Deixa-me te bebe por baixo
Alimentar-me de sua seiva
Tao doce parece mel de abelha
Vou fazer bem devagar
Teu peito adormece eu desfaço
Tiro-te da linha
Bem devagar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 10 de maio de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
VENHA NA LENHA
Venha na lenha
Penetra o meu ventre
Deixa o vento bater
Permita o vínculo do tempo
Em silêncio
Toma a vastidão dos vícios
Deixa fluir nossos arrochos
Em meus dedos
Ou brinquedinho
Nesse rigor de nossos corpos
Desejos intensos guardados
No balançar dos cabelos
Lenta lenha venha na escada
De madeira
Investiga minhas razões
Meus temores seu olhar me decifra
Meus tesões tua boca os calam
Nessa imensidão do tempo que
Deixa pingos na palma
De minhas mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Penetra o meu ventre
Deixa o vento bater
Permita o vínculo do tempo
Em silêncio
Toma a vastidão dos vícios
Deixa fluir nossos arrochos
Em meus dedos
Ou brinquedinho
Nesse rigor de nossos corpos
Desejos intensos guardados
No balançar dos cabelos
Lenta lenha venha na escada
De madeira
Investiga minhas razões
Meus temores seu olhar me decifra
Meus tesões tua boca os calam
Nessa imensidão do tempo que
Deixa pingos na palma
De minhas mãos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 8 de maio de 2014
ONDE A SEDE
Onde a sede desmancha
Boca mansa língua caminha
Lábios que se mordam
Reposta inclina
Levanta as ancas no
Vínculo encaixa vasculho
O ponto penetra no vácuo
Até o ventre arder
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Boca mansa língua caminha
Lábios que se mordam
Reposta inclina
Levanta as ancas no
Vínculo encaixa vasculho
O ponto penetra no vácuo
Até o ventre arder
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 7 de maio de 2014
QUERO-TE SUADA
Quero-te molhada pela água
Que ducha rebentada gelada
Cheia de paixão entesada
Quero-te menina na minha cama
Mulher as minhas delícias
Arranco suas calcinhas
Delícia atreva-se até no ponto
Da minha luxúria
Pelas escadas te jogo contra a parede
Tiro teu sapato me arranho nos muros
Deito-te arranco suas roupas com meus dentes
Faço arte em seus mamilos
Na parte real virtual penetro-te
Sou totalmente safada
Extremamente imprópria e é
Assim que eu gosto então me
Esfrega me mata de prazer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Que ducha rebentada gelada
Cheia de paixão entesada
Quero-te menina na minha cama
Mulher as minhas delícias
Arranco suas calcinhas
Delícia atreva-se até no ponto
Da minha luxúria
Pelas escadas te jogo contra a parede
Tiro teu sapato me arranho nos muros
Deito-te arranco suas roupas com meus dentes
Faço arte em seus mamilos
Na parte real virtual penetro-te
Sou totalmente safada
Extremamente imprópria e é
Assim que eu gosto então me
Esfrega me mata de prazer
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 6 de maio de 2014
saca
saca que nem tudo me é permitido, mas faço, porque posso, observa que ao teu lado tem sempre alguém, gente de toda raça, cor, sexo, passa por perto de quem é feio, bonito, estás triste, deprimido, debate-se sobre a mesa, bate com o fone no ouvido de alguém, perde a linha, a compostura, educação, paciência, mais não está nervosa (o)....apenas não tem tempo, joga fora suas raízes, pendura a chuteira, vive só, mais dizem que é melhor, selecionam seus amigos (as), muito deles faz parte de interesses, mais dorme só todos os dias, foge de casa porque a casa é tão grande, que sufoca, não consegue dominar-se dentro dela, sozinha dentro dela, descarta sua essência, uma busca infinita pelo amor, encontra, foi traída (do), hoje não ama, com certeza vai trair, já traiu, vive abaixo de tantos trabalhos, conhece o mundo, procurando algo, despreza o que na veia soprou seu ventre, beijo seu rosto, lutou por ti, e hoje é merda...
