quinta-feira, 30 de agosto de 2012

NO AUGE DO MEU TESÃO


NO AUGE DO MEU TESÃO

no auge do meu tesão
sozinha em casa não consigo dormir
meu sofá meu consolo amigo
arranco ainda no quarto abaixo a calcinha e
fico brincando com o êxtase chamando
a minha primazia em pensamento
minha vulva fica ereta inchada escorre o melado
queima o couro mais serei fiel a fêmea  
escrava ausente nesse momento
saciarei minha sede e logo pela
manhã de manhã ela chega entorpecida
pela magia da fantasia sexual
e como tem o faro de uma leoa feroz
explodirá em gozo rasgando o sofá
me fazendo ver
o teu poder de fêmea até ao meio dia

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


AMARRE-ME


AMARRE-ME

amarre-me entre seu ventre ....tenta
te derrubarei desarrumarei sua vida
virarei você do avesso te ......
amordaçarei sou rústica e canto a melodia
do erotismo da sacanagem que apenas
você entende....porque deseja demais possuir
robusta arrebitada toca a cama fala arranca grades
bate nas suas entradas pousadamente ao meu arrepio
me deixa lambê-la aberta vai sobreviver a minha
terra recebe-me amordaçada que é melhor para não
lhe arrancar a pele no fundo de sua gruta deixa-me
escondida ajudarei acrescentar-te...vai gostar
encostar-te encontrar-me dentro do silêncio
morde a minha gruta que lhe arrepios os seios
alimenta ....amarre-se sobre a sombra dos arames
fendas rachaduras cassetetes em pedras maciças
racha sua rocha quando se toca em meu toque
molhado clitóris lambe-se seu dedo encharcado
o cheiro do gozo chega até aqui a cadeira vazia
latente tocável ao adoecer nesta mistura dormente
heroína menina dos amarres....currar você
cabo dessa terra sobrevivida marcada
curva-se beija minha boca inventa um olhar
significativo.....que pareça encaixar-se ao meu
desarmados hei de amarrar entender
quero-te bem inventada contigo dançar um tango
jogando pernas amarradas docemente....
em meus ombros

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

DESENGANOS


DESENGANOS

partilhar comigo um descaso
desejo
adormece
acorda
vamos inventar diversas
maneiras de fazer sexo formas
posições inundar nossas raízes
descartar as poeiras das entranhas
desencantes o teu olhar sobre minhas
armadilhas secretas
trocamos posições
chega a hora da guerra
travesseiros no chão
roupas espalhadas
sutiã rasgado
boca machucada
sangra
fêmea
amante
etérea
eternas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

EXCITO-ME


EXCITO-ME

excito-me ao primeiro toque
nada ficará recordado me escapa
sentindo (intro) meu espasmo
guardarei (em vão) gerações por gerações
para que não venha o esquecimento
deste aquecimento das labaredas num quarto
abaixo de um mar fedido as fezes mesmo assim
a cama aonde só cabia nós duas....tinha cheiro
da gente.....nossas grutas estavam mais abertas
arreganha-se come-se eu me deleito na veia da paixão....
e nada....dure talvez ao sempre....mais fique ao alento
objetos adorados nos cobre vibro grito encosta-te em mim
faça o ardor de flechas matar suas caças ou
prende-me sobre suas presas desafiando
apalpando em dedilhados pontos que
calibra nossos ventres um odor mais gostoso
que um encanto possa oferecer....ao poeta feiticeiro.....
beija meus lábios profundos aos teus arrepia
meus músculos pontiagudos avantajados
sinto ainda sendo lapidada pelas tuas mãos
entre seis dedos longos que me esculpia a
essa magia presa dentro de mim
chamo-te de meu ponto fraco

