alimenta-me com o seu corpo
negas um velho amparo que
me fez inchar entre os seus
vulcões arregaçar películas
fazendo você delirar
devora-me que eu deixo dentre
suas entradas um gole
do meu gozo minhas coxas
depois se alimenta pela minha
ausência fica com meu cheiro
no seu travesseiro macio
POESIA SE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 30 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
A UMA LOUCURA TOTAL
A uma loucura total
Ah! Esqueço até os limites
Aliás, os seus eu adormeço poupando-a
Os meus? Ah! Os meus é puro devaneio
Completamente desvairados saiba são também
Selvagens alimentados pelas algemas
Por uma fúria que exala o cheiro
Do seu sexo me deixando ......
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Ah! Esqueço até os limites
Aliás, os seus eu adormeço poupando-a
Os meus? Ah! Os meus é puro devaneio
Completamente desvairados saiba são também
Selvagens alimentados pelas algemas
Por uma fúria que exala o cheiro
Do seu sexo me deixando ......
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 28 de maio de 2013
MARIA
Sobre os nossos primeiros suspiros, arromba as gretas, tranca a porta, cadeado nas fechaduras, pequenas aberturas, poros que se veneram, morrem, pelo suor líquido, néctar do reste nada garnir da guerra calada vencida, assediada, Maria seu nome, um nome qualquer, descendo as escadas, coxas grossas, vaidosa, cabelos pretos longos, meu olhar castiço, envaidecida, castra, pelas dores do antes a mim, impuros selvagens momentos, engolia, mais Maria só gemia, coloca a mão sobre o ventre, tampa a boca, a porta já estava aberta, um poça pequena de sangue, tratava-a, com o travesseiro Maria rapinava, já umedecida, pelo gozo asqueroso da espora, o que importava, uma nota de cem reais, Maria não tinha força nem para pegá-la, um feito de bomba, me ajoelhei e Maria tocou meus cabelos, tinha que continuar, acariciei-a, beija-a, toquei como se toca uma valsa de Chopim, arrombada pelos deslizes da vida, lhe fiz sentir saudade, saudade de liberdade, do retorno ao seus mais íntimos segredos, ai Maria com um olhar me seduziu, entregou-se a mim, uma pele macia, longos, pequenos, fascínios, deteriorado, foi o suficiente para Maria deixar-se nua completamente, em meus abraços, sobre meu corpo, e depois Maria, feito uma criança, dormiu em meus braços, enquanto eu investigava pacientemente o seu corpo de mulher tão lindo!!!!!!
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 27 de maio de 2013
GALOPAR
Galopar sobre poemas sensuais
Até erótico eu gosto
Sou assim porque me basto
Usando minhas fendas apertas
E
Sentindo
Um crepúsculo vampirado vai mexer
Não me faça cair novamente no seu
Galope golpe aonde tem-se limite
Até para tocar-me entrar em meu
Semblante que apodrece ao teu
Preciso entender os meus apelos
Íntimos....mesmo vagando por ruelas
E me perder sobre as noites quentes
Sobre portas fedidas e frias
Porque lá não me faltará um abraço
Um aconchego aonde me fará sentir
Tesão
Que me deixe tão cansada
Que adormeço no chão frio sem querer
Levantar-me porque terei que ser forte
Mais tampar as andanças em ancas sobre
Cada “estrela” que morre ....
Explodem no meu folgar enriquecendo
Engrandecendo meu fogo
Numa esfera menor do meu ser
Quero ser queimada pelo sol
Destampar gretas penetrando-as para me castigar
Fui tão boba idiota que por um instante de
Insanidade
Permitir viver mais a imbecilidade
Portões de ferros agora estão entre a gente
Eles vão me proteger de todo mal
Mais ainda sinto seu gosto na minha boca
Abaixo do meu umbigo
Como fui burra fedelha de um mundo
Moribundo do qual você um dia pertenceu
Dentre minhas entranhas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Até erótico eu gosto
Sou assim porque me basto
Usando minhas fendas apertas
E
Sentindo
Um crepúsculo vampirado vai mexer
Não me faça cair novamente no seu
Galope golpe aonde tem-se limite
Até para tocar-me entrar em meu
Semblante que apodrece ao teu
Preciso entender os meus apelos
Íntimos....mesmo vagando por ruelas
E me perder sobre as noites quentes
Sobre portas fedidas e frias
Porque lá não me faltará um abraço
Um aconchego aonde me fará sentir
Tesão
Que me deixe tão cansada
Que adormeço no chão frio sem querer
Levantar-me porque terei que ser forte
Mais tampar as andanças em ancas sobre
Cada “estrela” que morre ....
