terça-feira, 12 de novembro de 2013
A ARTE DE BEY CERQUEIRA
MEU CORPO
Meu corpo marcado
Pela espora desejos
Treme posto aos
Seus caprichos de
Fêmea no cio
língua
na
fissura
presa
na rédea
que te
amacio
arde
nesse devaneio
de paixões
Te atreve
em cima do arreio
molhado
Te atreve
em cima do arreio
molhado
eu te pego
Estás montada
Na pele de um
Animal selvagem
Cheio de nervos
Pulsantes
POESIA DE BEY CERQUEIRA
VÍDEO POEMA BEY CERQUEIRA
https://www.youtube.com/watch?v=BESvbfIa9TU
V
MEU CORPO
Meu corpo marcado
Pela espora desejos
Treme posto aos
Seus caprichos de
Fêmea no cio
língua
na
fissura
presa
na rédea
que te
amacio
arde
nesse devaneio
de paixões
Te atreve
em cima do arreio
molhado
Te atreve
em cima do arreio
molhado
eu te pego
Estás montada
Na pele de um
Animal selvagem
Cheio de nervos
Pulsantes
POESIA DE BEY CERQUEIRA
V
MEU CORPO
Meu corpo marcado
Pela espora desejos
Treme posto aos
Seus caprichos de
Fêmea no cio
língua
na
fissura
presa
na rédea
que te
amacio
arde
nesse devaneio
de paixões
Te atreve
em cima do arreio
molhado
Te atreve
em cima do arreio
molhado
eu te pego
Estás montada
Na pele de um
Animal selvagem
Cheio de nervos
Pulsantes
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
A DANÇA
A dança começa suavemente
Vai pegando fogo com o jogo
Dos pés coloco seu corpo mais
Próximo ao meu moldando-a
Seu perfume me lembra dos
Lírios dos campos indecentes eu fico
Escaldante apertando suas costas
Acariciando atrevidamente com minhas mãos
É fatal esse jogo de pernas
Que nos coloca viril
Fervida
Fendida
Presas atrevidamente
Na beira do sofá
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Vai pegando fogo com o jogo
Dos pés coloco seu corpo mais
Próximo ao meu moldando-a
Seu perfume me lembra dos
Lírios dos campos indecentes eu fico
Escaldante apertando suas costas
Acariciando atrevidamente com minhas mãos
É fatal esse jogo de pernas
Que nos coloca viril
Fervida
Fendida
Presas atrevidamente
Na beira do sofá
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 10 de novembro de 2013
ACOMPANHA-ME
Acompanha-me nas arestas perigosas
Nas linhas sinuosas
Na maciez do endurecido
Venha
Acompanha-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Nas linhas sinuosas
Na maciez do endurecido
Venha
Acompanha-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 9 de novembro de 2013
AI!!!!!
Ai! Você está dentro
Esfrega
Atormenta meus demônios
Trégua para que eu possa
Respirar algemada na cama
Teu corpo tirou de mim
Feitiço
Sinto frio
Vícios
Minha queda
Meu amor
Entrega-se a mim
Aonde eu resvalo por ti
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Esfrega
Atormenta meus demônios
Trégua para que eu possa
Respirar algemada na cama
Teu corpo tirou de mim
Feitiço
Sinto frio
Vícios
Minha queda
Meu amor
Entrega-se a mim
Aonde eu resvalo por ti
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
SEDENTA
Sedenta eu estou, por favor, me desperta.