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE ÉRIKA


terça-feira, 28 de agosto de 2012

A ARTE DE ÉRIKA



ENCOSTA-TE EM MIM

ENCOSTA-TE EM MIM

encosta-te em mim e tenta me domar
mais seja selvagem vem com fúria
use suas garras grandes segura crava
confunde-me com a cor do seu batom
quando o melado descer sobre meu corpo
nu arrepiado meu olhar buscando nas paredes
a sua sombra do meu pecado....ícone aberto
serei fogo água o tempero ao seu melado...
pimenta que lhe fará pulsar numa excitação
que só a água gelada um gelo bem colocado
vai cala nesse dia quente .......no uivar dos lobos
na toca da loba enfurecida me passa raiva
me tira pedaço me faz sua mesa a sobremesa
farta-se que eu te viro faço caber seu membro
dentro dos  meus poentes mordendo sua fruta
sentindo o gosto de morango áspero
pelos longos olhar afincos afinados picantes
explode a dança num vai e vem sobre meus braços
a lua cheia chora e míngua noite fria agora mata escura
entradas pequenas belas curvas que me dobra
para não te machucar.....terra molhada pantanal lubrificando
cheio de água viva virgem a baixo ventre parte partilha
desatinada sobre um imenso membro que aquece....
no pulsar um engano sobre tuas mãos pequeninas quando apertas
percebe  que ele jorra e você mama....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A ARTE DE ÉRIKA


SEM DISCERNIMENTO


SEM DISCERNIMENTO

com ternura sem discernimento, subindo alto, nem sentimento, busquei a minha águia, meu livre arbítrio, buscadora de uma patética história de amor, que arde ao paladar, me faz usar pomada, alucinógenos, bebidas destiladas, jogada ao chão, fede e água purificada, sujeira que escorrega pelas curvas das coxas, de lama escrava, esse fel vinho tinto que queima, arrebenta meus sonhos, as fantasias se quebram nesse chão duro, cama quebrada, rasgada, sonhadora menina poeta, virá o meu esquecimento a sua flor aberta, pulsante, desabrochada em meus dedos, errantes, a um solo seco, salva-se pegue uma folha em branco, rasgue-ai, o vento trará a mim suas loucuras, bravas, intolerantes, me escondo sobre seu momento G potente, até impuro junto ao meu, apalpar cortante, sem piedade lhe amarro, lhe dou uma surra, depois debruço sobre seu corpo sem piedade, com bafo de cachaça te chamarei de minha esposa

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 26 de agosto de 2012

A ARTE DE CLARITA E MARIAH



VEM SOBRE MIM DANÇAR


VEM SOBRE MIM DANÇAR

vem sobre mim dançar, levanta suas nádegas bem acima dos meus pontos, cravando sua vagina em minhas equações, que  enfeitam suas fantasias e me coloca no ponto exato, adentrando na sua pele branca ao poente do sol que queima nossas entradas, pulsantes, nuas, inventadas, adormecemos enquanto revela a madrugada, sentinela, presa as grades dos tesões, fetiches, amaldiçoados, amaldiçoadas num inverno, explora as floras de duas fêmeas legítimas, que roçam seus clitóris e inventam sua magia, pintas pretas pelo quadril, com ternura lhe busco até a paixão infinita, arranhando marcando peles mordidas, em tempo num breve esquecimento a um sorriso lindo, amantes eternas somos, sinto suas chamadas no pensar de minhas grutas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 25 de agosto de 2012

A ARTE DE MARIAH


NÃO ME CANSO


NÃO ME CANSO

não me canso de ver-te nua
postando o gel morango no ponto
mais crítico e delicioso do qual eu adoro
vejo o quanto fica ereto o qual no meu
tanto necessito tocar-te urgentemente
agora...como fêmea que tu és eu me torno
até o impossível nas reticências de suas
entranhas músculos coxas foste estar sobre
mim seja como pura ou como puta
mais venha logo....
para que eu me veja em você na existência
de uma loucura mais que seja presente e lindo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

