domingo, 17 de novembro de 2013

ESSE SEU OLHAR

Esse seu olhar maldoso essas
Suas unhadas certeiras no ponto G
....sobre minhas mordidas encobre
Encosta sua devassaladora
Remexe sobre nossas histórias
Seja alucinante dentro de minhas
Entranhas suspeitas por ti

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 16 de novembro de 2013

REFLETE

Reflete em mim 
Desperta a raiva
Isso lhe deixa suspeitas
Sobre meus desejos
Que vaga em meus dedos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

EU PRECISO

Eu preciso deixar inchar minhas veias, pulsar o meu sangue, esquentar minhas coxas, quente, no melado ardente, sem compasso, e sem controle, eu quero beber seu leite, das tetas sugadas, curvando meu braço,com o meu cotovelo, tocar as suas pontas, fendas, numa fúria inferior, sabendo breve arbustos, em troncos, arranhando paredes,geladas, um quarto escuro pálido, sem agasalhos, olho para o  espelho, dou um acorde, nua, marcada, crua, realidade, gozo, nesse pelo animal ruiva, que faz eu parecer gente, encosta suas arestas, me abrange, deselegante, um segundo que queira em nós, banhadas no eixo , da camas totalmente desarrumada.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

NEM VOCÊ SABE

Nem você sabe 
Tanto assim de mim
Mudamos com o tempo
Esse tempo castiga
Ficaram-se os melhores momentos
Em mim já eu não sei
Em relação a você por que
Eu fiquei bem diferente
Minhas marcas no seu corpo
Eu tenho absoluta certeza que 
Eu deixei assim como as suas 
Estão entranhadas dentro do meu ser 
Nos atritos fendas da pele que no roçar
Na cama quente vazia
Adormeço 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O MEU ATREVIMENTO

O meu atrevimento chega até
O escaldante da mais agonia
Do avesso em riste indecente
De duas entranhas que se 
Arranham provocantes
Provocam os mais loucos 
Faz até o sangue virar vinho
No corpo o pecado gostoso
Nos dedos o melado fatal
De nossas presas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 12 de novembro de 2013

A ARTE DE BEY CERQUEIRA



MEU CORPO

Meu corpo marcado
Pela espora desejos
Treme posto aos
Seus caprichos de
Fêmea no cio
língua
na
fissura
presa
na rédea
que te
amacio
arde
nesse devaneio
de paixões
Te atreve
em cima do arreio
molhado
Te atreve
em cima do arreio
molhado
eu te pego
Estás montada
Na pele de um
Animal selvagem
Cheio de nervos
Pulsantes

POESIA DE BEY CERQUEIRA

VÍDEO POEMA BEY CERQUEIRA

https://www.youtube.com/watch?v=BESvbfIa9TU
V
MEU CORPO

Meu corpo marcado 
Pela espora desejos
Treme posto aos 
Seus caprichos de
Fêmea no cio
língua 
na 
fissura
presa 
na rédea
que te 
amacio 
arde 
nesse devaneio
de paixões
Te atreve
em cima do arreio
molhado
Te atreve
em cima do arreio
molhado
eu te pego
Estás montada
Na pele de um
Animal selvagem
Cheio de nervos
Pulsantes

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A DANÇA

A dança começa suavemente
Vai pegando fogo com o jogo
Dos pés coloco seu corpo mais
Próximo ao meu moldando-a 
Seu perfume me lembra dos 
Lírios dos campos indecentes eu fico
Escaldante apertando suas costas
Acariciando atrevidamente com minhas mãos
É fatal esse jogo de pernas 
Que nos coloca viril
 Fervida
 Fendida
 Presas atrevidamente 
Na beira do sofá

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 10 de novembro de 2013

ACOMPANHA-ME

Acompanha-me nas arestas perigosas
Nas linhas sinuosas
Na maciez do endurecido
Venha 
Acompanha-me

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 9 de novembro de 2013

AI!!!!!