Preciso do teu todo em minha urgência
Seca mate a minha sede
Molha minhas entranhas eu te amo demais
Sua teia está entre minhas veias
Mesmo que seja um sonho
Deita ao meu lado e sussurra meu nome
Eu me vergo no seu ventre
Vicia-me que eu me rendo
A tua língua ao que queres
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Preciso do teu todo em minha urgência
Seca mate a minha sede
Molha minhas entranhas eu te amo demais
Sua teia está entre minhas veias
Mesmo que seja um sonho
Deita ao meu lado e sussurra meu nome
Eu me vergo no seu ventre
Vicia-me que eu me rendo
A tua língua ao que queres
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
DENTRO DAS MINHAS
Dentro das minhas convulsões
Totalmente eróticas taras putana mesmo
Não sou hipócrita em negar
Minhas prosas melodias
Até a poesia fica melhor
Sinto suas transgressões dentro
Meu clitóris se enerva curvo-me
Acariciando encurvada se
São grandes ou pequenas as entradas
O importante é que está a sua bela vontade
Essas mulheres não sabem
O quanto de estrada eu já vivi
Não abro minhas mãos sem a
Necessidade da ejaculação mesmo precoce
Devido o acoite
Faço do romantismo uma pequena fresta
Que toco beijo lambo
Até virar o ponto para que eu possa
Roçar explodindo nesse perfeito encaixe
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Totalmente eróticas taras putana mesmo
Não sou hipócrita em negar
Minhas prosas melodias
Até a poesia fica melhor
Sinto suas transgressões dentro
Meu clitóris se enerva curvo-me
Acariciando encurvada se
São grandes ou pequenas as entradas
O importante é que está a sua bela vontade
Essas mulheres não sabem
O quanto de estrada eu já vivi
Não abro minhas mãos sem a
Necessidade da ejaculação mesmo precoce
Devido o acoite
Faço do romantismo uma pequena fresta
Que toco beijo lambo
Até virar o ponto para que eu possa
Roçar explodindo nesse perfeito encaixe
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
DORMINDO SOBRE
Dormindo sobre o nosso destino
A abelha jorra seu mel dentro de
Sua boca que morde com dentes
Afiados nervosa sangrando
Efêmera
E eu querendo fungar correndo bravamente
Pegando seu pescoço suas ancas
Currando-a atrás da porteira na lama
Na bosta que queima na poeira que o vento
Carrega misturando com o cheiro do pasto
Numa rede nós duas rolando se machucando
Penetrando os nossos disfarces desperta o
Vício a queda que
Entra como véu e nos deixa sedenta
Sobre nervos agitados
Trêmulos
Pulsante
POESIA DE BEY CERQUEIRA
A abelha jorra seu mel dentro de
Sua boca que morde com dentes
Afiados nervosa sangrando
Efêmera
E eu querendo fungar correndo bravamente
Pegando seu pescoço suas ancas
Currando-a atrás da porteira na lama
Na bosta que queima na poeira que o vento
Carrega misturando com o cheiro do pasto
Numa rede nós duas rolando se machucando
Penetrando os nossos disfarces desperta o
Vício a queda que
Entra como véu e nos deixa sedenta
Sobre nervos agitados
Trêmulos
Pulsante
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 5 de novembro de 2013
UMA MULHER
Uma mulher tem que ter
A maciez ao conectar outra
Outro corpo de mulher
Conheço bastante
Cada espaço de uma gosta
Que cai na cama mesmo sendo
De palha fedendo curral
E nessa brincadeira da dança
Do ombro
Observa nas feras uma mente
Fértil
Sobre a primavera a flor se abre
Volátil
Totalmente dominada
Suas raízes plantadas na mãe posta
Frutos na
Mesa controla seus hábitos
Sozinha ela se solta coloca um pano preto
Sobre um retrato na parede
E alegremente satisfeita
Dorme ensopada toda molhada
Com a cama quebrada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
A maciez ao conectar outra
Outro corpo de mulher
Conheço bastante
Cada espaço de uma gosta
Que cai na cama mesmo sendo
De palha fedendo curral
E nessa brincadeira da dança
Do ombro
Observa nas feras uma mente
Fértil
Sobre a primavera a flor se abre
Volátil
Totalmente dominada
Suas raízes plantadas na mãe posta
Frutos na
Mesa controla seus hábitos
Sozinha ela se solta coloca um pano preto
Sobre um retrato na parede
E alegremente satisfeita
Dorme ensopada toda molhada
Com a cama quebrada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
EU PRECISO
Eu preciso de me embriagar, para esquecer as noites que eu já passei, passou, eu batia na porta em qualquer lugar, sombrio, sem ar, sobre diversas luzes, lustres rodando, música de leito do leite dormente, mamilo seco, e aqueles homens que gargalhava mandando a cada unhada, um olhar de fogo, esperando sua vez. Naquelas janelas trancadas, ficava uma fenda que o silêncio deixava de existir no arfar do crepitar da vagina que urgia.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 3 de novembro de 2013
UMA LAMBADA
Uma lambada de loucuras doeu
Sobre delírios da pele suada
Acima do seu sexo trocando
Miúdos em silêncio
No pasto
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sobre delírios da pele suada
Acima do seu sexo trocando
Miúdos em silêncio
No pasto
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 2 de novembro de 2013
IMPULSO
Impulso nessa banheira
No cais bem primitivo chegando
As carícias cheias de loucura
Famintas explodindo sobre
Bocas abertas mordidas
Nos canais carnais num rumo
Desconhecido
POESIA DE BEY CERQUEIRA
No cais bem primitivo chegando
As carícias cheias de loucura
Famintas explodindo sobre
Bocas abertas mordidas
Nos canais carnais num rumo
Desconhecido
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
POR FAVOR
Por favor, respire.
