domingo, 15 de abril de 2012



ENTÃO TÁ

então tá aliciando o centro até embaixo
dos seios em diante ...escorrega as mais
puras purpurinas das correntes quedas
de águas claras latentes saindo de dentro
de nossas grutas boca bruta...fendas
fundidas tocadas apertadas no polegar sobre
um movimento aleatório que lhe
acaricia a face durante o dia

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 14 de abril de 2012

ABAIXO

sobre a sua subordinação
minha menina mulher
branquinha e subordinada
que és tu amada e idolatrada
por mim te manipulo
entre seus anseios e
lhe mordo todinha
molhas minha boca com demasia
conduzo-a a mim
lhe finco o ereto trêmulo
dos mais ardidos entre todos
o tesão porque não cessa e
sem cessar
de ladinho coloco a cabecinha
em seus lábios carnudos
abaixo do seu umbigo

BEY CERQUEIRA




sexta-feira, 13 de abril de 2012

MARIA ERA O SEU NOME

Maria era o seu nome, nem por isso ela desabrochou-se em um campo histeria, se tornou a mais bela mulher de um lugarejo, sem becos, porém com muitos bares, e ruas sem saídas, de paredes arranhas de tantas fantasias, e promessas, na bebedeira de alguém qualquer, Maira não era mais virgem, nem era a senhora dos deuses, Maria era conhecida dos navegantes, errantes, sem rumos, viajantes sem beiras, mais Maria um dia adormeceu-se e sem nada para vestir, banhou-se num lago frio, e congelou-se se tornando princesa.


POESIA DE BEY CERQUEIRA

AVES

aves
sabida 
avental 
santa misericórdia
como os dedos se esfregam 
correm sobre choques 
se afundam e se dobram 
hora a virgem 
a turva boca esquina rústica
côa sobre minha voz 
a seguir uma rouquidão 
em meus ouvidos
sexo
orgasmo
galhos amparados
coxas roxas 
mordidas 
toma meu centro logo
vai mulher.....já que tu quês 


BEY CERQUEIRA

É DELICIOSO

é delicioso demais ter você
nesses dias nubloso sentir seu
cheiro cheios de manias abertura
dentro sai o vinho tinto mais gostoso
que já tive o prazer do paladar da saborear
eu sugo com uma vontade impressionante
e me delicio no apreciar
sobre uma moça mulher que sangra

BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 12 de abril de 2012

QUERO O SILÊNCIO

quero o silêncio entre nós duas
na maestria do inverso escondidinhas
aprumo você e te coloco no meu encanto
seguro sua cintura aperto o meu cinto....
você sente feito louca e me dá mordidinhas
seios quentes em minhas costas
somos a própria cumplicidade
tocadas molhadas pelo desejo da madrugada
desvairada sobre nossas entranhas
num vai e vem sem anunciar ainda o amanhecer
um pequeno vento a ereção é inevitável
vai gozar abertamente como uma queda
de cachoeira....
nas encostas serve a cadeira
tato das mãos
dedos lambuzados mostrados
que toca um clássico de liberdade
a língua passa mordo meus seios
sobre fendas endurecidas ao espelho
reflexos densas cheia de tesão
soltas ao fundo somos duas mulheres
que se golpeiam no descer e subir
apertando o nosso sexo endurecido
e lá fora o amanhecer nos abençoando

BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A MARE TÁ BRAVA

a onda tá alta
a maré tá brava
violenta
ficamos extremamente
excitadas
mergulhamos depressa e
nossas mãos se tocam
te aliso nos alisamos
ninguém vê 
chegamos mais para o fundo
e nos beijamos abaixo
arranhamos nossas peles
lhe pego pela cintura e lhe enrosco
no vai e vem das ondas as pernas
nossas pernas tremem...e engole o gozo
nas entradas cruas sem vestes
seios rosas pequeninos durinhos
feito para minha boca....água salgada
limitemos a nadar....sobre esse andar
dos quais suas pernas fechadas
meus dedos cravados
perseguindo o seu corpo a golpe
seus pontos mais deliciosos
e seu olhar de menina eram
pedinte....desalinhado
mais eu percebi e lhe dei
o que querias.....

BEY CERQUEIRA

A SUA LEALDADE

a sua lealdade está numa insensatez de loucura, a quem da cama ao dinheiro, do lado lhe dá mais, sua impostura é encurvada por um passado da qual eu me encurvo de um tesão amaldiçoado, ao redor dos que lhe confiam, sua infidelidade é entre os dentes, lhe rasga o peito e lhe deixa posta a uma nudez enlouquecida, sobre a frieza de ombros e espaços vulgares, das quais os que sabem aproveitar, lhe arranca a sua raiz e lhe chama de puta, eu distingo a sua posaria, numa enlouquecia consciente de uma mulher atormentada, vulgar, adormecida, já lhe bebi até o bagaço e comi porque foi o que me deixaram, seca, tive que me embriagar e hoje esqueço o seu nome.....o que tem dentro das coxas, que rasguei, quando estava molhada te lambi é imperdoável, a maré da volta, o vento leva, perseguido por um coração, menstruado....

BEY CERQUEIRA

A SUA LEALDADE

a sua lealdade está numa insensatez de loucura, a quem da cama ao dinheiro, do lado lhe dá mais, sua impostura é encurvada por um passado da qual eu me encurvo de um tesão amaldiçoado, ao redor dos que lhe confiam, sua infidelidade é entre os dentes, lhe rasga o peito e lhe deixa posta a uma nudez enlouquecida, sobre a frieza de ombros e espaços vulgares, das quais os que sabem aproveitar, lhe arranca a sua raiz e lhe chama de puta, eu distingo a sua posaria, numa enlouquecia consciente de uma mulher atormentada, vulgar, adormecida, já lhe bebi até o bagaço e comi porque foi o que me deixaram, seca, tive que me embriagar e hoje esqueço o seu nome.....o que tem dentro das coxas, que rasguei, quando estava molhada te lambi é imperdoável, a maré da volta, o vento leva, perseguido por um coração, menstruado....

BEY CERQUEIRA

terça-feira, 10 de abril de 2012

NO EIXO EXATO

no eixo exato
nossos membros
estão colados
dominados             
uma pela outra
exalando
seu cheiro
as minhas
entradas
se abrem
transa
molhada
exposta
eu olho
de lado
deliciando
desmonto de
tesão
toco-me

POESIA DE BEY CERQUEIRA

JAMES COTTON (POESIA BEY CERQUEIRA)




NO EIXO EXATO

no eixo exato
nossos membros
estão colados
dominados             
uma pela outra
exalando
seu cheiro
as minhas
entradas
se abrem
transa
molhada
exposta
eu olho
de lado
deliciando
desmonto de
tesão
toco-me

POESIA DE BEY CERQUEIRA

TRANSE COMIGO

escorrega
esfrega
até meus ombros
desce entre minhas coxas
tá gostoso demais
me enlouquece
com paixão
morde meus mamilos
sugo os teus
muitas vontades
transe comigo

POESIA DE BEY CERQUEIRA