TOCAR EM SEUS SEIOS


TOCAR EM SEUS SEIOS

tocar em seus seios amaciando-os
é bulir-me dentro de minhas
pequenas cicatrizes das quais
ninguém ver....tampadas por uma
calça jeans na sua espessura
que aperta meu grelho e no andar apressado
de um erro ao olhar do outro lado da rua
um outro bater de coxas sobre um vestido
de cetim preto alinhada a uma mulher
extremamente dada as formas das quais eu
amo possuir e lhe convido a passear

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

É ASSIM QUE VOCÊ QUER


É ASSIM QUE VOCÊ QUER

só para esquentar
que eu te possua de todas as formas
te viro de avesso do avesso te coloco pernas
abertas acima eu lhe posto na curvinha dos
lábios encosto dentre os lábios e entro no molhar
de seus gemidos apertos cravados sobre minhas
costas a pedir mais e mais e mais......
você quer que eu te possua debaixo do chuveiro
em cima da mesa abaixo da cama....vamos
rolando pelo assoalho entrando pelas curvas
de um quarto em luz de vela ....nas ruelas...
e nas esquinas...você quer que eu te devore
te estupra quer que eu seja o primeiro por ser
menina garotinha senhora
mulher amante
somos duas safadas fazendo deliciosas safadezas
quer que eu buli seus seios ....e amacio seu clitóris
colocando-os entre minhas coxas de macho músculo
fêmea que arde queima fogo ereta vulcão ....
você quer que eu te coma de frente dos lados lhe
rasgo a camisola penetre seu ventre bato
na sua bunda gostosa molhada de gozo cremoso
nessa hora sou hermafrodita sou para lhe fazer
todos os seus sentidos tremerem.....até com nossos brinquedos
dos mais exóticos a venda....pomada que lhe faz latejar
latentes incha seu ponto fica enorme...e eu mordo seu
clitóris avantajados são os meus....abro-te em fendas
cobertas pelo pulsar de um membro grosso desse homem
que é seu

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

SUPLICAR PARTILHAS


SUPLICAR PARTILHAS

pactuar com seus toques envergadura
apertando suas coxas dobrando colocando
suas entradas adentro endurecidos membros
mergulhados num vai e vem em águas cremosas
renitentes encharcando lençóis furados de um motel
qualquer numa estrada escura apenas com a luz
cansada de estar em ti...passeio o cano de uma
espingarda em seus seios lábios afincos lhe ferro
lhe fazendo suplicar a cada partilhas uma transa
de magia num carrossel quebrado

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 21 de agosto de 2012

EM NOSSAS OBSESSÕES


EM NOSSAS OBSESSÕES

nosso carro quebra, tem um cheiro de óleo diesel forte, queimando, isso nos dá tesão, montamos um acampamento bem a beira da estrada, rodovia que os carros passam a mais de 110 por hora, a cada roncar, éramos possuídas pela ardência do ventre que chora, forte, mãos sujas de graxa, toca entranhas adentra a mata perfurando, acoitando arvores, grandes arvores, deixando nos  nervosas, troncos robustos, altos, grossos, voo livre de gaivotas, fendas abertas, películas querendo se morder.   antigas raízes profundas,  saliências, caricias faz-se abrir cabanas, e mais cabanas, sem feixes, nem teorias arcaicas, libertas, nuas, diversos fetiches fazendo, feitos, são os acumulados pelos lábios secos, de uma vida secas, começa chover muito forte, e corremos por toda molhada, caindo, roupas rasgadas, abaixo riacho, água límpida, igual as quais sai de dentro da gente, é a vida brotando, mãos se apertam, apruma soprando faíscas, acende lenha, ao longe cachoeiras descendo, batendo, cheia de tentações, somos a própria purificação em lambidas “santas”...talvez, mordidas que quebra o gelo, posto, chupa, abaixa o tronco, lapida o arder que queimamos em nossas obsessões.

POESIA DE BEY CERQUEIRA