sexta-feira, 1 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
QUE NOS REGA
que nos rega....ao gozo nos molha....
ao inchaço das mãos que nos toca
nos atritos da pele que roçamos
perfeito encaixe
nada detém nossa fúria
ficamos até deselegantes
arranhando as paredes camas armários
assoalhos e nesse guincho do eixo
a lua nos cobre refletimos ao espelho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
NÓS DUAS
nossos lábios mal cortados no encaixe
machuca e sobre as inflamações
nossas entradas ferve pobre madrugada que
deixa marcas unhadas dentadas no bico do meu
seio que sangra quando passo a língua
culpa dos nossos fetiches preciosos
bebe sobre um cálice caverna banha de sangue
férteis alucinógenas embebedamos em nós porque
queimo por esse tesão nesta vida e
de outras vidas....ore por um disfarce que a luxuria
possa nos disfarçar porque inchamos sobre atritos abertos
na película ao esculpir nossas rachaduras no mármore frio
mais temos o poema como o único testemunho deste pecado
destemido por nós duas....
POEMA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 30 de maio de 2012
TEU CENTRO
teu centro fina pele endurece ao se encaixar
em mim me entrego retorço contorno e você
se arrasta sobre meus pêlos mal cortado...
suga meus mamilos...alimentando-se
toca meu ventre e sobre ele pequenos pingos cai sobre
sua boca você suga....não ....por favor não....
interrompe esse momento use suas mãos e me alicia
meus pontos ficam estremecidos e duros
a cama do canto tão pequena contra a parede
cabia nós duas....estava frio....mais nossos corpos
quente pelo calor das nossas coxas que se encostavam
eu me toco para ti você me pediu...lembra
e nos apertamos ...peço que me arranha
me deixo levar pela sua boca carnuda...entre minhas
entranhas
...seu olhar malicioso....suas mordidas certeiras
danço atravesso minhas pernas te encobre...
lhe sacia ao lado direito a fome da menina
que dorme e o lobo ao canto oposto
acorda com seus ancestrais alucinante.....
a razão totalmente perdida entre nós
num desejo louco quero ouvir suas devassas histórias
preciso gozar....abraça-me forte ...tampa minha boca
aperta meus cabelos beija minha nuca e
fala no meu ouvido a poesia...que parece uma valsa
fazendo estremecer o nosso pomar cheio de flores
abertas a sua semente de serpente que me enrosca
POESIA DE BEY CERQUEIRA
DEIXA EU SER
deixa eu ser uma qualquer com um copo de cerveja, nas
ruelas, nas poças d´águas, eu fico buscando olhar perdido, para ser minha presa,
perdida, eu quero escutar qualquer história, sentarei no seu colo, vou lhe
servir a sua vontade, oferecida desmedida, destemida, a um pecado, embriagada, posso
ser perdoada, procuro entre o escuro, para ser tocada, toca-me dentro do meu santuário,
mais toca devagar, porque ele é belo, pequeno e macio, e que se funda a hipocrisia,
porque dela eu bebo seu mel, pois eu quero
assim, preciso assim, encantador sempre
a tardinha por favor.... possua-me, depois me leva para casa....a noitinha porque
todos já dormem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 29 de maio de 2012
ÍMPETO
ímpeto do meu prazer
quero o teu dedilhar
e os meus fazendo
esculturas de sedução
atreve-se as minhas vontades
que eu lhe todas que desejares
que te acalma
nesse estreito caminho
servil de nós duas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
SINTA
sinta
o desejar
vibrar e latejar
que desperta
e
aguça
faço sexo
em seus músculos
e me farto tanto
que peço
ao cansaço que me adormece
que me deixa em brasa
sobre suas coxas
que me colocas na posição
da qual eu me esfregue
a noite toda
POESIA DE BEY CERQUEIRA
SINTA
SINTA
sinta
o desejar
vibrar e latejar
que desperta
e
aguça
faço sexo
em seus músculos
e me farto tanto
que peço
ao cansaço que me adormece
que me deixa em brasa
sobre suas coxas
que me colocas na posição
da qual eu me esfregue
a noite toda
POESIA DE BEY CERQUEIRA
AMOR SEXO PAIXÃO
amor....sexo...paixão...