Explodem no meu folgar enriquecendo
Engrandecendo meu fogo
Numa esfera menor do meu ser
Quero ser queimada pelo sol
Destampar gretas penetrando-as para me castigar
Fui tão boba idiota que por um instante de
Insanidade
Permitir viver mais a imbecilidade
Portões de ferros agora estão entre a gente
Eles vão me proteger de todo mal
Mais ainda sinto seu gosto na minha boca
Abaixo do meu umbigo
Como fui burra fedelha de um mundo
Moribundo do qual você um dia pertenceu
Dentre minhas entranhas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 26 de maio de 2013
AFAGO NO VENTRE
afago no ventre para que se aflora
os seus desejos mais sacana
minhas mãos te acaricia minha boca
toca seus mamilos eretos me deixando
muito rígida sobre beijos muitos beijos
a luz de vela cabana no mato cheiro de
selvagens no cio
tempestade prevista
dentro da nossa envergadura vazia
porém maduro no pomar a maça
reflexos que balança em nossa cama
nossos pontos sobre sangue faz histórias
fizemos histórias dentro de nós
seu olhar de mulher menina
suas unhas cravando arranhando arrancando
meu passado minha pele meus
compromissos sobre um
passar de dedos na boca
a uma sensualidade profunda numa
sacanagem sem limites cheguei até dizer
que te amo!
POESIA DE BEY CERQUEIRA
os seus desejos mais sacana
minhas mãos te acaricia minha boca
toca seus mamilos eretos me deixando
muito rígida sobre beijos muitos beijos
a luz de vela cabana no mato cheiro de
selvagens no cio
tempestade prevista
dentro da nossa envergadura vazia
porém maduro no pomar a maça
reflexos que balança em nossa cama
nossos pontos sobre sangue faz histórias
fizemos histórias dentro de nós
seu olhar de mulher menina
suas unhas cravando arranhando arrancando
meu passado minha pele meus
compromissos sobre um
passar de dedos na boca
a uma sensualidade profunda numa
sacanagem sem limites cheguei até dizer
que te amo!
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 25 de maio de 2013
BENITO DE PAULA (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
ABAFO
ABAFO
no meu interior
várias vidas de desejos
diversidades de profundas
e
várias paixões vividas
perdidas dentro do meu
membro que eu perdi
um corpo em orbita
cobiçando a insanidade
de desejos estimulados
estranha a mim
mulher
POESIA DE BEY CERQUEIRA
TIRO
tiro
ponho
dentro
insinua
desejo
exalta
tesão
ventre
brasa
mexe
balança
no eixo
finca
avança
duro
seda leve
dedos
molhados
lubrificados
por toda tua
maduro corpo
grácil
toco suavemente
seios
quando o cansaço
sobre descobertas
me abate
POESIA DE BEY CERQUEIRA
ponho
dentro
insinua
desejo
exalta
tesão
ventre
brasa
mexe
balança
no eixo
finca
avança
duro
seda leve
dedos
molhados
lubrificados
por toda tua
maduro corpo
grácil
toco suavemente
seios
quando o cansaço
sobre descobertas
me abate
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 24 de maio de 2013
ENFEITIÇAVAM-SE
enfeitiçavam-se tudo começando com uma brincadeira
enamoravam a um meio olhar tipo cigano
quando os lábios sensuais gritavam de dor
balbuciavam um ritual mágico era um pouco
estranho porque desdenhava como com contra passo
passo a passo acariciando você
suas costas eu passeava com beijo até
puxar seus cabelos e morder sua nuca
a maresia bate em minhas mãos e a congela
sem querer lhe faço carícias paixões diversas
e meio descompensada totalmente frágil
você se deixou levar semi nua porque
eu ainda lhe estava arrancando com meus dentes
sua blusa já rasgada pano antigo
enquanto isso desavergonhada a minha direita
arregaçava seu jeans
mal passado já surrado até que
tudo me veio num teso enorme desenfreado
insinuei promessas sutilmente
mais amanheceu,,,,o tempo nublado
estava frio....solitária levantei peguei meu rumo
e até hoje não sei em que canto de bar eu posso
te achar....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
enamoravam a um meio olhar tipo cigano
quando os lábios sensuais gritavam de dor
balbuciavam um ritual mágico era um pouco
estranho porque desdenhava como com contra passo
passo a passo acariciando você
suas costas eu passeava com beijo até
puxar seus cabelos e morder sua nuca
a maresia bate em minhas mãos e a congela
sem querer lhe faço carícias paixões diversas
e meio descompensada totalmente frágil
você se deixou levar semi nua porque
eu ainda lhe estava arrancando com meus dentes
sua blusa já rasgada pano antigo
enquanto isso desavergonhada a minha direita
arregaçava seu jeans
mal passado já surrado até que
tudo me veio num teso enorme desenfreado
insinuei promessas sutilmente
mais amanheceu,,,,o tempo nublado
estava frio....solitária levantei peguei meu rumo
e até hoje não sei em que canto de bar eu posso
te achar....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 23 de maio de 2013
CAVERNAS PROFUNDAS
Em suas cavernas profundas mergulho
minha língua ferina endurece
percorro todo canto deixando inchada
toca dedos famintos de desejos
tiro-os porque estou pronta
pernas fechadas automaticamente
perco o ar...me recomponho
pressionando o ponto lambendo arrepia
no poço fundo abre-se uma roseira deliciosa
vou circulando enfeitiçada anestesiada
e
brincamos sobre o jardim que aflora faço juras
de amor eterno até promessas já fizemos
como a harpa dedilhada e sobre um violino
ao longo entoa um canto fantasiado
dentre e os
meus sentidos já lá dentro
exala um perfume por todo meu rosto
transfigurado
um desejo tão latente que mutila a própria paixão.
