quarta-feira, 12 de junho de 2013

INVADE

Invade com os teus braços
Todos os meus sentidos
Inclusive os selvagens
Cala a minha voz lhe a corrente
Para que eu sinto em casa tocada
Ai cair de cada gotícula do seu suor 
Um único odor que me deixa viril
Divino o nosso roçar 
Excitadas pela noite clara
Cubro-te com o manto da liberdade
Do direito de dizer e querer o que quiser
Terás inteira te seduzo na penumbra 
No chão com teia de aranha no teto
Estás penetrada beberei os seus traços
Alimento-a depois do ato e lhe digo 
Até mais tarde talvez no fim do mês
Quem sabe?

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

terça-feira, 11 de junho de 2013

MEU SORRISO

Abafa uma louca no íntimo
Com  juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo           
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente 
Acanhada
Perco a minha identidade

(POESIA DE BEY CERQUEIRA)

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


A ARTE DE BEY CERQUEIRA




COMO VAI VOCÊ EDUARDO LAGES



MEU SORRISO

Abafa uma louca no íntimo
Com  juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo        
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente
Acanhada
Perco a minha identidade

(POESIA DE BEY CERQUEIRA)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

COLOCAR

Colocar meus pés sem sapatos, no assoalho
Na terra mato, sentindo todas as vibrações
Mesmo sem ter nada no ventre
Despedir de um trem filosofar até escutar
O canto de um pássaro mudo 
Calar-se diante tantas noites de luar
Esperando o sol na fresta te beijando
Abraçando seu corpo lhe deixando
Leve para dançarmos em cima de uma roupa
Fina molhada, acreditar que podemos ser
Únicas 
Que ideia absurda ninguém é de ninguém
Liberdade sobre poesias mansas selvagens
Sobre chuvas fortes trovoadas que nos 
Aproxima encaramos nossos tesões 
Vamos viver, viver, viver sobre só um grito
Pode ser de ternura quando no final posta
Inebriada a mata queimando sente queimada
Se 
Descuida sobre um disfarce e expõe a qualquer
Pano
O leitoso líquido que descem de nossos eixos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 9 de junho de 2013

DESPERTAR

Despertar sobre nós duas algumas esperas
Esporas e feras que explodem no íntimo
Derramar essa paixão inflame na boca rosada
No roçar de lábios sobre diversos segredos 

Confissões
Alimentar-se nesse balançar do balançar
Sobre nossos líquidos adocicados 
Amanhecer sobre nossas garras
Encurraladas na grade de nossa cama

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 8 de junho de 2013

MINHA MULHER AUDACIOSA

Minha mulher audaciosa, que me encanta em sonhos, porque nos sonhos eu posso tê-la de qualquer maneira, posso, sabe, até amá-la caso necessário, mais prefiro construir momentos íntimos, fazendo-me de você o meu cheiro de pomar, embriago-me no seu entardecer sobre uma leve brisa entre um olhar, um toque, e outro, e outros tantos beijos secretos, nossas vontades não se calam, ficamos a rodopiar por todo o nosso corpo, projetando anciãs sombras, me alimento, do leite derramado dos seus seios, proporcionando a mim convulsões diversas ao seu prazer, explodimos em confissões das quais sentimos o peso de nossas entregas.

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

SENTE O TEMPO

Sente o tempo o peso 
Do meu corpo em ti que ainda
Ficou 
Sente arder teus Gs quando
Exala desta fêmea maldita
Sente o tempo passando não
Pelas nuvens nem pelo relógio
Sente tempo pelas arestas 
Do beiço inchado da sua flor
Audaciosamente
Sente o tempo quando se toca a pele
Olha-se no espelho e
Não sente o cheiro nos dedos 
Do teu perfume 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 6 de junho de 2013

ENVOLVIDO ENCANTAMENTO

Envolvida por um encantamento, rendida.
A sexualidade imposta ao mês seu menstrual
Porque sou vampira conhecendo bem as suas
Potências não rejeito deixo-me entregar a esse
Perigo potencialmente conquistado por mim
Um olhar apaixonado que eu não esqueço
Mãos grandes, unhas por fazer o que importa?
Embriago-me no seu mais doce mistério
Sem ao que menos importa para mim
São suas regras nem me interessa suas 
Toda uma confissão, porque é disso que me alimento. 
Audaciosas coxas quando tu as fechas 
Entre seus dedos sensuais demais....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 5 de junho de 2013