cama vendaval chuva fina
não me detenha
porque quero tudo
quero você molhada
nua
sedenta
ardida
quente
deslumbrada
arranco seu sutiã
te toco e lhe cravo
minha testa carnuda
banhada de gozo pelo dança
do sexo avantajado ereto e posto no
lugar certo de nós duas
eu finco na fissura ao teu meio
nos depuramos e eu te faço
sobre meu corpo
que se desfaz
como fera eu lhe possuo
desenhando o seu corpo em minha língua
deixando a sua marca
dentro minhas raízes
POESIA DE BEY CERQUEIRA
IVETE ZANGALO (NUNCA AMEI ALGUÉM ASSIM) POESIA DE BEY CERQUEIRA
AMOR SEXO PAIXÃO
amor....sexo...paixão...
cama vendaval chuva fina
não me detenha
porque quero tudo
quero você molhada
nua
sedenta
ardida
quente
deslumbrada
arranco seu sutiã
te toco e lhe cravo
minha testa carnuda
banhada de gozo pelo dança
do sexo avantajado ereto e posto no
lugar certo de nós duas
eu finco na fissura ao teu meio
nos depuramos e eu te faço
sobre meu corpo
que se desfaz
como fera eu lhe possuo
desenhando o seu corpo em minha língua
deixando a sua marca
dentro minhas raízes
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 28 de maio de 2012
SOBRE TODOS OS MOMENTOS
e sobre todos os momentos eu sou uma
mulher devassa que se retorce e se queima
as diversas vontades sobre vinho seco e guloseimas
amêndoas de cereja e morango banhado com leite condensado
estreita as vezes passiva apertada ao dedilhar de quem a
chama
estimula sempre servil aos prazeres sobre plena labareda
quando tocada no centro crucial do seu ponto G
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 27 de maio de 2012
INSANA
insana me coloco no seu corpo
desfaleço louca por esse encanto
desejos tesão me viro ao avesso
ai de mim flor aberta em cruz
que me desfalca
nesse encaixe indecente
em uma entranha que adormece
e me cansa no abismo cresce
me deixando indecente safada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 25 de maio de 2012
SEM INTERRUPÇÃO
peca em penas confundem as chamas
fogo queima em labaredas ardidas
ímpeto são prazeres entre essas duas fêmeas
encaixa como duas perdidas ao vácuo de um campo
minado .....sobre diversas travessuras
nas marcas que se lasca em seus corpos
os caminhos são estreitos nas aberturas fechadinhas
de uma fissura rasgada de deusas que se estimulam
estímulos esses no dedão molhado de tesão
diversos fetiches que se fundem até os antigos
e rasga dentre as pernas contorcidas nos dois braços
um êxtase na caverna profunda sobre diversas explosões
a mim exploradas e a ti sugada sem interrupção
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 24 de maio de 2012
É BOM DEMAIS!!!!!!!!!!!!!!
servil de uma mulher totalmente independente
de livre-arbítrio em suas vontades
totalmente livre em seus desejos invadiu em silêncio
a busca de minhas loucuras e achou....
quebrada escapa espada um brinquedinho
vem cá não foge senta aqui nas minhas coxas
endurecidas....vem no meu colo te apertarei
arrancarei seus cabelos com os meus dentes
mordendo sua nuca a uma temperatura de mais de 40 graus
arranha seu ponto em minha testa abaixo do umbigo
desce o suor e minha língua geladinha percorre
suas diversas vírgulas até chegar poupar as suas rosas
que salta um líquido leitoso....lhe aperto contra o meu
ponto
fazendo poesia obscenas você mexe ainda sobre
minhas calças que no rebolar vai aumentando o volume
e você continua mexendo ....o pano é fraco a carne mais
ainda
a um suar arrombo no seu eixo a árvore carnívora mais severa
que me escapa a doçura que se fode as envergaduras
a vontade única.... vem crava no vem e vai...no vai e vem
as pernas abrem como se você fosse uma bailarina lhe arrombo
em plena dança do ventre
bem no fundo anestesia lhe aperto as ancas ...lhe coloco
mais adentro
lhe finco com afinco sua boca mordendo meu ferro endurecido
molhado doido
maldita
safada
crava mais
deixa mais
rebola
uiuuuuuu! delicia......
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 23 de maio de 2012
QUERO FICAR SÓ
nada ouço mais a não ser o meu silencio de fêmea
e fica guardado dentro do meu quarto
fantasias cheia de desejos e gozos
de um tesão profundo misterioso santificado
que escapou dentre meus dedos gelatinosos
quebra até os segredos entre duas amantes me resta
fundir-me dentre minhas pernas e
acalentar-me nas minhas fissura em chamas pedindo
o vento pois ele dura 7 dias....soprando acalentam ente
gemidos de tesões que não me deixa dormir
confundem borbulhas com leitosos escorregando
em meu corpo febril adormecido por uma
saudade dos que amam só sobre a boca em seus mamilos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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