentações
Calaria se pudesse mais eu posso interpretar suas
Respostas seus estímulos meus anéis
Não negam as suas indicações
Pensar me dá até aflição um frescor
Em minha nudez mórbida
Em minhas entradas cheias de teorias
POESIA DE BEY CERQUEIRA
COMO DISSESTE
Como disse eu sou pelo menos única, na sua cama, no acampamento, a beira do riacho, no tronco de uma árvore, atrás dela, roçamos fechamos nossas coxas, sem paciência, machucaram-se, faço o que gosta, até tudo sangrar, urgência uma urgência louca dos desejos mais carnais, me encosto um pouco, mais você não me deixa descansar, preciso deitar no seu colo, lamber suas fendas, deixá-la relaxada, vulva, manta, mata meus braços cansados da lida, da espora, escoria, que espúria, de um lidar seu orgulho é podre, manifestados, dentro de minha boca, sugando seu néctar feito um beija-flor, macia uretra que inunda meu rosto, como disse quente, minha faísca sobre uma tentação, não sei como, me lambo, se eu pudesse descartável, nãos mãos imunda de um imperativo, que brilha num homem sério, contamina essa mulher que reflete a sua profundeza, numa vala cheia de inclinações.....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 2 de junho de 2013
ASSALTA-ME
Assaltaria me feito uma loba
Totalmente selvagem com bafo
De fêmea com unhas enormes
Nesse pântano que não raia o sol
Não queima as nossas peles
Eu te olho e esbarro no seu ponto
Aguenta porque eu quero interpretar
Os seus sinais
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Totalmente selvagem com bafo
De fêmea com unhas enormes
Nesse pântano que não raia o sol
Não queima as nossas peles
Eu te olho e esbarro no seu ponto
Aguenta porque eu quero interpretar
Os seus sinais
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 31 de maio de 2013
MULHER DESAVERGONHADA
Mulher desavergonhada pensa que és santa
Tem vontades diabólicas que me sonda em sonhos
Tu tens vontade de me ver sentir-me
Tocar-me procuro ver-te também deitada
Debruço sobre um molhado ao gosto que me venha
Pelo ar... Coloco-lhe o sinto na garganta
Você adora enlouquece chego me assustada
De tanta excitação........
Diversas vontades lapidadas dentre nossas entranhas
Pelos desejos mais eróticos, vulgares, gostosos, sem aguar.
Esfolada como uma trepadeira desenfreada
Delicadamente ou não eu lhe ponho
As mãos ao lado penetram no seu íntimo
Causando-me instintos dos mais selvagens
Podes até negar mais não negue o que queria.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Tem vontades diabólicas que me sonda em sonhos
Tu tens vontade de me ver sentir-me
Tocar-me procuro ver-te também deitada
Debruço sobre um molhado ao gosto que me venha
Pelo ar... Coloco-lhe o sinto na garganta
Você adora enlouquece chego me assustada
De tanta excitação........
Diversas vontades lapidadas dentre nossas entranhas
Pelos desejos mais eróticos, vulgares, gostosos, sem aguar.
Esfolada como uma trepadeira desenfreada
Delicadamente ou não eu lhe ponho
As mãos ao lado penetram no seu íntimo
Causando-me instintos dos mais selvagens
Podes até negar mais não negue o que queria.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 30 de maio de 2013
INVADINDO
Invadindo minhas fendas, deixando o sol entrar, pela pequena abertura, queimando-me, na penumbra fria me percebo percebendo, a tua ausência, duelos em diversas cavernas, que dou ou recebo de alguém, crava em minhas costas a ausência de uma delicadeza febril, me procuro me tomo, contudo, entravo e não me vens falar, afundo-me parada olhando um por bem longe do mar que é bravo, que aperta minhas ancas, que subestima o meu corpo, mais que esfria minha ardência....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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