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA
SOBRE SEUS SUSSURROS
Sobre seus sussurros
Sua cabeça em meu ombro
Meus dedos dedilhando
Mãos apertando
Suas costas atrás postas
Nesse enlaçar de pernas
Esfregando pouco a pouco
Mansa língua ao teu pescoço
Deita-se ao cumprido a mim
Seguro com força sua cintura e
Te arrasto sobre meu corpo você
Tampa a minha boca encharcando
Minha língua seca dentro deste
Quarto escuro
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Sua cabeça em meu ombro
Meus dedos dedilhando
Mãos apertando
Suas costas atrás postas
Nesse enlaçar de pernas
Esfregando pouco a pouco
Mansa língua ao teu pescoço
Deita-se ao cumprido a mim
Seguro com força sua cintura e
Te arrasto sobre meu corpo você
Tampa a minha boca encharcando
Minha língua seca dentro deste
Quarto escuro
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 5 de maio de 2014
O AR QUE ME SUFOCA
O ar que me sufoca, numa ardência, que queima minhas vísceras, que sente falta do seu do seu sexo, da sua essência, da uva cortada, da seiva em minhas pernas, esse seu cheiro não sai das minhas entranhas, deito sobre mim, mais o cansaço me vence.....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 4 de maio de 2014
sábado, 3 de maio de 2014
FAÇA DO MEU CORPO
Faça do meu corpo a sua morada
Deixa-me dentro de suas fendas
Ancas fundas breve língua
A ti tocar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deixa-me dentro de suas fendas
Ancas fundas breve língua
A ti tocar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 2 de maio de 2014
FIQUE DE JOELHOS
Fique de joelhos
Beija-me
No cume flancos
Na luz baixa
Seja dona do meu corpo
Desdobra-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Beija-me
No cume flancos
Na luz baixa
Seja dona do meu corpo
Desdobra-me
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 1 de maio de 2014
TEMOS QUE SER SACANA
as vezes temos que ser sacana mesmo, muito sacana, adoro a sacanagem, ela faz parte de um show imenso, no qual debruçamos uma na outra, sobre todo o nosso universo, nu, eu amo ser sacana, eu adoro todas as posições aonde colocamo-nos muito sacana, e quando te pego, te embolo, você, nó, nos arranhamos, esfregamos, te sufoco, me deleito, ficamos loucas, sobre nossas mãos que ensina-nos navegar, uma sobre a outra, silenciosamente abaixo dos lençóis, enquanto gemidos ao lado nos atiça mais....
POEMA DE BEY CERQUEIRA
POEMA DE BEY CERQUEIRA
FUNDA-SE
Funda-se em minha pele
A madrugada toda e
Com tua boca percorre o meu corpo
Morde
Meus instintos selvagens reagem
Todos os meus pontos esticam
Sobre um fogo que em mim penetram
Eu invado suas raízes
Os seus segredos eu desvendo
Arranco-te de ti sem pudor algum
Mulher que me deixa inflamada
Sobre brandas carícias
Fenda que se roçam arde
Ferve
Abre minha beirada encosta-te
Prenda-me em suas coxas
Deixa florescer nossas rosas
Aguando-a em cada gozo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
A madrugada toda e
Com tua boca percorre o meu corpo
Morde
Meus instintos selvagens reagem
Todos os meus pontos esticam
Sobre um fogo que em mim penetram
Eu invado suas raízes
Os seus segredos eu desvendo
Arranco-te de ti sem pudor algum
Mulher que me deixa inflamada
Sobre brandas carícias
Fenda que se roçam arde
Ferve
Abre minha beirada encosta-te
Prenda-me em suas coxas
Deixa florescer nossas rosas
Aguando-a em cada gozo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 30 de abril de 2014
SOBRE A LEVEZA DE SUAS MÃOS
Nessa leveza de suas mãos, me
Curvo em espasmo cheio de
Paixão fogo queimando minhas seivas
Deixando-me sobre larva cheia de
Inquietudes por ti minha senhora
Amaste-me amassa-me nessa banheira
Engole meu fôlego
Deixa o inferno gritar dentro em mim
Sobre o teu ereto momento
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Curvo em espasmo cheio de
Paixão fogo queimando minhas seivas
Deixando-me sobre larva cheia de
Inquietudes por ti minha senhora
Amaste-me amassa-me nessa banheira
Engole meu fôlego
Deixa o inferno gritar dentro em mim
Sobre o teu ereto momento
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 29 de abril de 2014
ROUBADOS BEIJOS
Roubados beijos, suposta.
