Roça sua pele cor de jambo
Na força de suas mãos que me reluz
Que me tocam na melodia das ondas
Quando as pedras flutuam num lago
Gelado na superfície da água que
Ondula percorrendo a frente sempre
A correnteza levemente passeando
Em meu corpo nu
Conduz-me a uma única dança essa pode ser
Mais nunca deixa um encanto sem acabar
Com o aliciar sobre um olhar sedutor
Que não apaga a minha luz onde a pele fica mais
Ao tom da fruta que parece cereja
Teu corpo cansado vem me escancarar
Abusa pode abusar porque sou tua
Lascivamente tua
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
E EU DEITADA
E eu deitada olhando seus detalhes
Nossas fendas se desdobram
São garra que latejam prende
Você se menstrua suja minha cara
Eu amo não te largo te prendo
Contorço-te você grita em plena luz
Num calor de mais de 40 graus
O suor era grande ao ponto de quase
Desidratar-nos mais o reflexo o pingo
Que caia de sua testa que saída de meu corpo
Matava a nossa cede alucinadamente
Mas a hora avançava
Meu medo era grande pela saudade que eu
Deixava para trás nos teu corpo juro
Não queria te deixar
Sobre essa paisagem linda
Puxa-me não larga grava não me
Deixa ir
Agarra galopa com força
Amarro-te na cama amordaço
Ninguém precisa ouvir nossos sentidos
Apenas alguns pássaros como testemunho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Nossas fendas se desdobram
São garra que latejam prende
Você se menstrua suja minha cara
Eu amo não te largo te prendo
Contorço-te você grita em plena luz
Num calor de mais de 40 graus
O suor era grande ao ponto de quase
Desidratar-nos mais o reflexo o pingo
Que caia de sua testa que saída de meu corpo
Matava a nossa cede alucinadamente
Mas a hora avançava
Meu medo era grande pela saudade que eu
Deixava para trás nos teu corpo juro
Não queria te deixar
Sobre essa paisagem linda
Puxa-me não larga grava não me
Deixa ir
Agarra galopa com força
Amarro-te na cama amordaço
Ninguém precisa ouvir nossos sentidos
Apenas alguns pássaros como testemunho
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
MÚSICA SENSUAL (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
SOU TÃO SUA
Sou tão sua
Quanto foste minha
Me alicia
Beija
Morde
Arranha
Eu chego a soar
Tira-me do chão
Deixa eu te caçar
Pelos meus sonhos
Feito um animal
Se prende em mim
Quando eu lhe colocar
As mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 8 de setembro de 2013
LENTAMENTE
Lentamente somos uma só
Às vezes me faço de aço
Mais quando te vejo a vontade
É tão grande, pois minhas mãos.
Relembra o seu espaço pequeno
Justo aos meus
Entre suas fendas
Que se encaixam
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Às vezes me faço de aço
Mais quando te vejo a vontade
É tão grande, pois minhas mãos.
