terça-feira, 16 de outubro de 2012

A ARTE DE LELINHA




ACERTA O SEU CORPO


ACERTA O SEU CORPO

acerta o seu corpo no colar do meu
apertamos nossas ancas deitamos
em qualquer lugar dentro do banheiro
na pia da cozinha....sobre o canal aberto
tocamos nossas grutas caladas uma sobre a outra
és sagrada para mim....meu amor
meu tudo
minha amiga
sedosa sobre todos os ângulos
engulo com prazer imenso suas águas
cristalina que desce dentre suas coxas
e que atiça minhas pernas vulva estremece
inteira queira-me por favor e
se afoga em minha boca até que eu
fique totalmente louca....e te faça perder o juízo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

UM GOZO


UM GOZO

acima do joelho
um gozo
dentre meus dedos
na ponta da unha que não tenho
as tuas coxas eu vou apertando
íntima poesia minha potranca
acerto o seu corpo com o meu
e nos levamos a loucura
calor queima..... punhos o seu óbvio
olhar no meu você quer....tanto quanto eu
seda ao beira rasga minhas vestes
você sabe como fazer arranca
tudo me deixa nua....

POESIA DE BEY CERQUEIRA

NA MINHA VULVA


NA MINHA VULVA

na minha vulva penetrada as suas grutas
habito em todos hábitos das boca que já lhe possuiu
dos poros que grita o seu suor latente
germinando teias de uma língua quente
descendo águas geladas sobre nosso corpo
você nua....de calcinha....vergas sobre o odor
manso do que cresce soberbamente nas
vagas de nossas entranhas
serei mansa contigo esquece o passado viveremos
atentas as curvas da vida lhe darei ternura
confie em mim
serás muito amada
te prenderei soltarei dentro de mim você
como um roda moinho que vai nos acalentar
acariciar ao sabor da madrugada do dia a um
silêncio perpétuo crava aos nossos segredos
serei atenta cobrirei todos os desejos que lhe
convém.....para lhe ver realizada a mim e no
verso eu completada em você

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 14 de outubro de 2012

A ARTE DE SHEILA


OBRIGADA


OBRIGADA

obrigada pelos seus sinais
eles me encantam
eu te amo
até adentre ao seu ventre
ventre banhado sobre o meu
em vinho teu olhar gigante
uma mulher errante absorve-me
gozo cristal cristalize-me
brandas nessas catedrais
matriz fulana cale-se
desnorteia com teus lábios agora
em meus seios aperta grita
faz-me de estátua bronze em sua cama
com o que tu escolhestes de mais
sagrado em mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 13 de outubro de 2012

A ARTE DE CLARITA MARAVILHOSOOOO


A ARTE DE BEY CERQUEIRA





LIONEL RICHIE (POESIA DE BEY CERQUEIRA)

NUA

toca que estou lhe vendo
eu preciso te ver
se tocando estou molhada
enlouquecida
abro minhas pernas
toco-me
me desarrumo
te olhando
completada em você
eu quero ser possuída
abuse dessa saudade
eu me firo
nessa fera me domo
permita me ser
tua

POESIA DE BEY CERQUEIRA


QUEM É VOCÊ


QUEM É VOCÊ

quem é você eu sou o cara
de cara suja de mãos grossas
de dedos espinhosos incertos
toque que lhe faz chorar
quem é você
eu sou o homem que lhe lambuza
rasga suas roupas lhe morde toda
suja suas vestes ao te roçar atropela
suas entranhas te deixa impura
não pense assim...vou acertar
acertado as unhas lhe arrasto
ao chão e lhe invado na busca
quem pode ser você
posso ser o seu aconchego
então quem é você eu....
eu sou o seu avesso mulher maldita
sou uma fêmea no cio..cadela erguida
o que queres que eu faço agora
nada apenas deita em mim...por favor

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

ENQUANTO TECE


ENQUANTO TECE

enquanto tece minha garganta
minha sombra minhas beiras
minha virilha abre desfalece em
espasmo a sua melhor parte em mim
habitas gemendo arromba me estupra
goza em minha boca põe meu amor
que seja invento ou um brinquedo
fazemos saladas monto no oposto
com raiva gritas me fendo em suas fendas
rasgo tuas vestes arranco sua pureza