MINHA SENSUALIDADE É FEROZ

Minha sensualidade é feroz
Atesto sobre o meu cavalgar
Acima de você que rebola 
Insinua abaixo o ventre se toca
Todo um aperto bastante lubrificado
Facilitando a abertura parece um feitiço
Sobre seus ossos entre coxas das quais
Eu digo amém dentre todas expostas em líquidos 
Teima em queimar-nos mais fica guardado
Meus membros teína sonolentos 
Dentro seu corpo marcado nas cicatrizes
Do seu avassalamento tremores que choca nossas
Delicadeza entrega-se as argolas estão em
Minhas carícias são até sutis nesse quarto fechado

POESIA DE CERQUEIRA RABELO

terça-feira, 4 de junho de 2013

SÓ EM PENSAR

Só em pensar no que eu poderia fazer
Numa noite de luar em sua menina sugar
Insinua para mim o seu canto de amor
Entre dentro de minha beleza espontânea
Mexe com minhas impurezas
Aperta o caminho por onde eu vou entrar
Fechando suas pernas
Toma-me utópica a ti mulher de uma beleza
Da qual vira uma obsessão lentamente
Sobre meus poros fluentes as indagações
Dos teus pedidos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 3 de junho de 2013

QUE EU TOCO

Que eu toco em minha nudez sórdida
Que eu me desdobro-me curvo sobre o meu tesão
Que eu possa arrebentar os cadeados
Que prendem minhas continuidades 
Aonde cardeal a gestos escondidos me atrai 
Um sinal brilha são faísca cheio de tentações 
Calaria se pudesse mais eu posso interpretar suas
Respostas seus estímulos meus anéis
Não negam as suas indicações
Pensar me dá até aflição um frescor 
Em minha nudez mórbida
Em minhas entradas cheias de teorias

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA





A ARTE DE ÉRIKA ASSAD


COMO DISSESTE

Como disse eu sou pelo menos única, na sua cama, no acampamento, a beira do riacho, no tronco de uma árvore, atrás dela, roçamos fechamos nossas coxas, sem paciência, machucaram-se, faço o que gosta, até tudo sangrar, urgência uma urgência louca dos desejos mais carnais, me encosto um pouco, mais você não me deixa descansar, preciso deitar no seu colo, lamber suas fendas, deixá-la relaxada, vulva, manta, mata meus braços cansados da lida, da espora, escoria, que espúria, de um lidar seu orgulho é podre, manifestados, dentro de minha boca, sugando seu néctar feito um beija-flor, macia uretra que inunda meu rosto, como disse quente, minha faísca sobre uma tentação, não sei como, me lambo, se eu pudesse descartável, nãos mãos imunda de um imperativo, que brilha num homem sério, contamina essa mulher que reflete a sua profundeza, numa vala cheia de inclinações.....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 2 de junho de 2013

ASSALTA-ME

Assaltaria me feito uma loba 
Totalmente selvagem com bafo
De fêmea com unhas enormes
Nesse pântano que não raia o sol
Não queima as nossas peles 
Eu te olho e esbarro no seu ponto
Aguenta porque eu quero interpretar 
Os seus sinais

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

MULHER DESAVERGONHADA

Mulher desavergonhada pensa que és santa
Tem vontades diabólicas que me sonda em sonhos
Tu tens vontade de me ver sentir-me 
Tocar-me procuro ver-te também deitada
Debruço sobre um molhado ao gosto que me venha
Pelo ar... Coloco-lhe o sinto na garganta
Você adora enlouquece chego me assustada
De tanta excitação........
Diversas vontades lapidadas dentre nossas entranhas
Pelos desejos mais eróticos, vulgares, gostosos, sem aguar. 
Esfolada como uma trepadeira desenfreada
Delicadamente ou não eu lhe ponho
As mãos ao lado penetram no seu íntimo 
Causando-me instintos dos mais selvagens
Podes até negar mais não negue o que queria.

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

INVADINDO

Invadindo minhas fendas, deixando o sol entrar, pela pequena abertura, queimando-me, na penumbra fria me percebo percebendo, a tua ausência, duelos em diversas cavernas, que dou ou recebo de alguém, crava em minhas costas a ausência de uma delicadeza febril, me procuro me tomo, contudo, entravo e não me vens falar, afundo-me parada olhando um por bem longe do mar que é bravo, que aperta minhas ancas, que subestima o meu corpo, mais que esfria minha ardência....

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

A ARTE DE ÉRIKA