Avidamente ácido seu leite que
Queima meu rosto odores me deixa
Ereta
Aridez como uma fera ao teu pecado
Trepidado
Componha-me
Deixa tocar em mim seu seio, pois os meus.
Estão interrompidos pelo tempo
Abre suas pernas
Mexe seu quadril
Deixa fluir seus movimentos
Sussurra
Brandas madeixas trejeitos que me doma
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Avidamente ácido seu leite que
Queima meu rosto odores me deixa
Ereta
Aridez como uma fera ao teu pecado
Trepidado
Componha-me
Deixa tocar em mim seu seio, pois os meus.
Estão interrompidos pelo tempo
Abre suas pernas
Mexe seu quadril
Deixa fluir seus movimentos
Sussurra
Brandas madeixas trejeitos que me doma
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 28 de abril de 2014
CALE-SE
Cale-se febril sobre minha nudez, avassaladora, serei sua amante fiel, latejante misturada a sua essência de fêmea, espero-te morna firmemente, enorme, saliente sobre minhas entranhas quebrando minhas pedras, segura-me sem medo, espera que eu lhe mostro o que quero, cale-me na sua boca abaixo do ventre, eu passarei horas brincando com você, sentindo o seu cheiro...., do qual me deixa louca.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 27 de abril de 2014
EU SINTO
Eu sinto o cheiro do seu sexo
Dos lábios macios abertos
Agasalhada em mim
Eu sinto as suas manhas
No meu ventre vadio
Arrepiada
Eu sinto o gosto da sua seiva
Em meu corpo seco
Depravada (mente)
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Dos lábios macios abertos
Agasalhada em mim
Eu sinto as suas manhas
No meu ventre vadio
Arrepiada
Eu sinto o gosto da sua seiva
Em meu corpo seco
Depravada (mente)
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 26 de abril de 2014
SEXO
Sexo depravado
Algemado
Ninguém se conhece
Mistura das fendas
Tentar ler a leitura
Da alma
Inflama ainda mais
Película mexe
Coloco atrás
Endurecido
Esse corpo meu
Mãos nervosas
Penetram-te no seu centro
Misturado gozo supremo
De nós duas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Algemado
Ninguém se conhece
Mistura das fendas
Tentar ler a leitura
Da alma
Inflama ainda mais
Película mexe
Coloco atrás
Endurecido
Esse corpo meu
Mãos nervosas
Penetram-te no seu centro
Misturado gozo supremo
De nós duas
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 25 de abril de 2014
AO NOSSO SEXO
ao nosso sexo, um presente, que o tempo não apagou, em mim, mas passou, marcas ficaram, algumas doloridas, guardadas nas entranhas, marcada em meu corpo, quando o suor de minhas roupas, mancha, molhadas, por gotas de um sexo endurecido, uma línguas que corta todo o nosso horizonte, a gente goza, até em pensamento, arranco o calor dentre do (in) verso amor, dos versos cantados, em meus nervos que pulsam.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 24 de abril de 2014
BRANDA
Branda formando gestos
Para me deixar louca
Deitada no assoalho da sala
Com os pés em minhas fendas
Um pouco massagem que em curvas aos
Lábios sobre teu corpo
Ventre inclinado num toque
Essa magia que nos invade
Na cama irá sempre ocorrer
Seja no tempo que for
Até no olhar vamos sempre
Embolar-nos encher de carícias
Saliente deliciosamente
Numa safadeza de paixão enorme
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Para me deixar louca
Deitada no assoalho da sala
Com os pés em minhas fendas
Um pouco massagem que em curvas aos
Lábios sobre teu corpo
Ventre inclinado num toque
Essa magia que nos invade
Na cama irá sempre ocorrer
Seja no tempo que for
Até no olhar vamos sempre
Embolar-nos encher de carícias
Saliente deliciosamente
Numa safadeza de paixão enorme
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 23 de abril de 2014
ABRE SUAS PERNAS
Abre suas pernas
Ajeita-se
Inclinada
Sobre meu pescoço
Dança
Docemente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Ajeita-se
Inclinada
Sobre meu pescoço
Dança
Docemente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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