Tenha absoluta certeza que tomarei
Desgovernadamente o teu nécta descendo
Absurdamente dominarei os seus caprichos
Saboreando cada gota que cai em meus lábios
Até o suor do seu prazer em minhas mãos iram
Guiar-me ao mais profundo do seu refúgio
Até ao impossível das sensações posições
Que se possa ter viver entre duas mulheres
Famintas
Vamos definir o nosso corpo buscar as marcas
Elas são mortais que faz crescer ao apertar
Entre nossas coxas
Explodimos em gozo nesse universo que jorra
Diversas fantasias uma delas nas esporas
Rasga argolas tronco cama me toma e
Voa sobre mim verdadeiramente me joga
Uma âncora para fazer até arder
Todos os nossos poros nossos pecados
Deliciosamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
TANTO CARA GUIDO RENZI (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
EU TE AMO
eu nunca vou excluir
você da minha existência
porque você (......)
é o grande amor
da minha vida
o que eu faço
para você mulher amada
eu faço com a intensidade
das minhas entranhas
eu faço por amor
por amar
por desejar
por te querer
intensamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
SABER SER UMA DAMA
Sabe ser uma dama assim como sabe ser vadia
Vadiar em meus medos sobre meu corpo
Em minhas fraquezas
Isso é covardia
Aspirei com meus teus pensamentos
Tomarei seu néctar bem devagar
Para não perder o gosto quero
Cada gota de nossas essências
Refúgio que vai invadir meu corpo
Entranhando em minha alma
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Vadiar em meus medos sobre meu corpo
Em minhas fraquezas
Isso é covardia
Aspirei com meus teus pensamentos
Tomarei seu néctar bem devagar
Para não perder o gosto quero
Cada gota de nossas essências
Refúgio que vai invadir meu corpo
Entranhando em minha alma
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
NAS TERRAS QUE JÁ VIVI
Nas terras que já vivi
Límpida com suas águas
A pele da qual me roço
Escancarada usa e abusa
Só foi tua intensamente
Nua ou vestida até
Os pensamentos me condenam
Fico como nata despida
A sua boca arrancando eu sugo
Até a raiz inverte e do avesso
Torna-se exclusiva minha
Até eu acordar te inventei
Invadi minha alma com seus medos
Suas fraquezas me curvaram aos teus caprichos
Insana desabotoou sua roupa
Com a vida pelo avesso
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Límpida com suas águas
A pele da qual me roço
Escancarada usa e abusa
Só foi tua intensamente
Nua ou vestida até
Os pensamentos me condenam
Fico como nata despida
A sua boca arrancando eu sugo
Até a raiz inverte e do avesso
Torna-se exclusiva minha
Até eu acordar te inventei
Invadi minha alma com seus medos
Suas fraquezas me curvaram aos teus caprichos
Insana desabotoou sua roupa
Com a vida pelo avesso
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 15 de setembro de 2013
EU ME APEGO
V
Eu me apego, com a mesma intensidade que
desapego, não faço elos, leituras, nem assino
sentenças, sou a própria diretriz das obras,
de um livro com a capa sem rosto,
com as páginas em branco, me deixo
empoeirada nas estantes da vida, por não
conseguir fazer que seja quem for
compreendida, entendida, que tenha um
entendimento até mesmos nas mesmices do
dobrar de cada página em branco.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
AO TENTAR
Ao tentar te encontrar
Eu primeiro vou me seduzir
Violentamente incansavelmente
Para quando te achar
Tocar
Encarar teu olhar
Beijar tua boca
Eu esteja mais calma
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Eu primeiro vou me seduzir
Violentamente incansavelmente
Para quando te achar
Tocar
Encarar teu olhar
Beijar tua boca
Eu esteja mais calma
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
MESMO
Mesmo que nossa entranha esteja totalmente entranhada estranha uma a outra, mesmo que esteja em terras distantes em busca de se frutificar, mesmo que nossas mãos não plantam mais nenhuma flor que se abre, que nos seduz nos lubrifica com nosso mel, mesmo que nossas carícias se perderam cavando em cocho costurando nossas cicatrizes, mesmo assim, acima de qualquer coisas, minhas mãos procuram aguar o arado para que nasça ao amanhecer, ao por do sol um jardim com o nosso cheiro.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
ROÇA SUA PELE
Roça sua pele cor de jambo
Na força de suas mãos que me reluz
Que me tocam na melodia das ondas
Quando as pedras flutuam num lago
Gelado na superfície da água que
Ondula percorrendo a frente sempre
A correnteza levemente passeando
Em meu corpo nu
Conduz-me a uma única dança essa pode ser
Mais nunca deixa um encanto sem acabar
Com o aliciar sobre um olhar sedutor
Que não apaga a minha luz onde a pele fica mais
Ao tom da fruta que parece cereja
Teu corpo cansado vem me escancarar
Abusa pode abusar porque sou tua
Lascivamente tua
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Na força de suas mãos que me reluz
Que me tocam na melodia das ondas
Quando as pedras flutuam num lago
Gelado na superfície da água que
Ondula percorrendo a frente sempre
A correnteza levemente passeando
Em meu corpo nu
Conduz-me a uma única dança essa pode ser
Mais nunca deixa um encanto sem acabar
Com o aliciar sobre um olhar sedutor
Que não apaga a minha luz onde a pele fica mais