você pede mais e mais segura meu cabelo
como uma leoa no cio pulsante
me arranha com seus pelos
que eu amo ser tão mal cortado
bate forte sobre a cama...me vejo como um
solitário bailarino da qual ventania brinca
em meus sonhos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
minha língua ferina endurece
percorro todo canto deixando inchada
toca dedos famintos de desejos
tiro-os porque estou pronta
pernas fechadas automaticamente
perco o ar...me recomponho
pressionando o ponto lambendo arrepia
no poço fundo abre-se uma roseira deliciosa
vou circulando enfeitiçada anestesiada
e
brincamos sobre o jardim que aflora faço juras
de amor eterno até promessas já fizemos
como a harpa dedilhada e sobre um violino
ao longo entoa um canto fantasiado
dentre e os
meus sentidos já lá dentro
exala um perfume por todo meu rosto
transfigurado
um desejo tão latente que mutila a própria paixão.
você pede mais e mais segura meu cabelo
como uma leoa no cio pulsante
me arranha com seus pelos
que eu amo ser tão mal cortado
bate forte sobre a cama...me vejo como um
solitário bailarino da qual ventania brinca
em meus sonhos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 22 de maio de 2013
AS ESCOLHAS
As escolhas vão vencendo
Arrebentando o abrir das rosas
Vermelhas ardida por tanto ser
Mordida numa carícia violenta
A cor descreve essa abertura
Como uma pequena fissura que
Prolonga-se
Ao fundo de joelhos eu me capo
Arrebata no vai e vem nessa aventura
Do qual o vento um furacão no sinal
Sobre as nuvens carregadas
As pétalas voam trazendo seu cheiro
Ao meu exercício como um rodamoinho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Arrebentando o abrir das rosas
Vermelhas ardida por tanto ser
Mordida numa carícia violenta
A cor descreve essa abertura
Como uma pequena fissura que
Prolonga-se
Ao fundo de joelhos eu me capo
Arrebata no vai e vem nessa aventura
Do qual o vento um furacão no sinal
Sobre as nuvens carregadas
As pétalas voam trazendo seu cheiro
Ao meu exercício como um rodamoinho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 21 de maio de 2013
AS MÃOS QUE ME TOCAM
As mãos que me tocam, embriagadas, embriagam-me, sempre num bar sujo, tem que cheirar bebida forte, cerveja espalha pelo chão, sou o rei de um palácio dais quais as tenho como rainha, não me cobram nada, lhes deixo livres, nadando, dançando, também não me cobram nem uma atitude sã, porque meus olhos quando as fitam enxerga os seus olhares, a cada um sei seu nome, por cada dança uma melodia, a cada harmonia das que me pede, e sobre a minha boca sedenta bordam acima, não importa que a pele os poros seja negra, ou branca, não importa, entrego à febre as faço sentir fêmeas, minhas intensamente.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 20 de maio de 2013
O QUE PODE SER MORTO
O que pode ser morto urge debaixo
De suas saias, é o seu fogo que acalenta.
Que desliza como mel sobre o meu passar
Entre suas curvas que me afunda
Entre seus nervos que me deixa louca
Sua psique me detona
Mais seu íntimo chama-me a toda hora
Eu não mataria isso ...
POESIA DE BEY CERQUEIRA
SEU ÓDIO
Seu ódio me incomoda porque me deixa fora de tentar amar outra pessoa, intensamente, quando penso no que poderíamos ser, mais seu rancor, me faz escapar as ferramentas para construir o bem estar, seus ócios me penetram como se rasgasse me colocando um ácido amargo, lascando ao longo de toda uma estranha ave reza, arrematada de películas rasgadas, sem sangue.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 19 de maio de 2013
VÍDEO POEMA BEY CERQUEIRA
TEU CORPO
Teu corpo de
Mulher madura
Orgia no banho rodeios
Sem pudores
Toques que desperta
Indecentes momentos
Carente quente muito
Estimulante
POESIA DE BEY CERQUEIRA
MEU PUNHO
Meu punho duro abrindo
Uma fenda rasa parece
Polpa de morango dentro da
Fissura entusiasmo pego um
Punhal decretando marcando
A intimidade
Com dormência
Docemente passiva enquanto eu
Ativa me aprumo abaixo ventre
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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