Relembra o seu espaço pequeno
Justo aos meus
Entre suas fendas
Que se encaixam
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 7 de setembro de 2013
É O TEU ROSTO
É o teu rosto nas manhãs
Banhado pelo líquido gelado
Mudando a paisagem no meu
Escuro quarto
Rocha de memória muito disponível
Deixa-me solta nesta sua festa que
Acumula de tesão uma nudez de ombros
Cruzando as pernas apertando eu
Chego ao êxtase de uma combinação
Que me trás o seu cheiro
Em mim ainda se dobra tanto encanto
Enfeitiçados pelo seu toque
Nesse movimento elétrico incansável
Perseguindo até o fundo do poço aonde
Sangra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Banhado pelo líquido gelado
Mudando a paisagem no meu
Escuro quarto
Rocha de memória muito disponível
Deixa-me solta nesta sua festa que
Acumula de tesão uma nudez de ombros
Cruzando as pernas apertando eu
Chego ao êxtase de uma combinação
Que me trás o seu cheiro
Em mim ainda se dobra tanto encanto
Enfeitiçados pelo seu toque
Nesse movimento elétrico incansável
Perseguindo até o fundo do poço aonde
Sangra
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
POVOA-ME
Povoa-me eternamente como ondas que se quebram, ondulantes sobre meus seios, pulsante entre minhas coxas, anseios, desejos que fogem ao nosso controle, cresce, mastro rei, com óleo para não te machucar, emigra num êxtase e não foge de mim, enverga tu tens asas que purificam minha alma, se quisesse poderia sair voando, seria um grande espetáculo alucinado sugado, acolhedora de uma vertigem há velas espalhada por todo o cenário, de nossas nostalgias, a cada pingo o véu se queima, nos queima, e navegamos sempre com mansidão, nesse nosso velho caminho, estreito.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
COMO AS NOSSAS RAÍZES
Como as nossas raízes
Fortes orvalhadas com a
Tua ausência porém juntas
No segredo raso ao chão nas
Fendas de uma lua cheia
Escuta um grito bem alto rasga
Meu peito numa tela branca
Em alto relevo a sua imagem
Atrás numa ilusão e ótica o meu
Reflexo uma dúvida deste amor que
Consente todas as minhas ternuras
Que passa as minhas dores numa
Sensação de suas carícias
Paralela a um vácuo a pura liberdade
Do ontem sobre os ângulos dos lábios
Que se roçam até cair no sono
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Fortes orvalhadas com a
Tua ausência porém juntas
No segredo raso ao chão nas
Fendas de uma lua cheia
Escuta um grito bem alto rasga
Meu peito numa tela branca
Em alto relevo a sua imagem
Atrás numa ilusão e ótica o meu
Reflexo uma dúvida deste amor que
Consente todas as minhas ternuras
Que passa as minhas dores numa
Sensação de suas carícias
Paralela a um vácuo a pura liberdade
Do ontem sobre os ângulos dos lábios
Que se roçam até cair no sono
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
ESSA VOZ DOCE
Essa voz doce que no telefone sussurra
Nos meus ouvidos entre a madrugada e
O amanhecer percorre com as mãos
Pois o sono não vem as lembranças são
Tantas em virtudes carícias de meninas
A mulher que percorro me enche de
Sem antes de lhe dizer uma palavra
Dormia sobre a tua alma o teu corpo
Tuas marcas em meu corpo
Acumulado da saudade
Ai eu fico maluca invado meu corpo
Com as minhas mãos altitudes que você nem imagina
E me vem um tédio bravo pela agonia
Da sua ausência
Olho para o céu e vejo que você ver o
Mesmo que eu me acalmo
Imploro saber voar isso ....voar para você
Quero te abraçar sentir o vento na cara
Preciso cheirar-te segurando suas ancas
Nós somos a onda forte
O verbo das vozes que só a nos pertence
Quando nos calamos nos tocamos
Os lábios se calam estamos nos amando
Num beijo adocicado aonde tudo começa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Nos meus ouvidos entre a madrugada e
O amanhecer percorre com as mãos
Pois o sono não vem as lembranças são
Tantas em virtudes carícias de meninas
A mulher que percorro me enche de
Sem antes de lhe dizer uma palavra
Dormia sobre a tua alma o teu corpo
Tuas marcas em meu corpo
Acumulado da saudade
Ai eu fico maluca invado meu corpo
Com as minhas mãos altitudes que você nem imagina
E me vem um tédio bravo pela agonia
Da sua ausência
Olho para o céu e vejo que você ver o
Mesmo que eu me acalmo
Imploro saber voar isso ....voar para você
Quero te abraçar sentir o vento na cara
Preciso cheirar-te segurando suas ancas
Nós somos a onda forte
O verbo das vozes que só a nos pertence
Quando nos calamos nos tocamos
Os lábios se calam estamos nos amando
Num beijo adocicado aonde tudo começa
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 3 de setembro de 2013
IGUAL PÁSSARO
Igual pássaro totalmente livre com as
Asas quebradas
Funda despachada hei de inventar-te
Quero-te tão bem fica amordaçada
Não quero tudo quero apenas
Compartilhar contido um olhar
Dou-lhe uma palmada
E você dentro de mim vai se chicotear
Desfolhar-me abrindo brechas vales
Fendas que o nosso devaneio em volúpias
Queima quando o sol bate na árvore aberta
Vou desarmar essa mulher dos seios
Robustos que num simples toque vira uma
Teta brava sobre mãos grossas barba mal feita
No tronco tu és mansa rasgo teu pano
Mas quero-te muito bem você é a melhor
Mesmo que o dia cheira o cio que desce em suas pernas
Que passe a noite choramingando o sol que queima
A dor da felina arde intocável
Quero partilhar contigo o meu nome
Na sua estrada mesmo marcada
Beba enquanto a cana cheira no pasto
Engorda o gado......
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Asas quebradas
Funda despachada hei de inventar-te
Quero-te tão bem fica amordaçada
Não quero tudo quero apenas
Compartilhar contido um olhar
Dou-lhe uma palmada
E você dentro de mim vai se chicotear
Desfolhar-me abrindo brechas vales
Fendas que o nosso devaneio em volúpias
Queima quando o sol bate na árvore aberta
Vou desarmar essa mulher dos seios
Robustos que num simples toque vira uma
Teta brava sobre mãos grossas barba mal feita
No tronco tu és mansa rasgo teu pano
Mas quero-te muito bem você é a melhor
Mesmo que o dia cheira o cio que desce em suas pernas
Que passe a noite choramingando o sol que queima
A dor da felina arde intocável
Quero partilhar contigo o meu nome
Na sua estrada mesmo marcada
Beba enquanto a cana cheira no pasto
Engorda o gado......
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
SINTO UMA VONTADE IMENSA
Sinto uma vontade imensa, de gritar seu nome, de ouvir seus gritos, de cheirar sua boca, de desfalecer-me mais não nos sentidos, apenas para poder ser acariciada de todas as maneiras, acordar pensando que tudo fazia parte de um sonho, e ao olhar para os lados na nossa cama, te ver sorrindo, anunciada com os lábios me pedindo mais. Somos testemunhas de nós mesmas, tanto que estivermos na penumbra ou na luz do dia, na igreja, ou atrás de uma árvore, no chão, ou em cima da mesa, deita comigo, me abraça apertado, deixa seu corpo livre, num gozo que molha nossos braços, nos deixa com frio, profunda insanidade, santidade perdida, que não me deixa lembrar os mistérios que me tira tanto do sério.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 1 de setembro de 2013
O TEU CORPO ME FALA
O teu corpo me fala
Minha meretriz
Vestida de vermelho
A cor que me seduz
Sedutora
Provocante
Nossos prazeres
Cheira a vontade
Talentosa
Meu faro despido pulsante
Ávida ave que se inclina
Completamente dominante
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Minha meretriz
Vestida de vermelho
A cor que me seduz
Sedutora
Provocante
Nossos prazeres
Cheira a vontade
Talentosa
Meu faro despido pulsante
Ávida ave que se inclina
Completamente dominante
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 31 de agosto de 2013
MULHER AMADA
Mulher amada
Desejada
Meu amor
Sussurra em delírios
No meu ouvido
Aperta minhas costas
Crava em meus pontos
Germina em mim
Por favor
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Desejada
Meu amor
Sussurra em delírios
No meu ouvido
Aperta minhas costas
Crava em meus pontos
Germina em mim
Por favor
POESIA DE BEY CERQUEIRA
DANÇAR
Dançar eu quero muito com você
Permita-me essa dança minha senhora
Agasalhamos uma sobre a outra
Nosso corpo desvendado uma
Na outra
E no olhar nesse nosso olhar
Apaixonado
Colaremos nossos lábios
Até podemos falar a língua dos anjos
Mais a melodia nos deixa abaixo
De uma grande nota só em
Harmonia
PÓESIA DE BEY CERQUEIRA
Permita-me essa dança minha senhora
Agasalhamos uma sobre a outra
Nosso corpo desvendado uma
Na outra
E no olhar nesse nosso olhar
Apaixonado
Colaremos nossos lábios
Até podemos falar a língua dos anjos
Mais a melodia nos deixa abaixo
De uma grande nota só em
Harmonia
PÓESIA DE BEY CERQUEIRA
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