terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
NÃO EXISTE ÓLEO
Não existe óleo nem tão pouco
Água que apaga esse
Meu fogo nem que mate minha sede
Que lubrifique minhas fendas para
Não feri-la
Nem que amadureça meus delicados
Desejos ou que deixa de pegar fogo
Quando queima meu rosto
Não, não existe água que desça entre minhas
Pernas refresca meu tesão
Nem tipo de aroma que impeça de você
Morde-me alucinadamente
Deixa-me sem pensar percorre meu corpo
Que eu invado o seu sem medo
Sem pudor te jogo na parede
Viro-te amacio-te como fera
Acaricia-me para que eu me acalme
Que possa fazer mulher sem
Precisar te machucar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Água que apaga esse
Meu fogo nem que mate minha sede
Que lubrifique minhas fendas para
Não feri-la
Nem que amadureça meus delicados
Desejos ou que deixa de pegar fogo
Quando queima meu rosto
Não, não existe água que desça entre minhas
Pernas refresca meu tesão
Nem tipo de aroma que impeça de você
Morde-me alucinadamente
Deixa-me sem pensar percorre meu corpo
Que eu invado o seu sem medo
Sem pudor te jogo na parede
Viro-te amacio-te como fera
Acaricia-me para que eu me acalme
Que possa fazer mulher sem
Precisar te machucar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
SOU FEITA DE FEITIÇO
Sou feita de feitiço alucinada
Pelo seu corpo meu ritmo me faz
Ficar úmida com muito calor
Você molhadinha escorrega pelos
Meu ponto penetra ereto
Pego um gelinho para não explodir
Aproveito lhe passo em toda
As suas extremidades
Você o morde geme aperta meus
Ombros enfia as suas mãos em meus
Cabelos e vai me encurvando encostando
Deita-me como uma louca roçando
Bem devagarzinho para que eu possa
Sentir (des) sua gruta bebendo seu líquido
Que vai descendo até chegar em
Minha boca
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Pelo seu corpo meu ritmo me faz
Ficar úmida com muito calor
Você molhadinha escorrega pelos
Meu ponto penetra ereto
Pego um gelinho para não explodir
Aproveito lhe passo em toda
As suas extremidades
Você o morde geme aperta meus
Ombros enfia as suas mãos em meus
Cabelos e vai me encurvando encostando
Deita-me como uma louca roçando
Bem devagarzinho para que eu possa
Sentir (des) sua gruta bebendo seu líquido
Que vai descendo até chegar em
Minha boca
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 23 de fevereiro de 2014
NEM SEMPRE
nem sempre nessa minha vida, eu sei bem o que eu realmente desejo, desejo tantas coisas, até um amor impossível, desejo ser única, mesmo que para isso eu me isole do mundo, que já desvendou a anos, esse amor que eu procuro desejar deixando íntegro, um amor bem particular, silencioso, elegante, terei que ser zelosa com sabedoria, na tela posta sem que abandone ou atrapalhe meus pensamentos, mais que me deixa totalmente encantada enquanto a vida me condiz e meu corpo mexe a qualquer dança, abençoando-me e eu seja em chamas o calor necessário para continuar nesse tesão de dama.
