quarta-feira, 18 de setembro de 2013

TENHA ABSOLUTA CERTEZA

Tenha absoluta certeza que tomarei
Desgovernadamente o teu nécta descendo
Absurdamente dominarei os seus caprichos
Saboreando cada gota que cai em meus lábios
Até o suor do seu prazer em minhas mãos iram
Guiar-me ao mais profundo do seu refúgio
Até ao impossível das sensações posições 
Que se possa ter viver entre duas mulheres 
Famintas 
Vamos definir o nosso corpo buscar as marcas
Elas são mortais que faz crescer ao apertar
Entre nossas coxas 
Explodimos em gozo nesse universo que jorra
Diversas fantasias uma delas nas esporas 
Rasga argolas tronco cama me toma e
Voa sobre mim verdadeiramente me joga 
Uma âncora para fazer até arder 
Todos os nossos poros nossos pecados
Deliciosamente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 17 de setembro de 2013

TANTO CARA GUIDO RENZI (POESIA DE BEY CERQUEIRA)



EU TE AMO

eu nunca vou excluir
você da minha existência
porque você (......)
é o grande amor
da minha vida
o que eu faço
para você mulher amada
eu faço com a intensidade
das minhas entranhas
eu faço por amor
por amar
por desejar
por te querer
intensamente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


PARTE DO VÍDEO POEMA DE BEY CERQUEIRA




SABER SER UMA DAMA

Sabe ser uma dama assim como sabe ser vadia
Vadiar em meus medos sobre meu corpo
Em minhas fraquezas
Isso é covardia
Aspirei com meus teus pensamentos
Tomarei seu néctar bem devagar
Para não perder o gosto quero
Cada gota de nossas essências
Refúgio que vai invadir meu corpo
Entranhando em minha alma

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

NAS TERRAS QUE JÁ VIVI

Nas terras que já vivi
Límpida com suas águas
A pele da qual me roço
Escancarada usa e abusa
Só foi tua intensamente
Nua ou vestida até 
Os pensamentos me condenam
Fico como nata despida 
A sua boca arrancando eu sugo
Até a raiz inverte e do avesso
Torna-se exclusiva minha
Até eu acordar te inventei
Invadi minha alma com seus medos
Suas fraquezas me curvaram aos teus caprichos
Insana desabotoou sua roupa
Com a vida pelo avesso

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 15 de setembro de 2013

EU ME APEGO


V
Eu me apego, com a mesma intensidade que
desapego, não faço elos, leituras, nem assino 
sentenças, sou a própria diretriz das obras, 
de um livro com a capa sem rosto, 
com as páginas em branco, me deixo 
empoeirada nas estantes da vida, por não 
conseguir fazer que seja quem for 
compreendida, entendida, que tenha um 
entendimento até mesmos nas mesmices do 
dobrar de cada página em branco.

POESIA DE BEY CERQUEIRA


AO TENTAR

Ao tentar te encontrar
Eu primeiro vou me seduzir 
Violentamente incansavelmente
Para quando te achar 
Tocar
Encarar teu olhar
Beijar tua boca
Eu esteja mais calma

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


MESMO

Mesmo que nossa entranha esteja totalmente entranhada estranha uma a outra, mesmo que esteja em terras distantes em busca de se frutificar, mesmo que nossas mãos não plantam mais nenhuma flor que se abre, que nos seduz nos lubrifica com nosso mel, mesmo que nossas carícias se perderam cavando em cocho costurando nossas cicatrizes, mesmo assim, acima de qualquer coisas, minhas mãos procuram aguar o arado para que nasça ao amanhecer, ao por do sol um jardim com o nosso cheiro.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

ROÇA SUA PELE

Roça sua pele cor de jambo 
Na força de suas mãos que me reluz
Que me tocam na melodia das ondas 
Quando as pedras flutuam num lago
Gelado na superfície da água que
Ondula percorrendo a frente sempre
A correnteza levemente passeando
Em meu corpo nu
Conduz-me a uma única dança essa pode ser
Mais nunca deixa um encanto sem acabar
Com o aliciar sobre um olhar sedutor 
Que não apaga a minha luz onde a pele fica mais
Ao tom da fruta que parece cereja 
Teu corpo cansado vem me escancarar 
Abusa pode abusar porque sou tua 
Lascivamente tua

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 10 de setembro de 2013

E EU DEITADA

E eu deitada olhando seus detalhes
Nossas fendas se desdobram
São garra que latejam prende
Você se menstrua suja minha cara
Eu amo não te largo te prendo
Contorço-te você grita em plena luz
Num calor de mais de 40 graus
O suor era grande ao ponto de quase
Desidratar-nos mais o reflexo o pingo
Que caia de sua testa que saída de meu corpo
Matava a nossa cede alucinadamente
Mas a hora avançava 
Meu medo era grande pela saudade que eu
Deixava para trás nos teu corpo juro
Não queria te deixar 
Sobre essa paisagem linda 
Puxa-me não larga grava não me
Deixa ir 
Agarra galopa com força
Amarro-te na cama amordaço
Ninguém precisa ouvir nossos sentidos
Apenas alguns pássaros como testemunho

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 8 de setembro de 2013

LENTAMENTE

Lentamente somos uma só
Às vezes me faço de aço
Mais quando te vejo a vontade
É tão grande, pois minhas mãos.
Relembra o seu espaço pequeno
Justo aos meus
Entre suas fendas
Que se encaixam

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 7 de setembro de 2013

É O TEU ROSTO

É o teu rosto nas manhãs
Banhado pelo líquido gelado 
Mudando a paisagem no meu
Escuro quarto 
Rocha de memória muito disponível
Deixa-me solta nesta sua festa que 
Acumula de tesão uma nudez de ombros
Cruzando as pernas apertando eu
Chego ao êxtase de uma combinação
Que me trás o seu cheiro 
Em mim ainda se dobra tanto encanto
Enfeitiçados pelo seu toque 
Nesse movimento elétrico incansável
Perseguindo até o fundo do poço aonde
Sangra

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

POVOA-ME

Povoa-me eternamente como ondas que se quebram, ondulantes sobre meus seios, pulsante entre minhas coxas, anseios, desejos que fogem ao nosso controle, cresce, mastro rei, com óleo para não te machucar, emigra num êxtase e não foge de mim,  enverga tu tens asas que purificam minha alma, se quisesse poderia sair  voando, seria um grande espetáculo alucinado sugado, acolhedora de uma vertigem há velas espalhada por todo o cenário,  de nossas nostalgias, a cada pingo o véu se queima, nos queima, e navegamos sempre com mansidão, nesse nosso velho caminho, estreito.

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A ARTE DE SULLA FAGUNDES (SHEILA)


COMO AS NOSSAS RAÍZES

Como as nossas raízes
Fortes orvalhadas com a 
Tua ausência  porém juntas
No segredo raso ao chão nas
Fendas de uma lua cheia
Escuta um grito bem alto rasga
Meu peito numa tela branca
Em alto relevo a sua imagem 
Atrás numa ilusão e ótica o meu
Reflexo uma dúvida deste amor que 
Consente todas as minhas ternuras
Que passa as minhas dores numa
Sensação de suas carícias 
Paralela a um vácuo a pura liberdade 
Do ontem sobre os ângulos dos lábios
Que se roçam até cair no sono

POESIA DE BEY CERQUEIRA