Eu toco em você profundamente
Nessa penumbra completamente
Sagrada a mim
Seja indecente
Sacie toda a minha sede
Puxarei sua rédea
Para que eu não perca
O galope
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Eu toco em você profundamente
Nessa penumbra completamente
Sagrada a mim
Seja indecente
Sacie toda a minha sede
Puxarei sua rédea
Para que eu não perca
O galope
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
LIBERTA-ME
Liberta-me das suas garras
Elas estão muito afiadas
Estão me cortando até as raízes
Tira-me de suas entranhas ou
Então abre suas pernas toca-a
O calor é intenso
Não me envolve em suas manobras
Nem me cobra o que eu não
Posso deixar de sentir feri-me
Com a sua respiração sai
Desse falso pudor porque isso sim
É hipocrisia de uma dama
Deixa suas fendas que eu faço
Elas terem uma fissura lapidada
E meus ais ficarão fiéis ao seu comando
Autoritário
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Elas estão muito afiadas
Estão me cortando até as raízes
Tira-me de suas entranhas ou
Então abre suas pernas toca-a
O calor é intenso
Não me envolve em suas manobras
Nem me cobra o que eu não
Posso deixar de sentir feri-me
Com a sua respiração sai
Desse falso pudor porque isso sim
É hipocrisia de uma dama
Deixa suas fendas que eu faço
Elas terem uma fissura lapidada
E meus ais ficarão fiéis ao seu comando
Autoritário
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
NINA SIMONE (POESIA BEY CERQUEIRA)
https://www.youtube.com/watch?v=asCFtY1S9Uc
DEVANEIOS
Unidas estamos
Nessa paixão
Cheias de malícias
Pela noite afora
Como um cão
Com raiva pOR
NÃO ESTARMOS JUNTAS
Mais seu corpo
Assim como o meu
Treme de loucura
Para nos termos mais
Você está enfeitiçada
e sabe disso
tu não é boba
Nos ardemos
uma pela outra
Tu me queres e
Eu sou louca por você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
DEVANEIOS
Unidas estamos
Nessa paixão
Cheias de malícias
Pela noite afora
Como um cão
Com raiva pOR
NÃO ESTARMOS JUNTAS
Mais seu corpo
Assim como o meu
Treme de loucura
Para nos termos mais
Você está enfeitiçada
e sabe disso
tu não é boba
Nos ardemos
uma pela outra
Tu me queres e
Eu sou louca por você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 29 de outubro de 2013
EU CONFESSO
Eu confesso até no útero que arde
Mesmo não tendo esse membro
Que estou liberta de todos os falsos
Pudores no palco desta hipocrisia
Sagrado banhado a um copo cheio
De sombras aonde desfaleço nessa
Enlouquecedora fantasia do sexo
De minha escrava sexualmente amaciada
Saciada que mata minha sede
Que apaga o meu fogo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Mesmo não tendo esse membro
Que estou liberta de todos os falsos
Pudores no palco desta hipocrisia
Sagrado banhado a um copo cheio
De sombras aonde desfaleço nessa
Enlouquecedora fantasia do sexo
De minha escrava sexualmente amaciada
Saciada que mata minha sede
Que apaga o meu fogo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
DERRAMARAM
Derramam em meus ínsitos
Transformaram minha terra em
Grama batida para bois e sobre o meu
Segredo deixou pequenas rachaduras
Arreganhadas fendas estagnadas
Dê vida as minhas memórias
Deixa as pétalas se abrirem
Tira esse pudor hipócrita
Suas escamas estão me machucando
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Transformaram minha terra em
Grama batida para bois e sobre o meu
Segredo deixou pequenas rachaduras
Arreganhadas fendas estagnadas
Dê vida as minhas memórias
Deixa as pétalas se abrirem
Tira esse pudor hipócrita
Suas escamas estão me machucando
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 27 de outubro de 2013
LENTA
Estou lenta sobre mim
Contida dentro do cio
Nua completamente
Remando em meu corpo
Sem controle
Abrindo espaço
Cavalgando adentro
Aquecendo o motor
Fixando sobre meus
Ombros as ventas
Acesas das arestas
Lapidada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Contida dentro do cio
Nua completamente
Remando em meu corpo
Sem controle
Abrindo espaço
Cavalgando adentro
Aquecendo o motor
Fixando sobre meus
Ombros as ventas
Acesas das arestas
Lapidada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 26 de outubro de 2013
QUE EU TENHA
Que eu tenha sempre esse amor tesão, do qual me deixa viva, me faz sentir livre, dentre minhas vísceras, sinto a umidade dentro de mim, fervilhando, gelo derretido, eu lambendo minhas entranhas encurvada, renasço a cada dia, esperando suas mãos em mim, sua boca partida ao meio, para que eu morra de tanto prazer, quero me envolver mesmo que eu tenha que dormir, entrelaçando dentro de ti, você a mim, mulher amada minha, meu ser é a continuação de um tempo que eu quero reviver, chego a ficar com dor quando sinto o teu toque, preciso sobreviver, com os meus, para que a minha metade não se apague.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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