TEXTO POEMA E BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA E BEY CERQUEIRA
EU NÃO SEI
Eu não sei por quanto tempo
Ficarei assim a te esperar
Picotando as madrugadas
Entre minhas entranhas
Sentindo o meu próprio cheiro
Porém
Intensa pronta decidida para
Você uma mulher
Única
Eterna em minha vida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Ficarei assim a te esperar
Picotando as madrugadas
Entre minhas entranhas
Sentindo o meu próprio cheiro
Porém
Intensa pronta decidida para
Você uma mulher
Única
Eterna em minha vida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 22 de fevereiro de 2014
UMA MULHER
Uma mulher experiente
Que não me faça perguntas
Que saiba o que eu quero
Engula-me lambe-me me deixa
Sem ação
Uma mulher que me acorda
No meio da noite me chama
De puto com elegância
Essa mulher eu quero
Com cheiro de fêmea
Que eu não tenha que responder
Hora nenhuma essa mulher
Espia-me intensa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Que não me faça perguntas
Que saiba o que eu quero
Engula-me lambe-me me deixa
Sem ação
Uma mulher que me acorda
No meio da noite me chama
De puto com elegância
Essa mulher eu quero
Com cheiro de fêmea
Que eu não tenha que responder
Hora nenhuma essa mulher
Espia-me intensa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
UM POUCO FRÁGIL
Um pouco frágil sobre mim, seus movimentos seja mais intensa, mais fêmea, que dentro suas pernas, exalam cheiro de aroma, ardente, se joga, vamos lá, decididamente pronta, se solta em mim à fera que me adormecia, uma tigresa que no êxtase me arranha, arranca-me do sério, me faz lobo, ferido, não perco tempo, nem quero que perca, então não seja fresca, sua quentura me cheira sangue, abre sua flor, aperta suas coxas, movimenta, tenho sede. Racham nas minhas fendas suas feridas, elas são mágicas, delicado beijo, eu não quero, eu quero coisa mais forte, morde-me, assusta-me, vive em mim todo o seu teso, deixa seus momentos marcados, juro lembrarei, mesmo que seja em outro dia, em outra cama, numa rua qualquer.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
UM POUCO FRÁGIL
Um pouco frágil demais
Seja tarde sou eu que te
Espero
Não tenha cheiro nem frescura
Tenha cheiro de mulher madura
Fecha as pernas em minha cara
Porém tenha ternura
Farei de ti uma porra louca
Sobre uma parede fria farei sua
Moldura que terá uma pintura cor de jambo
No espio lá dentro jogo óleo de peroba
Na realidade dentro de mim você
Não é a única sem respostas
Hoje nada representamos uma
Para a outra.....a não ser deriva
Mais ao acordar de madrugada
Sinto-me agredida invadida
Molhada
Ardida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Seja tarde sou eu que te
Espero
Não tenha cheiro nem frescura
Tenha cheiro de mulher madura
Fecha as pernas em minha cara
Porém tenha ternura
Farei de ti uma porra louca
Sobre uma parede fria farei sua
Moldura que terá uma pintura cor de jambo
No espio lá dentro jogo óleo de peroba
Na realidade dentro de mim você
Não é a única sem respostas
Hoje nada representamos uma
Para a outra.....a não ser deriva
Mais ao acordar de madrugada
Sinto-me agredida invadida
Molhada
Ardida
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
ARRISCA-SE
Arrisca-se assim como eu vou me arrisquei, entra na floresta, adentro rola no mato, caímos na toca do lobo, prendendo-a na arvore da vida, que dando frutos maduro caia em nossas cabeças, seguro suas ancas, agarro seus cabelos, te puxo para dentro de mim, escorrega, o limo entre nossos seios, endurecidos, vem acariciando nossas vulvas, despertando os instintos dos mais ordinários, arrisca-se assim como eu me arrisquei, vasculhando seus segredos, invadindo você sem olhar-te, meus dedos inchados, nas suas aberturas, arranho suas costas, empurro você num arame enfarrapado, tu enlouquece, enquanto pedia que eu usasse as algemas, e te largar-se ali na chuva fina, priva-se da liberdade, desacorrenta-se, corra, vou te virar do avesso, urra em prós a égua no cio, pueris gritos uma navalha passeando em teu corpo, desnuda, um rio, absorvida, absorvi-me em suas carências lambidas, uma pedra lima, limpa, lentamente uma fogueira se acendeu, em nós duas, fervilhando, são os pedaços de mim que tu trêmula eloquente, sem limites me coloco dentro de sua gruta, saindo, rompeu-se os limites.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
COMO EU PRECISAVA DISSO
Como eu precisava disso de
Sentir a verdade do seu amor
De saber que nada foi em vão
Que nada entre nossas vontades
Deixa de crescer em vulva ferindo
Nossas fendas descobrindo cavernas
Entre nós duas, o querer é muito maior.