Ao tom da fruta que parece cereja
Teu corpo cansado vem me escancarar
Abusa pode abusar porque sou tua
Lascivamente tua
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 10 de setembro de 2013
E EU DEITADA
E eu deitada olhando seus detalhes
Nossas fendas se desdobram
São garra que latejam prende
Você se menstrua suja minha cara
Eu amo não te largo te prendo
Contorço-te você grita em plena luz
Num calor de mais de 40 graus
O suor era grande ao ponto de quase
Desidratar-nos mais o reflexo o pingo
Que caia de sua testa que saída de meu corpo
Matava a nossa cede alucinadamente
Mas a hora avançava
Meu medo era grande pela saudade que eu
Deixava para trás nos teu corpo juro
Não queria te deixar
Sobre essa paisagem linda
Puxa-me não larga grava não me
Deixa ir
Agarra galopa com força
Amarro-te na cama amordaço
Ninguém precisa ouvir nossos sentidos
Apenas alguns pássaros como testemunho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Nossas fendas se desdobram
São garra que latejam prende
Você se menstrua suja minha cara
Eu amo não te largo te prendo
Contorço-te você grita em plena luz
Num calor de mais de 40 graus
O suor era grande ao ponto de quase
Desidratar-nos mais o reflexo o pingo
Que caia de sua testa que saída de meu corpo
Matava a nossa cede alucinadamente
Mas a hora avançava
Meu medo era grande pela saudade que eu
Deixava para trás nos teu corpo juro
Não queria te deixar
Sobre essa paisagem linda
Puxa-me não larga grava não me
Deixa ir
Agarra galopa com força
Amarro-te na cama amordaço
Ninguém precisa ouvir nossos sentidos
Apenas alguns pássaros como testemunho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
MÚSICA SENSUAL (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
SOU TÃO SUA
Sou tão sua
Quanto foste minha
Me alicia
Beija
Morde
Arranha
Eu chego a soar
Tira-me do chão
Deixa eu te caçar
Pelos meus sonhos
Feito um animal
Se prende em mim
Quando eu lhe colocar
As mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 8 de setembro de 2013
LENTAMENTE
Lentamente somos uma só
Às vezes me faço de aço
Mais quando te vejo a vontade
É tão grande, pois minhas mãos.
Relembra o seu espaço pequeno
Justo aos meus
Entre suas fendas
Que se encaixam
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Às vezes me faço de aço
Mais quando te vejo a vontade
É tão grande, pois minhas mãos.
Relembra o seu espaço pequeno
Justo aos meus
Entre suas fendas
Que se encaixam
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 7 de setembro de 2013
É O TEU ROSTO
É o teu rosto nas manhãs
Banhado pelo líquido gelado
Mudando a paisagem no meu
Escuro quarto
Rocha de memória muito disponível
Deixa-me solta nesta sua festa que
Acumula de tesão uma nudez de ombros
Cruzando as pernas apertando eu
Chego ao êxtase de uma combinação
Que me trás o seu cheiro
Em mim ainda se dobra tanto encanto
Enfeitiçados pelo seu toque
Nesse movimento elétrico incansável
Perseguindo até o fundo do poço aonde
Sangra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Banhado pelo líquido gelado
Mudando a paisagem no meu
Escuro quarto
Rocha de memória muito disponível
Deixa-me solta nesta sua festa que
Acumula de tesão uma nudez de ombros
Cruzando as pernas apertando eu
Chego ao êxtase de uma combinação
Que me trás o seu cheiro
Em mim ainda se dobra tanto encanto
Enfeitiçados pelo seu toque
Nesse movimento elétrico incansável
Perseguindo até o fundo do poço aonde
Sangra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
POVOA-ME
Povoa-me eternamente como ondas que se quebram, ondulantes sobre meus seios, pulsante entre minhas coxas, anseios, desejos que fogem ao nosso controle, cresce, mastro rei, com óleo para não te machucar, emigra num êxtase e não foge de mim, enverga tu tens asas que purificam minha alma, se quisesse poderia sair voando, seria um grande espetáculo alucinado sugado, acolhedora de uma vertigem há velas espalhada por todo o cenário, de nossas nostalgias, a cada pingo o véu se queima, nos queima, e navegamos sempre com mansidão, nesse nosso velho caminho, estreito.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
COMO AS NOSSAS RAÍZES
Como as nossas raízes
Fortes orvalhadas com a
Tua ausência porém juntas
No segredo raso ao chão nas
Fendas de uma lua cheia
Escuta um grito bem alto rasga
Meu peito numa tela branca
Em alto relevo a sua imagem
Atrás numa ilusão e ótica o meu
Reflexo uma dúvida deste amor que
Consente todas as minhas ternuras
Que passa as minhas dores numa
Sensação de suas carícias
Paralela a um vácuo a pura liberdade
Do ontem sobre os ângulos dos lábios
Que se roçam até cair no sono
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Fortes orvalhadas com a
Tua ausência porém juntas
No segredo raso ao chão nas
Fendas de uma lua cheia
Escuta um grito bem alto rasga
Meu peito numa tela branca
Em alto relevo a sua imagem
Atrás numa ilusão e ótica o meu
Reflexo uma dúvida deste amor que
Consente todas as minhas ternuras
Que passa as minhas dores numa
Sensação de suas carícias
Paralela a um vácuo a pura liberdade
Do ontem sobre os ângulos dos lábios
Que se roçam até cair no sono
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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