POESIA DE BEY CERQUEIRA



DESPIDA


DESPIDA

despida em linha seda
sobre meus ombros
arranhando a madrugada
em lã cetim
numa cama de casal gargalhadas
garganta profunda invado de joelhos
lhe dou um beijo
rocha grosso peso fuso nas
ancas espessa expressa
entontece meus alinhamentos
meu peso da gaivota que faz a curva

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

ME MANIPULO


ME MANIPULO

me manipulo me conduzo ao meu centro, coloco tua boca você percorre com sua língua os meus músculos, dentre suas coxas eu navego, na ponta dos dedos, aperto, esfrego, acaricio seu clitóris, mordo lambuzando minha boca toda com o seu gozo, ao vinho tinto descendo de seu ventre torna o meu mastro eletrizante, clitóris avantajados se encostam, deliciam um com o outro, a noite toda, cedendo sedentas brandas atropela acima de meus ombros, me viro mordo seus beiços tecido rosados pelos púrpuros, vou subindo até seus mamilos mordendo apertando, chego ao seu pescoço, inclinada, acima, encosto devagar em teu corpo ao meu quente,  dançamos, banhadas de suor amparadas pela palma das minhas mãos encharcadas do acorde que desce de suas entranhas, somos duas mulheres que se desejam, somos entre tantas, duas mulheres que de fato o tato sede aos tantos encantos, no amanhã nos veremos, mais por hoje durma

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

SÓ NOS MEUS


SÓ NOS MEUS

só nos meus momentos
devaneios
que vai absorvendo os lábios
abaixo
alguém ousará tocá-lo
não antes de mim
ele está latejante
pelo teso ela é
uma fêmea no cio e eu 
decifrei seu segredo arrombei
o cadeado com meus dentes
sem cessar sobre cortes profundos
viro uma fera com dor que fere
dilacera essa mata apertadinha e virgem

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A PONTA DA MINHA LÍNGUA


A PONTA DA MINHA LÍNGUA

a ponta da minha língua
na sua película flexionando
passando pela virilha meu nervos
do dedos pulsam me faz suar
puxa meu cabelo abaixa minha cabeça
eu mordo seus seios aperta a beira da
cama tirana  me arrasta
crava minhas costa com suas unhas
mal cortadas bebo o seu prazer
louca de vontade sinto arrepios
cansada eu toco seu corpo banhado
mordo tomo suas ancas te roço nas
minhas coxas musculosas louca
de vontade
sinto doce no fundo portas pernas
abertas meus dedos pulsam tremem
se molha enverga cingida despida
voa sobre minha boca
ouço sua respiração ofegante
se solta não se limita esfrega na
minha cara vento brasa engrossa
que a febre toma adormecemos

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 9 de outubro de 2012

ESTÁ SEM AR


ESTÁ SEM AR

está sem ar eu sou profana
sou impura
gosto de sexo
me toco gozo
trepa em cima de mim
morde minhas relíquias
abre minhas pernas
desalinha meu ventre
faça arder
arranca minha pele
sirva do meu oásis
lhe faço mulher no tronco
sobre meu pelo nu sangra
arranca minhas forças na espora
eu esporro na sua cara
quente líquido
descendo de suas entranhas
que bebo abaixe levanta
entre e sai fico ereta
fica roçando com força vai
tira-me a força cheiro gostoso
da língua que te arremesso

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA




ESTÁ SEM AR

ESTÁ SEM AR

está sem ar eu sou profana
sou impura
gosto de sexo
me toco gozo
trepa em cima de mim
morde minhas relíquias
abre minhas pernas
desalinha meu ventre
faça arder
arranca minha pele
sirva do meu oásis
lhe faço mulher no tronco
sobre meu pelo nu sangra
arranca minhas forças na espora
eu esporro na sua cara
quente líquido
descendo de suas entranhas
que bebo abaixe levanta
entre e sai fico ereta
fica roçando com força vai
tira-me a força cheiro gostoso
da língua que te arremesso

POESIA DE BEY CERQUEIRA