As nossas insanidades nos confunde
Nossos prazeres cheiram a fera que
Rola no mato que sobe na árvore
Que chupa morango explora
Minhas malícias o nosso melhor
Amar você abusar do vasculhar em
Nossos corpos que o tempo castiga
Arranha a minha arte de amar
Com a sua entrega me castiga vira-me
Do avesso respira fundo um lindo pasto
Faço carícia em mim sinto seu olhar
Escancara sua fera em mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sentir a verdade do seu amor
De saber que nada foi em vão
Que nada entre nossas vontades
Deixa de crescer em vulva ferindo
Nossas fendas descobrindo cavernas
Entre nós duas, o querer é muito maior.
As nossas insanidades nos confunde
Nossos prazeres cheiram a fera que
Rola no mato que sobe na árvore
Que chupa morango explora
Minhas malícias o nosso melhor
Amar você abusar do vasculhar em
Nossos corpos que o tempo castiga
Arranha a minha arte de amar
Com a sua entrega me castiga vira-me
Do avesso respira fundo um lindo pasto
Faço carícia em mim sinto seu olhar
Escancara sua fera em mim
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
AUDACIOSA
Audaciosa demais e como eu gosto
Dessa invasão completamente libertina
Em mim sobre um compasso ao cair
Da noite a chuva fina molhando nosso corpo
Nu
Cheio de malícias inevitável tantas carícias
Gemido grita o meu nome
Confunda-o sem problema
Eu gosto demais me sinto forte tesa
Sem temer a minha presença
Tremendo sobre a ausência dos
Fraco depois me abraça
Nessa dança erótica de nós duas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Dessa invasão completamente libertina
Em mim sobre um compasso ao cair
Da noite a chuva fina molhando nosso corpo
Nu
Cheio de malícias inevitável tantas carícias
Gemido grita o meu nome
Confunda-o sem problema
Eu gosto demais me sinto forte tesa
Sem temer a minha presença
Tremendo sobre a ausência dos
Fraco depois me abraça
Nessa dança erótica de nós duas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 16 de fevereiro de 2014
EU NÃO
Eu não me importo
Ninguém se importa
Amanhã estarei com você
Tão oca tão linda uma mulher
Seremos cumplice das nossas
Verdades das nossas vontades
E pela boca seremos um toque
Dos nossos desejos entre coxas
Que se batem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Ninguém se importa
Amanhã estarei com você
Tão oca tão linda uma mulher
Seremos cumplice das nossas
Verdades das nossas vontades
E pela boca seremos um toque
Dos nossos desejos entre coxas
Que se batem
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 15 de fevereiro de 2014
NOSSAS DIFERENÇAS
Nossas diferenças no teso de um beijo, incontrolável, mudei de motel, estou mais leviana, estrada nua, e como sempre rasguei os lenções, não compliquei a minha vida, misturei-a nas fotos, fiz a mim o necessário, mudei de pijama, sujei minhas partes, encharcada, resumi você dentro da minha carne, meu sangue quente pulsava, logicamente ferveu minhas entranhas, reli suas cartas, toquei no meu corpo, apaixonei-me impulsivamente novamente por você.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
TENHO FOME DE TI
Tenho fome de ti, percebes.
Não que ter atitudes que brilham
Se eu pudesse avançaria o instante
Seria uma tirana viraria a própria
Obsessão insana sobre teu corpo
Tenho fome de ti
Do seu beijo das suas fendas dos
Nossos desejos
Se eu pudesse arrancaria minhas
Roupas correria
Avançaria todos os sinais e
Nem daria respostas às indicações
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Não que ter atitudes que brilham
Se eu pudesse avançaria o instante
Seria uma tirana viraria a própria
Obsessão insana sobre teu corpo
Tenho fome de ti
Do seu beijo das suas fendas dos
Nossos desejos
Se eu pudesse arrancaria minhas
Roupas correria
Avançaria todos os sinais e
Nem daria respostas às indicações
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
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