sexta-feira, 2 de maio de 2014

FIQUE DE JOELHOS

Fique de joelhos
Beija-me
No cume flancos
Na luz baixa
Seja dona do meu corpo
Desdobra-me

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 1 de maio de 2014

TEMOS QUE SER SACANA

as vezes temos que ser sacana mesmo, muito sacana, adoro a sacanagem, ela  faz parte de um show imenso, no qual debruçamos uma na outra, sobre todo o nosso universo, nu, eu amo ser sacana, eu adoro todas as posições aonde colocamo-nos muito sacana, e quando te pego, te embolo, você, nó, nos arranhamos, esfregamos,  te sufoco, me deleito, ficamos loucas, sobre nossas mãos que ensina-nos navegar, uma sobre a outra, silenciosamente abaixo dos lençóis, enquanto gemidos ao lado nos atiça mais....

POEMA DE BEY CERQUEIRA

FUNDA-SE

Funda-se em minha pele
A madrugada toda e
Com tua boca percorre o meu corpo
Morde 
Meus instintos selvagens reagem
Todos os meus pontos esticam
Sobre um fogo que em mim penetram
Eu invado suas raízes 
Os seus segredos eu desvendo
Arranco-te de ti sem pudor algum
Mulher que me deixa inflamada
Sobre brandas carícias
Fenda que se roçam arde 
Ferve 
Abre minha beirada encosta-te
Prenda-me em suas coxas
Deixa florescer nossas rosas
Aguando-a em cada gozo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 30 de abril de 2014

SOBRE A LEVEZA DE SUAS MÃOS

Nessa leveza de suas mãos, me
Curvo em espasmo cheio de 
Paixão fogo queimando minhas seivas
Deixando-me sobre larva cheia de
Inquietudes por ti minha senhora
Amaste-me amassa-me nessa banheira
Engole meu fôlego
Deixa o inferno gritar dentro em mim
Sobre o teu ereto momento

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 29 de abril de 2014

ROUBADOS BEIJOS

Roubados beijos, suposta.
Avidamente ácido seu leite que
Queima meu rosto odores me deixa
Ereta 
Aridez como uma fera ao teu pecado
Trepidado 
Componha-me 
Deixa tocar em mim seu seio, pois os meus. 
Estão interrompidos pelo tempo
Abre suas pernas
Mexe seu quadril 
Deixa fluir seus movimentos
Sussurra 
Brandas madeixas trejeitos que me doma

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 28 de abril de 2014

CALE-SE

Cale-se febril sobre minha nudez, avassaladora, serei sua amante fiel, latejante misturada a sua essência de fêmea, espero-te morna firmemente, enorme, saliente sobre minhas entranhas quebrando minhas pedras, segura-me sem medo, espera que eu lhe mostro o que quero, cale-me na sua boca abaixo do ventre, eu passarei horas brincando com você, sentindo o seu  cheiro...., do qual me deixa louca.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 27 de abril de 2014

EU SINTO

Eu sinto o cheiro do seu sexo
Dos lábios macios abertos
Agasalhada em mim
Eu sinto as suas manhas
No meu ventre vadio
Arrepiada
Eu sinto o gosto da sua seiva
Em meu corpo seco
Depravada (mente)

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

sábado, 26 de abril de 2014

SEXO

Sexo depravado
Algemado
Ninguém se conhece
Mistura das fendas 
Tentar ler a leitura
Da alma 
Inflama ainda mais
Película mexe
Coloco atrás
Endurecido
Esse corpo meu
Mãos nervosas
Penetram-te no seu centro
Misturado gozo supremo
De nós duas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 25 de abril de 2014

AO NOSSO SEXO

ao nosso sexo, um presente, que o tempo não apagou, em mim, mas passou, marcas ficaram, algumas doloridas, guardadas nas entranhas, marcada em meu corpo, quando o suor de minhas roupas, mancha, molhadas, por gotas de um sexo endurecido, uma línguas que corta todo o nosso horizonte, a gente goza, até em pensamento, arranco o calor dentre do (in) verso amor, dos versos cantados, em meus nervos que pulsam.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 24 de abril de 2014

BRANDA

Branda formando gestos
Para me deixar louca
Deitada no assoalho da sala
Com os pés em minhas fendas
Um pouco massagem que em curvas aos
Lábios sobre teu corpo
Ventre inclinado num toque
Essa magia que nos invade 
Na cama irá sempre ocorrer
Seja no tempo que for
Até no olhar vamos sempre
Embolar-nos encher de carícias
Saliente deliciosamente
Numa safadeza de paixão enorme

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 23 de abril de 2014

ABRE SUAS PERNAS

Abre suas pernas
Ajeita-se 
Inclinada 
Sobre meu pescoço
Dança
Docemente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

EU AS VEZES

eu as vezes não entendo porque sou indomável.............talvez porque o silêncio da pessoas sejam tão importante, e no levantar de suas malícias, eu me cubro, aplaudo, apaixono-me, sem querer, sem querer.......

FRASE DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 22 de abril de 2014

VÍDEO POEMA


PARTE VÍDEO ARTE BEY CERQUEIRA




SALVE ESTA MULHER

salve esta mulher, perdoa-me os puritanos, eu desejo tanto, que arrancas de minhas costas, do meu lombo, a pele grossa, posta, nas suas unhas, desejos cheiro do cravo, que arrebata todos os meus nervos, me deixa bravo, santificado, cansado.

FRASE POEMA DE BEY CERQUEIRA

VENHA VELOZMENTE

Venha velozmente 
Dai-me um coice
Sua os estábulos
Mija na minha cara
Pulsa 
Força meus nervos planta em
Minhas nádegas sem veneno
Se líquido cremoso
Sua espada ereta coloca-me
Ao te bordo doma meus instintos
Faz-me faz pecar 
Suspenso algemado crescendo
Dentro de mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 21 de abril de 2014

OS MEUS PENDENTES

Os meus pendentes
Modos de amar
Sou mesmo muito safada
Permito tudo
Mergulhas em mim 
Deixa-me ser acariciada por você
Fecha tuas mãos me encosta
Pelas costas vou deslizar 
Invada o meu amor de
Qualquer posição

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 20 de abril de 2014

PONHA-ME EM TI

Ponha-me em ti mulher
Entre suas pernas aperte-me
Quero te tocar usando almofadas
Beber seu mel
Aflorada no tempo
Que for

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 19 de abril de 2014

POR TANTO AMOR

Por tanto amor que eu amo tanto
Que eu quero tanto
Eu me debruço sobre esse luar
A madrugada meu encanto
Descoberta
Posta
No movimento deste teu 
Corpo em mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 18 de abril de 2014

AJOELHA-SE

Ajoelha-se vem a mim
Deixa-me tocar-te
Descoberta e
Nua aflorar encostar
Minha testa nua
Em sua boca

POESIA DE BEY CERQUEIRA

AS VEZES

....as vezes precisamos sentir, ausência, outras vezes, precisamos passar por correntezas, para reconhecer a ternura, mais muitas vezes, na verdade, o que importa é que mergulhamos la (dentro) abrimos o que está fechado, ai vamos perceber, o quanto deixamos de viver a intensidade da paixão, talvez por vaidade, poder, egoismo, ou simplesmente, por pouco, achar que o outro lado, substitui, talvez quem sabe,  seria melhor, mais chega as reticências, no vai e vem, o tempo, vai passando, nos dando a conclusão que chegamos na mesmice do tão pouco novamente.

TEXTO POEMA DE BEY CERQUEIRA