Ai! Você está dentro 
Esfrega 
Atormenta meus demônios
Trégua para que eu possa
Respirar algemada na cama
Teu corpo tirou de mim
Feitiço 
Sinto frio
Vícios
Minha queda
Meu amor
Entrega-se a mim
Aonde eu resvalo por ti

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

SEDENTA

Sedenta eu estou, por favor, me desperta.
Preciso do teu todo em minha urgência
Seca mate a minha sede 
Molha minhas entranhas eu te amo demais
Sua teia está entre minhas veias
Mesmo que seja um sonho
Deita ao meu lado e sussurra meu nome
Eu me vergo no seu ventre
Vicia-me que eu me rendo
A tua língua ao que queres

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

DENTRO DAS MINHAS

Dentro das minhas convulsões 
Totalmente eróticas taras putana mesmo
Não sou hipócrita em negar 
Minhas prosas melodias 
Até a poesia fica melhor
Sinto suas transgressões dentro
Meu clitóris se enerva curvo-me 
Acariciando encurvada se
São grandes ou pequenas as entradas 
O importante é que está a sua bela vontade
Essas mulheres não sabem
O quanto de estrada eu já vivi
Não abro minhas mãos sem a 
Necessidade da ejaculação mesmo precoce
Devido o acoite
Faço do romantismo uma pequena fresta
Que toco beijo lambo
Até virar o ponto para que eu possa
Roçar explodindo nesse perfeito encaixe

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

DORMINDO SOBRE

Dormindo sobre o nosso destino
A abelha jorra seu mel dentro de 
Sua boca que morde com dentes 
Afiados nervosa sangrando 
Efêmera 
E eu querendo fungar correndo bravamente
Pegando seu pescoço suas ancas 
Currando-a atrás da porteira na lama 
Na bosta que queima na poeira que o vento
Carrega misturando com o cheiro do pasto
Numa rede nós duas rolando se machucando
Penetrando os nossos disfarces desperta o 
Vício a queda que 
Entra como véu e nos deixa sedenta
Sobre nervos agitados
Trêmulos
Pulsante 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 5 de novembro de 2013

UMA MULHER

Uma mulher tem que ter 
A maciez ao conectar outra
Outro corpo de mulher
Conheço bastante
Cada espaço de uma gosta
Que cai na cama mesmo sendo 
De palha fedendo curral
E nessa brincadeira da dança
Do ombro 
Observa nas feras uma mente
Fértil 
Sobre a primavera a flor se abre 
Volátil 
Totalmente dominada
Suas raízes plantadas na mãe posta
Frutos na
Mesa controla seus hábitos
Sozinha ela se solta coloca um pano preto
Sobre um retrato na parede 
E alegremente satisfeita 
Dorme ensopada toda molhada
Com a cama quebrada

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

EU PRECISO

Eu preciso de me embriagar, para esquecer as noites que eu já passei, passou, eu batia na porta em qualquer lugar, sombrio, sem ar, sobre diversas luzes, lustres rodando, música de leito do leite dormente, mamilo seco, e aqueles homens que gargalhava mandando a cada unhada, um olhar de fogo, esperando sua vez. Naquelas janelas trancadas, ficava uma fenda que o silêncio deixava de existir no arfar do crepitar da vagina que urgia.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 3 de novembro de 2013

UMA LAMBADA

Uma lambada de loucuras doeu
Sobre delírios da pele suada
Acima do seu sexo trocando
Miúdos em silêncio
No pasto 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 2 de novembro de 2013

IMPULSO

Impulso nessa banheira 
No cais bem primitivo chegando
As carícias cheias de loucura
Famintas explodindo sobre
Bocas abertas mordidas
Nos canais carnais num rumo
Desconhecido

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

POR FAVOR

Por favor, respire.
Eu toco em você profundamente
Nessa penumbra completamente
Sagrada a mim
Seja indecente
Sacie toda a minha sede
Puxarei sua rédea
Para que eu não perca
O galope

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

LIBERTA-ME

Liberta-me das suas garras
Elas estão muito afiadas
Estão me cortando até as raízes
Tira-me de suas entranhas ou
Então abre suas pernas toca-a 
O calor é intenso 
Não me envolve em suas manobras
Nem me cobra o que eu não
Posso deixar de sentir feri-me
Com a sua respiração sai
Desse falso pudor porque isso sim
É hipocrisia de uma dama 
Deixa suas fendas que eu faço
Elas terem uma fissura lapidada
E meus ais ficarão fiéis ao seu comando
Autoritário

POESIA DE BEY CERQUEIRA