segunda-feira, 21 de abril de 2014

OS MEUS PENDENTES

Os meus pendentes
Modos de amar
Sou mesmo muito safada
Permito tudo
Mergulhas em mim 
Deixa-me ser acariciada por você
Fecha tuas mãos me encosta
Pelas costas vou deslizar 
Invada o meu amor de
Qualquer posição

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 20 de abril de 2014

PONHA-ME EM TI

Ponha-me em ti mulher
Entre suas pernas aperte-me
Quero te tocar usando almofadas
Beber seu mel
Aflorada no tempo
Que for

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 19 de abril de 2014

POR TANTO AMOR

Por tanto amor que eu amo tanto
Que eu quero tanto
Eu me debruço sobre esse luar
A madrugada meu encanto
Descoberta
Posta
No movimento deste teu 
Corpo em mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 18 de abril de 2014

AJOELHA-SE

Ajoelha-se vem a mim
Deixa-me tocar-te
Descoberta e
Nua aflorar encostar
Minha testa nua
Em sua boca

POESIA DE BEY CERQUEIRA

AS VEZES

....as vezes precisamos sentir, ausência, outras vezes, precisamos passar por correntezas, para reconhecer a ternura, mais muitas vezes, na verdade, o que importa é que mergulhamos la (dentro) abrimos o que está fechado, ai vamos perceber, o quanto deixamos de viver a intensidade da paixão, talvez por vaidade, poder, egoismo, ou simplesmente, por pouco, achar que o outro lado, substitui, talvez quem sabe,  seria melhor, mais chega as reticências, no vai e vem, o tempo, vai passando, nos dando a conclusão que chegamos na mesmice do tão pouco novamente.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 17 de abril de 2014

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


SALVE ESTA MULHER

salve esta mulher, perdoa-me os puritanos, eu desejo tanto, que arrancas de minhas costas, do meu lombo, a pele grossa, posta, nas suas unhas, desejos cheiro do cravo, que arrebata todos os meus nervos, me deixa bravo, santificado, cansado.

FRASE POEMA DE BEY CERQUEIRA

LENTAMENTE

Lentamente usa as suas coxas
Abre-a se coloca no meu ombro
Vou lamber seus seios
Com loucura volúpia 
Lentamente vai gingando
Tipo galopar devasta mente 
Eu tuas passo a língua no seu
Umbigo inclina-se
Lentamente 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 16 de abril de 2014

A ARTE DA CLARITA ZNN


É VOCÊ MESMO

É você mesmo 
que me encanta 
nua de bruços
de costa
a nado no meu molhado
sensual 
vais baixando
me tocas
deixa o meu fogo 
queimar seus lençóis
a noite
de dia
no banheiro água fria
me deixa posta
meu corpo ao seu ensaboado
esfregando pelas
suas costas grito e te aperto
seu ventre ancas te cravo 
em minhas fendas e
gozo feito louca sobre ti

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 15 de abril de 2014

A ARTE ERIKA ASSAD



A ARTE DE ERIKA ASSAD



....e

..e acaricia com sua língua o que vibra
Deliciosas pontas rosadas
Vento que entra entre as fendas
Da porta velha e cansada
Duras entrelaçadas pernas 
Dentro desta excitada esbelta mulher
Que desliza ao alto molhando 
Enchendo-me de desejo amaste
O inferno porque o fogo me queima

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 14 de abril de 2014

FAZ-SE COM AS MÃOS

Faz-se com as mãos, diversas coisas, deliciosas, por exemplo, acariciar todo o seu corpo nu, tocar em suas aberturas, num entrar e sair, sentir sua quentura, cheia de paixão, faz-se com as mãos, que tem dedos, carícias nas suas fendas, deslizando, com as pontas dos dedos, faz-se na entrada da sua caverna, um mexe, mexe deixando toda molhada faz tantas coisas com todo o nosso corpo, excitando o ventre, numa curvatura abaixo do umbigo....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 13 de abril de 2014

SOBRE O SEU OLHAR

Sobre o seu olhar me sinto cúmplice
Nossos encontros irão sempre ocorrer
Sinto meu corpo tremendo lembrando
Sua voz seu jeito ardência entre minhas
Coxas passeando sobre meus pontos
Saudade de sua boca
Acariciando minha língua

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 12 de abril de 2014

TEUS MAMILOS

Teus mamilos durinhos 
Encaixado na minha boca
Bordidinhas 
Gelinho
Minha mão suando
Minha língua aguada
Minha paixão por ti
Acendendo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 11 de abril de 2014

PULSA

Pulsa esse meu coração calado
Sobre minhas entranhas 
Num encontro longe banhado 
De vinho e cerveja
Renitentes eu me provoca 
Sedo-me aos meus instintos 
E hoje de bruços 
Sobre meus dedos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 10 de abril de 2014

TUAS VONTADES

Tuas vontades em meus delírios
Provoca seu lado fêmeo selvagem
Um cio risca meio escaldante quente em 
Minha boca num olhar de 
Cumplicidade nesse meu corpo que 
Pulsa ofegantemente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 9 de abril de 2014

QUANDO ERA MENINA

Quando era menina foi minha, intensa, nas entrelinhas das minhas coxas, endurecido sempre que a tocava, com força, mostrei-lhe com leveza tantos caminhos, sentia seu cheiro, até seu suor me fazia tremer, na minha cama, ainda moça foi cúmplice desse meu desabar, dessa minha entrega, em fazê-la sobre meu corpo de homem, uma mulher,  sem fantasias, nesse mundo de emoções, naveguei dentro dela, arrebentei meus poemas, numa tranquilidade, de um piano afinado, soletro teu nome até hoje, digo a você, que conheço-a como ninguém, até o avesso do avesso, de fora para dentro, essa mulher hoje como sempre linda, cheia de dedos, segredos, me deixa mexido, mexe com meu libido, desarruma meus hábitos, arrepia meus poros, me deixa fraco, eu a quero tanto, como homem que sou, a desejo tanto, desejo fazer amor com seus amores, aqueles amores que apenas um homem senti, as reticências estão abaixo do meu umbigo, em minhas mãos, ao tocá-la, beijá-la, faço propostas a beira rio, preciso matar minha sede desse tesão tão antigo...., e como homem finjo (insisto) sorrindo, em acreditar nas suas promessas.

(TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA)

terça-feira, 8 de abril de 2014

EU QUERO GRITAR

eu quero gritar ao mundo, que eu não tenho casa, nem rumo, nem raça, nem me apego a estrada, corro ao mar, galopando feito uma adolescente desenfreada, solto as vendas, abaixo ventre, deixo chorar minhas fendas, molhar o arreio, descendo entre minhas coxas, me deixo cantar pelos cantos, deixando a língua das ondas, feito gelo, passando por mim só, também falo sozinha, até com o meu espelho, afinal ele me entende, dentro do meu quarto, me exponho, me disponho, me deixo levar, me arrasto pelos cantos, ah! Essas paredes, que me esfria, mordo minhas unhas, mais não machuco meus dedos.....

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA